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Encceja: Inep prorroga inscrições para até 25 de janeiro

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Quem não justificou ausência da última edição ou teve o pedido reprovado deve pagar taxa

As inscrições para o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2020 que encerrariam hoje (22) foram prorrogadas, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), e seguem abertas até as 23h59 do dia 25 de janeiro.

A inscrição deve ser feita no sistema do exame. A participação é voluntária, gratuita (para quem não faltou à última edição) e o resultado viabiliza o acesso à certificação da educação básica.  As provas do Encceja Nacional 2020 serão aplicadas no dia 25 de abril, em todos os estados e no Distrito Federal. 

As provas são destinadas a jovens e adultos que não concluíram os estudos na idade apropriada. Para participar do ensino fundamental é preciso ter, no mínimo, 15 anos completos e, para o ensino médio, 18 anos completos. 

Candidatos maiores de 18 anos podem tentar diretamente o ensino médio, mesmo que não tenham o ensino fundamental completo, atingindo as pontuações necessárias, conseguem a certificação para as duas etapas de formação.

Quem não justificou ausência da edição de 2019 ou teve a solicitação reprovada deverá pagar uma taxa de R$ 40 até o dia 27 de janeiro, em qualquer banco, casa lotérica ou agência dos Correios, obedecendo aos critérios estabelecidos. Nesses casos, a inscrição no Encceja 2020 será confirmada somente após o pagamento da taxa. 

Cronograma Encceja 2020

Inscrição: 11 a 25 de janeiro de 2021

Ressarcimento: 11 a 27 de janeiro de 2021

Solicitação de atendimento especializado: 11 a 22 de janeiro de 2021

Resultado: 1º de fevereiro de 2021

Recurso: 1º a 5 de fevereiro de 2021

Resultado do Recurso: 12 de fevereiro de 2021

Solicitação de tratamento pelo Nome Social: 11 a 22 de janeiro de 2021

Resultado: 1º de fevereiro de 2021

Recurso: 1º a 5 de fevereiro de 2021

Resultado do Recurso: 12 de fevereiro de 2021

Aplicação ensino fundamental e médio: 25 de abril de 2021

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

Cotidiano

Bandido é linchado por populares e preso após fazer arrastão em ônibus no Segundo Distrito

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O foragido da justiça Paulo Rodrigo da Costa, de 32 anos, foi preso após realizar um arrastão em um ônibus que faz a linha do bairro Liberdade na noite desta terça-feira, 03. O crime aconteceu próximo ao residencial Santo Afonso, na BR-364, e o bandido foi preso no bairro Belo Jardim II, na região do Segundo Distrito de Rio Branco

De acordo com informações da polícia, o criminoso entrou no transporte coletivo em frente do Palácio Rio Branco e fingiu ser um passageiro. Quando o ônibus chegou na BR-364, na região do Santo Afonso, Paulo em posse de uma escopeta calibre 28, anunciou o assalto, rendeu vários passageiros e roubou celulares e bolsas e outros pertences. Após a ação o bandido desceu do ônibus e saiu correndo. Populares ao perceberem a situação perseguiram o criminoso e conseguiram abordá-lo. Paulo foi desarmado e agredido pela população.

Policiais Militares do 2° Batalhão foram acionados, deram voz de prisão e encaminharam o bandido à Delegacia de Flagrantes (Defla) para os devidos procedimentos. O motorista registrou o Boletim de Ocorrência na delegacia especializada e as vítimas tiveram seus bens restituídos no local.

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Destaque 3

“Foi criado estigma de um ambiente violento”, diz secretário sobre Cidade do Povo

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Tida pela população por um dos bairros mais perigosos de Rio Branco, a Cidade do Povo ou chamados por muitos como a “Cidade de Deus”, foi assunto no Boa Conversa, exibido pelo ac24horas, na noite desta terça-feira (3).

Na entrevista, o secretário de Segurança e Justiça (Sejusp), Coronel Paulo Cézar, afirmou que a falta de políticas públicas em concomitância com a mudança de pessoas resultou nesse estigma que a população rio-branquense tem sobre o local.

Segundo o secretário, as pessoas que foram remanejadas para a Cidade do Povo no início da década eram de comunidades que já sofriam com a cultura do crime e que o agrupamento de vários bairros em um único espaço incitou na criação desses atritos.

“Eram comunidades que já sofriam com o crime, mas uma comunidade que em razão do crime está instalada há muitos anos tinha toda uma cultura instalada e quando o Estado transportou todas as pessoas para um mesmo espaço, consequentemente, os atritos que não existiam e a disputa pelo poder do narco. Na época, me manifestei contrário a esse movimento de migração. Se a concentração fosse acompanhada das políticas públicas que estavam agendadas ao projeto originário, eu acho que seria uma boa política, mas não foi”, salientou.

Segundo Paulo Cézar, a comunidade da Cidade do Povo receberá um investimento de mais de R$ 17 milhões para tentar diminuir os índices de violência e reduzir o estigma que a população acreana tem sobre o local.

