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Prova de vida de aposentados segue suspensa até 30 de novembro

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A exigência da prova de vida anual de servidores aposentados, pensionistas e anistiados políticos civis está suspensa até o dia 30 de novembro de 2020. O Ministério da Economia publicou nesta quinta-feira, 22, a instrução normativa º 103, que estabelece o novo período.

Anteriormente, o recadastramento estava suspenso até o fim deste mês. Segundo o Painel Estatístico de Pessoal, estão nessa situação em torno de 700 mil pessoas.

A prova de vida anual obrigatória deixou de ser exigida desde o dia 18 de março de 2020, como medida de proteção no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. A medida, no entanto, não afeta o recebimento de proventos e pensões.

Aqueles que, excepcionalmente, tiveram o pagamento suspenso antes do dia 18 de março de 2020, podem solicitar, conforme Instrução Normativa nº 29, de 1º de abril de 2020, o seu restabelecimento. Para isso, é preciso acessar o Sistema de Gestão de Pessoas (Sigepe) e selecionar, em Requerimento, o documento “Restabelecimento de Pagamento – Covid-19”. O beneficiário receberá um comunicado do deferimento ou não do seu requerimento por e-mail, que é enviado automaticamente pelo Sigepe.

Segundo o ministério, após esse procedimento, a Unidade de Gestão de Pessoas de cada órgão e entidade da Administração Pública Federal, a partir da confirmação do deferimento, deverá realizar o restabelecimento excepcional, obedecendo ao cronograma mensal da folha de pagamento.

A Secretaria de Gestão e Desempenho de Pessoal do Ministério da Economia, órgão central da gestão de pessoas da Administração Pública Federal, informa que definirá, posteriormente, prazo e forma para realização da comprovação de vida daqueles que foram contemplados na suspensão da Prova de Vida anual, assim como dos que tiveram o pagamento excepcionalmente restabelecido por solicitação via requerimento do Sigepe.

Fonte: EBC

Acre

Entidades preparam manifestação contra Bolsonaro para sábado (19)

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Foto: Eldérico Silva/Rede Amazônica Acre

Um novo protesto contra o presidente Jair Bolsonaro está marcado no Acre. O evento está marcado para o próximo sábado, 19, onde diversas entidades estão convocando a população para mais um ato “Vacina, Pão, Saúde e Educação” e pelo Fora Bolsonaro e Mourão! Vacina no braço e comida no prato!

De acordo com a Associação dos Docentes e das Docentes da Universidade Federal do Acre, com apoio doAndes-SN, uniu-se ao Sinasefe, ao MUP, à UJC, ao Movimento Negro Unificado, ao Sindicato dos Bancários, à Unidade Classista, à Juventude da Revolução Socialista, e outros movimentos estudantis o objetivo é provar para a sociedade que o governo é o responsável pela morte de milhares de pessoas pela pandemia em todo o país.

“Precisamos intensificar a mobilização contra esse governo genocida, que é mais perigoso que o vírus e o grande responsável pela morte de mais de 470 mil brasileiros e brasileiras e pelo aumento da pobreza e da fome no nosso país. Por isso, em 19 de junho voltaremos às ruas em defesa da vida”, diz o convite divulgado nas redes sociais.

A convocação do ato lembra ainda da importância de todas e todos que forem ao ato respeitem as regras de distanciamento, usem máscaras e higienizem as mãos frequentemente com álcool em gel.

Programação do ato presencial no dia 19 de junho.

16h Concentração na Gameleira

16h30 Passeata até o Palácio Rio Branco

17h Ato no Palácio do governo com falas políticas e atrações culturais

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Acre

Rosana diz que Gladson é inimigo da Educação e greve continua no Acre

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A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, usou as redes sociais na manhã desta segunda-feira (14) para afirmar que a greve da educação está mantida.

Rosana lembrou que em toda a história de luta em defesa da educação do Acre, nunca se viu um governo tratar tão mal os trabalhadores da educação. “Há dinheiro sim para a educação, apesar do governador de maneira tirânica se empenhar para justificar o injustificável. Seus assessores não foram capazes de apresentar uma proposta viável para a categoria. Humilha, explora e escraviza os servidores desde que assumiu o governo”, declarou.

A sindicalista lembrou que durante a campanha de 2018, o governo fez compromisso de atender o piso dos profissionalizados e das carreiras, resolver a situação dos não concursados e realizar concurso. “Ganhou a eleição e virou inimigo dos servidores da educação e, como tal, passou a tratar como um verdadeiro algoz. Desde o início do governo, em 2019, optou por enganar, mentir e enrolar toda uma categoria na mesa de negociação. Naquele ano, foram várias propostas, desde auxílio alimentação de 350 reais, não pagou, ofereceu 12,99%, não pagou. Em 2021, ofereceu VDP antecipada, mais uma vez não pagou, reposição inflacionária em setembro de 2021 e reestruturação da tabela e revisão do PCCR para 2022, seguindo o histórico negativo, tratou como mais uma brincadeira. Será lembrado como um governo inimigo da educação”, disparou.

