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Edital do concurso da PF é publicado com vagas para o Acre

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A edição do Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, 15, trouxe o edital do concurso com 1,5 mil vagas para a Polícia Federal. Estão previstas vagas para o Acre, além de outros sete estados e localidades de fronteira internacional.

Ao todo, são 1,5 mil vagas, sendo 123 para delegados, 893 para agentes, 400 para escrivães e 84 para papiloscopistas. Destas, há reserva cotistas negros e pessoas com deficiência.

As inscrições estão previstas para começar no dia 22 de janeiro e devem ir até 9 de fevereiro. As provas no dia 21 de março.

O salário previsto no edital é de R$ 23.692,74 para delegados e R$ 12.522,50 para agentes, escrivães e papiloscopistas. O valor das inscrições varia de R$ 180 a R$ 250, o maior valor, para cargos de delegado.

O edital não especifica quantas vagas serão destinadas para os estados, citando apenas que “serão disponibilizadas vagas, preferencialmente, nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins e em unidades de fronteira”.

Para se inscrever, por meio do site da Cebraspe, organizadora do concurso, é preciso ter nacionalidade brasileira ou portuguesa, idade ter nacionalidade brasileira ou portuguesa, idade mínima de 18 anos, aptidão física e mental e ter 3 anos de atividade jurídica ou policial para ingresso no cargo de delegado. Neste caso, considera-se ter exercido atividade exclusiva de bacharel em Direito, conciliador em tribunais judiciais, do cargo no magistério. Não é válida para contagem de estágio anterior à conclusão do curso.

Acesse o edital: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/edital-n-1-dgp/pf-de-15-de-janeiro-de-2021concurso-publico-para-o-provimento-de-vagas-nos-cargos-de-delegado-de-policia-federal-agente-de-policia-federal-escrivao-de-policia-federal-e-papiloscopista-policial-federal-2992365

Destaque 7

Acre entra na última semana de setembro com mais de 7 mil focos de queimadas

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas 

O estado do Acre acumula 7.043 focos de queimadas entre 1º de janeiro e 26 de setembro de 2021. O total acumulado no período é 3% menor do que o registrado no ano passado no mesmo intervalo, que foi de 7.295 focos de queimadas.

O número de queimadas no ano está entre um dos maiores desde o começo da série histórica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que iniciou em 1998. Apenas em 2003, 2005 e 2020 o Acre teve mais queimadas nesse período.

Em setembro, foram 3.330 focos de queimadas no Acre, sendo que Sena Madureira, Rio Branco, Feijó, Xapuri e Brasiléia foram os municípios com os maiores registros neste mês. No ano, despontam Feijó, Tarauacá, Sena Madureira, Rio Brancos e Cruzeiro do Sul com os maiores números.

A qualidade do ar é aceitável no Acre, de acordo com os últimos dados da Rede de Monitoramento da Qualidade do Ar, liderado pelo Ministério Público (MPAC) e outras instituições como a Universidade Federal do Acre (UFAC).

Na manhã desta segunda-feira (27), os sensores indicavam taxas na faixa entre 12 e 35 microgramas por metro cúbico (µg/m³) de partículas finas (PM2.5 µg/m³) no ar, condição que pode causar um problema de saúde moderado para um número muito pequeno de pessoas se expostas por 24 horas.
Raimari Cardoso

O estado do Acre acumula 7.043 focos de queimadas entre 1º de janeiro e 26 de setembro de 2021. O total acumulado no período é 3% menor do que o registrado no ano passado no mesmo intervalo, que foi de 7.295 focos de queimadas.

O número de queimadas no ano está entre um dos maiores desde o começo da série histórica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que iniciou em 1998. Apenas em 2003, 2005 e 2020 o Acre teve mais queimadas nesse período.

Em setembro, foram 3.330 focos de queimadas no Acre, sendo que Sena Madureira, Rio Branco, Feijó, Xapuri e Brasiléia foram os municípios com os maiores registros neste mês. No ano, despontam Feijó, Tarauacá, Sena Madureira, Rio Brancos e Cruzeiro do Sul com os maiores números.

A qualidade do ar é aceitável no Acre, de acordo com os últimos dados da Rede de Monitoramento da Qualidade do Ar, liderado pelo Ministério Público (MPAC) e outras instituições como a Universidade Federal do Acre (UFAC).

