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Previsão da chegada de avião no Acre com mais de 41 mil doses é às 23h desta segunda-feira

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O avião C130M – Hércules da Força Aérea Brasileira (FAB) que transporta as mais de 41 mil doses da vacina CoronaVac contra a Covid-19 deve chegar ao Acre apenas por volta das 23 horas desta segunda-feira, 18, informou a Assessoria do Ministério da Saúde.

A aeronave tem pelo menos 4 escalas antes de chegar em Rio Branco. Primeiramente, o avião sairá do Aeroporto de Guarulhos (SP), passará por Brasília (DF) e depois seguirá para Manaus (AM). Da capital amazonense, o voo militar seguirá para Boa Vista (RR) e depois seguirá para Porto Velho e após sair da capital rondoniense chegará ao Acre.

O avião comercial da Latam, voo 3388, que saiu de São Paulo na manhã desta segunda-feira, 18, e tinha como passageiros o governador Gladson Cameli, o secretário de saúde Alysson Bestene, e uma comitiva de assessores, teve que desviar de rota no inicio da tarde de hoje devido a forte chuva que castiga a capital do Acre. O voo circulou por duas vezes por território boliviano até o piloto decidir ir pousar na capital de Rondônia até o clima ficar mais ameno. Não existe previsão de quando o avião da Latam sairá de Porto Velho.

Como o governador não chegou e nem a vacina, uma entrevista coletiva que estava marcada para a tarde desta segunda-feira foi desmarcada pela Secretaria de Comunicação. Na oportunidade, além de informações sobre a vacina, a primeira servidora da saúde deveria ser imunizada. O ato deverá ser transferido para a manhã da próxima terça-feira, 19.

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Acre

Isolado, Gladson grava vídeo para pedir que população mantenha cuidados contra Covid-19

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O governador Gladso Cameli publicou um vídeo em suas redes sociais no início da tarde desta quarta-feira, 3, para avisar à população acreana que, mesmo com resultado positivo para Covid-19, está se sentindo bem.

Cameli está isolado em casa, mas alertou que segue cumprindo com todos os cuidados necessários e também trabalhando da forma que consegue, à distância.

“Quero tranquilizar a população dizendo que estou bem e já já vou sair dessa”, comentou. Ele aproveitou para pedir à sociedade que continuem mantendo os cuidados necessários para que o estado consiga realmente “virar essa página”.

Gladson fez novos exames nesta quarta e está aguardando os resultados, que devem sair no final da tarde. Até agora, nenhum exame apresentou alterações pulmonares. “Logo, logo estou na ativa, mas isso não quer dizer que os trabalhos do estado não estejam sendo acompanhados, ate porque não sei ficar quieto”.

Veja o vídeo:

 

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Acre 01

A 11 dias de completar 52 anos, pastor Rodson Souza morre vítima da Covid-19 no Acre

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O pastor evangélico Rodson Souza não resistiu e morreu na manhã desta quarta-feira, 3, em uma das Unidades de Terapia Intensivas (UTIs) do hospital de campanha montado no Instituto de Traumatologia e Ortopedia (Into), em Rio Branco.

Rodson estava internado há duas semanas na unidade de saúde lutando contra a Covid-19. Além de pastor, Rodson foi diretor do Pronto-Socorro de Rio Branco e também responsável pela Ouvidoria da Secretaria Estadual de Saúde no governo passado.

O anúncio da morte foi feito pela própria filha, Tallita Craveiro, que afirmou que o pai teve uma parada cardíaca. Ela agradeceu as mensagens de carinho recebidas pelo pai. Rodson Souza iria completar 52 anos no próximo dia 14 de março.

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Acre 01

Momento difícil do Acre faz deputado chorar e alertar que agenda prioritária de todos é a vacina

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Em sessão virtual da Assembleia Legislativa do Acre, o deputado Jonas Lima (PT) disse nesta quarta-feira (3) que é muita dor e tristeza para os acreanos ultimamente devido as seguidas mortes por Covid-19. “Quero ser solidário a todas as famílias que perderam seus entes”, disse, pedindo ajuda e compreensão do governo estadual, alertando que não há nada mais urgente na agenda oficial que a vacinação dos moradores.