“A Cidade do Povo foi eleita para um projeto do ‘Acre pela Vida’, que foi iniciado pelo governo Gladson onde o MP avançou, Judiciário e o próprio sistema de segurança abraçou e uma série de atividades vem sendo devolvidas naquela região. O Estado vai entrar com R$ 17 milhões e vai entrar com aparelhos lá dentro. Acreditamos que com essa movimentação nós vamos reduzir um pouco a violência, bem como, a resistência da sociedade em aceitar a Cidade do Povo. Foi criado um estigma de um ambiente extremamente violento, é óbvio em uma expressão popular, que não podemos tapar o sol com a peneira, existem incidentes que chamam atenção, mas as pessoas que estão lá merecem atenção do Poder Público”, destacou.

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Extra Total

Secretário de Segurança diz que seria leviano associar redução de mortes a ‘trégua’ de facções no Acre

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Em entrevista ao Boa Conversa, exibido pelo ac24horas, na noite desta terça-feira, 03, o secretário de Segurança e Justiça (Sejusp), Coronel Paulo César, afirmou que as reduções nas mortes violentas no Acre se deu muito ao trabalho feito por todos os integrantes das forças que compõem o sistema de segurança no Acre.

A fala ocorreu após o Coronel ser questionado se as reduções nas mortes haviam ocorrido devido a uma ‘trégua’ das facções no Acre.

Recentemente, segundo dados do Observatório Criminal do Ministério Público do Acre (MPAC), as Mortes Violentas Intencionais (MVI) ocorridas no 1º semestre de 2021 apresentaram redução expressiva de 17,2%, se comparadas ao total ocorrido no mesmo período de 2020 no Acre. De acordo com os números, em 2020 houve 134 mortes até junho, em 2021 houve a diminuição para 111 mortes.

“Nós desencadeamos uma série de ações no início da gestão com a União e com as Forças Estaduais para o combate ao narcotráfico haja vista que o entorpecente é o insumo da violência nos centros urbanos. Houve uma série de integração entre as forças de segurança, por exemplo, a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), que integrou órgãos estaduais e federais. Então, houve um combate efetivo que concomitante com esse aparato de inteligência com a criação do Gefron, onde o Estado elegeu a política de enfrentamentos de crimes transfronteiriços como marco maior de redução da violência. As apreensões estão aí e a sociedade tem percebido isso. Nesse primeiro semestre, apreendemos mais de quatro toneladas e isso impacta no narcotráfico. A redução já vinha ocorrendo desde 2019 que se for comparado até agora alcança mais de 40% em relação com 2018”, afirmou.

Em uma análise dos municípios, os dados do Observatório mostram que Rio Branco teve uma diminuição de 112 mortes intencionais para 78, ou seja, uma diminuição de 30,4%, no período 1º semestre de 2020 com o de 2021. Segundo o gestor, seria leviano associar a redução dos crimes a ‘trégua’ de facções.

“Em junho do ano passado tivemos 12 crimes e antes saímos de um patamar de 30 para 15 a 20 por mês. Esse mês tivemos 10, e é claro que chama atenção, mas não podemos afirmar taxativamente e seria leviano de que isso [redução] seria fruto de uma ‘trégua’ entre organizações, até porque recentemente ocorreu alguns crimes onde a polícia judiciária identificou que foram ações promovidas pelas facções contra inimigos no 2º distrito da capital, nesta segunda quinzena de julho. Houve uma redução sim, mas que já acompanha uma realidade que ficou mais evidente desde fevereiro de 2020”, salientou.

Assista a entrevista completa:

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Acre 01

Cinco prefeitos do interior do Acre são alvos de criminosos e têm celulares clonados

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Na tarde desta terça-feira, 3, os prefeitos do interior do Estado do Acre foram alvos de ações de criminosos que invadiram o sistema e clonaram cinco aparelhos celulares.

De acordo com secretária da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), Marilice Maffi, as vítimas foram os prefeitos de Porto Acre, Bené Damasceno (Progressistas), de Xapuri, Ubiracy Vasconcelos (PT), o prefeito Padeiro (PDT) de Bujari, José Altamir Taumaturgo (MDB) e Isaac Lima (PT) do município de Mâncio Lima.

Marilice relatou a reportagem do ac24horas que provavelmente, os gestores deverão registrar um boletim de ocorrência sobre o caso

Recentemente, várias autoridades do Estado foram vítimas do golpe, como por exemplo, o senador Sérgio Petecão (PSD), e sete deputados estaduais, dentre eles, Jenilson Leite (PSB), Roberto Duarte (MDB), Edvaldo Magalhães (PCdoB), Vagner Felipe (PL) e até mesmo o presidente da Assembleia, Nicolau Júnior, Maria Antônia (PROS) e Luiz Gonzaga (PSDB), além do governador Gladson Cameli (Progressistas).

Os criminosos utilizam o golpe para pedir dinheiro emprestado a pessoas próximas ou até mesmo familiares das vítimas.

O celular clonado é o aparelho usado pelo criminoso para fazer ligações telefônicas como se fosse o aparelho da vítima – assim, essas chamadas são debitadas na conta do titular da linha. Esse tipo de golpe é mais sofisticado e costuma ocorrer com uso de tecnologias ilegais de monitoramento.

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Bombando

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