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A política tem que ser feita com elegância

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Sou um defensor de que na política o debate pode ser duro, mas sempre na defesa de uma ideia, de uma corrente de pensamento, mas que não pode nunca descambar para a chacota ou para a diminuição pessoal do adversário, quanto mais de um aliado. A elegância cabe também na política. Neste debate sobre a entrada do governador Gladson Cameli no PSDB, a deputada federal Mara Rocha (PSDB), destemperou e deu um exemplo de como não se deve fazer política: com rancor. A sua postagem que circulou no grupo de deputados foi um ataque desnecessário à figura do governador. O tratou de forma irônica, humilhante, o diminuindo, ao se posicionar que, ele poderia vir para o PSDB, mas como mero “cabo-eleitoral” para balançar bandeira com os militantes tucanos em todo estado, e o alertando, como se fosse um Zé Mané, que no PSDB tem deveres e se exige fidelidade partidária. Ao contrário dos presidentes dos diretórios estadual e municipal, que o trataram com o respeito devido, mesmo lembrando ter o PSDB candidato a prefeito da capital. Foi um texto humilhante que nada engrandece a biografia da parlamentar. Até porque se desconhece desde a sua chegada ao poder uma frase, uma menção, de ataque do Gladson a quem quer que seja. Até quando se referiu ao PT. Não resta ao governador neste contexto outro movimento que não seja o de tirar da pauta a sua entrada no PSDB, para evitar novos ataques á sua pessoa, que serão inevitáveis. Se ainda nem se filiou e foi tratado desta maneira, avalie então, como será nas discussões internas! E também, porque o Gladson como governador não precisa do PSDB. Pode compor maioria na ALEAC sem os tucanos. E conhecendo os deputados tucanos naquela casa, acredito que não avalizam a maneira como o governador foi tratado neste episódio. Como disse Che Guevara, na sua célebre frase, de que se pode ser duro, mas sem perder a ternura. E a elegância também cabe na política partidária. E a deputada federal Mara Rocha (PSDB) foi deselegante no presente caso.

NÃO CRITICO A PESSOA

Nunca me furtei no BLOG de fazer algumas críticas às posturas políticas do governador Gladson. E farei de novo, se necessárias. Mas sempre passando longe do ataque pessoal. Quando o ataque passa a ser diretamente à pessoa, deixa de ser debate para ser agressão.

SIMPLES SOLUÇÃO

O governador Gladson Cameli tem uma solução muito simples para sair deste foco com pauta negativa. Reúne os presidentes de partidos, defenda uma chapa de consenso à PMRB, não vai conseguir, mas depois ninguém vai dizer que não tentou. E depois escolha quem quiser apoiar.

NÃO PRECISA DE PARTIDO

Caso o governador Gladson Cameli queira mesmo levar o apoio à candidatura da prefeita Socorro Neri não precisa estar filiado a um partido. Monta um leque de aliança com os partidos que queiram lhe acompanhar, e vai para a campanha. Evitaria estar se desgastando.

OUTRA OPÇÃO

Há ainda outra opção. A de ficar como magistrado e não apoiar ninguém no primeiro turno.

CORRIDA AO CONFESSIONÁRIO

O governador Gladson não assimilou ainda que a sua posição é privilegiada. Não é candidato a nada. E o prefeito que se eleger, não terá outro caminho a seguir do que depois da eleição correr para o seu confessionário para pedir parceria, porque as prefeituras estarão quebradas.

CRISE INEVITÁVEL

A crise econômica deve após esta pandemia se abater ainda mais firme sobre as prefeituras. Será inevitável. E qual é o prefeito que não vai querer ter uma ajuda do governo para sua administração? Todos vão querer uma parceria administrativa, isso é mais do que lógico.

QUESTÃO DE HONRA

Em todas as conversas políticas o senador Márcio Bittar (MDB) tem dito que, será questão de honra na eleição de 2022, ele eleger a mulher Márcia Bittar, companheira das suas batalhas eleitorais. Não tenho dúvida que pelo trabalho que realiza, no mandato, conseguirá o intento.

MAIS ARTICULADO

Entre os candidatos a prefeito dos partidos pequenos o que está melhor se articulando nos bastidores é o empresário Jarbas Soster (AVANTE), e navegando bem nas redes sociais, com um discurso forte centrado na livre iniciativa. E terá estrutura de campanha bem montada.

