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Inquérito revela que 90% da população de Rio Branco ainda está vulnerável ao coronavírus

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FOTO: SÉRGIO VALE

A prefeitura de Rio Branco realizou entre os dias 03 e 14 de julho o Inquérito Soro-epidemiológico aplicando testes rápidos em domicílios nos diversos bairros da cidade. O intuito é avaliar a situação atual da pandemia de Covid-19 na capital acreana.

Concluído nesta quinta-feira, 16, o resultado final do trabalho realizado pela equipe da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) foi apresentado à prefeita Socorro Neri e revela que, pelo menos, 90% da população da capital ainda está vulnerável ao novo coronavírus.

Dos mais de 139,3 mil domicílios de Rio Branco, distribuídos em 124 bairros, o relatório mostra que, utilizando a metodologia de pesquisa por amostragem, 1007 residências foram visitadas pelos agentes da Vigilância Epidemiológica, sendo que 959 testes e entrevistas foram validados. Destes, 83 pessoas tiveram resultado positivo ao exame, o que significa 8,7% de prevalência do vírus.

O médico Oswaldo Leal, coordenador do Comitê Municipal de Enfrentamento ao Coronavírus, disse que o número já era esperado. “Nós sabemos que existe uma subnotificação nos registros oficiais, que tem a ver com a prioridade da realização dos exames sorológicos de Covid-19 para pacientes graves em unidades hospitalares. Esse número de pessoas que identificamos corresponde às pessoas que apresentaram sintomas leves, ou que confundiram os sintomas com os sintomas da gripe e por isso tiveram positividade, mas que não utilizaram a rede de saúde para a realização de testes”, avaliou.

FOTO: SÉRGIO VALE – ac24horas.com

Das 959 pessoas testadas e entrevistadas, 11,4% fizeram algum tratamento e foram relatados 3 casos de internação; 30,2% apresentaram sintomas de Covid-19 anteriormente, tais como: febre, dor de cabeça, coriza e tosse, principalmente; 33,9% tiveram contato com casos confirmados da doença; 57,4% declararam que não tiveram e 8,8% não souberam responder; das pessoas que disseram ter contato com o vírus, 62,2% declararam que foi em casa e 22,9% no trabalho, em outras respostas aparecem também transporte, banco e unidades de saúde.

Pela dinâmica de trabalho da Semsa, a cidade é dividida em 10 regionais de saúde e o Inquérito Epidemiológico mostra que as mais afetadas são: Tancredo Neves, Floresta e Baixada da Sobral, onde a partir da próxima semana os moradores receberão atenção especial no sentido de identificação de pessoas com sintomas de gripe para que recebam o tratamento adequado, segundo explicou Oswaldo Leal.

Outra conclusão importante do Inquérito Epidemiológico é a necessidade da continuidade das medidas de isolamento social para prevenir a propagação do novo coronavírus, assim como o uso de máscaras e a higienização constante das mãos. O inquérito mostrou também a importância que a comunidade dá ao isolamento social. Das 959 pessoas entrevistadas, a maioria mulheres, 96,1% acham que é importante o distanciamento social e 75% atribuíram nota 10 quando perguntadas sobre o grau de importância disso; 91,7% cumprem a medida; 45,3% sai de casa apenas para realizar atividades essenciais; 10,2% apenas para ir ao trabalho e 19,6% não saem.

Veja o inquérito completo aqui.

Com informações Ascom/PMRB

Cotidiano

Nicolau Júnior participa de solenidade da troca de bandeiras nos 59 anos do Acre

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O estado do Acre completa 59 anos de emancipação política nesta terça-feira (15). A data é celebrada pelo governo do estado com uma troca de bandeiras no mastro que fica no Calçadão da Gameleira, localizado no Segundo Distrito de Rio Branco.

O presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Nicolau Júnior (Progressistas), participou da cerimônia ao lado do governador Gladson Cameli e de outras autoridades.

No início da solenidade o governador soltou balões verdes e amarelos em memória às vítimas da Covid-19 deste ano e também como homenagem aos sobreviventes da pandemia.

Em seu pronunciamento, o presidente da Aleac homenageou o povo acreano. O parlamentar destacou ainda as dificuldades enfrentadas pela população neste momento de pandemia.

“Estamos aqui para prestar reverência a esta data alusiva ao aniversário do nosso estado querido e, nesta data especial, eu não poderia deixar de saudar o povo acreano pelas lutas travadas até aqui. Foram muitas batalhas e vitórias memoráveis. Eu, como filho do Juruá e presidente do Poder Legislativo do Acre, tenho muito orgulho de ser acreano e de tudo que construímos até aqui”, enfatizou.