Nascimento relatou que para prejudicar e castigar ainda mais a categoria, o governo não pagou os direitos do PCCR, como gratificação de aluno especial, difícil acesso, além disso, deixou de pagar a bolsa da educação em tempo integral.

“Gladson Cameli, será lembrado como um governo da mentira, que além da enganação, da enrolação, que escraviza os servidores, não oferecendo as condições básicas de trabalho. As aulas remotas de 2020, só aconteceram, porque trabalhadores tiveram que se endividar para garantir, com os seus poucos recursos, as condições mínimas de trabalho, comprando equipamentos, tais como: computadores, celulares, notebooks e custeando com o pagamento de pacotes de Internet. Nenhuma outra categoria e seus servidores foram tão cobrados, e mal reconhecidos pelo governo, por seu empenho, por se doarem ao cumprimento de suas funções. São escravos do trabalhador, além de sua carga horária sem receber pelas horas e dias extras, extrapolam a carga horária, sem receber o que lhe é de direito, mesmo sabendo que há dinheiro sim para a educação. Há ainda, os que se aventuram em dizer que o professor não trabalha”.

Por fim, a professora destacou que os servidores cansaram de tanta desvalorização, com isso, garantem que só devem voltar às aulas caso tenha uma proposta viável apresentada e aprovada, com reestruturação das tabelas com piso em 2022. “Apresentar um auxílio alimentação para 2022 é desrespeito e uma humilhação, pois este mesmo governo, já havia entregue a proposta.Tem dinheiro sim, não aprova a proposta na Aleac porque trata a educação com desprezo, é inimigo da Educação. Contra fatos não existem argumentos.

O sindicato alega que o FUNDEB aumentou consideravelmente neste ano de 2021 em mais 2,5% desde fevereiro, aumentando o valor custo aluno superando a queda de 2020.

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Acre

Mailza é reconduzida a presidência do PP e Bocalom é aclamado vice

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Em ato solene em Brasília, a senadora Mailza Gomes foi reconduzida à presidência do Partido Progressistas (PP). A informação foi repassada pelo presidente municipal da sigla, Reginaldo Ferreira.

Os dirigentes da sigla designaram como vice-presidente na executiva do partido, o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom.

A nova composição da executiva estadual tem o aval do presidente nacional do partido, Ciro Nogueira. De acordo com Reginaldo Ferreira, a recondução de Mailza ao partido, engrandece os dirigentes visando as eleições. “Fortalece e dá pluralidade ao partido, tendo em vista que o partido tem senadora, Governador e o prefeito Tião Bocalom”, declarou.

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Acre

Médicos revelam que teto da Fundhacre corre risco de incêndio

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Após o governador Gladson Cameli divulgar um vídeo nesse final de semana, informando que estaria negociando com os trabalhadores da saúde para não realização da greve, o presidente do sindicato dos Médicos no Acre (Sindmed-Ac), elencou nesta segunda-feira, 14, todos os problemas que a saúde enfrenta e que dificultam o trabalho da categoria.

Os médicos reconhecem que todo acreano conhece os problemas que os profissionais da saúde enfrentam atualmente, nas diversas unidades de saúde do estado. “Em Xapuri, na sala de atendimento na emergência o solo está desabando. Em Brasileia, faltam médicos para preencher escala de plantão, mesmo problema vivenciado em Feijó, onde às vezes um só médico atende grávidas e pacientes cirúrgicos”, aponta Guilherme Pulici.

O alerta mais grave veio da Fundação Hospitalar do Acre (Fundhacre), situada em Rio Branco. Segubdo o sindicato, faltam medicamentos, equipamentos básicos e o teto está numa situação deplorável.

“Na Fundação, há situações em que o teto está desabando. Há buracos no teto, fios expostos, canos, com risco até de incêndio. É uma situação realmente deplorável e não são somente essas propostas irrisórias oferecidas até então pelo governo que vão suprimir todos os problemas que nós enfrentamos na saúde”, garante Pulici.

No Juruá, o Sindmed diz que faltam médicos para atender a urgência e emergência. Na Fundhacre, está em falta um medicamento essencial para o tratamento de doenças autoimune no ambulatório de reumatologia.

“A unidade de nefrologia também sofre com falta de cadeiras reclináveis aos pacientes que recebem hemodiálise”. O sindicato finaliza o vídeo pedindo apoio da população para a paralisação dos servidores da saúde.

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