Na manhã desta segunda-feira (27), os sensores indicavam taxas na faixa entre 12 e 35 microgramas por metro cúbico (µg/m³) de partículas finas (PM2.5 µg/m³) no ar, condição que pode causar um problema de saúde moderado para um número muito pequeno de pessoas se expostas por 24 horas.

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Destaque 7

Soja avança 106% em dois anos e Tarauacá vira celeiro agrícola

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta terceira semana do mês de setembro os resultados da pesquisa Produção Agrícola Municipal (PAM) 2020, apresentando os principais produtos da agricultura estadual, enfatizando os detalhes a nível municipal. O levantamento trouxe algumas surpresas, como o impressionante avanço da soja em apenas dois anos e o status de Tarauacá como celeiro agrícola do Acre, contrariando o senso comum que aponta o Vale do Rio Acre como grande produtor de alimentos do Estado.

A pesquisa é uma das principais fontes de estatísticas municipais, levantando informações sobre área plantada, área destinada à colheita, área colhida, quantidade produzida, rendimento médio obtido e valor da produção das culturas temporárias e permanentes. Em 2020, o valor da produção das principais culturas do Acre atingiu R$ 432,3 milhões, um crescimento de 2,0% em relação ao ano anterior, de R$ 424,3 milhões.

Os 10 principais produtos agrícolas, em 2020, apresentaram crescimento no valor de produção, na comparação com o ano anterior, com exceção da mandioca e feijão.

Entre as culturas agrícolas que mais contribuiu para maior valor de produção, destaque para a mandioca, que alcançou a marca de 586, toneladas, gerando R$ 210,5 milhões em valor bruto, o que representou um decréscimo de 4,9% frente à safra anterior, no volume produzido. A produção de banana, que obteve incremento de 0,7% na produção, atingindo 88,7 mil toneladas, que geraram um valor bruto de R$ 65,1 milhões, número 8,0% superior ao registrado no ano anterior. A produção de milho, registrou aumento frente a safra anterior, com crescimento de valor da produção na ordem de 8,0% no ano, apresentando R$ 59,3 milhões.

A produção de soja apresentou excepcionais 106% de crescimento de produção entre 2019 e 2020 e com valor de produção de R$14,4 milhões. Outras culturas que evoluíram positivamente foram as culturas do café e maracujá com respectivamente R$ 9,9 milhões e R$ 3,2 milhões.

“Modéstia a parte a banana de Tarauacá é muito boa. Estamos levando 25 toneladas em média por mês para Porto Velho. Acrelândia tem dificuldade nesta época e grande parte do pessoal que compra na Ceasa de Rio Branco vem para Tarauacá”, disse ao ac24horas Narcelio Silva, secretário de Agricultura de Tarauacá, município que saiu de 9,11% para 9,34% sua participação na produção agrícola do Acre entre 2019 e 2020.

A produção de farinha é grande e agrega valor. No Tauari e Taquari, na região próxima do Rio Liberdade, há zonas de alta produtividade. A prefeita quer resgatar a produção do abacaxi, consolidando Tarauacá como terra desse fruto. “Estamos trabalhando para produzir frutos com peso como antes, de 13 ou mais quilos”, completou, anunciando a implantação do Complexo de Produção de Tarauacá, uma novidade que será lançada na Feira do Abacaxi, em outubro.

Com recursos obtidos pelo marido da prefeita, o deputado federal Jesus Sérgio, o município pretende produzir 150 mil mudas de café e expandir a produção na região.

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Destaque 7

MP quer tirar Eduardo Veloso e Otávio Costa do júri popular e colocá-los na vara criminal

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O promotor de Justiça, Teotônio Rodrigues Soares Júnior, do Ministério Público do Acre (MPAC) pediu a 2º Vara do Tribunal do Júri que o caso da jovem Maicline Borges, 26 anos, morta no dia 12 de janeiro do 2019, em um acidente de jet-ski envolvendo o empresário Otávio Costa e o médico oftalmologista, Eduardo Veloso, na região da Quarta Ponte, no Rio Acre, saísse da competência da Vara do Júri para a Vara Criminal.

No pedido, o promotor alegou que não existe nos autos qualquer informação no sentido de que Eduardo, assim que visualizou o jet-ski pilotado por Otávio, acelerou na sua direção, assumindo o risco de produzir o resultado.

Segundo Teotônio Rodrigues, não há nos autos elementos objetivos que permitam aferir o grau de embriaguez de Eduardo e Otávio, o que poderia auxiliar na configuração do dolo eventual.