PARA EVITAR PROBLEMAS

Pelo fato do governo ter secretários de partidos que têm candidatos a prefeito na capital, se o governador Gladson Cameli não quiser ter problemas deve manter rédeas curtas para evitar o uso desta ou daquela secretaria na campanha. Ou poderá ter sérias complicações eleitorais.

BATEU NO TETO

As pesquisas internas de partidos estão mostrando que teve candidato que bateu no teto, e não tem mais o protagonismo das pesquisas iniciais. Na política se denomina de “cavalo paraguaio”, o candidato que dispara na dianteira e no curso da campanha cansa e desaba.

 RESPEITOSO, MAS COM POSIÇÃO

O senador Sérgio Petecão (PSD) tem sido sempre respeitoso, mesmo discordando, quando se refere ao governador Gladson Cameli, pontuando que ele pode ter o candidato que bem que entender, é seu direito; mas que no seu caso, manterá o apoio à candidatura do Velho Boca.

A GRANDE INTERROGAÇÃO

Continua como a grande interrogação desta eleição municipal a definição em Cruzeiro do Sul qual será o candidato a prefeito do grupo de aliados do Palácio Rio Branco. Enquanto não se tiver uma solução jurídica para o caso do prefeito Ilderlei Cordeiro ficará em banho-maria.

SEM CANDIDATO

As pesquisas não mostraram até aqui um candidato que possa derrotar o Bolsonaro, em 2022.

NÃO VAI VINGAR

Deve ficar apenas na vontade a candidatura do Coronel Ulysses Araújo a prefeito de Rio Branco, a depender da direção regional. Ao não ser que, seja avalizado pela direção nacional.

ÁGUAS CALMAS

A candidatura do prefeito Mazinho Serafim (MDB) à reeleição continua a navegar em águas calmas, com a oposição dividida. Mazinho é situado como favorito até pelos oposicionistas.

VOLTA Á ATIVA

O chefe do gabinete civil, Ribamar Trindade, voltou a despachar após ter se recuperado da Covid-19. Não tivesse se mantido afastado o céu político do governo não estaria escuro. Teria, por certo, tido a habilidade, de evitar que o governador entrasse em debates infrutíferos.

EVANDRO CORDEIRO

Quem está na disputa por uma vaga de vereador da capital na eleição deste ano é o jornalista Evandro Cordeiro. O Evandro, qualificado, é um bonachão do qual ninguém consegue ter raiva.  Com anos de militância no colunismo político; poderá se eleito, vir a ser um bom vereador.

ESPERANDO O RESCALDO

O PT ainda não definiu quem será o vice na chapa do deputado Daniel Zen (PT) para a prefeitura de Rio Branco. Deve estar esperando o rescaldo das definições partidárias para uma composição na busca de um vice. Tivesse o PT no poder, teria uma fila de pretendentes a vices.

LONGE DO FURACÃO

A prefeita Socorro Neri tem passado longe do furacão político, levando frentes de serviços aos bairros. Ganha muito mais politicamente com essa ação, de que entrar em discussões estéreis.

FICA EM SUSPENSE

Somente com a chegada do governador Gladson Cameli na próxima terça-feira é que se vai ter uma noção mais exata se entrará ou não no PSDB. Depois dos últimos episódios é de repensar.

FRASE MARCANTE

“Não é uma qualidade rara que faz o encanto de uma pessoa, mas a harmonia entre todas as qualidades dela.” Diane.

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Para quebrar paradigmas

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NAS ÚLTIMAS ELEIÇÕES majoritárias sempre houve uma polarização entre o PT; que esteve no poder por 20 anos, no estado, e o nome dos grupos mais conservadores. Todos os que se apresentaram como alternativa a essa espécie de bipartidarismo branco fracassaram. 

Uma nova tentativa para quebrar paradigmas pode surgir na eleição de 2022, na figura do médico e deputado Jenilson Leite (PSB), um político atuante, hábil, e que transita bem nos bastidores. Sua candidatura, se sacramentada, virá ancorada nos partidos de esquerda, embora navegue bem em outras marés da política, como o centro. 

Não é um radical de esquerda, é plural nas ideias, alguém com quem se pode sempre dialogar. Mas vai enfrentar um jogo bruto, que terá o governador Gladson Cameli, ancorado no poder, que é carismático; e o senador Sérgio Petecão (PSD), que transita bem nos grotões e é um campeão de votos. Mas, na política sempre tem a primeira vez. A candidatura de Jenilson se situa como a grande novidade para a eleição de 2022, e deve contribuir para o bom debate de ideias. Venham as urnas.

