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Falsa farmacêutica com “carinha de anjo” é presa na Fundhacre

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Poliana Moreira de Araújo foi presa em flagrante pela Polícia Civil do Acre na manhã desta quinta-feira, 23, acusada de cometer exercício ilegal da profissão. Ela estava na Fundação Hospitalar, em Rio Branco, no momento da prisão. Poliana é acusada de atuar como farmacêutica no setor de Nefrologia da referida unidade de saúde.

A prisão foi coordenada pelo delegado Pedro Resende e teve acompanhamento da fiscalização do Conselho Regional de Farmácia do Acre (CRF). Apesar de ter cursado Farmácia em uma universidade particular de Rio Branco, Poliana não concluiu a graduação e nem tinha registro junto ao CRF, que é obrigatório para atuação do profissional farmacêutico.

Nas redes sociais de Poliana, há fotos da festa de uma formatura, fato que faz parte da investigação policial. Ela foi nomeada como farmacêutica do setor de Nefrologia da Fundação no dia 31 de janeiro de 2019, com salário de pouco mais de R$ 3 mil.

FOTO: REDE SOCIAL

Ela era responsável pela logística de medicamentos do da Nefrologia, incluindo a hemodiálise para pacientes com problemas renais, pedido e controle e dispensação dos medicamentos. O presidente do CRF no Acre, João Vitor Italiano Braz, conta que o Conselho constatou junto à faculdade que Poliana não concluiu o curso, nem tinha registro profissional expedido pela autarquia, obrigatório para o exercício da profissão nas áreas pública e privada.

Braz destaca que a atuação da profissional não habilitada põe em risco a vida das pessoas. “A Nefrologia é uma área muito delicada e requer bastante qualificação. Os medicamentos usados lá são muitos caros. Em qualquer área da saúde na verdade, se exige um profissional responsável técnico realmente qualificado. Esperamos que a polícia descubra por que ela foi contratada sem atender as exigências mínimas”.

O conselheiro federal Romeu Cordeiro diz que a Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) deve explicar “por que fez a nomeação sem exigir o registro no CRF”.

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Bar do Vaz

Polícia Rodoviária Federal abre concurso para 1,5 mil vagas

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) abriu concurso público para 1,5 mil vagas de policial rodoviário federal. O salário é de R$ 9.899,88.

O concurso é de abrangência nacional, sendo ofertadas aos novos policiais as oportunidades de lotação de acordo com a necessidade do serviço e o interesse público. As vagas disponíveis para lotação serão oferecidas primeiramente aos servidores já em exercício, mediante processo seletivo interno, e o saldo de vagas remanescentes será oferecido aos novos policiais.

O candidato deve ter graduação em qualquer área de formação e ter Carteira Nacional de Habilitação ou permissão para dirigir veículo automotor na categoria “B” ou superior.

As inscrições devem ser feitas de 25 de janeiro a 12 de fevereiro pelo site https://www.cebraspe.org.br/concursos/PRF_21. A taxa é de R$ 180.

Do total de vagas, 1.125 são para ampla concorrência, 300 para candidatos negros e 75 para candidatos com deficiência.

O concurso terá as seguintes fases:

Prova objetiva e prova discursiva, de caráter eliminatório e classificatório;

Exame de aptidão física, de caráter eliminatório;

Avaliação psicológica, de caráter eliminatório;

Apresentação de documentos, de caráter eliminatório;

Avaliação de saúde, de caráter eliminatório;

Avaliação de títulos, de caráter classificatório.

Investigação social, de caráter eliminatório, que se estenderá durante todo o concurso.

Curso de Formação Policial (CFP), de caráter eliminatório e classificatório, a ser realizado na Universidade Corporativa da Polícia Rodoviária Federal (UniPRF), na cidade de Florianópolis ou em outros locais indicados pela PRF, e contemplará a realização de provas teóricas e práticas.

Todas as fases, com exceção do curso de formação, serão realizadas nas capitais de todos os estados e do Distrito Federal.

As provas objetiva e discursiva serão em 28 de março. O curso de formação, após todas as etapas da seleção, começa em 10 de agosto.

VEJA O EDITAL AQUI. 

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Destaque 6

Nível do Rio Acre deve subir, mas sem ameaça de alagação

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A previsão indica que o nível do rio Acre, embora tenha subido muito nas últimas horas deverá baixar rapidamente nos próximos dias. Antes, poderá chegar até 12,5 metros.

