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A aposta do PT 

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Fica no campo da teoria da conspiração a hipótese de que o PT de última hora pode vir com a candidatura do ex-senador Jorge Viana (PT) ou a do ex-prefeito Raimundo Angelim (PT), na disputa da prefeitura de Rio Branco. Jorge tem a cabeça no Senado, em 2022, e Angelim já descartou uma candidatura. Acreditar numa dessas alternativas é crer numa nota de 300 reais. O PT já definiu oficialmente que vai para a briga pela PMRB com o deputado Daniel Zen (PT), que é uma das gratas revelações do partido na Assembléia Legislativa. O Zen é quadro extremamente qualificado, já foi gestor público, e se comunica bem. Como é que o eleitorado vai se comportar com uma candidatura petista, isso só poderá ser respondido quando estivermos no auge da campanha. O PT continua a ter um nicho na capital. Se este nicho será capaz de levar a candidatura petista ao segundo turno, isso é lá com os eleitores e com as urnas. A aposta do PT será mesmo o deputado Daniel Zen (PT). Não alimentam outras alternativas.

FORA DE PAUTA

O vice-governador Major Rocha ficou ontem de receber o secretário de Segurança, Coronel Paulo Cézar, para lhe dizer que não o procure quando for para tratar de assuntos da pasta. As mexidas no órgão pelo governador Gladson colocando petistas, o deixou descompromissado.

CONVERSA A TRÊS

Depois da conversa entre o senador Sérgio Petecão (PSD), o vice-governador Major Rocha (PSL), e o presidente do PSDB, Correinha, sobre uma aliança política, considerada por eles, como “muito boa”, a próxima meta é pôr na roda o deputado federal Flaviano Melo (MDB).

FECHAMENTO PARA O SEGUNDO TURNO

O desfecho deve ser um compromisso para que todos estejam juntos no segundo turno.

DISCUSSÃO AMPLA

Os debates sobre a aliança entre os dirigentes do PSL-PSDB-PSD-MDB não devem ficar restritas apenas à eleição deste ano, mas também abranger as disputas do Governo e Senado, em 2022.

SEM CANDIDATO

Com a morte ontem do prefeito de Rodrigues Alves, Sebastião Correia (MDB), que disputaria a reeleição, o partido ficou sem sua melhor peça para tentar manter a prefeitura do município.

FALSA PREMISSA

Não tem mais faixa, laranja, amarela, branca, está fora de controle na cidade, com tudo aberto, aglomerações, pessoas sem máscaras, não adianta se ficar com a falsa premissa que existem decretos, com regulamentos sobre a pandemia da Covid-19, pois, ninguém segue.

APENAS ENFEITE

A comissão da Covid-19 virou apenas uma peça decorativa, cuja única serventia é soltar boletins sobre números de contaminados e registros de óbitos. O governo e a prefeitura perderam por completo o controle da situação. É só andar na cidade para constatar.

CENTRAL DE BOATOS

Ontem, circulava o boato que o PT poderia mudar a sua chapa para Jorge Viana a prefeito e Angelim de vice. A outra versão era a de Angelim para prefeito e Daniel Zen de vice. As duas hipóteses foram desmentidas pelo presidente do PT, Cesário Braga. “Vamos de Zen”, garantiu.

CABEÇA NO SENADO

Quando me ligaram dando a informação da articulação que dava o Jorge Viana (PT) como o candidato a prefeito nem levei a sério, apenas chequei por checar. Conhecendo o JV como eu conheço, sei que a sua cabeça está muito além da PMRB, a sua meta é tentar voltar ao Senado.

FUTURO DO GLADSON

A discussão agora passou ser a permanência do governador Gladson Cameli no PROGRESSISTAS ou não. A candidatura do Tião Bocalom (PROGRESSISTAS) a prefeito da capital, que não lhe é simpática, parece ter tomado um contorno definitivo dentro do partido.

NÃO CAUSARÁ SURPRESA

Por conta dessa situação, não causará surpresa se o governador Gladson optar por se afastar do partido. Seria uma situação incômoda apoiar a Socorro Neri, com ele no PROGRESSISTAS.

