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Varejo no Acre cresce 14% em um mês, mas é menor que as vendas do mês de abril

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As vendas no comércio varejista do Acre cresceram 14% em julho na comparação com junho, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) divulgada nesta quinta-feira (10) pelo IBGE. O resultado representa aumento de 0,2% relação à PMC anterior, quando o varejo acreano cresceu 13,8% -mas é menor que as vendas de abril, cujo resultado foi de grande recuperação na pandemia.

No Brasil, o resultado é igualmente positivo com o volume de vendas do varejo crescendo 5,2% em julho, na comparação com o mês anterior, após a alta recorde de 13,3% em maio e de 8,5% em junho. O Acre está na fase amarela do nível de risco da Covid-19. Praticamente todos os segmentos comerciais estão em operação.

Este é o maior resultado para o mês de julho da série histórica, iniciada em 2000, e a terceira alta seguida no ano, com algumas categorias apresentando resultados acima dos registrados no período pré-pandemia de Covid-19, como móveis e eletrodomésticos e hiper e supermercados. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada hoje (10), pelo IBGE.

Na passagem de junho para julho de 2020, na série com ajuste sazonal, o aumento de 5,2% da média nacional de vendas do comércio varejista deu-se devido a predomínio de resultados positivos em 21 das 27 unidades da federação, com destaque para: Amapá, onde o varejo cresceu 34,0%, Paraíba (19,6%) e Pernambuco (18,9%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram seis das 27 unidades da federação, com destaque para: Tocantins (-5,6%), seguido por Paraná e Mato Grosso (ambos com -1,6%).

No comércio varejista ampliado, a variação de 7,2% entre junho e julho de 2020 deu-se com predomínio de resultados positivos em 25 das 27 unidades da federação, com destaque para: Amapá (35,0%), Paraíba (21,0%) e Pernambuco (15,8%). Por outro lado, com variações negativas, figuram duas das 27 unidades da federação: Mato Grosso do Sul (-0,7%) e Piauí (-0,1%).

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“Permitir que governadores e prefeitos comprem vacinas é preservar mais vidas”, diz Jéssica Sales

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A deputada Jéssica Sales (MDB) comemorou a aprovação nesta terça-feira, 2, do encaminhamento à sanção presidencial do Projeto de Lei que permite aos estados, municípios e setores privados comprarem vacinas para imunizar a população e colaboradores. Da parte do setor privado, ressalta a parlamentar, a metade das doses adquiridas serão doadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), resultando em mais vacinas para imunização de milhares de brasileiros.

A parlamentar garante que a saúde é uma das prioridades de seu mandato e que desde o início da pandemia tem voltado suas atenções para medidas de enfrentamento da Covid-19. Dentro da cota de emendas de bancada, Sales destinou neste ano de 2021, mais R$ 950 mil para ações de combate a doença.

Outra importante medida aprovada pela Câmara para a deputada é a que autoriza R$ 2,5 bilhões para o Ministério da Saúde comprar cerca de 40 milhões de doses de vacinas através da participação no consórcio de países, Covax Facility.

“Temos pressa! Agregar parcerias é ampliar vacinação e isso significa mais vidas preservadas! As pessoas anseiam por isso, clamam por mais vacinas, querem estar imunizadas para se resguardarem e poderem voltar à normalidade”, disse Jéssica.

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Gonzaga participa de mais uma agenda sobre exportação de carne para o Peru

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa do Acre, deputado Luiz Gonzaga (PSDB), junto com comitiva de empresários e políticos do Acre participou de uma agenda com o embaixador do Peru, Javier Yépez, em Brasília, nesta terça-feira, 2;

A reunião contou com a presença de Nenê Junqueira, diretor do Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados (Sindicarnes), Victor Hugo, representantes da SEICT, e Francimar Cavalcante, coordenador do Grupo de Integração Regional.

O encontro teve pautas a exportação de carne bovina e suína utilizando a estrada interoceânica, o início dos voos entre os dois países através do aeroporto de Cruzeiro do Sul e da situação dos imigrantes haitianos e africanos que se encontram em Assis Brasil à espera da permissão para trânsito no país vizinho.

Exportação de carne

De acordo com as informações do governo do Estado, o Acre atualmente exporta para o Peru produtos como castanha e milho. A abertura comercial para exportação de carne suína e bovina significa crescimento para a cadeia produtiva no Acre, sobretudo, no cenário pós-pandemia.

Está prevista para a próxima semana a fixação de datas para inspeção nos frigoríficos acreanos e avaliar as condições sanitárias exigidas. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) do Brasil, e SENASA (Servicio Nacional de Sanidad Agrária), do Peru, são os órgãos responsáveis pelas tratativas.

O deputado Luiz Gonzaga afirmou que o Acre está pronto para exportar carnes bovina e suína para o Peru.

“O Acre está pronto pra exportar carne bovina e de porco através da Dom Porquito”, disse o deputado. Estamos lutando para que o nosso estado se desenvolva através do comércio com países andinos e outros comércio mundiais”, disse.

Voos internacionais

Já em relação ao início dos voos entre Brasil e Peru através do aeroporto de Cruzeiro do Sul, a medida deve aquecer o mercado acreano e facilitar o turismo entre os dois países. O primeiro voo está previsto para o próximo dia 22 de março.

