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Corpo de enfermeira vítima de Covid-19 em Manaus não será transladado ao Acre

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Sirlângia Virgínia da Silva, de 56 anos, era natural de Cruzeiro do Sul, mas estava radicada em Brasiléia há alguns anos, onde atuava como enfermeira, assim como em Xapuri. Em Epitaciolândia, ela era servidora municipal da Educação, como professora.

Ela morreu neste último fim de semana, em Manaus, em decorrência de complicações da covid-19. De acordo com informações divulgadas pelo jornal O Alto Acre, a família não conseguiu transladar o corpo para ser sepultado em Brasiléia.

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Ainda segundo as informações repassadas pelos familiares ao jornal, o corpo de Sirlângia será cremado na capital amazonense. As cinzas serão trazidas ao Acre, depois de autorizado o transporte, para serem enterradas ao lado do túmulo de seu filho.

O Sindicato dos Enfermeiros do Estado do Acre (SEEAC) emitiu nota de pesar pelo falecimento da profissional, assim como as prefeituras de Brasiléia e Epitaciolândia. Em Xapuri, colegas prestaram homenagens pelas redes sociais.

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