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Padre Fábio de Melo defende união entre casais homossexuais

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O padre Fábio de Melo disse nesta 6ª feira (30) que a união entre homossexuais “é um direito”. A afirmação foi feita durante uma live com empresário Marcus Montenegro.

O assunto surgiu ao ser questionado sobre o posicionamento feito pelo Papa Francisco. O religioso manifestou apoio à criação de leis a garantir a casamento de casais do mesmo sexo. A afirmação é reproduzida em 1 filme que entra em cartaz nesta 4ª feira (21.out.2020) no Festival de Roma, na Itália.

“Em 2013, eu dei uma entrevista e fui execrado pela ala mais conservadora da Igreja Católica. A união entre duas pessoas do mesmo sexo não é uma questão religiosa, é uma questão civil. É um direito. Sempre considerei uma injustiça e não cabe a mim julgar, não cabe a mim impor regras religiosas ao outro”.

Na conversa o padre falou sobre o quadro depressivo que teve e que o fez pensar em suicídio há cerca de 3 anos. Apesar de ser muito fiel, disse que foi curado pela medicina.

“Eu não desejo a ninguém passar o que passei. Pensei em me matar várias vezes. Eu tive dois momentos que pensei em suicídio. Nesta época e quando tinha 18 anos. Fazia noviciado, em Jaraguá do Sul, Santa Catarina. Durante um ano e meio, eu tive pensamentos obsessivos para morrer”.

Fonte: Poder360

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Gladson diz que Acre não deverá enfrentar uma 3ª onda da Covid-19

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O governador Gladson Cameli (Progressistas) declarou na manhã desta terça-feira (15), durante a cerimônia em alusão aos 59 anos de elevação do Acre a Estado, no Calçadão da Gameleira, em Rio Branco, que o Acre não deverá enfrentar uma terceira onda da Covid-19.

De acordo com o chefe do executivo as doses de vacinas enviadas pelo Ministério da Saúde dão garantias que, em breve, a população do estado possa tá vacinado. “Eu tenho fé que em breve vamos ser imunizados e virarmos de vez essa página. Comenta-se de uma suposta terceira onda, então, vamos logo matar essa segunda onda”, afirmou.

Em relação as greves da Saúde e Educação, Cameli destacou que o governo está dialogando com as categorias para solucionar as reivindicações. “Estamos negociando e buscando alternativas para as categorias. Quem quer sentar a mesa e dialogar com o governo, o governo estará sempre à disposição”, comentou.

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Saúde tem 10 anos de perdas e governo quer repor apenas dois

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

O presidente dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac), Adailton Cruz, disse, na noite desta segunda-feira, 14, após uma rodada de reuniões com a categoria e representantes do governo, que as propostas apresentadas até o momento precisam melhorar para que o movimento grevista seja suspenso.

De acordo com o sindicalista, um dos principais empecilhos para que um acordo seja selado é a intenção do governo de repor as perdas salariais da categoria apenas para os anos de 2020 e 2021 em um contexto de 10 anos sem reposição. Para ele, esse item é o que mais está dificultando as negociações.

“Recebemos uma contraproposta do governo, abordando a parte do plano de carreiras, da dobra da insalubridade (auxílio covid), do pagamento da etapa alimentação, mas há alguns pontos que não estão de acordo com as nossas expectativas, principalmente sobre a reposição das perdas salariais”, disse Adailton.

Outro ponto importante citado por Cruz é relacionado à exigência de realização de concurso público. Segundo ele, o governo está propondo concurso público apenas para as vacâncias provocadas por aposentadorias e mortes de profissionais, mas o sindicato quer também a ampliação do quadro de trabalhadores.

“Nós queremos concurso público para suprir as vacâncias, mas também o dimensionamento atual da nossa população de referência, que tem um déficit de 1.000 trabalhadores. Nós estamos analisando, vamos sentar de novo com eles e se houver avanço nesses pontos a gente pode deliberar a suspensão”, disse.

A categoria da saúde deflagrou o movimento de greve reivindicando a reformulação do Plano de Cargos Carreiras e Remuneração (PCCR), melhorias das condições de trabalho para os profissionais da área em todo o estado e a realização de concurso público, além de várias outras exigências.

