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Acre é o terceiro estado que mais afastou trabalhadores por conta da pandemia em junho

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Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira, 23, mostram que o Acre ficou em terceiro lugar como o estado que mais precisou afastar trabalhadores de suas funções por conta da pandemia do novo coronavírus (SARS-Cov-2) no último mês de junho.

O alto número de trabalhadores acreanos afastados do trabalho em consequência da pandemia da Covid-19 foi representado por 21,3% da população economicamente ativa do Acre. Este quantitativo de pessoas foi obrigado a afastar-se do trabalho por conta da Covid-19 no mês de junho, período de referência da pesquisa do IBGE.

O percentual do Acre, 3° maior do país, perde apenas para o Amapá, que ficou com 31% e Maranhão, que obteve 22%. Serviços diversos, alojamento e alimentação, e serviços domésticos foram as atividades que mais afastaram trabalhadores em todo o país em meio à pandemia do vírus.

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Estudo diz que vacina já evitou 40 mil mortes no Brasil

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Concordando com os dados da Secretaria de Saúde do Acre, o avanço da campanha de vacinação contra a Covid-19 está associado a quedas progressivas na proporção de mortes de idosos por coronavírus no Brasil, segundo novas estimativas divulgadas nesta quinta-feira (17) em estudo realizado pelo Centro de Pesquisas Epidemiológicas da Universidade Federal de Pelotas em parceria com a Universidade Harvard e o Ministério da Saúde.

No Acre, não se estimou o número de mortes evitadas mas os casos caíram drasticamente após a 1ª dose.

Os níveis nacionais de cobertura com a primeira dose da vacina alcançaram metade dos idosos de 80 anos ou mais na primeira quinzena de fevereiro e superaram os 80% na quinzena seguinte, estabilizando-se em torno de 95% a partir de março. Em paralelo, o percentual de mortes de idosos caiu de 28% do total de óbitos por Covid-19, em janeiro, para 12%, em maio, com início de queda acentuada a partir da segunda metade de fevereiro. A proporção de mortes nesse grupo por causas não relacionadas à Covid-19 permaneceu estável em quase 30% no mesmo período.

Para as pessoas de 70 a 79 anos, a cobertura vacinal com a primeira dose atingiu metade da população nessa faixa etária na última semana de março, alcançando 90% na primeira metade de maio. A proporção de mortes por Covid-19 nesse grupo permaneceu em torno de 25% do total de óbitos pela doença até a segunda semana de abril.

A partir daí, começou a diminuir acentuadamente, chegando a 16% na última semana de maio. Entre esses idosos, a proporção de mortes por outras causas permaneceu estável em pouco mais de 20% do total de mortes por causas não relacionadas à Covid-19.

Os pesquisadores estimam que o avanço da vacinação seja responsável pela prevenção de mais de 40 mil mortes de idosos em um intervalo de trezes semanas no Brasil.

Segundo os cálculos, se o número de mortes entre os mais idosos houvesse seguido a mesma tendência observada para os brasileiros mais jovens, seriam esperadas 70.015 mortes de pessoas de 80 anos ou mais contra 37.401 registradas no período. Entre as pessoas de 70 a 79 anos, a expectativa de óbitos seria de 20.238 contra 13.838 registrados. Somando as estimativas para ambas as faixas etárias, foram evitadas as mortes de 43.082 idosos no país.

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Aleac lança campanha reforçando uso de máscara e distanciamento

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A pandemia do novo coronavírus ressaltou o papel fundamental da vacinação da população para a saúde pública e o enfrentamento de doenças, tendo sempre os cuidados necessários.

Neste sentido, a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) lançou uma campanha reforçando o uso de máscara e distanciamento.
O presidente do Parlamento Acreano, deputado Nicolau Júnior (Progressistas), destacou a importância das campanhas de vacinação contra a Covid-19 e da mobilização de todas as instituições e da população em geral nesse propósito.

O parlamentar reitera ainda a importância de que cada pessoa, ao chegar sua vez no plano de vacinação contra a Covid-19, compareça e se vacine com as duas doses.

“Durante as nossas sessões remotas os colegas deputados sempre reforçam a importância da vacina. Nós só vamos ter dias melhores quando tivermos uma ampla cobertura vacinal. Por isso é importante que a população continue tomando todos os cuidados, com o distanciamento, o isolamento, a máscara, o álcool em gel. O momento anda é de dificuldade e não podemos baixar a guarda”, enfatizou o progressista.

Para acelerar a imunização da população de Rio Branco contra a Covid-19 o governo do Acre vai entrar em ação e anunciou um mutirão em frente ao Palácio nesta quinta-feira (17). Serão 48 horas de vacinação para o público de 45 a 49 anos, a partir das 8h.
O objetivo, segundo o governo, é contribuir com o município para a aceleração do processo e atingir o quanto antes o ponto de “imunidade de rebanho”.

Para receber a vacina, o público em geral precisa levar um documento com foto ou cartão do SUS ou CPF. Na terça (15), o governo do Acre divulgou o site que as pessoas que não fazem parte dos grupos prioritários de 18 a 49 anos devem fazer um cadastro.
A ação está mantida para ocorrer no ginásio do Sesi, no Bairro Manoel Julião, das 8h às 22h, no sábado (19) e no domingo (20). O público deve ser redefinido.

Além do Palácio Rio Branco, a vacina também será aplicada em dez Unidades de Referência de Atenção Primária (Uraps) da capital acreana e no drive-thru no antigo pátio do Detran-AC é aplicada a segunda dose do imunizante.

