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Polícia Civil elucida morte de motoboy após ser perseguido por motorista de aplicativo

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A Polícia Civil acreana, por meio de investigadores da 1ª Regional de Polícia, elucidou mais uma morte ocorrida em Rio Branco, a do motoboy identificado como Denilson da Silva Cunha ocorrida no ultimo dia 11, quando o entregador ultrapassou sinal vermelho e invadiu a preferencial no cruzamento da Rua Pernambuco com a Avenida Nações Unidas, um dos mais movimentados de Rio Branco.
Após intensa investigação o suspeito por ter provocado o acidente que vitimou o motoboy foi identificado e na segunda-feira, 27, foi conduzido a sede da regional para prestar depoimento do delegado Alex Danny, responsável pelo caso.

De acordo com as investigações, passava das 21h quando Denilson da Silva ultrapassou o sinal vermelho e invadiu a preferencial do cruzamento colidindo com um veículo de passeio, modelo HB20. O jovem chegou a ser socorrido e encaminhado ao Pronto Socorro de Rio Branco, mas não resistiu aos ferimentos e morreu horas depois.

As informações de que o entregador estava sendo perseguido por outro veículo no momento do acidente levou os investigadores a realizar uma vasta pesquisa de coleta de imagens de videomonitoramento na região. Foram coletadas mais de 20 horas de imagens que foram checadas de forma minuciosa até ser possível identificar o veículo que perseguia o motoboy e consequentemente, identificar o seu condutor. Durante as investigações, que durou exatos 13 dias, diversas testemunhas do caso foram ouvidas.

“Na sexta-feira, 24, após 13 dias de intensas investigações, conseguimos identificar o condutor do veículo que perseguiu a vítima até que esse avançasse o sinal vermelho e colidisse com outro veículo. Identificamos ainda que o motivo para a perseguição foi o fato do motoboy ter colidido de forma leve no veículo Argo de cor preta, conduzido pelo suspeito da perseguição”, comentou o delegado Alex Danny.

A caso tomou grande repercussão nas redes sociais e causou comoção chegando a ser realizada uma manifestação pacifica pelos colegas de profissão da vítima.

“Em exatos 13 dias conseguimos elucidar um caso complexo que precisou de grande dedicação e intensa analise de todo o material coletado. Foram mais de 20 horas de imagens de videomonitoramento, de vários pontos, que foram incansavelmente analisados por nosso investigadores, depoimentos de testemunhas e outros materiais comprobatórios coletados durante as investigações que possibilitou a identificar o condutor do veículo suspeito de ter provocado o acidente, que foi ouvido nesta segunda-feira pelo delegado responsável pelo caso. Parabéns aos investigadores que trabalharam diuturnamente para a elucidação de mais esse caso”, enfatizou o delegado-geral da Polícia Civil, Josemar Portes.

Agora o inquérito policial será concluído com o indiciamento do motorista pelo crime de  homicídio culposo, quando não há intenção de matar e, será remetido ao Ministério Público para as medidas legais.

Cotidiano

Polícia Civil prende traficante no bairro da Paz, em Rio Branco

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Na tarde desta sexta-feira, 18, a Polícia Civil prendeu em flagrante, F. R. da S. de 34 anos, em posse de maconha, cocaína e crack, além de dinheiro oriundo da venda do entorpecente.

A prisão se deu na rua Valdomiro Lopes, bairro da Paz, próximo a ponte da avenida, em um terreno baldio.

Preso, o individuo foi encaminhado à delegacia para procedimento de lavratura de auto de flagrante e será colocado à disposição da justiça.

Ascom/Polícia Civil do Acre

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Cotidiano

Relator da CPI torna Queiroga, Pazuello e Ernesto Araújo investigados

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O relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), anunciou nesta sexta-feira (18) uma lista de 14 pessoas que passarão à condição de investigados pela comissão de inquérito.

Constam na relação o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, os ex-ministros da Saúde Eduardo Pazuello e das Relações Exteriores Ernesto Araújo e o ex-secretário de Comunicação Social da Presidência Fabio Wajngarten (veja lista abaixo).

A medida, na prática, indica que o relator vê indícios de crimes por parte desses investigados. A lista já foi encaminhada ao presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM) – parte já tinha sido antecipada nesta quinta (17) pelo blog do Valdo Cruz.

Cabe a Renan Calheiros como relator, ao final dos trabalhos, elaborar um parecer e encaminhar ao Ministério Público eventuais pedidos de indiciamento.

