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Entregadores cobram celeridade na investigação de motoboy vítima de perseguição no trânsito

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Colegas de trabalho do entregador de aplicativo, Denilson da Silva Cunha, 22, anos, falecido nesta terça-feira, 14, fecharam o cruzamento da Nações Unidas e da rua Pernambuco reivindicando agilidade nas investigações.

Denilson da Silva teve morte encefálica e parada cardíaca, na Unidade de Tratamento Intensivo do Pronto Socorro de Rio Branco (HUERB).

Segundo informações, o entregador trafegava pela Nações Unidas em uma motocicleta, Titan 125, de cor vermelha, quando bateu no retrovisor de um carro de cor preto, mas não quebrou o equipamento. Em seguida, o condutor deste carro perseguiu o motociclista, tentando atropelar o trabalhador.

Para fugir do carro, o motoboy invadiu um sinal vermelho, mas acabou colidindo na lateral de um veículo modelo HB20 de cor cinza, que trafegava pela rua Pernambuco. Com o impacto da colisão, o entregador foi arremessado a alguns metros. O motorista que causou o acidente não prestou socorro ao motoboy e fugiu do local do acidente.

Já o condutor do carro (HB20) prestou socorro ao motociclista até a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). No PS, a vítima deu entrada em estado gravíssimo, mas, depois de 4 dias, não resistiu a gravidade dos ferimentos.

Em um protesto acompanhado ao vivo pelo videomaker do ac24horas, Whidy Melo, nesta quinta-feira, 16, um dos colegas de aplicativo, que não quis se identificar, afirmou que Denilson era um homem honrado e trabalhador.

Revoltados, motoboys fizeram várias carreatas em outras pontos de Rio Branco durante o dia.

“Nós queremos uma explicação e queremos que vejam as câmeras para descobrirmos quem fez isso. Queremos celeridade nas investigações”,afirmou o motoboy.

Veja o vídeo:

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Moraes inclui Bolsonaro em inquérito das fake news por ataques às urnas eletrônicas

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou nesta quarta-feira (4) a inclusão do presidente Jair Bolsonaro como investigado no inquérito que apura a divulgação de informações falsas.

A decisão de Moraes atende ao pedido aprovado por unanimidade pelos ministros do TSE na sessão desta segunda (2) (veja detalhes abaixo).

A apuração levará em conta os ataques, sem provas, feitos pelo presidente às urnas eletrônicas e ao sistema eleitoral do país. Mesmo após ser eleito, Bolsonaro tem feito nos últimos três anos reiteradas declarações colocando em dúvida a lisura do processo eleitoral.

O inquérito das fake news foi aberto em março de 2019, por decisão do então presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, para investigar notícias fraudulentas, ofensas e ameaças a ministros do Supremo Tribunal Federal.

Esse é o terceiro inquérito no Supremo que inclui o presidente. Ele já é investigado pela suposta interferência política na Polícia Federal e por prevaricação no caso Covaxin.

O ministro Alexandre de Moraes é o relator dessa investigação e, por isso, coube a ele decidir sobre a inclusão do presidente Jair Bolsonaro.

O G1 pediu posicionamento do Palácio do Planalto sobre a decisão de Moraes e aguarda retorno.

O voto impresso já foi julgado inconstitucional pelo STF, e a tese de Bolsonaro de que pode não haver eleição no ano que vem já foi rechaçada pelos chefes dos demais poderes. Ao contrário do que Bolsonaro afirma, o sistema eleitoral atual já é auditável.

Onze possíveis crimes

Na decisão em que atende o pedido do TSE, Moraes cita 11 crimes que, em tese, podem ter sido cometidos por Bolsonaro nos repetidos ataques às urnas e ao sistema eleitoral:

– calúnia (art. 138 do Código Penal);

– difamação (art. 139);

– injúria (art. 140);

– incitação ao crime (art. 286);

– apologia ao crime ou criminoso (art. 287);

– associação criminosa (art. 288);

– denunciação caluniosa (art. 339);

– tentar mudar, com emprego de violência ou grave ameaça, a ordem, o regime vigente ou o Estado de Direito (art. 17 da Lei de Segurança Nacional);

– fazer, em público, propaganda de processos violentos ou ilegais para alteração da ordem política ou social (art. 22, I, da Lei de Segurança Nacional);

– incitar à subversão da ordem política ou social (art. 23, I, da Lei de Segurança Nacional);

– dar causa à instauração de investigação policial, de processo judicial, de investigação administrativa, de inquérito civil ou ação de improbidade administrativa, atribuindo a alguém a prática de crime ou ato infracional de que o sabe inocente, com finalidade eleitoral (art. 326-A do Código Eleitoral).

