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Com faixa laranja, RBTrans anuncia volta dos ônibus de forma gradativa

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A reclamação da demora dos ônibus que se intensificou ainda mais durante com a pandemia e com os decretos de distanciamento social pode ter um alívio a partir do anúncio do nível laranja na capital acreana.

A Superintendência Municipal de Transportes (RBTrans) anunciou que está criando novas Ordens de Serviço Operacional. Na prática, significa o aumento na frota de ônibus em circulação no transporte coletivo.

De acordo ainda com a RBtrans a volta dos ônibus será de forma gradativa, acompanhando a abertura do comércio e a necessidade do usuário. Informou ainda que as ordens de serviço podem sofrer alterações diariamente, conforme as necessidades forem aparecendo. A superintendência também destacou que devido à pandemia o Sistema Integrado de Transporte Urbano do Município de Rio Branco – Siturb, apresentou uma queda acentuada na demanda de passageiros, chegando a uma diminuição de 90% no primeiro semestre do ano.

“Com isso a oferta de transporte deve se guiar não só pela queda inicial, mas também pelas oscilações, que são responsáveis por influenciar a quantidade de veículos em circulação. Acabamos de passar para a cor laranja, não significa que o isolamento social acabou. De acordo com o decreto, as escolas ainda não voltam a funcionar e o comércio está reabrindo somente com 30% da sua capacidade, mas, devendo seguir todas as medidas de proteção, como uso de máscara, álcool em gel e distanciamento”, destacou Sawana Carvalho, superintendente da RBTrans.

A autarquia garante que os agentes de fiscalização de transportes estão acompanhando in loco se as empresas estão cumprindo as viagens conforme as ordens de serviço. “Devido à pandemia não podemos permitir que os veículos saiam lotados. Caso haja demanda superior à oferta de transporte as Empresas deverão providenciar a imediata entrada de carros em operação e avisar a RBTrans. No entanto, como medida de controle estaremos realizando diariamente o percentual de operações para os ajustes necessários”, disse Carvalho.

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‘Prévia’ do PIB do BC indica alta de 0,44% em abril

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Após recuar em março, o nível de atividade da economia brasileira voltou a registrar crescimento em abril deste ano, segundo números divulgados nesta segunda-feira (14) pelo Banco Central.

O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) da instituição, considerado uma “prévia” do Produto Interno Bruto (PIB), teve alta de 0,44% em abril, na comparação com março. O número foi calculado após ajuste sazonal, uma espécie de “compensação” para comparar períodos diferentes.

Na comparação com abril do ano passado, o indicador teve alta de 15,92%, informou o Banco Central.

Ainda de acordo com o Banco Central:

No acumulado dos quatro primeiros meses deste ano, o índice de atividade econômica registra expansão de 4,77% – sem ajuste sazonal.

Já em 12 meses até abril de 2021, houve queda de 1,20% – também sem ajuste sazonal.
Pandemia do coronavírus

Os resultados do IBC-Br, neste ano refletem uma retomada após a economia sentir fortemente os efeitos da pandemia do novo coronavírus em 2020 — quando foi registrado um tombo de 4,1% no Produto Interno Bruto (PIB).

Com o crescimento registrado em abril de 2021, o IBC-Br atingiu 139,65 pontos naquele mês, ficando acima do patamar registrado antes da pandemia da Covid-19 (139,35 pontos) registrado em fevereiro do ano passado.

Os efeitos da pandemia foram sentidos, com maior intensidade na economia, entre março e abril de 2020. De maio em diante, os números mostram o início de uma reação. Mas com a segunda onda, registrada no começo de 2021, houve impacto na atividade no começo deste ano.

PIB x IBC-Br

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. O resultado oficial é divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os resultados do IBC-Br são considerados uma “prévia do PIB”. Porém, nem sempre mostraram proximidade com os dados oficiais do Produto Interno Bruto.

O cálculo dos dois é um pouco diferente – o indicador do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos, mas não considera o lado da demanda (incorporado no cálculo do PIB do IBGE).

O IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros do país. Com o menor crescimento da economia, por exemplo, teoricamente haveria menos pressão inflacionária.

Em meados de março, na primeira elevação em quase seis anos, a taxa básica da economia foi aumentada pelo BC para 2,75% ao ano. Em maio, houve nova elevação na taxa Selic, desta vez para 3,5% ao ano.

O mercado financeiro acredita que a taxa de juro vá terminar esse ano em 6,5% ao ano para combater as pressões inflacionárias.