O progressista frisou ainda a união dos Poderes e o esforço do governador Gladson Cameli no combate à Covid-19. “Esses dois últimos anos serviram para nos mostrar o quanto a união faz a diferença. E é dessa forma que pretendemos seguir. Unidos. Gostaria de agradecer ao nosso governador, ele se mantém forte diante dos obstáculos, enfrentando os problemas de frente e isso tem feito toda a diferença. Eu sigo na Aleac para ajudar no que for preciso para garantir o bem-estar do nosso povo e o desenvolvimento do Estado. Dias melhores virão. Eu creio”, disse.

Em sua fala, o governador Gladson Cameli enfatizou que o Acre tem uma das mais belas histórias entre os entes da Federação. “O dia de hoje é uma das datas mais celebradas pelo povo do Acre. São muitas conquistas e grandes batalhas. Uma das mais belas histórias de garra, brasilidade e determinação que o país tem. Agradeço a Deus por ser governador neste momento. Agradeço a Deus por esse momento que ele e o povo do Acre me concederam. Ser governador do Acre é uma honra”, disse.

Ao falar sobre a pandemia de Covid-19, o governador se solidarizou com as vítimas da pandemia. “Há um ano nós inauguramos o primeiro hospital de campanha. Não imaginávamos que o caminho a seguir seria longo, me passa um filme na cabeça. Mas, graças à união de todos, conseguimos dar a mão para quem precisava. Conseguimos, nesta pandemia, unir as pessoas e isso não tem preço. Eu sigo com esperança, tenho fé que não haverá uma terceira onda do vírus”, disse.

O Acre foi elevado à categoria de Estado em 1962, quando o então presidente do Brasil, João Goulart, assinou em Brasília (DF) a lei que elevou o território federal do Acre a estado. A lei foi criada pelo deputado federal José Guiomard dos Santos.
A bandeira do Acre foi feita durante o período da Revolução Acreana, durante o governo de Luís Galvez Rodriguez de Arias, de 1899 a 1900.

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Cotidiano

Foragido da justiça acusado de agredir e estuprar a própria esposa é preso em Feijó

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A Policia Civil de Feijó capturou na tarde desta terça-feira, 15, um homem de 36 anos, suspeito de estuprar e ameaçar a companheira no km 48 da BR-364, Seringal Santa Cruz, entre as cidades de Feijó e Manoel Urbano, interior do Acre.

A denúncia foi feita pela própria vítima à Polícia Civil que representou e pediu a prisão do suspeito, que estava foragido da justiça pelo crime de porte de arma de fogo e álcool zero.

De acordo com delegado Railson Ferreira, o individuo deverá ser ouvido pela polícia na próxima quarta-feira (16) e ser encaminhado para o presídio de Tarauacá posteriormente.

A vítima foi abusada e ameaçada pelo marido ainda na sexta-feira (11). De acordo com a autoridade policial a mulher revelou que sempre sofreu agressões, ameaças e insultos do marido, mas decidiu denunciá-lo após a pratica de abuso sexual contra ela. Ele já era foragido do sistema prisional.

A vitima, sua própria esposa, relatou que sofria várias agressões e depois do estupro, saiu da zona rural e veio denunciar o autor.

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Cotidiano

Violência psicológica e financeira são as mais comuns contra idosos em Rio Branco

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Segundo o Painel de Dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, no Acre, em 2020, foram recebidas 246 denúncias de violência contra a pessoa idosa, totalizando 973 violações de direitos.

De janeiro a junho deste ano já são 71 denúncias, sendo identificados 291 direitos violados. 81,69% das denúncias recebidas eram relacionadas ao sexo feminino, sendo que em 47,89% das denúncias o suspeito de agressão era do sexo masculino.

As violências contra a pessoa idosa podem ser visíveis ou invisíveis. As visíveis são as mortes e lesões. As invisíveis são aquelas que ocorrem sem machucar o corpo, mas provocam sofrimento, falta de esperança, depressão e medo. A violência contra a pessoa idosa pode assumir várias formas e ocorrer em diferentes situações.

Um estudo feito com 290 idosos, acompanhados na atenção primária à saúde de Rio Branco, no período 2016-2017, a violência psicológica foi mais prevalente na amostra (30,6%), seguida da violência financeira (25%) e física (17,2%). As variáveis de segurança de bairro, renda familiar, síndrome de fragilidade, depressão, câncer, acidente vascular cerebral, raça ou cor e excesso de bebida alcoólica foram os fatores associados à prevalência de violência geral.