DESCONFIEM DO FOBENTO

QUANDO VOCÊ VER um político com muita fobia, eu faço isso e aquilo, pode desconfiar que é um falastrão. Lembram quando o Bolsonaro atacou o toma lá dá cá na política? Está repetindo a velha política, abrindo as portas do Palácio do Planalto para a turma do Centrão.

NUNCA BRIGUE POR POLÍTICO

O EPISÓDIO também remete à escolha do “Papa do Centrão”, senador Ciro Nogueira (PP), para chefe do gabinete civil. Ciro é o mesmo que chamou o Bolsonaro de “fascista.” Não percam tempo brigando por políticos.

O MOURÃO FOI O CARA

NESTA confusão toda de ameaça de militares de golpe se não ter o voto impresso, o vice-presidente, general Mourão, foi um foco de luz na escuridão: “Vai haver eleição com ou sem voto impresso, não somos uma República da Banana”. Também acho, o resto é bravata.

NUNCA FOI PRESTIGIADO

NINGUÉM no MDB pode atirar a primeira pedra no senador Márcio Bittar (MDB), se este deixar o partido. Mesmo sendo o único senador da sigla, tem menos prestígio na cúpula que o Pádua Bruzugu, sem mandato.

NEM PARA O CAFÉZINHO

O SENADOR Márcio Bittar (MDB) não é chamado nem para o cafezinho na cozinha do MDB, quanto mais quando se trata de tomar grandes decisões, é a verdade.

APOSTANDO ALTO

O DEPUTADO FEDERAL Alan Rick (DEM) aposta em dois pontos para ser o candidato a senador do Palácio Rio Branco: lealdade ao Gladson, e o fato de ser o melhor nas pesquisas entre os candidatos do grupo do governador.

SILÊNCIO DA CULPA

NÃO ESTÃO estranhando o silêncio do PT, contra o Fundo Eleitoral de quase 6 bi? É porque a sigla avalizou a dita aprovação, pela qual terá a maior verba de campanha.

CONFUSÃO DOS DIABOS

SE O PT não estivesse apoiando a aprovação do bilionário Fundo Eleitoral o Jorge Viana e companhia limitada, já estariam fazendo a maior confusão e apontando o dedo contra a “velha política”. Mas, como é o grande beneficiado, é na base do calado estou e calado vou ficar

POR EXCLUSÃO

POR EXCLUSÃO, é fácil de saber onde estarão o vice-governador Rocha e a irmã e deputada federal Mara Rocha (PSDB), em 2022. O PT está descartado. Assim como o palanque do Gladson. Vão caminhar com a candidatura do senador Petecão (PSD) ao governo.

CANDIDATA A ESTADUAL

A EX-DEPUTADA Leila Galvão deve disputar uma eleição para a ALEAC, mas não deverá ser pelo MDB, atual partido. A tendência natural é se candidatar pelo PSD.

A POLÍTICA É DINÂMICA

JÁ DIZIA o saudoso ex-prefeito de Plácido de Castro, Luiz Pereira, de que “a política é dinâmica”. O prefeito Mazinho Serafim foi adversário do Márcio Bittar (MDB), na sua eleição ao Senado. Mas, na eleição de 2022 estarão juntos, deverá apoiar Márcia Bittar a senadora.

TERCEIRA VIA

O SENADOR Sérgio Petecão (PSD) está apostando que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, pode ser o nome da terceira via, disputando a presidência pelo PSD.

OS QUE NÃO PERDEM

NA ELEIÇÃO do próximo ano dois políticos não ficarão olhando para a Lua, se não tiverem sucesso eleitoral; o Márcio Bittar, (MDB) com a sua candidata ao Senado, Márcia Bittar; e o Petecão, disputando o governo: ambos ainda terão após 2022, mais quatro anos de mandato.

HORA DA ONÇA BEBER ÁGUA

O presidente do PT, Cesário Braga, sempre foi um dos mais ativos membros do PT, na linha de frente das críticas aos adversários. É saber agora se a militância vai render votos, deve disputar uma vaga de deputado estadual.

QUANDO A JANELA ABRIR

SÓ NO INÍCIO DO PRÓXIMO ano, quando for aberta a janela eleitoral para a troca de partidos, se terá uma dimensão de como ficarão as composições das siglas para 2022, no estado. A tendência é a aglutinação de deputados eleitos pelos nanicos, em grandes partidos.