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Vacina da Novavax tem eficácia de 90% contra Covid-19

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A Novavax divulgou, nesta segunda-feira (14), dados preliminares que apontam uma eficácia geral de 90% em sua vacina contra a Covid-19, e de 100% contra casos moderados e graves da doença. Os resultados ainda não foram publicados em revista científica.

A empresa não esclareceu se os 90% de eficácia geral incluíam casos assintomáticos da doença ou apenas casos leves.

Veja principais pontos do estudo:

Os índices se referem a um estudo de fase 3, o “Prevent-19”, feito com 29.960 pessoas nos Estados Unidos e no México.
A cada 2 participantes que receberam a vacina, 1 recebia um placebo (substância inativa).

Houve 77 casos de Covid-19 entre os participantes; 63 estavam no grupo placebo (que não recebeu a vacina) e 14 no grupo da vacina. Todos os casos observados no grupo da vacina foram leves.

Foram observados 10 casos moderados e 4 casos graves, todos no grupo placebo, resultando em uma eficácia da vacina de 100% contra doença moderada ou grave.

Contra variantes de preocupação e variantes de interesse, a eficácia da vacina foi de 93,2%.

A empresa anunciou que a vacina teve 91% de eficácia entre as populações de “alto risco” – como pessoas com 65 anos ou mais, com comorbidades ou com exposição frequente ao coronavírus. Nessas populações, houve 62 casos de Covid no grupo placebo e 13 no da vacina. A Novavax não detalhou, entretanto, quantos casos ocorreram em cada uma dessas populações e nem divulgou uma eficácia específica para pessoas de 65 anos ou mais.

Baixa eficácia contra variante da África do Sul

Dos 77 casos de Covid-19 nos testes feitos nos Estados Unidos e no México, 54 foram sequenciados geneticamente para determinar qual variante havia infectado o paciente.

A Novavax informou, apenas, que, desses 54 casos, 35 eram de variantes de preocupação e 9 eram de variantes de interesse, sem dizer quais eram essas variantes. Os outros 10 casos eram de outras variantes.

A empresa informou que, na época em que o estudo foi feito – de 25 de janeiro a 30 de abril –, a variante britânica (B.1.1.7) era a predominante nos Estados Unidos.

A Novavax já havia divulgado, em janeiro, resultados preliminares de testes de sua vacina no Reino Unido e na África do Sul. Enquanto os dados do Reino Unido apontaram para uma eficácia de 89,3%, os testes feitos na África do Sul concluíram uma eficácia de 49,4%. Dos 27 casos de Covid-19 encontrados lá durante os testes, 25 tinham a variante local do coronavírus.

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Doações internacionais de vacinas não vão dar prioridade ao Brasil

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O Brasil deve ficar de fora da lista de prioridades de doações de vacinas contra a Covid-19 por parte de países ricos, ainda que possa ser beneficiado de forma pontual por gestos de certos governos.

Neste fim de semana, líderes do G7 fecharam um pacto para que, até final de 2022, 870 milhões de doses possam chegar diretamente aos países em desenvolvimento. Contando todas as promessas desde o começo de 2021, os governos do bloco apontam que isso significaria 1 bilhão de doses. Mas não houve um esclarecimento sobre quem forneceria essa diferença de 170 milhões de doses.

Num comunicado emitido pela Covax Facility após o encontro, o consórcio criado pela OMS para garantir uma transferência de vacinas pelo mundo indicou que grande parte das doações será canalizada por meio do mecanismo internacional de distribuição.

Mas fontes nas agências confirmaram à coluna que o plano prevê que as doses sejam distribuídas a dois grupos de países mais pobres, com cerca de 92 deles fazendo parte dessa lista. O Brasil não está nesses grupos e, nas Américas, apenas Haiti, El Salvador, Bolívia, Honduras e Nicaragua fazem parte dos locais que poderão ser beneficiados com prioridade.

O próprio governo de Joe Biden, ao anunciar a doação de 500 milhões de doses, já deixou claro que países como o Brasil não estavam na lista de destinos prioritários.

Tanto em Washington como nas agências da ONU, a percepção é de que o governo brasileiro tem como pagar por vacinas e que, portanto, uma doação neste momento significaria que outros países em situação mais dramática fiquem sem qualquer tipo de abastecimento.

Na OMS, ainda assim, a estimativa é de que a doação ajudará a liberar outras doses que, a partir da disponibilidade do mercado, serão destinadas ao Brasil e a outros países pelo mundo. Mas esse seria apenas um efeito indireto.

Brasil pode ser beneficiado por “gestos pontuais”

Não se exclui que o Brasil possa ser beneficiado por algum envio pontual e, de fato, conversas estão ocorrendo neste sentido. A esperança do governo é o de garantir que, no momento em que a imunidade de rebanho seja obtida na Europa, EUA e outros locais, doses possam ser redistribuídas pelo mundo.