“Dessa forma, o crime em comento foge da esfera de competência da Vara do Tribunal do Júri, já que entendemos tratar-se de crime culposo”, argumentou.

“Por isto, o Ministério Público requer seja declinada a competência desse Juízo, com o consequente encaminhamento dos presentes autos a uma das Varas Criminais com competência residual, a fim de que o Promotor de Justiça com atribuição perante aquela unidade forme a sua opinio delicti”, acrescentou.

Na época do acidente, segundo depoimento da irmã de Maicline, Hinauara Borges, o condutor que estava com a vítima na moto aquática era o empresário Otávio Costa que ao fazer uma manobra conhecida como “cavalo de pau” colidiu com o jet-ski que era conduzido pelo médico Eduardo Veloso causando o acidente fatal.

Ela informou que o empresário Otávio havia ingerido bebida alcoólica. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil da 3ª Regional, em Rio Branco.

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Destaque 7

Construtora de Jarbas Soster será investigada por atrasar obra

Pedido de correção dos valores de insumos não foi negado, garante Dnit

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A construtora que deverá ser apurada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT) sob acusação de não honrar com o prosseguimento de obras num trecho da BR-364, no Acre, é a MSM Industrial LTDA, que pertence ao empresário Jarbas Soster. O Dnit já abriu Procedimento Administrativo para investigar a responsabilidade da empresa que atrasou o cronograma de serviços entre os municípios de Sena Madureira e Feijó.

Segundo o Dnit, a construtora de Soster foi acionada por diversas vezes e mesmo assim tem se negado a garantir o devido desempenho estabelecido no plano de trabalho. “A empresa foi várias vezes acionada para retomada dos serviços e adequação do ritmo de obra, sendo alertada das consequências dos mesmos não ocorrerem de acordo com o cronograma previamente acordado, aproveitando a janela climática da região”, diz o órgão.

É destacado ainda que a alegada solicitação da empresa, da correção dos valores de insumos,  não foi negada pelo departamento. Mas ressalta que as análises de pedidos de ajustes só podem ser processadas após a devida entrega dos serviços contratados, seguindo a legislação em vigor e os normativos técnicos da autarquia praticados nacionalmente.

O Departamento cita também que já atua na elaboração de novos contratos para garantir a trafegabilidade da rodovia  no  período chuvoso,  bem como para melhoria da condição geral de serviço, incluindo soluções para as erosões e reconstrução de trechos críticos  impactados por características do solo da região. “Com o objetivo de adequar a estrada às reais necessidades, o Dnit trabalha nos projetos de reconstrução e restauração dos trechos críticos da BR-364/AC, a serem elaborados até 2022. Em razão dos futuros trabalhos de restauração da rodovia apresentarem previsão de soluções mais complexas e valores elevados, o Dnit intensificará as providências para garantir as condições de trafegabilidade da BR-364/AC, mesmo antes da viabilização desses serviços mais estruturais”, diz a bota.

O outro lado

O empresário Jarbas Soster, dono da MSM, responsável por dois trechos da rodovia entre Sena Madureira e Feijó, que somam R$ 83 milhões, afirma que há problemas de lapso temporal e desequilíbrio contratual por parte do Dnit.

“Recebi o Procedimento de Apuração de Responsabilidade e vou me defender.  O que acontece é que o Dnit não adequou os preços e condições do contrato à nova realidade do país com relação aos valores de mão de obra, combustível e insumos. Houve aumentos de até 500%”, explica, relatando que a empresa trabalhou diuturnamente e em meio às chuvas.

Soster relata ainda que o contrato atual, que é de manutenção da BR-364, está errado. O certo, segundo ele, seria um contrato de Recuperação- Crema , como havia anteriormente com uma construtora mineira. “A empresa que ganhou mais de R$ 260 milhões para recuperar a estrada nos entregou a rodovia deteriorada. Agora com contrato de manutenção e cerca de 15% desse valor não temos como fazer esse trabalho da forma exigida pelo Dnit”, cita o empresário, afirmando que está enviando mais equipamentos para reforçar os trabalhos na região de Feijó.

Atuam na manutenção da BR-364 as empresas acreanas MSM e a Lima e Pinheiro, além da Andrade e Vicente, de Rondônia e o  7° Batalhão de Engenharia e Construção- BEC.  O orçamento do Dnit para a manutenção das rodovias 317 e 364 é de cerca de R$ 90 milhões para este ano.

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