NÃO É BEM ASSIM

NO ACRE, os candidatos de fora são rejeitados nas urnas. Certo? Há controvérsias. Tivemos um deputado federal, Armando Leite, um estranho, que chegou aqui só para disputar a eleição como representante do empresariado do sul, que queria fazer uma grande bancada, derramou muita grana e ganhou. Poucos conhecem este fato.

PRIORIDADE MÁXIMA

A PRIORIDADE máxima no grupo do vice-governador Major Rocha é manter a deputada federal Mara Rocha (PSD) com um mandato. O restante é segundo plano.

DISCURSO AFINADO

OS SALES estão com o discurso afinado de que o grupo comandado pelo ex-prefeito Vagner Sales; que tem a deputada federal Jéssica Sales (MDB) e a deputada Antônia Sales (MDB), não tem até aqui compromisso com nenhum dos candidatos a governador. Continuam soltos.

 FRASE MARCANTE

“O dinheiro pode tudo, só não pode mudar a sorte e evitar a morte”. (Ditado português)

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O xeque-mate 

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Uma briga política é como num jogo de xadrez, se ganha ou se leva um xeque-mate. O desfecho final da briga entre o governador Gladson Cameli e o vice-governador Major Rocha, já era esperado: o vice levar um xeque-mate. 

Numa contenda entre quem, como um governador, tem a caneta e um vice que só tem o gogó, vai vencer quem tem a caneta. E assim foi: o grupo do Rocha, que tinha o comando da Secretaria de Segurança, a Secretaria de Agricultura, a Fundação Cultural e dezenas de outros cargos de confiança importantes, perdeu todos. 

Foi uma demissão em bloco. Salvou-se o presidente da Fundação Cultural, Manoel Pedro, o Correinha, que jurou fidelidade ao governador para salvar o pescoço. Tivesse o Rocha tido prudência na sua relação com o governador, evitado o confronto, com certeza teria na eleição do próximo ano o espaço para continuar sendo vice da chapa do Cameli, ou mesmo sendo o candidato a senador. 

Errou ao optar pela belicosidade sem atentar que, quem tem a caneta numa administração é quem tem força. E, ao perder esta semana até o espaço onde tinha o prédio do seu gabinete, foi para o vice Major Rocha um desfecho trágico. No jogo político, manda quem tem o poder. 

A RECÍPROCA NÃO FOI VERDADEIRA

DO GRUPO que o governador Gladson Cameli apoiou para a prefeitura da capital na última eleição, apenas a ex-prefeita Socorro Neri veio se juntar à sua reeleição. O vice da chapa, Eduardo Ribeiro, vai apoiar ao governo o senador Petecão (PSD), e o deputado Jenilson Leite (PSB) será candidato a governador. O PSB ficou com o Jenilson.

LIGAÇÕES PROFUNDAS

EM TODOS OS GOVERNOS do PT, o PSB ocupou espaços importantes. A simbiose entre PSB e PT é muito forte, não é novidade o PSB não ter embarcado na canoa do Gladson. Natural, pois o PSB não retribuir o apoio que recebeu do governador Gladson na disputa da PMRB.

VER NO QUE VAI DAR

A DEPUTADA FEDERAL Jéssica Sales (MDB) vai tocar no restante deste ano a sua pré-campanha para o Senado, com visitas periódicas aos municípios, para fazer uma avaliação sob as suas chances até a convenção em 2022.

APOSTANDO NA CHAPA

O PRINCIPAL foco do seu pai, o ex-prefeito Vagner Sales, é fazer da deputada federal Jéssica Sales (MDB), a escolhida pelo Gladson para senadora da sua chapa.

DOIS CORPOS NÃO OCUPAM O MESMO ESPAÇO

NÃO ME ARRISCO a dar palpite sobre como o governador Gladson conseguirá sair da sinuca de bico de ter cinco candidatos ao Senado do seu grupo e uma única vaga.

PODE FAZER GOL

O Dr. Jeferson o popular “Pururuca”, que vem batendo na trave, como primeiro suplente de vereador e primeiro suplente de deputado, ao disputar uma vaga de deputado numa chapa sem ninguém com mandato no PSD, pode enfim fazer gol na eleição do próximo ano.