“O esforço incansável do governador Gladson Cameli e dos prefeitos para trazerem vacinas para o Acre é mais do que justificado, pois se trata do principal meio para combater a pandemia da Covid-19″, complementou Nicolau Júnior.

O primeiro secretário da Aleac, deputado Luiz Gonzaga (PSDB), pontua que apenas com a vacinação em massa é possível vislumbrar um retorno a uma rotina normal, com atividades muito importantes, como as aulas presenciais. “Essa imunização foi muito esperada. É preciso confiar na ciência! Vacinas salvam vidas!”, disse.

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Câmara aprova novos prioritários na vacinação contra a Covid-19

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A Câmara dos Deputados concluiu a votação, nesta quinta-feira (17), do Projeto de Lei 1011/20 que estabelece prioridade para mais grupos dentro do plano de vacinação contra a Covid-19.

No texto-base do substitutivo, além dos caminhoneiros autônomos e motoristas de transporte rodoviário de cargas incluídos no projeto original, constavam como prioridade os trabalhadores de transporte coletivo rodoviário e metroviário de passageiros; as pessoas com doenças crônicas, doenças raras e que tiveram embolia pulmonar; os agentes de segurança pública da ativa; e os agentes da segurança privada que estejam comprovadamente em atividade externa.

O substitutivo tinha sido aprovado no dia 31 de março e estava pendente a votação dos destaques apresentados, que foram todos aprovados.

Confira as outras categorias incluídas como prioridades:

Profissionais do Sistema Único de Assistência Social (Suas), das entidades e organizações de assistência social, e dos conselhos tutelares que prestam atendimento ao público; trabalhadores da educação do ensino básico em exercício nos ambientes escolares; coveiros, atendentes e agentes funerários; profissionais que trabalham em farmácias; oficiais de justiça; profissionais de limpeza pública; empregados domésticos; taxistas, mototaxistas, motoristas de aplicativos; trabalhadores do transporte coletivo urbano; bancários; entregadores de aplicativos.

As mudanças são feitas na Lei 14.124/21, que trata das regras para a compra de vacinas e aplicação das doses conforme o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19.

O substitutivo inclui no grupo prioritário também os profissionais de saúde e funcionários que trabalham em ambiente hospitalar; as pessoas com deficiência; as pessoas idosas; e os indígenas.

Entretanto, essas pessoas já estão, de certa forma, contempladas no plano de imunização, que divide a população prioritária em 27 categorias, começando com pessoas de 60 anos ou mais institucionalizadas (em asilos, por exemplo); pessoas com deficiência institucionalizadas; povos indígenas vivendo em terras indígenas; trabalhadores de saúde; pessoas de 80 anos ou mais; e assim sucessivamente. A população prioritária estimada é de cerca de 77 milhões de pessoas.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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Educação aceita proposta do governo e greve é suspensa

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Uma audiência de conciliação realizada nesta quinta-feira (17), no Tribunal de Justiça do Acre, entre o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac) e representantes do governo, resultou em um acordo que pôs fim à greve da educação. O encontro foi presidido pelo desembargador Júnior Alberto, responsável por homologar o acordo.

De acordo com as propostas apresentada em juízo, o Estado se compromete em ofertar internet e notebooks para os professores em efetivo exercício de docência e equipes gestoras das escolas e das unidades de representação da SEE, além de uma plataforma digital para conectar professores e alunos em ambientes virtuais de aprendizagem, equipando as escolas com kits chromebooks para uso dos estudantes, fornecimento de EPIs (máscara, álcool em gel, termômetro digital e tapete sanitizante); Melhoria da estrutura física das escolas e do mobiliário e utensílios; Concessão de dedicação exclusiva ou complementação de carga horária, redefinindo critérios de distribuição mais justa das atividades docentes, utilizando recursos do FUNDEB; Contratação de professores utilizando os editais vigentes de processos seletivos (servidor temporário) e concurso público (servidor efetivo), de modo a concluir o quadro docente necessário ao desenvolvimento do ano letivo, estas contratações serão custeadas com recursos do FUNDEB.

Além disso, o governo garantiu se comprometer com a complementação da carga horária dos servidores de apoio, utilizando recursos do FUNDEB (referente aos servidores lotados nas escolas) e recursos próprios (em relação aos demais servidores); Prorrogação da bolsa para servidores de escolas de tempo integral (Medida concretizada por meio da Lei n 3.666, de 10 de junho de 2021); Garantia de pagamento de auxílio alimentação no início de 2022 (referente aos servidores lotados nas escolas) e recursos próprios (em relação aos demais servidores); Correção inflacionária no primeiro semestre de 2022, nos termos permitidos pela legislação em vigor; e 11. Instituição de Comissão Mista para propor até final de 2021 ajustes nas tabelas do PCCR e na Lei de Gestão Democrática, a serem implementados a partir de 2022, conforme amparo previsto na legislação em vigor e disponibilidade financeira e orçamentária do Estado.

A contraproposta em documento contendo as 11 medidas para que o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac) foi entregue na última quarta-feira (16), no intuito de pôr fim à greve deflagrada no último dia 13 de maio.

A presidente do sindicato, Rosana Nascimento, declarou ao ac24horas que a greve está suspensa até fevereiro de 2022. “Caso não aprove na Assembleia Legislativa, suspendemos os serviços novamente”, explicou.

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