Mas, por enquanto, as primeiras indicações já apontam que o país não poderá depender desse fluxo para acelerar a campanha de imunização. Nos EUA, a Casa Branca indicou que destinará 6 milhões de doses de vacinas que terão de ser distribuídas por doze países, entre eles o Brasil. O resultado é um número pequeno de doses para as necessidades nacionais e, ainda assim, por meio da Covax.

Outro fato que pesa: por mais que governos ricos anunciem a doação de vacinas, o Brasil comprou apenas 43 milhões de doses da Covax, o equivalente a 10% de sua população. Portanto, mesmo que o mecanismo seja inundado por doações nos próximos meses, a prioridade será a de atender em primeiro lugar aos contratos já assinados.

Ou seja: se países africanos ou asiáticos solicitaram 20%, 30% ou 40% de cobertura de suas populações, o abastecimento de doses primeiro irá preencher esses compromissos. Só depois dessa etapa é que haveria espaço para renegociar acordos.

Fontes na OMS ainda confirmaram que, desde que tomou posse, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, chegou a falar com membros da agência sobre a possibilidade de o governo ampliar suas compras da Covax. Mas, com a atual escassez e a prioridade sendo a de garantir doses a quase outros cem países, qualquer renovação de contrato para 2022 terá de esperar.

O alto escalão da OMS estimam ainda que, apesar da crise aguda no Brasil, o país será abastecido acima de tudo por sua produção local de vacinas. Na entidade, a percepção é de que poucos são os locais no mundo em desenvolvimento com uma fabricação e, portanto, o foco no caso brasileiro não pode ser a espera por doações estrangeiras.

Para Bruce Aylward, um dos principais nomes da entidade na organização da Covax, o país está fazendo um “grande trabalho” na produção doméstica e será essa fabricação será muito superior a qualquer expectativa de doações internacionais.

Insuficiente

Em uníssono, porém, dirigentes internacionais e entidades criticaram abertamente o anúncio do G7 de que irá garantir 1 bilhão de doses até o final de 2022. Para a OMS, Unicef e outras instituições, o volume é insuficiente e chega tarde. Também houve uma onda de questionamentos diante da falta de um plano claro e cronograma sobre quando tais vacinas chegariam aos países mais pobres.

Apesar de o mundo já ter administrado mais de 2,3 bilhões de doses, dezenas de países continuam a viver uma escassez profunda. No Iraque, apenas 1% da população foi vacinada, contra 1,9% na Guatemala, 1,1% na Costa dp Marfim e Quênia.

A taxa cai para menos de 0,5% em países como Mali, Niger, Zâmbia, Mauritânia, Camarões e uma dezena de outros. Hoje, apenas 16 países entre os 193 membros da ONU conseguiram vacinar mais de 40% de suas populações.

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Gladson anuncia auxílio para servidores da saúde, concurso público na área e correção do PCCR

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O governador Gladson Cameli (Progressistas) anunciou nas suas redes sociais neste sábado, 12, um pacote de medidas para evitar o início da greve dos profissionais de saúde marcado para esta segunda-feira (14).  No vídeo, Cameli informou que os servidores receberão um auxílio temporário de emergência em saúde no valor de R$ 325,00 de julho a dezembro. 

Segundo Gladson, o Estado fará a revisão do Laudo Técnico das Condições do Ambiente de Trabalho com cronograma e a participação dos sindicatos ainda este ano e que esse laudo será aprovado no primeiro semestre de 2022.  Cameli também anunciou a publicação do edital de concurso público para saúde até o final do ano e correção inflacionária nos termos permitidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). 

O Chefe do Executivo informou que o governo vem fazendo o possível para atender as pautas dos trabalhadores, mas citou empecilhos como a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).”Mesmo diante dos impedimentos, a conclusão do PCCR será encaminhada até 2021. O governo está fazendo tudo o que pode para valorizar o servidor público. Eu peço a cada um, mesmo que as condições não sejam favoráveis, mas que não percam a fé e a esperança.”, destacou. 

Ao ac24horas, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Acre e vereador, Adailton Cruz, afirmou que as propostas apresentadas não contemplam os principais pedidos da categoria. Ele citou, por exemplo, a falta da mudança da Lei do Igesac, que pode resultar na terceirização da saúde. 

“Nós estamos aguardando o governo enviar a proposta de forma oficial conforme acordado mais cedo. Independente disso, a greve está mantida para segunda. Iremos levar as propostas para os associados na segunda e eles decidirão sobre a greve”, explicou.  

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