“Evidenciou-se uma alta prevalência de violência geral nos idosos estudados, com percentual de 52,6% e os fatores associados foram, majoritariamente, relacionados a uma saúde fragilizada. Defende-se que estratégias de promoção do envelhecimento saudável possam também auxiliar no enfrentamento da violência contra a população idosa”, diz Polyana Bezerra, autora da pesquisa, docente da Universidade Federal do Acre, em entrevista à Agência de Notícias do Acre.

Os abusos físicos constituem a forma de violência mais perceptível aos olhos dos familiares, nem sempre o agressor irá cometer agressões que sejam tão perceptíveis como situações de espancamento que promovam lesões ou traumas que possam chamar a atenção das pessoas. Em algumas situações, os abusos são realizados na forma de beliscões, empurrões, tapas ou agressões que não evoluem com sinais físicos.

A violência psicológica é quando os atos praticados são agressões verbais, tratamento com menosprezo ou qualquer ação que traga sofrimento emocional como humilhação, afastamento do convívio familiar ou restrição à liberdade de expressão.

Para enfrentar essa dura realidade, o Acre aderiu ao Junho Violeta, campanha de combate à violência contra a pessoa idosa.

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Cotidiano

Governo realiza cerimônia de exposição “Um voo pela história da Aviação do Acre”

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No fim da tarde desta terça-feira (15) ocorreu o lançamento da reposição 1936: ‘A trajetória, um voo pela história da aviação do Acre’, no Memorial dos Autonomistas, em Rio Branco.

A exposição fotográfica tem como objetivo resgatar fragmentos históricos, através de fotografias de um período ao qual para o desenvolvimento eram necessárias “asas”. A mostra conta com uma réplica da aeronave Douglas C-47B Skytrain, de propriedade da Força Aérea Brasileira (FAB), feita pelo artista plástico Darci Sales. O aeroplano estará localizado na Praça dos Seringueiros, entre o Memorial e o Palácio Rio Branco. A exposição ficará disponível do dia 15 a 27 de junho.

De acordo com o governador Gladson Cameli é uma honra o Acre ser o primeiro estado da região norte a receber a réplica do JAS F39 Gripen. “Fico muito feliz. Quero agradecer a equipe que ajudou a fazer esse evento. Sou grato a Deus por tudo”, declarou.

Já o brigadeiro do Acre, Luiz Guilherme Magalhães, parabenizou o governo do Estado pela realização da exposição de aeronaves. Segundo ele, a iniciativa engrandece o Acre.

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Segundo informações do governo, a exposição segue de maneira cronológica, desde o governo de Martiniano até o ano de 2021.

O presidente da FEM, Manoel Pedro (Correinha), conta que a curadoria da exposição foi um trabalho desafiador, porém extremamente gratificante.

“Esse é um grande momento para a história e para a cultura do Acre. A gente espera que a população possa voar ao passado junto com a gente”, ressalta.

História

Guiomard Santos trouxe o avião como transporte oficial. Em 1940 o primeiro aeroporto é construído. O primeiro campo de aviação do estado foi uma decisão de progresso tomada pelo atual governador da época, Martiniano Prado, que sentiu a necessidade de progresso na aviação do estado.

O governador convocou a população para construir a primeira pista do estado em 1936. O hidroavião Junker – W-34 chegou em solo acreano como o primeiro avião monomotor, batizado de Taquary por pousar no estirão do Bagé, área onde hoje está situado o bairro Taquari. Isso só foi possível pelos esforços do interventor Manoel Martiniano Prado, que negociou com empresas que possuíam hidroaviões para pousar no rio. Neste período o Acre não fazia parte do estado brasileiro: era apenas um território.

1936: A trajetória – um voo pela história da aviação no Acre

O brigadeiro do ar Luiz Guilherme da Silva Magarão participa da abertura da exposição “1936: A trajetória – um voo pela história da aviação no Acre”, que trouxe, pela primeira vez à Região Norte, a réplica da aeronave Caça F-39, de propriedade da Força Aérea Brasileira (FAB), em alusão a comemoração dos 59 anos de elevação do Acre à categoria de Estado, celebrado neste 15 de junho. A cerimônia de abertura da exposição ocorreu às16 horas.

A réplica do novo avião-caça da Força Aérea Brasileira (FAB), o F-39 Gripen, vai ficar estacionado ao lado do Memorial dos Autonomistas, no centro de Rio Branco, até domingo, dia 27. Ele é considerado um dos modelos mais modernos no campo da aviação militar.

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