“A Assembleia Legislativa tem grande interesse no desenvolvimento de todo estado e observamos nessa integração a capacidade de iniciar essa integração através de Cruzeiro do Sul e do vale do Juruá. O Peru tem produtos que nos interessam e nós temos produtos que podemos enviar para o país vizinho”, declarou o parlamentar.

Em relação a situação dos imigrantes, o embaixador se comprometeu a encaminhar a situação para debate em seu país e buscar uma solução pacífica para que o transporte de produtos volte a ser realizado tanto para exportação quanto para importação na fronteira do Acre.

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MP recomenda a Bocalom e Cameli que dinheiro da União seja usado para socorro às famílias

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A promotora de justiça Myrna Mendoza, do Ministério Público do Acre (MPAC), expediu recomendação ao governador Gladson Cameli e o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, ambos do Progressistas, nesta quinta-feira, 02, quanto à aplicação de recursos do Governo Federal para atender os atingidos pelas cheias dos rios e igarapés.

De acordo com a promotora, o recurso deve ser aplicado estritamente para esta finalidade, qual seja, o socorro às famílias e a recuperação das cidades.

“Utilizar os recursos financeiros repassados e/ ou a serem repassados, em dispêndios, exclusivos, e restritos, às ações inerentes à obras, e/ou empreendimentos, auxílio à população, no desiderato de efetuar resposta, e recuperação, das áreas atingidas pelas enchentes; publicar, nos portais de transparência do estado, todo, e qualquer, dispêndio efetuado com os recursos financeiros repassados pela união; e prestar contas, aos órgãos de controle competentes, de todo, e qualquer, desembolso dos recursos financeiros recebidos para resposta e recuperação das áreas atingidas pelas enchentes”, escreveu.

A promotora alertou que caso Cameli e Bocalom não adote a recomendação, poderá responder às medidas judiciais à defesa dos Princípios e Normas Constitucionais, e legislação infraconstitucional, principalmente referente à propositura de ações civis públicas e à apuração de responsabilidade nas esferas cível, administrativa e penal.

Por fim, a promotora pede que seja encaminhada a ela a documentação comprobatória, de publicações nos Portais de Transparência, e todo e qualquer documento, referente à prestação de contas, dos dispêndios efetuados, com os recursos financeiros repassados pela União, às ações de resposta, e recuperação, das áreas atingidas pelas enchentes.

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Infectologista afasta possibilidade de vacina ter causado mortes em idosos do Lar Vicentino

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O médico infectologista Jenilson Leite, em entrevista ao Sistema Público de Comunicação nesta terça-feira (2), afastou a possibilidade de a vacina contra a Covid-19, aplicada nos idosos do Lar Vicentino, ter provocado a doença dos idosos. Dois dos idosos foram a óbito. A Vigilância Sanitária Estadual confirmou a infecção de 23 dos 55 internados na instituição.

“Não podemos iniciar a análise achando que a vacina causou a doença das pessoas, mas, os aspectos que estão dentro dos estudos. O mundo mostrou que a proteção não é 100% mesmo após a segunda dose, esse é um ponto de partida”, disse o especialista que também é deputado estadual pelo PSB.

Para Jenilson, somente após um relatório da Vigilância Sanitária é que pode se fazer uma análise mais profunda. Ele aguarda a nota técnica explicando, inclusive, qual vacina foi aplicada nos idosos do Lar Vicentinos.

O infectologista esclareceu que a população idosa imunologicamente é mais frágil, tem um sistema com resposta mais lenta do que uma pessoa jovem, o que dificulta a chamada defesa competente contra o vírus. “O idoso que tem suas comorbidades, as doenças associadas, pode ter tomado as duas doses e ainda assim, o seu sistema imunológico não ter conseguido a tempo desenvolver anticorpos igual a uma pessoa com melhor condição”, esclareceu.

Diante desse estudo é que a organização mundial de saúde priorizou os idosos como primeiro grupo a ser vacinado. “Os idosos precisam de mais tempo para se imunizar”, acrescentou.

Leite chama atenção para outros aspectos que devem estar associados na prevenção e no combate à pandemia. Para ele, o uso da máscara é fundamental durante o desenvolvimento dos anticorpos.

“Esse idoso pode ter tomado a primeira dose e no intervalo entre a segunda, ter contraído o vírus. Isso pode explicar, entre outras variáveis, a contaminação que ocorreu nos idosos do Lar dos Vicentinos”, disse.

Segundo informações, os dois idosos que foram à óbito só tinham tomado a primeira dose da vacina. Jenilson não descarta que outras variantes com DNA acreano podem estar circulando no Acre.

“No momento que nós estamos não podemos descartar a possibilidade de o vírus também ter sofrido mutações no Acre e nós temos uma variante nova e acreana. O vírus se replica em alta escala, encontra dificuldades até o momento de mutar-se e continuar o ciclo de desenvolvimento”, analisou.

Ele cita a aceleração dos novos casos de covid-19 em todo o estado e diz que a cepa do amazonas, por exemplo, “infecta as pessoas mais rápido e uma facilidade maior de causar inflamação”, chamou atenção.

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