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Lição do Angelim para os prefeitos eleitos

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Em todas as pesquisas feitas antes da campanha eleitoral o ex-prefeito de RB, professor Raimundo Angelim, sempre apareceu bem posicionado entre os primeiros colocados.

Angelim governou Rio Branco de 2004 a 2012. Foi um excelente prefeito, suas realizações estão por toda cidade. Porém, não só de obras vive um povo. Ele deixou lições que sobrevivem além do seu tempo.

Depois de ter perdido em 2000, se elegeu em 2004 sem ranço, sem perseguição ou vingança contra os que lhe enfrentaram nas urnas: Como bom professor que é, deixou-nos a lição:

“Não vou administrar Rio Branco olhando pelo retrovisor, passado é passado, o que importa agora é o futuro, é cuidar bem da cidade”. Dito e feito!

Angelim fez mais: segurou os petistas sedentos de vingança e construiu uma cultura de paz política para a cidade. Havia convivência natural entre oposição e situação. Os embates se davam nos períodos de campanha eleitoral. Eram duros, mas os interesses superiores da população estavam preservados.

Moral da história: É preciso descer do palanque político para poder governar bem. O problema é que o de 2022 já está armado. Em Brasília e aqui.

A campanha eleitoral terminou!

O prefeito eleito de Rio Branco, Tião Bocalom, precisa focar em seu objetivo principal, que é começar a governar a partir de 1º de janeiro de 2021 para poder cumprir seus compromissos de campanha. Auditoria na prefeitura como propaganda política não serve mais. A prefeita Socorro Neri é honesta, governa bem e o Tribunal de Contas (TCE) acompanha em tempo real a gestão. Auditoria não é política pública para preencher vazio de ideias.

Formar equipe

Qualquer prefeito eleito precisa se preocupar em formar sua equipe para começar governando e trabalhando e não conversando miolo de pote. Bocalom deveria marcar para o dia 1º de janeiro um grande mutirão de máquinas e homens para um grande mutirão de limpeza na cidade. Foi o que o Angelim fez, imitar o que é bom não faz vergonha a ninguém.

Mina de ouro

Enquanto o Depasa for visto como uma mina de ouro para o enriquecimento ilícito de alguns, vai continuar faltando água na torneira do povo. A autarquia deveria ser blindada de troféus políticos.

Onde o Gladson errou

O governador Gladson Cameli (PP), que tem o coração maior que o cérebro, errou quando resolveu ceder aos caprichos dos políticos aliados. Repartiu o governo com os aliados que chegaram ao poder com ele em 2018. Ainda há tempo para corrigir o rumo. É o que ele pretende fazer.

“Um pra eu, um pra tu, uma pra eu…”

Além do mais, a divisão do bolo governamental foi desproporcional. Quem tem um pedaço grande demais para seu tamanho não quer ceder ao que ao precisa para equilibrar a balança.

Equação política

O governador Gladson Cameli vai ter que resolver a nova equação política surgida das urnas. Talvez seja necessária uma conversa com Petecão, Bittar e Rocha para acertar os ponteiros sem nenhuma procrastinação.

A questão Rocha

Ainda existe um fiapo de corda unindo o governador Gladson Cameli e o vice-governador major Rocha (PSL). Em se tratando de política, não há demérito nenhum em uma repactuação. Faz parte do complexo mundo do jogo do poder.

O futuro do PT

O universo eleitoral envolvendo o PT em 2022 é muito diferente da disputa para a Câmara Municipal de Rio Branco. O partido do Cesário Braga tem nomes como Raimundo Angelim, Leo de Brito, Marcus Alexandre, Jorge Viana, Binho Marques, Nazaré Araújo, Daniel Zen, Jonas Lima, quatro prefeitos, ex-prefeitos e ex-deputados que podem compor uma boa chapa de candidatos estaduais e federais. Governo e Senado vão depender da conjuntura do momento político. O mais viável será composição com outros partidos.

“Todos pensam em mudar o mundo, mas ninguém quer mudar a si mesmo”. (Leon Tolstoi)

. O prefeito de Epitaciolândia, Tião Flores (PP), agindo como um bom político;

. Está facilitando todo o processo de transição para o futuro prefeito da cidade, delegado Sérgio Lopes (PSDB).

. Em Cruzeiro do Sul, Zequinha e Henrique Afonso se preparam para encarar 2021 com muita disposição.

. Perguntei a uma senhora de CZS, a professora aposentada Dejacira, mora perto do Igarapé Preto, o que ela achava do governador Gladson Cameli?

. Meu Deus, nós amamos o Gladson, ele é muito querido, está trabalhando bastante pela nossa região.

. Escala de valores da política:

. Em primeiro lugar os interesses do povo, em segundo dos partidos, em terceiro dos companheiros porque ninguém é de ferro.

. Câmara dos deputados desesperada para acabar com o fim das coligações proporcionais; querem voltar atrás; a experiência na eleição de vereador foi um desastre.

. A continuar o fim das coligações poucos que estão aí vão se reeleger.

. E assim caminha o Brasil…

. Presidente Jair Bolsonaro, o ex-presidente FHC disse que o senhor “raciocina como um militar de baixa patente”.

. E da mãe dele, não disse nada não p*!

. Presidente, um infante depois de morto ainda rasteja três dias…

. Aí sim, tá comigo, p*!

. Bom dia!

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