Conecte-se agora

Polícia Civil do Acre diz ter 72% de elucidação de crimes contra a vida em 2020

Publicado

em

O balanço das ações realizadas pela Polícia Civil do Acre apresentado na manhã desta terça-feira, 29, aponta que de janeiro a este mês de setembro de 2020, a instituição já cumpriu 846 mandados de prisão e 398 mandados de busca e apreensão. As ordens de prisões mais recorrentes são para os crimes de roubo, tráfico de drogas, homicídios, pensão alimentícia e violência doméstica.

As ações desenvolvidas ao longo dos nove meses de 2020 resultaram, de acordo com os dados, em 757 quilos de drogas apreendidos, 1.959 munições e 134 armas de fogo também capturadas. Além dos inquéritos em andamento, a Polícia Civil do Acre instaurou outros 3.932 para apuração de infrações penais e sua autoria.

A Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoas (DHPP) garante ter instaurado e remetido ao Poder Judiciário 146 inquéritos, além de ter cumprido 53 mandados de prisão e 39 mandados de busca e apreensão, chegando à porcentagem de 72% de elucidação de crimes contra a vida, identificando os autores e colocando-os à disposição da Justiça.

Do total de mandados de prisões cumpridos, 128 foram executados pelo Núcleo de Captura da Polícia Civil (Necap), com 120 capturados do sexo masculino e oito do feminino.

Fonte: Agência de Notícias do Acre

Destaque 4

Acreano que contraiu fungo negro após Covid-19 consegue na justiça direito a TFD

Publicado

em

O autônomo José Natal da Costa Mendonça, de 55 anos que foi infeccionado por fungos enquanto se recuperava da Covid-19 no ano passado conseguiu junto ao Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) o direito ao Tratamento Fora do Domicílio (TFD) no último dia 19. Na decisão, é considerado que o autor precisa urgentemente do procedimento realizado fora do estado, conforme receitado por profissional médico.

O paciente alegou que após ter melhorado seu quadro de Covid-19 foi transferido para outra unidade de saúde pública, onde foi infeccionado por fungos, desenvolvendo a infecção conhecida como murcomicose, doença do fungo preto ou fungo negro. Além disso, o autor contou que teve trombose no seio cavernoso e por isso o médico o indicou para tratamento fora do estado. Contudo, seu pedido de TFD foi negado e o autor recorreu ao Judiciário.

Ao analisar o pedido emergencial, o desembargador-relator, Pedro Ranzi, considerou que o autor apresentou documentação comprovando a necessidade urgente do tratamento, sob pena de risco de vida. “(…) é possível denotar a fumaça do bom direito e o perigo da demora, requisitos indispensáveis à concessão da liminar, porquanto apresentada documentação confirmando a urgente necessidade de realização do procedimento médico postulado sob pena de risco à saúde do impetrante, podendo o seu quadro tornar-se cada vez mais gravoso, bem como a impossibilidade de realização do procedimento neste Estado”, registrou o magistrado.

O desembargador ressaltou que o Laudo Médico trazido aos autos pelo paciente embasa o pedido, uma vez que o infectologista recomenda o TFD. “Visto que a saúde é um direito fundamental que demanda prestações positivas do Estado, nota-se que, na presente demanda, o impetrante tem o diagnóstico de doença rara, mucomicose, doença infecciosa rara conhecida popularmente como doença do fungo preto ou fungo negro causada pelo fungo Rhizopus spp, necessitando de tratamento fora de domicílio, conforme as informações constantes no Laudo Médico”, escreveu Ranzi.

Continuar lendo

Destaque 4

U:Verse vai pagar R$ 6 mil para engenheiro que não apareceu em transmissão de colação de grau

Publicado

em

A 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais da Comarca de Rio Branco aumentou valor de indenização que deve ser paga a graduando Anselmo Ricardo de Oliveira que teve problemas durante cerimônia de colação de grau realizada por videoconferência. Assim, o Centro Universitário U:Verse deverá pagar ao recém-formado R$ 6 mil de danos morais.

De acordo com os autos, Anselmo se formou em Engenharia e a colação de grau foi pela internet em março de 2021. Contudo, o graduando relatou que durante a cerimônia ocorreram vários problemas, entre eles, a tela de vídeo do autor não apareceu na transmissão do evento aberta ao público e convidados, enquanto o vídeo da maioria dos colegas aparecia.

O Juízo do 1º Grau acolheu os pedidos do autor e condenou a U:Verse a pagar R$ 2 mil. Entretanto, o acadêmico entrou com Recurso Inominado, pedindo o aumento do valor fixado como indenização.

A relatora do caso foi a juíza de Direito Rogéria Epaminondas. Em seu voto, a magistrada considerou todos os transtornos e situações vivenciadas pelo graduando por causa da falha na prestação dos serviços. Por isso, votou por aumentar a indenização.

Continuar lendo

Destaque 4

Médica tem dois resultados distintos para Covid-19 em três dias e assume plantão em hospital

Publicado

em

Um fato aparentemente incomum foi registrado no hospital Epaminondas Jácome (HEJ), de Xapuri, no começo deste fim de semana. Uma médica que foi escalada para assumir o atendimento na unidade após uma colega que estava de plantão na noite desta sexta-feira (21) ter se deslocado a Rio Branco acompanhando um paciente, havia testado positivo para Covid-19 três dias antes.

De acordo com as informações a que a reportagem teve acesso, a médica testou positivo para o coronavírus na última terça-feira (18), mas ela não apresentou atestado médico ao hospital de Xapuri. O novo exame, com resultado negativo, foi realizado na noite desta sexta-feira (21) na própria unidade hospitalar assim que ela chegou para assumir o plantão a chamado da direção.

