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Socorro critica Ruas do Povo, nega aumento de passagem e explica consulta ao TCE

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Nesta segunda-feira, 12, durante o programa Gazeta Entrevista, a prefeita de Rio Branco, Socorro Neri (PSB), candidata à reeleição, fez críticas em relação ao programa Ruas do Povo. Neri falou acerca do transporte coletivo e do pedido de consulta realizado ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) sobre os 25% constitucionais aplicados na educação municipal.

Em relação ao Ruas do Povo, a fala de Neri se deu após ser questionada da falta qualidade das obras públicas executadas em Rio Branco. Em resposta, Neri afirmou que é necessário reconhecer que a qualidade das obras é melhor do que antigamente e destacou a contratação da Fundação de Tecnologia do Estado do Acre (Funtac) como diferencial em sua gestão.

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“A gente contratou a Funtac para que fiscalize cada obra que nós realizamos, todas elas. Após a fiscalização da Funtac é que a secretaria de infraestrutura está efetuando o pagamento. Isso é novidade. Nós contratamos uma instituição para fiscalização das obras”, pontuou.

Em outro trecho, Neri criticou a falta de aplicação correta dos recursos públicos e aproveitou para criticar o ex-aliado em relação ao Ruas do Povo.

“Eu concordo com todos vocês [população] que recurso público tem que ser aplicado de forma correta. Não pode ser jogado na lata do lixo e não pode ser desperdiçado com obras de péssimas qualidades. A questão do Ruas do Povo, por exemplo, a intenção é excelente, mas a forma de execução, feita, inclusive, por muitas empresas, deixou muito a desejar”, afirmou Neri.

Já em relação ao transporte coletivo, Neri diz que pretende rever contratos com empresas de transporte coletivo e negou qualquer tipo de aumento de tarifa, mas destacou que é necessário encontrar alternativas para bancar o sistema.

Neri pontuou que quem banca o sistema de transporte coletivo é o trabalhador que paga R $4,00 reais a cada passagem e argumentou que o mesmo trabalhador banca a passagem dos estudantes e de outros grupos.

“Nós temos trabalhado dentro do limite da legislação. Essas empresas estão em recuperação judicial e o que está ocorrendo é que há um déficit entre o que a empresa arrecada e o custo do sistema. Se a qualidade diminui, diminui também quem está lá. Ao mesmo tempo, quem continua no sistema são aqueles usuários que não contribuem: os estudantes que pagam apenas a metade e as gratuidades”, afirmou Neri.

Em relação ao pedido no TCE, Neri afirmou que se trata apenas de uma orientação já que diante do cenário de incerteza causada pelo coronavírus (Covid-19) foi necessário escutar dos órgãos de controle como poderia gastar o dinheiro para conseguir chegar ao limite mínimo de 25%.

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