“Temos que agir. É Covid que está matando as pessoas”, pediu Jonas Lima, que se emocionou e chegou a chorar devido ao momento atual do Acre, colapsado em seu sistema de saúde. “Não se combaterá a pandemia se não tiver um conversas, mas estão fazendo as coisas para ganhar voto”, criticou.

“Você é uma pessoa extremamente sensível. A gente vê no seu semblante a veracidade de suas palavras, de seu sentimento”, consolou, em aparte, a deputada Antônia Sales.

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Cotidiano

MEC diz a universidades federais que manifestação política é ‘imoralidade’

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Foto: Natinho Rodrigues/SVM

O Ministério da Educação, por meio da Rede de Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes), encaminhou no último dia 7 de fevereiro um ofício em que pede a tomada de providências com objetivo de “prevenir e punir atos político-partidários nas instituições públicas federais de ensino”.

A orientação aos dirigentes das universidades é baseada numa recomendação de 2019 do procurador-chefe da República em Goiás, Ailton Benedito de Souza. Recentemente, o procurador questionou judicialmente a Sociedade Brasileira de Infectologia por ter desaconselhado o uso de medicamentos sem comprovação científica contra a Covid.

No ofício de 2019, Ailton Benedito diz que uma manifestação política contrária ou favorável ao governo representa malferir “o princípio da impessoalidade”.

Segundo a citação do MEC ao texto do procurador, caberia punição a comentário ou ato político ocorrido “no espaço físico onde funcionam os serviços públicos; bem assim, ao se utilizarem páginas eletrônicas oficiais, redes de comunicações e outros meios institucionais para promover atos dessa natureza”.

Em maio do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, que são inconstitucionais atos que vão contra a liberdade de expressão de alunos e professores e tentativas de impedir a propagação de ideologias ou pensamento dentro das universidades.

O caso foi analisado pela corte porque, em outubro de 2018, universidades públicas de ao menos nove estados brasileiros foram alvos de operações policiais autorizadas por juízes eleitorais.

As ações aconteceram para averiguar denúncias de campanhas político-partidárias que estariam acontecendo dentro das universidades.

‘Imoralidade administrativa’

Em outra passagem com referência ao ofício do Ministério Público Federal, é dito que “a promoção de eventos, protestos, manifestações etc. de natureza político-partidária, contrários ou favoráveis ao governo, caracteriza imoralidade administrativa”.

Ministro da Educação depõe à PF sobre acusação de homofobia em fala

O documento é assinado por Eduardo Gomes Salgado, diretor de Desenvolvimento da Rede de Ifes. Ele diz que “entendeu pela necessidade de envio do documento do MPF às IFES, visando à observância aos parâmetros estabelecidos para a utilização do espaço e bens públicos”.

A recomendação original de 2019 do MPF ainda dizia que “no plano do direito brasileiro, a liberdade de expressão encontra limites, expressos e implícitos, não sendo, pois, assim como qualquer direito, considerado valor absoluto, imune a controle”.

Há também o pedido para que haja canais de denúncia sobre atividades político-partidárias: “O Estado tem o dever-poder de disponibilizar canais físicos e eletrônicos para receber denúncias de atos de natureza político-partidária ocorridos nas instituições públicas de ensino”.

O G1 entrou em contato na noite de terça com o Ministério da Educação para obter mais esclarecimentos sobre o envio do ofício com as recomendações aos dirigentes de universidades federais e aguarda resposta.

Ajustamento de conduta

Na última terça (3), foi publicado no Diário Oficial da União um termo de ajustamento de conduta do ex-reitor da Federal de Pelotas (RS) Pedro Hallal.

Foi considerado que Hallal proferiu “manifestação desrespeitosa e de desapreço direcionada ao Presidente da República, quando se pronunciava como Reitor da Universidade Federal de Pelotas – UFPel, durante transmissão ao vivo de Live nos canais oficiais do Youtube e do Facebook da Instituição, no dia 07/01/2021, que se configura como ‘local de trabalho’ por ser um meio digital de comunicação online disponibilizado pela Universidade”.

Em janeiro, Hallal publicou uma carta na revista científica britânica “The Lancet” em que criticou o presidente Jair Bolsonaro pela gestão dos problemas causados pela pandemia de coronavírus no Brasil.

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