NOTÍCIA COMEMORADA

FOI DE COMEMORAÇÃO no grupo da senadora Mailza Gomes (PP), a notícia de que o senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP, será o novo chefe do gabinete civil do Bolsonaro. Acha que fortaleceu a sua candidatura.

FORA OS DEBATES

PERGUNTEI ontem a um dos aliados da senadora Mailza Gomes (PP), qual a chance dela recuar para ser candidata a deputada federal, e a resposta foi curta: “é zero.”

O FLAVIANO NÃO É BURRO

O DEPUTADO FEDERAL Flaviano Melo (MDB) é uma raposa da política, entende tudo desta arte, sabia que teria chance diminuta de ser o vice do Gladson, tirou o nome do debate e anunciou que disputará a reeleição.

GATO DE SETE VIDAS

O DEPUTADO FEDERAL Flaviano Melo (MDB) vem ao longo das eleições diminuindo a sua votação, mas não se admirem se em 2022 ganhar, é um gato de sete vidas.

É ESTE O CAMINHO

PARECE que o prefeito Tião Bocalom caiu na real e entendeu que, a sua popularidade está intrinsecamente ligada em ter a cidade limpa e com seus serviços básicos.

A CIDADE AGRADECE

BOCALOM pôs nas ruas um batalhão de pessoal de limpeza, e promete tornar a capital a cidade mais limpa do Norte. Guardado o exagero, a cidade agradece. 

VOZ DA OPOSIÇÃO

PARA o deputado Daniel Zen (PT), o atual governo persegue o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Manuel Urbano, não avança na regularização fundiária e expedição dos títulos definitivos dos terrenos e casas do Conjunto Canizo Brasil, em Sena Madureira; e faz pouco caso com os seus pedidos de informações públicas.

ANTES TARDE DO QUE NUNCA

O SECRETÁRIO municipal de Saúde, Frank Lima, que andou tendo posições negacionistas da ciência, parece que mudou para melhor, ao reconhecer na sua entrevista ao ac24horas, que o Bolsonaro falou “muita besteira na pandemia”. Antes tarde do que nunca.

NÃO FOI NOTIFICADO

SOBRE as acusações de assédio sexual a servidoras da PMRB, Frank Lima disse que não recebeu até agora nenhuma notificação de instituições sobre o caso. Se diz perseguido pela vereadora Michele Melo (PDT).

FRASE MARCANTE

“Todo político gosta de mordomia, de mordomia só não gosta quem nunca usufruiu”. Frase do saudoso deputado Hermelindo Brasileiro (PDS).

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Um palanque bem diferente de 2018

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O PALANQUE eleitoral do próximo ano terá um retrato bem diferente do que foi visto na campanha de 2018, e que levou o Gladson Cameli ao Palácio Rio Branco. 

O governador terá que começar a montar uma estrutura com outros aliados. A conversa começa citando que o governador Gladson terá como principal adversário na sua caminhada para a reeleição, uma das figuras mais presentes e de peso fundamental na disputa passada do governo, no caso o senador Sérgio Petecão (PSD), que sairá para governador. 

O vice-governador Major Rocha e a irmã, a deputada federal Mara Rocha (PSDB), também estarão fora da sua chapa de 2018. O deputado Roberto Duarte (MDB) é outro que esteve na batalha para derrubar o PT ao lado do Gladson, e não estará mais.

 O mesmo pode se dizer do prefeito Mazinho Serafim (MDB) e da sua mulher, a deputada Meire Serafim (MDB). Poderá ter ou não ao seu lado o forte grupo do prefeito Vagner Sales, no Juruá, vai depender da escolha do candidato ao Senado. Sua filha, a deputada federal Jéssica Sales (MDB), é candidata a senadora, e quer integrar a chapa da reeleição do Gladson. 

Até aqui, Vagner tem dito não ter compromisso com ninguém para o governo em 2022. É neste quadro de ex-aliados, que o governador Gladson Cameli vai para a reeleição no próximo ano. Mais do que nunca terá que procurar refazer a sua base de apoiadores. Tem tempo para isso. 

Mas, em qualquer cenário, ele será um candidato muito forte, porque tem mais de um ano para realizar obras e uma personalidade cativante. Quem vai dizer se errou ou acertou ao não ir para 2022 com o mesmo time de 2018, se isso terá influência na sua reeleição para cima ou para baixo, é sua majestade o eleitor. Fora isso é fazer adivinhação.