A proposta do movimento, de acordo com o Sintesac e o Sindmed (Sindicato dos Médicos), é a de chamar a atenção da sociedade sobre as deficiências que estão comprometendo a qualidade do atendimento nas unidades públicas, além de pressionar os gestores a implementar as melhorias necessárias.

Em um vídeo divulgado na internet, o presidente do Sindmed-AC, Guilherme Pulici, pediu apoio da população ao movimento da categoria da saúde e relatou parte das dificuldades que os servidores da saúde estão enfrentando nas diversas unidades do estado, como falta de médicos e problemas estruturais.

“Em Xapuri, o solo da sala de atendimento está desabando. Em Brasiléia faltam médicos para preencher a escala de plantão, mesmo problema vivenciado em Feijó, onde, às vezes, um médico só tem que atender parturientes e, simultaneamente, pacientes com problemas clínicos e cirúrgicos”, disse Pulici.

Entre as outras reivindicações da categoria, além do PCCR e da recomposição das perdas inflacionárias, estão o pagamento retroativo do Adicional Covid-19, de dezembro de 2020, gratificação de 20% de insalubridade e o fornecimento de insumos e equipamentos necessários para o exercício profissional.

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Pinturas na caixa d’água devem custar mais de R$ 160 mil aos cofres públicos do Acre

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A pintura na caixa d’água localizada no bairro Seis de Agosto, em Rio Branco, não virou alvo de polêmica apenas pelo erro histórico na mensagem que dizia que o local havia sido palco de luta armada durante a Revolução Acreana ou pela mudança paisagística da área ao ser pintada de azul. O valor gasto à toa também é questionado.

O ac24horas teve acesso  à contratação em cima de uma ata  para a pintura da caixa na cor azul. O contribuinte acreano pagou R$ 82.601,00 pelo serviço.

Após ser pintada de azul e o governo sofrer críticas, primeiro,  sob a acusação de que a pintura representa um dano grave ao patrimônio cultural da cidade e depois por ter cometido uma fake news histórica ao escrever na caixa que o local havia sido palco de luta armada durante a Revolução Acreana, o governador Gladson Cameli se arrependeu da mudança e decidiu mandar pintar de novo a caixa com sua cor original.

Se tiver sido pago o mesmo valor da primeira pintura na segunda, terão sido gastos mais de 160 mil reais apenas para pintar por duas vezes a caixa d ‘água na 6 de Agosto.

Outros espaços públicos que foram pintados ou alterados suas nomenclaturas e que já foram avisados que voltam ao original são o CERB e o estádio Arena da Floresta, que passou a se chamar Arena Acreana na atual gestão.

A reportagem do ac24horas entrou em contato com a porta-voz do governo, a jornalista Mirla Miranda, que confirmou o valor pago na pintura da caixa d’água da Seis de Agosto. Em relação à Arena da Floresta, Mirla informou que apenas o nome vai ser alterado, sem necessidade de nova pintura. Já sobre o CERB, apesar de ter sido solicitado, Mirla não informou quanto foi gasto na pintura do colégio e quando o governo pretende restabelecer a pintura original.

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Após “não” de Alysson Bestene, Rueda diz que não guarda mágoa

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O vice-presidente nacional do Partido Social Liberal (PSL), Antônio Rueda, declarou ao ac24horas nesta segunda-feira (14) que a direção nacional não guarda rancor com a desistência de Alysson Bestene. Para ele, o objetivo da sigla é eleger dois deputados federais além de contribuir na reeleição do governador Gladson Cameli (Progressistas).

Segundo ele a desistência do secretário de saúde, Alysson Bestene, não gerou desconforto dentro do partido. “Não tem desconforto, nossa aliança foi fechada há 15 dias em Brasília. Inclusive, o Alysson garantiu que o PSL vai estar na cadeira de majoritário do governo”, ressaltou.

Rueda garantiu que, com a desistência de Alysson, o partido tem em seu quadro nomes capacitados para a disputa eleitoral. “Se não for o Alysson vai ser outro”, disse.

O dirigente ponderou que o objetivo do PSL é reeleger o governador Gladson Cameli em 2022 e 50 deputados federais a nível nacional. “Para que ele possa dar continuidade ao trabalho. Trabalhamos para eleger 50 deputados. O Acre deve eleger dois parlamentares”, garantiu.

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