Passam a ser investigados:

Marcelo Queiroga, ministro da Saúde

Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde

Ernesto Araújo, ex-ministro de Relações Exteriores

Fabio Wajngarten, ex-secretário de Comunicação Social da Presidência

Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho do Ministério da Saúde

Nise Yamaguchi, médica defensora da cloroquina e suposta integrante do “gabinete paralelo”

Paolo Zanotto, virologista defensor da cloroquina e suposto integrante do “gabinete paralelo”

Carlos Wizard, empresário e conselheiro de Pazuello e suposto integrante do “gabinete paralelo”

Arthur Weintraub, ex-assessor especial da Presidência e suposto integrante do “gabinete paralelo”

Francieli Fantinato, coordenadora do Programa Nacional de Imunização

Marcellus Campêlo, ex-secretário de Saúde do Amazonas

Elcio Franco, ex-secretário executivo do Ministério da Saúde

Hélio Angotti Neto, secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde

Luciano Dias Azevedo, anestesista da Marinha apontado como autor de proposta para alterar a bula da cloroquina, substância sem efeito contra a Covid

“Por que isso? Porque acentua um momento importante da investigação. Segundo, em português claro, significa dizer que com relação a essas pessoas, contra os quais já acessamos provas e indícios, nós precisamos mudar o patamar da própria investigação, transformando-os em investigados. Isso é bom para a investigação e é bom, também, para a segurança jurídica do próprio investigado”, diz Renan.

“A partir da declaração dessa condição, ele passa a ter acesso a informações e acesso às provas e indícios que estão sendo juntados na investigação”, explicou.

Renan não descartou a hipótese de ampliar a lista de investigados nas próximas semanas – e disse que a CPI estuda, inclusive, investigar o próprio presidente Jair Bolsonaro.

Dos nomes que compõem a lista, Francieli, Weintraub, Wizard, Zanotto, Angotti Neto e Dias Azevedo ainda não prestaram depoimento à comissão. Cinco dos seis já tiveram pedidos de convocação aprovado – a exceção é o anestesista Luciano Dias Azevedo.

Além disso, Francieli, Wizard e Zanotto também tiveram os pedidos de quebras de sigilo aprovados.

Queiroga investigado

A inclusão de Marcelo Queiroga na lista não reuniu consenso entre os membros da CPI. Ao anunciar os nomes, Calheiros afirmou que a participação de Queiroga ao depor à CPI foi “pífia, ridícula”, e que celebrou contratos para aquisição de vacinas por preço mais alto que os acordos anteriores.

“Colocamos o ministro Queiroga, que é o atual ministro, que teve uma participação pífia, ridícula, aqui na Comissão Parlamentar de Inquérito no seu primeiro depoimento quando tentou dizer que teria autonomia que faltou a Teich e faltou a Mandetta e os fatos logo demonstraram o contrário”, afirmou o relator.

“Ele defendeu vacinação, o presidente no dia seguinte disse que iria encomendar dele um decreto e ele teria que fazer um decreto, para minimização da utilização das máscaras. Mais do que isso, o lote de vacina cuja negociação foi comandada por ele é 20% mais caro do que o contrato anterior”, prosseguiu.

À GloboNews, nesta quinta, Calheiros havia citado indícios de que Marcelo Queiroga teria debatido drogas sabidamente ineficazes para a Covid em reunião com a Organização Mundial de Saúde (OMS). O senador repetiu a informação nesta sexta.

“Recentemente, em abril, nós acessamos documentos em que ele, em conversa com o diretor-presidente da OMS, ele cobra agilidade no fornecimento das vacinas e recebe um puxão de orelha, porque o diretor-presidente disse o seguinte: ‘olha, como vocês cobram agilidade da OMS se quando a OMS disponibilizou a possibilidade de aquisição de 50% de vacinas para a população brasileira, 50% da população vocês demoraram, postergaram e depois assinaram o mínimo que poderia ser assinado que era 10%. Agora nós estamos vivendo uma situação terrível de mercado e não dá mais para ajudar como nós teríamos ajudado naquela oportunidade em que oferecemos essas vacinas'”, relata Calheiros.

“Aí, ele [Queiroga] aproveitou a conversa e defendeu em abril o tratamento precoce, a prescrição da cloroquina e ainda mentiu novamente dizendo que tinha tido esse tratamento uma eficácia no Brasil de 70%. Quer dizer, nós não temos como fazer outra coisa, senão colocá-lo na própria investigação”, concluiu o relator da CPI.

Em seguida, ao voltar ao tema, Renan chegou a confundir o nome do ministro Queiroga, a quem chamou de “Queiroz”.

“Ou seja, a comissão parlamentar de inquérito ela tem uma condição intimidatória. Ela é criada também para dissuadir determinadas práticas nocivas e irresponsáveis como do ministro Queiroz. Eu estou confundindo porque estou citando o outro lá que não chegou a ser ministro, mas é… infelizmente, ele vai ter que se investigado para que ele entenda que ele precisa parar com essas loucuras que ele não pode continuar, a pretexto do cargo que ocupa, fazendo essas atrocidades, ou concordar com as atrocidades que são feitas diariamente pelo presidente da República”, declarou.