CALAR OS ÁULICOS

O DEPUTADO FEDERAL Flaviano Melo (MDB) tem de calar os áulicos que o rodeiam; são eles que, ora jogam para a imprensa a sua candidatura a vice do Gladson Cameli, a senador, talvez, para serem mais agradáveis ao chefe.

O BURACO É MAIS EMBAIXO

NA ELEIÇÃO de 2022, a primeira a deputado com a proibição de coligações proporcionais, não deve ter candidatos com votações estrondosas, como na eleição de 2018. Pelo fato de que, cada sigla terá de ter chapas próprias para a ALEAC e Câmara Federal, aumentando assim o número de disputantes na busca de um mandato.

OU VIRA JOGO DE CENA

O PRESIDENTE BOLSONARO, se vetar o Fundo Eleitoral de quase 6 bi, e não pressionar os deputados do “Centrão”, sua base; para não derrubarem o veto, é porque foi tudo combinado e não passará de mais um jogo de cena da patuscada.

É BOM DEIXAR CLARO

OS PETISTAS estão calados nessa questão do Fundo Eleitoral de quase 6 bi, o financiamento público de campanha sempre foi umas das bandeiras do petismo.

ADVERSÁRIO NÃO ENGORDA ADVERSÁRIO

JÁ COMENTEI, e volto a enfatizar: uma vitória do Gladson ou do Petecão em 2022 será uma vitória de Pirro; se o Lula for o presidente; porque o arrocho econômico será certo. Na política, adversário não engorda adversário.

GENEROSA CONTRIBUIÇÃO

E, CADA VEZ que o presidente Bolsonaro abre a boca e solta asneiras para agradar o seu público, perde apoio popular, o que é refletido em todas as pesquisas até aqui.

PAREM DE BOBAGEM 

E, PAREM dessa bobagem de criticar as pesquisas, não foi um instituto que apontou o aloprado Lula liderando a preferência popular, mas todos os que fizeram pesquisas.

NOVO DESAFIO

ENFIM, conseguiram convencer o ex-prefeito Angelim a disputar a eleição para deputado federal em 2022. É um bom nome, mas disputará fora do contexto do poder e, também, terá que ir buscar votos fora dos muros petistas.

A ESPERANÇA É A ÚLTIMA QUE MORRE

O VICE-GOVERNADOR Rocha não dá por perdido o comando do PSL no estado, tem dito que, tem um trunfo a ser jogado no próximo ano, junto a direção nacional.

FUTURO INCERTO

DEPOIS DE TER perdido o comando do PL no estado para a deputada federal Mara Rocha (PSDB), a ex-deputada federal Antônia Lúcia entrou em mutismo, e ainda não falou qual será o seu caminho político na eleição de 2022.

ESQUECER A MAIONESE

O PREFEITO Bocalom anunciou a contratação de um grande contingente para trabalhar na parte de infraestrutura da cidade. É preciso. Já perdeu dois meses do verão. Tem que fazer urgente o básico, e deixar a viagem na maionese de produzir arroz, feijão, milho e etc.

PARA CIMA OU PARA BAIXO

O PREFEITO Bocalom tem de dar uma guinada, e partir para tapar buracos, asfaltar a cidade, coletar o lixo, manter as praças limpas, ficar bem com os professores, no sistema de saúde, se quiser ajudar a campanha do Petecão ao governo. Um prefeito bem avaliado puxa o candidato para cima, o mal avaliado puxa para baixo.

COLOCAÇÃO PERTINENTE

O deputado Nicolau Júnior (PP) fez uma colocação pertinente de que, a atuação do governador Gladson na pandemia ao lado da ciência, lhe deixou bem na fita popular. Rejeitou o caminho do negacionismo.

PODERIA ESTAR POR CIMA

E, O PRESIDENTE Bolsonaro, se no início da pandemia não tivesse renegado a vacina, ter dito que não tomava para não virar jacaré, que o Covid-19 era uma gripezinha, que curava com a ineficaz cloroquina, também, por certo estaria em alta. Acabou dando uma bandeira para a oposição. Boa a colocação do Nicolau sobre o contexto.

NÃO TÃO DESCONHECIDA

A MÁRCIA BITTAR não é tão desconhecida na seara política, como se possa imaginar. Embora ao longo de eleições tenha atuado nos bastidores, foi quem esteve à frente de todas as campanhas do Márcio Bittar (MDB).

