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Nova Mesa Diretora da Câmara de Brasiléia tem misto de situação e oposição

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Dos 11 vereadores eleitos em Brasiléia, 8 pertencem aos partidos que compuseram a aliança partidária que deu a reeleição à prefeita Fernanda Hassem, em 15 de novembro do ano passado. Entretanto, essa maioria absoluta com relação à bancada de oposição, composta por apenas 3 vereadores, dois do MDB e 1 do PSD, não resultou em consenso para que grupo aliado de Hassem dominasse completamente o comando da Câmara Municipal.

Logo após a posse dos eleitos, em 1º de janeiro passado, as três mulheres eleitas para a Câmara, Arlete Ferreira Amaral (Solidariedade), Marinete Mesquita de Castro (PT), Neiva Aparecida Badotti (PSB), se aliaram com o MDB, dos vereadores Marquinhos Tibúrcio e Reinaldo Gadelha, formando a chapa que se sagrou vencedora na eleição realizada nesta sexta-feira, 8, em sessão extraordinária.

Veja composição da Mesa Diretora eleita:

• Presidente: Arlete Ferreira Amaral (Solidariedade);

• Vice-presidente: Marquinhos Tibúrcio (MDB);

• 1º secretário: Marinete Mesquita (PT);

• 2º secretário: Neiva Aparecida Badotti (PSB).

Em Rio Branco, participando da primeira Assembleia Geral da Associação dos Municípios do Acre (Amac), quando foi eleita vice-presidente da instituição, a prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, não pôde participar da sessão da Câmara. Até o fechamento desta matéria, ela não havia feito nenhum pronunciamento sobre a definição da diretoria do Poder Legislativo Municipal.

Antes da eleição da Mesa, a prefeita havia dito que não faria nenhum tipo de interferência nas articulações dos vereadores para a eleição da Casa. Segundo ela, a independência entre os poderes deve ser respeitada na prática e que essa seria uma das características de sua gestão. Porém, a gestora municipal ressaltou a importância da boa relação entre Câmara e Prefeitura para o bom andamento da administração.

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Quadro de distribuição pega fogo e princípio de incêndio é controlado em prédio da SEPA

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Um princípio de incêndio no prédio da Secretaria de Produção e Agronegócio (SEPA) foi controlado na manhã desta terça-feira, 27, após o quadro de energia do local pegar fogo.

O susto aconteceu na sede provisória, localizada na Avenida Ceará, para onde os servidores foram levados, já que a sede, que fica na Estação Experimental, passa por reforma.

As informações de servidores dão conta de que o quadro de distribuição já tinha apresentado problema no dia de ontem e acredita-se que a causa tenha sido carga excessiva, com a instalação de diversos equipamentos no prédio como computadores, impressoras, bebedouros e ar condicionado.

Apesar das chamas terem provocado correria de servidores, não houve dificuldades para controlar o incêndio, já que atingiu apenas o quadro de distribuição.

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Farda da PM do Acre será azul e Comando diz que aquisição depende de licitação

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O comandante-geral da Polícia Militar do Acre, Coronel Paulo César Gomes, revelou na manhã desta segunda-feira, 26, que a mudança de cor do uniforme operacional, do caqui para o azul escuro, chamado internamente de “azulão”, não tem data específica para acontecer. O Acre conta com 2.300 militares nos 22 municípios. “Ainda não. A ideia seria que fosse no início do ano. Tem a questão do processo licitatório”, declarou.

Segundo a corporação, a mudança do fardamento faz parte de um processo de resgate histórico da identidade visual da PMAC, que foi em parte perdida com o passar dos anos e as transformações estruturais que a corporação sofreu.

A implantação do uniforme ocorreu em 1974, de lá pra cá, esta é a terceira vez que a PMAC decide mudar a cor do uniforme. O objetivo, além de se modernizar, é construir efetivamente uma identidade visual valorizando as raízes.

De acordo com o governo, o “azulão” já é a cor do uniforme de quase um terço das polícias militares estaduais de todo o Brasil, sendo que oito das 27 unidades da federação, três delas da região Norte, adotam a cor no uniforme oficial. A mudança proposta pelo novo RU não vai gerar aumento de despesas, uma vez que, segundo a lei, o Estado já é obrigado a fornecer dois uniformes por ano a cada policial. O comando da PM pretende fazer a substituição paulatinamente.

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Produtor de cervejas artesanais, acreano inova e cria vinho de açaí em sua residência

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Com colaboração do jornalista, Altino Machado

Imagina tomar um vinho de açaí? Se alguns não imaginam o sabor, o servidor público, Marcos Júnior, já sabe como é. Marcos, que é um degustador e produtor de cervejas artesanais, teve a ideia de produzir um vinho de açaí em sua residência, após começar a produção de um hidromel com amora.