NÃO É SUA PRAIA

O Gladson errou quando colocou o ex-deputado Moisés Diniz (PROGRESSISTAS) para tentar articular a adesão do partido à candidatura da prefeita Socorro Neri. Nada contra o Moisés, recém egresso do PCdoB, adversário na campanha, seu nome não foi deglutido no partido.

NAVEGANDO BEM

O candidato a prefeito de Rio Branco, Jarbas Soster (AVANTE), vem navegando bem nas redes sociais. Dono de um discurso contundente contra o PT, Soster vai qualificar o debate político.

NADA MAIS DEMOCRÁTICO

Nada é mais democrático do que cada partido ter o seu candidato a prefeito. Ponto final.

DIREITO DE ESCOLHA

Coloco também na área do normal o Gladson escolher a prefeita Socorro Neri para apoiar. Pode não ser lógico para os aliados da campanha, mas cada qual vota e apoia quem quiser.

ASSUNTO DAS REDES

A contratação do ex-goleiro do Flamengo, Bruno, pelo Rio Branco Futebol Clube, virou a discussão do momento nas redes sociais, com opiniões divididas. A se saber se direção do clube vai manter a decisão ante a enxurrada de ataques e até a perda de patrocínios.

NINGUÉM MAIS ESCORREGADIO

Ninguém mais escorregadio e hábil para se mexer nos bastidores do que o deputado Luiz Tchê (PDT). Indicou o vice do Marcus Alexandre (PT); veio o governo Gladson e virou seu líder na ALEAC, e é apontado hoje como “homem forte” do governo na área da segurança pública.

SEGUE COM O GLADSON

O deputado federal Alan Rick (DEM), que foi bem votado na capital, e se relaciona bem no meio evangélico, deverá apoiar na capital o candidato em cujo palanque o governador estiver.

QUASE CERTO

Na eleição para a prefeitura de Rio Branco apenas um ponto pode ser considerado como quase certo, o de que, dificilmente, um dos candidatos ganhará no primeiro turno. A eleição terá dez candidatos, e entre estes, quatro com boa densidade eleitoral, o que embolará o jogo.

DIFÍCIL DE APONTAR

E, antes da campanha estar no seu auge, também, difícil, se apontar os dois favoritos.

DOIS ERROS

Entre muitos, o PT cometeu um erro, que acabou com o seu principal capital eleitoral: a unidade. Ao lançar dois candidatos a senador provocou uma cisão, que acabou numa campanha de intrigas entre os candidatos Ney Amorim e Jorge Viana, e espatifou o partido.

NÃO PODIA DAR CERTO

Ter dois candidatos ao Senado do partido poderia até dar certo se o governo fosse bem avaliado. Jamais, num governo de baixa avaliação popular. Na reta final o Ney Amorim se viu abandonado, partiu para o tudo ou nada, se aliou à oposição, não ganhou, mas levou o PT e o Jorge Viana junto com ele na balsa. Não tinha como o Marcus Alexandre ser eleito governador.

AGORA É CAÇAR COM GATO

O PT vai agora sentir o sabor de disputar uma eleição majoritária sem a máquina estatal, sem empregos pra dar aos antigos aliados da FPA – que sumiram todos, e sem o discurso do novo.

SOBROU PARA QUEM COMPROU

Quando chegou a notícia de um suposto problema conjugal entre o candidato a prefeito de Tarauacá, Rodrigo Damasceno (PSD), e sua esposa, optei por não colocar. Acabaram por se entender e, em uma postagem, a sua esposa ainda atacou quem divulgou a situação.

NÃO DEVERIA SER CANDIDATO

Agora, se ela acha mesmo como postou que, a política é suja, devia convencer o marido Rodrigo Damasceno a não disputar mais um mandato para a prefeitura de Tarauacá. É a lógica.

FRASE MARCANTE

“A agulha veste os outros e vive nua.” Ditado árabe.

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