As chuvas ocorridas nas últimas 24h não farão seu nível subir exageradamente, pois, nos próximos dias, até quinta-feira, dia 21/1, vai chover pouco.

Situação semelhante ocorre no rio Juruá, onde, em Cruzeiro do Sul, marcava, na segunda-feira, 8,7m, e continuava baixando. Deverá voltar a subir nos próximos dias, mas sem motivos para preocupação alarmante, segundo o portal O Tempo Aqui.

Não será diferente nos rios Tarauacá e Iaco, pelo menos durante esta semana.

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Destaque 6

Gladson veta projetos ligados à educação e que previa entrega de remédios em casa

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O governador Gladson Cameli usou boa parte do Diário Oficial desta terça-feira, 19, para explicar aos deputados estaduais vetos a projetos aprovados pela Assembleia Legislativa (Aleac). Cerca de 6 projetos de lei aprovados pelos parlamentares foram vetados de forma integral pelo executivo.

Três dos vetos se tratam de projetos ligados à educação. Um deles é o que previa a inclusão como tema “Educação Financeira”, no currículo do estabelecimento do ensino fundamental e médio das escolas da rede pública e privada do Estado do Acre. Gladson justificou o veto ao afirmar que o projeto vai de encontro a uma resolução do Conselho Estadual de Educação, que aprovou o Currículo de Referência Única do Estado do Acre, no qual restou decidido não organizar documentos específicos por temas.

A mesma justificativa foi dada para o projeto de lei que previa o ingresso no currículo das escolas o tema “Conscientização do Uso e Abuso de Drogas Lícitas e Ilícitas”.

Já a proposta do “Projeto Artes Marciais na Escola”, na Rede Estadual de Ensino Público do Estado do Acre foi vetada, por diversos motivos, sob a alegação de que a criação desse tipo de programa é uma atribuição constitucional do Executivo.

Outro projeto vetado por Gladson é o que propunha a entrega de medicamentos em casa durante a pandemia. O governo vetou com a justificativa de que já existe um programa similar sendo desenvolvido pela Sesacre e lembrou que a dispensação de medicamentos da atenção básica é uma atribuição dos municípios.

A Aleac também havia aprovado o projeto de lei que “Dispõe sobre o acesso gratuito de internet banda larga aos professores e alunos da rede pública do Estado do Acre. Neste caso específico, o governo alega falta de recursos, além de entraves técnicos e operacionais para executá-lo.

O último veto de Gladson foi ao projeto de lei que dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado do Acre, das Autarquias e das Fundações Públicas, instituídas e mantidas pelo Poder Público. O governo alegou que a alteração dessas estruturas organizacionais poderia prejudicar a prioritária ação de governo, que é a imunização da população acreana em relação à doença COVID-19. Isso porque as referidas ações exigirão, mais do que nunca, atividades coordenadas de diversos órgãos e unidades administrativas do Poder Executivo, responsáveis não apenas pela área da saúde, mas também pela infraestrutura, logística e gestão administrativa.

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Destaque 6

Mesa da Câmara decide realizar eleição no dia 1º de fevereiro

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A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados decidiu nesta segunda-feira (18), em uma reunião no Congresso, que a eleição para a escolha do novo presidente da Casa será em 1º de fevereiro.

A data é um dia antes do que pretendia o atual presidente, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

A Mesa também definiu que a eleição será presencial. Devido à pandemia de Covid-19, a maioria das reuniões da Câmara vem sendo realizadas virtualmente ou semi-presencialmente.

O regimento interno da Câmara não define uma data para a eleição da Mesa Diretora no terceiro ano do mandato, como é o caso do pleito deste ano. Diz somente que tem de acontecer até 2 de fevereiro, data em que os trabalhos legislativos têm de ser retomados após o recesso parlamentar.

A data de 1º de fevereiro era defendida pelos aliados do deputado Arthur Lira (PP-AL), um dos candidatos na disputa, para coincidir com a eleição no Senado, que deve ser no primeiro dia do mês que vem.

A decisão sobre a data reflete a composição da Mesa da Câmara. Quatro dos sete membros são de partidos que estão no mesmo bloco de Lira.

O candidato apoiado por Maia para o comando da Casa é Baleia Rossi (MDB-SP).

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Bombando

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