Para escapar da Lei nº 7.678, de novembro de 1988, que dispõe sobre a produção, circulação e comercialização do vinho e derivados da uva e do vinho, o servidor público teve a ideia de chamar o vinho de açaí de “pajuari”, que é uma espécie de bebida estimulante usada pelos indígenas a partir de frutas fermentadas. Tecnicamente, de acordo com a legislação, o termo “legal” seria “fermentado de açaí”, mas o que ele produz é realmente “vinho de açaí”.

Em uma entrevista ao jornalista, Altino Machado, Marcos explicou como tem sido a experiência na produção do “pajuari”. No Instagram, o servidor público tem um perfil do vinho de açaí Florisa: @florisavinhos.

“Após alguns anos produzindo cerveja artesanal em casa, inclusive com uso de frutas regionais em fruit beers, passei a tentar produzir hidromel, o qual também permite a adição de frutas. Após produzir um hidromel com amora que ficou bem interessante, resolvi testar o açaí! Nos testes iniciais, em janeiro deste ano, já vi que o produto teria um potencial para algo semelhante a um vinho tinto de uva, mas com as características próprias do açaí: aroma intenso de frutas roxas, boa acidez e reminiscências de madeira, castanhas e terrosidade. A partir disso, comecei a fazer pequenos ajustes (e ainda ajustando) nos lotes subsequentes, e atualmente vejo que duas versões ficaram bem boas: uma com um pouco de açúcar residual e outra mais seca. O açaí é um fruto maravilhoso e, para mim, foi uma grande satisfação ter conseguido vinificar e produzir um vinho de boa qualidade com ele”, afirmou.

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Com Jéssica de olho no senado, Vagner diz que não há motivos para não está com Gladson

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A deputada federal Jéssica Sales (MDB) reuniu na noite deste sábado, 24, os membros do MDB para anunciar oficialmente a sua pré-candidatura ao Senado Federal, em evento realizado no Diretório Municipal do partido na avenida Mâncio Lima, em Cruzeiro do Sul (AC). 

O ato contou com a presença de militantes, da mãe, deputada estadual Antônia Sales,  do pai, ex-prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales, vice-presidente regional do MDB e do irmão, Fagner Sales, que foi candidato a prefeito nas eleições de 2020, perdendo para Zequinha Lima (Progressistas).  

Aos correligionários, Jéssica Sales afirmou que o seu mandato de senadora, caso seja eleita, será de senadora municipalista. “Um senador vale por seis deputados federais então terei mais chance de ajudar os municípios, como já venho fazendo. Serei a primeira senadora municipalista do Acre porque sei das dificuldades dos prefeitos e não verei cor partidária”, explicou. 

Quanto ao palanque em que estará na campanha, se do governador Gladson Cameli (Progressistas) ou do senador Sérgio Petecão (PSD), a deputada afirmou que ficará do lado de quem tem visão da importância da união para o benefício da população. 

“Vou estar com quem tiver visão de união porque não se trabalha só, se trabalha com todos em um projeto maior. O futuro governador tem que entender que todos os partidos são importantes e que precisa defender um projeto maior que é o do bem-estar da população do Estado”, destacou. 

Após a recusa de Flaviano, Vagner Sales afirmou que a filha conta com o apoio da Executiva Nacional do MDB e que agora precisa unir todas “as alas” do MDB em torno de sua candidatura. “Agora é apresentar a Jéssica aos diretórios municipais. Depois vamos conversar com os partidos. Essa é uma candidatura de muita conversa”, salientou. 

Segundo Vagner, não há motivo para que o palanque de Jéssica não seja o de Gladson Cameli (Progressistas).

“O MDB do Estado já fechou apoio a Gladson. Não é que tenha muita gente mandando, é que temos muitas lideranças dentro do MDB. Nós aqui do MDB do Juruá temos interesse sim na candidatura dele. Gladson é cruzeirense, é meu primo, temos afinidades. Esses dias ele esteve com a Jéssica em Brasília, já foi tomar café lá em casa e vai de novo. Nós já trabalhamos pra ele pro Senado e para Governo e não tem motivo pra não trabalhar agora. Vamos conversar. É um momento de muita conversa”, ressaltou. 

Para a deputada estadual Antônia Sales (MDB), mãe de Jéssica, a candidatura da filha já extrapola o Vale do Juruá, a exemplo do que ocorreu com o conterrâneo Gladson Cameli. 

“Quando era deputado federal e se lançou ao senado, nosso governador Cameli, que é do Juruá, teve apoio de todo o Acre e esperamos que a população acolha a candidatura da Jéssica da mesma forma”, destacou.

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