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Laudo sobre a morte de Manoca ainda não é conhecido

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Faleceu na noite deste sábado, 1º de agosto, o servidor público aposentado Hermano Diógenes, popularmente conhecido como Manoca. Ele lutava há anos contra problemas coronários e havia sido internado há duas semanas para tratamento de covid-19. A Pronto Clínica só vai emitir o laudo sobre as causas mortes na manhã deste domingo.

“Manoca era o anjo invisível que estava sempre presente entre os familiares. Distribuía amor e proteção. Era um esteio. Não sei como vai ficar a minha tia Eunice com tamanha perda. Que Deus nos conforte”, disse o jornalista Roberto Vaz em telefonema ao primo Hernani.

Durante anos, Hermano Diógenes foi servidor do Tribunal de Justiça do Acre, de onde foi diretor-geral. Aposentou-se da vida pública em 1978 e junto com o filho Hernani fez curso de formação para Corretor de Imóveis. Fundou a Imobiliária Manoca, que anos depois ficou sob o comando dos filhos Hermano, Hernani e Carlinhos.

Manoca estava com 84 anos, dos quais 56 viveu ao lado da esposa Eunice Bezerra Vaz. O casal teve 4 filhos: Hermano, Hernani, Carlinhos e Cássia.

Respeitando o protocolo da Organização Mundial da Saúde (OMS), não vai haver solenidade fúnebre. O corpo ficará para visita só da esposa, filhos e netos até às 9 horas no espaço da Funerária São Francisco e o sepultamento acontece no cemitério São João Batista, às 10 horas.

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