FEITO POLÍTICA

PARA UM BOM observador não é despercebido que, neste terceiro ano de governo, o Gladson passou a fazer mais política, o que ele não fez, nos dois primeiros anos.

ACABOU COM A ILEGALIDADE

O DEPUTADO Roberto Duarte (MDB) acabou com a mamata ilegal do Detran de apreender carros com o IPVA atrasado. O seu projeto, aprovado e sancionado, acabou com a ilegalidade, quem aprende bens é a justiça.

AVALIAÇÃO EM 2022

QUALQUER pesquisa hoje sobre candidaturas a senador e a governador, é prematura; só deve ter balizamento para medir a potencialidade dos candidatos, no próximo ano.

ANO DE CONVERSAS

O RESTANTE de 2021 será de conversas, ajustamento de alianças, montagem de chapas proporcionais, já para o campo majoritário, o boi só vai dançar mesmo em 2022.

FRASE MARCANTE

“Visite constantemente os seus amigos para que o mato e  os espinhos não fechem o caminho”. Ditado do Burundi.

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Exemplo de liberdade política 

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TENHO ACOMPANHADO o trabalho da nova composição da Câmara Municipal de Rio Branco, e tem me entusiasmado, porque boa parte dos vereadores estão imbuídos do propósito de que foram eleitos para serem os fiscais do povo, e não para dizer amém e sim senhor a quem está no comando da prefeitura de Rio Branco. 

Esta legislatura é bem superior à anterior, que na maior parte dos vereadores era ávida em bajulação, uma espécie de puxadinho da prefeitura de Rio Branco. 

É muito bom que isso aconteça até para o prefeito Tião Bocalom, já que um vereador que critica, que aponta erros, ajuda muito mais a administração municipal do que o que fica no gabinete do prefeito dizendo que a gestão está às mil maravilhas. 

Os vereadores estão dando um exemplo de liberdade política.

NÃO DISPUTA

O VICE-GOVERNADOR Major Rocha (PSL) tem refutado qualquer possibilidade de disputar vaga na ALEAC, em 2022. Diz que, se for candidato será a outro posto, ou então não será candidato a nada. Não fala sobre o assunto, mas é natural que venha apoiar o Petecão.

MEGA É MAIS FÁCIL

AMIGOS POLÍTICOS costumam me perguntar sobre quem acho que será escolhido pelo governador Gladson para ser o candidato a senador na sua chapa. Minha resposta, é pronta: “é mais fácil saber os seis números da Mega”.

NÃO SERÁ CONSENSO

PESQUISA E AGLUTINAÇÃO DE APOIOS. É a tese defendida por setores palacianos para a escolha do candidato a senador na chapa do governador Gladson. O melhor nome avaliado na pesquisa, e o que tiver mais partidos o apoiando, seria o candidato único, com tudo sendo definido este ano. Esta tese jamais terá consenso.

NÃO TEM NEM COMO

COMO É QUE, uma pesquisa, que retrata um momento específico, feita este ano, pode balizar uma escolha de candidato a mais de um ano para a eleição? O que define o sucesso de uma disputa majoritária é a campanha.

A CAMPANHA É QUE DECIDE

LEMBRO que, na primeira vez que disputou a prefeitura, o Marcus Alexandre (PT) apareceu com 3,0% na pesquisa inicial, veio a campanha, e acabou se elegendo prefeito.

COISAS MAIS IMPORTANTES

DISCUSSÃO estéril, está sobre a volta da cor do fardamento antigo da PM e do quartel central. Mais importante para o comando é lutar pelo aumento do efetivo, pelo pagamento da titulação e melhoria salarial.

PUXADOR DE VOTOS

O SENADOR PETECÃO (PSD) garantiu ontem ao BLOG de que, o grande puxador de votos da chapa do PSD para a Câmara Federal será o prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim. “Anote, ele será disparado o candidato mais votado a deputado federal”, pontuou Petecão. Diz ser zero a possibilidade do Mazinho não vir para o PSD.

FICA NO MDB

JÁ A DEPUTADA Meire Serafim (MDB) não deve sair do partido, por onde disputará a reeleição, mas junto com o marido, não apoiará a reeleição do governador Gladson.

NOME COM POTENCIAL

O ADVOGADO Eduardo Ribeiro definiu que será candidato a uma vaga na ALEAC pelo PSD. Seu pai, o Conselheiro do TCE, Valmir Ribeiro; e a esposa Dra. Dilza Ribeiro, já conversaram com o Petecão, e fecharam o pacote. É um jovem qualificado e de potencial eleitoral.