Críticas a Bolsonaro

Ao anunciar a lista, Renan Calheiros também citou a “absoluta irresponsabilidade” do presidente Jair Bolsonaro ao atacar as vacinas e defender o contágio como melhor forma de imunização – tese que já foi amplamente desmentida pela ciência.

“A CPI tem feito a sua parte, tem dado passos significativos no sentido da apuração e da consequente responsabilização dos fatos. Nós chegaremos, tristemente digo isso, neste fim de semana a mais de meio milhão de mortos no Brasil pela Covid. Diante da absoluta irresponsabilidade do chefe de governo que, ainda ontem, reiterou tudo o que havia dito com relação à defesa da imunidade de rebanho, da imunização natural. E usou ele próprio como exemplo desse crime e desse absurdo”, disse Calheiros.

“Já demonstramos que o governo sempre recusou as vacinas e sempre tentou e colocou em seu lugar o chamado tratamento precoce e a utilização da hidroxicloroquina, da ivermectina, do zinco e outros produtos com comprovada ineficácia”, continuou.

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Cotidiano

Variante delta tem se tornado dominante em todo o mundo, diz cientista-chefe da OMS

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A variante delta do coronavírus, identificada pela primeira vez na Índia, tem se tornado dominante em todo o mundo, disse nesta sexta-feira (18) a cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), Soumya Swaminathan.

“A variante delta está prestes a se tornar a variante dominante global por causa de sua maior transmissibilidade”, disse Swaminathan em entrevista coletiva.

Uma variante é resultado de modificações genéticas que o vírus sofre durante seu processo de replicação. Um único vírus pode ter inúmeras variantes. Quanto mais circula (transmitido de uma pessoa para outra), mais ele faz replicações – e maior é a probabilidade de ocorrência de modificações no seu material genético.

Isso não significa que as vacinas disponíveis não protejam contra esta variação do Sars-Cov-2. No Reino Unido, onde ela já é dominante, o Ministério da Saúde assegurou que as doses aplicadas conferem proteção às infecções.

“É importante que as pessoas recebam ambas as doses da vacina contra a Covid-19, porque dados nos mostram que ela pode proteger efetivamente contra a variante delta”, disse o ministro Matt Hancock.

Variante delta no Brasil

No Brasil, foram identificados ao menos oito casos da variante delta.

As primeiras detecções ocorreram em 20 de maio, em seis pessoas que chegaram ao Maranhão a bordo do navio indiano MV Shandong da Zhi. Um dos doentes teve de ser levado de helicóptero a um hospital.

Desde então, houve também um infectado em Juiz de Fora (MG) e outro em Campos dos Goytacazes (RJ).

Variante delta espalhada pelo mundo

Além dos britânicos, que confirmaram a predominância da delta entre as infecções de seu território, as autoridades de Saúde da Alemanha e da Rússia acenderam seus alertas.

O instituto Robert Koch, referência no combate à Covid-19 na Alemanha, anunciou que 6% dos novos casos no país já são da variante delta – mas o número deve aumentar rápido.

Na Rússia, a propagação da variante delta em Moscou fez a capital bater recorde diário de infectados nesta sexta. Com 17.262 contágios diários, o país está no ponto mais elevado de transmissão desde 1º de fevereiro, de acordo com estatísticas do governo.

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Cotidiano

Mirla Regina e Marcelo Carvalho participam da última sessão como membros do TRE-AC

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Os juízes eleitorais Mirla Regina e Marcelo Carvalho, egressos da classe de juiz de direito, participaram da última sessão plenária, nessa sexta-feira, 18, como juízes efetivos do Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC).

Durante a sessão, a presidente do TRE-AC, desembargadora Denise Bonfim, e os demais membros da Corte homenagearam os colegas e destacaram a competência, a dedicação e o zelo, de cada um deles, durante seus respectivos biênios, que chegam ao fim no próximo dia 24.

Em suas as falas, os juízes Mirla Regina e Marcelo Carvalho agradeceram a todos do TRE, expressaram o prazer de ter atuado na Corte e pontuaram a competência e o empenho da administração da Justiça Eleitoral acreana.

Também em 24 de junho terminam os mandatos dos juízes Mirla Regina e Marcelo Carvalho nos cargos de diretora da Escola Judiciária Eleitoral (EJE) e Ouvidoria do TRE-AC, respectivamente.

Ainda na sessão desta sexta-feira, 18, a Corte escolheu seus substitutos, elegendo os juízes Armando Dantas para diretor da EJE, tendo como vice Hilário Júnior, e o juiz Geraldo Fonseca para titular da Ouvidoria.

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