Procurada, a gerência do HEJ confirmou o fato e enfatizou que a médica apenas assumiu o plantão após fazer novo teste e, desta vez, ter resultado negativo para o vírus. De acordo com o gerente do hospital, o enfermeiro Josimar dos Santos, a profissional não tinha sintomas há mais de 15 dias, o que o leva a crer que quando fez o primeiro teste ela já estaria na fase final da infecção.

A dúvida que se levantou foi se o caso relatado não representaria uma ameaça de contaminação a pacientes e colegas de trabalho, considerando-se que a profissional deveria se manter afastada de suas atividades por um determinado período após a realização do teste positivo. Para o gerente Josimar dos Santos, o fato de o segundo exame ter dado negativo eliminou esse risco.

“Não vejo nenhum risco porque ela testou negativo. Se testou negativo é porque não está transmitindo e não tem Covid. Então tá tranquilo, eu acho que quando ela fez o exame já estava praticamente entrando na fase final daquele período de transmissão. Acho que foi isso o que aconteceu, além do que tem muita gente sem nenhum sinal testando positivo”, disse.

No último dia 10 de janeiro, o Ministério da Saúde informou publicamente uma alteração no período de isolamento social por motivo de transmissão da Covid-19. Segundo as novas orientações, o isolamento para os quadros leves ou moderados da doença, poderiam ser de 5, 7 ou 10 dias, com ou sem necessidade de realização de testes de confirmação da contaminação.

Ocorre que o que foi anunciado pelo Ministério da Saúde consistiu em mera recomendação, inexistindo qualquer alteração oficial da Portaria Conjunta nº 20/2020, de 18 de junho de 2020, que fixa a necessidade de afastamento em regra por 14 dias (com possibilidade de retorno em caso de teste negativo + ao menos 72 horas sem sintomas).

A justificativa para a profissional ter feito um novo teste três dias após o primeiro foi exatamente o fato de a unidade hospitalar de Xapuri ter necessitado dela para cobrir o vácuo deixado pela colega que precisou se dirigir à capital. Diante da necessidade, ela se submeteu à nova testagem para constatar se teria plenas condições para assumir o plantão de maneira segura.

A direção do hospital também informou que quando solicitou que a médica assumisse o plantão, havia mais de 30 pacientes no hospital aguardando atendimento. Uma das biomédicas da unidade foi chamada pela própria profissional para fazer o exame, da modalidade swab rápido, cujo resultado indicou que ela não possui mais vírus ativo no organismo.

Como a profissional está de plantão no decorrer deste sábado em uma alta demanda de atendimentos tanto internos quanto ambulatoriais, a reportagem optou por não a contatar para falar a respeito do assunto, assim como preservar a sua identidade. O jornal se mantém à disposição para qualquer esclarecimento adicional tanto da parte da médica quanto do hospital.

O novo avanço da Covid-19 sobre os profissionais de saúde é motivo de preocupação na regional do Alto Acre. Nesta semana, dez médicos estavam afastados do Hospital Regional de Brasiléia em razão de terem testado positivo para a doença. Nesta sexta-feira, um desses profissionais retornou ao serviço, mas nove ainda seguem em isolamento, segundo informação do jornal O Alto Acre.

Continuar lendo

Destaque 4

Dentista é acusado de espancar ex-namorada em Posto de Combustível em Rio Branco

Publicado

em

O cirurgião dentista Jucelio Trindade de Oliveira Júnior é acusado de agredir brutalmente a ex-esposa, Mikaelly Souza da Cunha, na noite do último dia 16 de janeiro nas dependências do Auto Posto Village, em Rio Brancol. A vítima registrou as agressões através de um boletim de ocorrência na Delegacia de Flagrantes de Rio Branco.

Ao ac24horas, Mikaelly contou que Trindade é usuário de drogas e por essa razão ela resolveu pôr fim ao relacionamento. A mulher acredita que a abstinência do entorpecente pode ter influenciado nas agressões. No dia do incidente, a jovem relembra com muita tristeza o espancamento. Mikaele relatou que estava separada há 15 dias e após uma discussão foi acusada de traição pelo autor da agressão, que logo após passou a agredir fisicamente com socos em seu rosto e na cabeça, depois enforcou-a e passou a bater a sua cabeça contra a parede.

A vítima contou ainda que sangrou pelos ouvidos e ficou com lesões em sua face. “Eu não quero que isso fique impune. Eu temo pela minha vida”, declarou.

Após o boletim de ocorrência, Mikaelly realizou o exame de corpo e delito que constatou lesão corporal. Em seguida aos fatos, a mulher procurou a justiça em busca de uma medida protetiva.

Alegando caráter de urgência, a juíza de direito, Shirley de Oliveira Hage Menezes, da Vara de Proteção a Mulher da Comarca de Rio Branco, enquadrou Trindade na Lei Maria da Penha além de determinar medidas protetivas cabíveis que visa proteger a vítima. “Determino que o promovido seja atendido pela Equipe Multidisciplinar deste Juízo, para providências cabíveis, que deverá elaborar parecer psicossocial com o fim de analisar a situação e fazer os encaminhamentos cabíveis às unidades da rede de proteção”, diz o despacho da decisão da última terça-feira, 18.

Continuar lendo

Newsletter

INSCREVER-SE

Quero receber por e-mail as últimas notícias mais importantes do ac24horas.com.

* indicates required

Leia Também

Mais lidas

error: Content is protected !!