CHAPA COM MEL

O FATO de não aceitar candidato a deputado com mandato, a chapa do PSD tem sido um chamariz. Quem andou sondando por lá foi o ex-deputado Eber Machado.

SE FOR LEGAL, É UMA BOA MEDIDA

NÃO SEI se há embasamento legal para a secretária de Educação, Socorro Neri, pagar os terceirizados com salários atrasados diretamente. Um fato a avaliar é que os seus vínculos trabalhistas não são com o governo. A ideia é boa e prática, mas deve ser bem avaliada juridicamente.

TE CUIDA, VAGNER SALES!

ESTA manobra comandada pelo dirigente do MDB, Pádua Bruzugu e companhia, de tentar pôr o deputado federal Flaviano Melo (MDB) de vice na chapa do governador Gladson; é um golpe mortal na candidatura da deputada federal Jéssica Sales (MDB) ao Senado, de formar na chapa do Cameli, porque não haveria como justificar só o MDB ocupar a chapa com os nomes a vice e a senador.

CARTA DE SEGURO

NA VERDADE, a investida seria uma carta de seguro para o deputado federal Flaviano Melo (MDB), que nas últimas eleições não teve mais a votação expressiva de outrora.

DEBAIXO DO BRAÇO

UMA FONTE SEGURA revelou ontem ao BLOG de que a senadora Mailza Gomes (PP) tem a garantia do presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, de que não há a mínima chance da sua candidatura à reeleição vir ser atropelada.

DISPUTA EMOCIONANTE

A DISPUTA do Senado deve ser com capítulos emocionantes. O senador Márcio Bittar (MDB) diz que a candidatura de Márcia Bittar ao Senado não é dependente de eventual apoio do governador Gladson. E que, sua candidatura acontecerá em qualquer cenário, e trabalha na formatação de alianças partidárias.

ESTÁ NAS SUAS MÃOS

ESTÁ nas mãos do presidente Bolsonaro vetar o imoral Fundo Eleitoral de quase 6 bi. Tem dado declarações contra. Mas, isso não basta, tem de vetar e pedir aos seus amigos do “Centrão” que não derrubem o seu veto.

ENFIM, O PERU TEM UM PRESIDENTE

PEDRO CASTILLO, um esquerdista radical, enfim, foi proclamado ontem presidente do Peru. Derrota do Bolsonaro, que torceu pela candidata da direita, Keiko Fujimori. Assim, morre a ligação Pucallpa-Cruzeiro do Sul.

SABER SE AGUENTA

A SUA decisão de não ter base de apoio e nem líder na Câmara Municipal de Rio Branco, levou o prefeito Bocalon ao olho do furacão de pancadas dos vereadores. Queira o Bocalon ou não, isso lhe causa grande desgaste. 

HIPÓTESE ENTERRADA

A OPINIÃO generalizada dentro da bancada federal acreana é a de que, o “Distritão” é uma hipótese enterrada em qualquer mudança da legislação eleitoral.

NÃO ESTÁ JOGANDO PARA A PLATEIA

A DEPUTADA federal Vanda Milani (PROS), tenho informação segura de que, a sua candidatura não é para jogar para a plateia e barganhar, tem conversado com prefeitos, lideranças políticas, formando um bloco, e espera contar com o apoio do governador Gladson.

AFINADO IDEOLOGICAMENTE

O DEPUTADO Roberto Duarte (MDB) deve se filiar a um dos partidos que estarão sob a órbita do senador Márcio Bittar (MDB), para ser candidato a deputado federal. 

VOLTA DA CHARRETE

CASO O BOLSONARO diga que a charrete puxada a cavalo é um meio de transporte melhor do que um carro, os fanáticos que o cercam vão endossar. É o mesmo que voltar ao voto impresso. Não se conhece uma prova até hoje que mostra serem as urnas eletrônicas fraudáveis. 

FICOU MAIS COMPLICADO

SEM a deputada federal Mara Rocha (PSD), de malas prontas para o PL, a chance do PSDB formar uma chapa competitiva para a Câmara Federal, vira bem diminuta.

FRASE MARCANTE

“São muitas as pessoas que gostamos, mas são poucas as que conseguem entrar em nossos corações”. (Ditado brasileiro).

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