Moraes determinou que a Polícia Federal tome depoimento de quem acompanhou Bolsonaro na transmissão da última quinta (29) onde o presidente fez vários ataques às eleições:

– o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres;

– o coronel reformado do Exército Eduardo Gomes da Silva

– Alexandre Hashimoto, professor da Faculdade de Tecnologia de São Paulo;

– o youtuber Jeterson Lordano;

– e o engenheiro especialista em segurança de dados Amilcar Filho.

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MP denúncia agressores de músico acreano que perdeu visão

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O promotor, José Rui da Silveira Lino Filho, do Ministério Público do Acre (MP-AC) ofereceu denúncia à 4° Vara Criminal contra o comerciante Rui Barros Vieira por lesão corporal, após ele ter agredido com golpes de chave de fenda o artista acreano, Pedro Lucas de Lima Araújo, de 19 anos, na loja de conveniência, no Posto do Machado, na Avenida Getúlio Vargas, na capital. O despacho foi enviado a reportagem do ac24horas na manhã desta quarta-feira, 4.

De acordo com os autos do processo, a confusão teria ocorrido por um motivo torpe. Um dos homens, Roney Cavalcante, que estava na mesa do agressor teria reclamado com um amigo de Pedro por conta da porta aberta de um banheiro.

A partir daí, teria começado a confusão fora do estabelecimento comercial que resultou no grave ferimento no olho do músico, supostamente ocasionado por Rui Barros. Após a confusão, Roney teria efetuado disparo de arma de fogo contra o músico que escapou da ação.

No último dia 29 de julho, Pedro recebeu, em São Paulo, o diagnóstico definitivo de que o dano no nervo ótico, ocasionado pela agressão, é irreversível. Com isso, o jovem perdeu 100% da visão esquerda.

Na denúncia, o MP requer à justiça a punição máxima que é de 4 anos de prisão privativa de liberdade para Rui Barros Vieira. Já para Roney Cavalcante de Mendonça o órgão ministerial requer uma audiência para proposição de algumas sanções como por exemplo, proibição de frequentar bares, discotecas, casa de shows, tabernas e estabelecimentos congêneres. Em caso de negativa, poderá ser condenado e pegar até 4 anos de prisão.

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MEC divulga lista de selecionados para Fies do segundo semestre

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O Ministério da Educação (MEC) acaba de divulgar a relação dos candidatos pré-selecionados em chamada única ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para o segundo semestre de 2021. O resultado está disponível na página do Fies.

A seleção assegura apenas a expectativa de direito à vaga, já a contratação do financiamento está sujeita às demais regras e procedimentos de formalização do contrato. O prazo para complementação das informações da inscrição começa hoje (4) e vai até sexta-feira (6).

Os estudantes não pré-selecionados foram automaticamente incluídos em lista de espera, observada classificação. Considerando que não existe novo ranqueamento, após a publicação do resultado da chamada única, os participantes da lista de espera deverão, obrigatoriamente, acompanhar sua eventual pré-seleção.

Nesse caso, os candidatos deverão complementar sua inscrição no prazo de três dias úteis, contados do dia subsequente ao da divulgação de sua pré-seleção no sistema. O prazo final para a lista de espera é 31 de

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Rio Acre se aproxima de cota histórica de seca na capital

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O nível de seca do Rio Acre continua preocupando as autoridades e moradores da capital acreana, Rio Branco. Nesta quarta-feira, 4, o manancial amanheceu registrando 1,69 metros, se aproximando da marca histórica de seca de 2011 (1,50m) e do recorde registrando em 2016 (1,49m).

Caso a cidade continue registrando falta de chuvas e incidência de queimadas, o Rio pode chegar ao nível mais baixo, assim como em 2016.

Segundo o boletim da Defesa Civil Municipal, o manancial reduziu 3 centímetros nas últimas 24 horas. Nesse período, não foi registrado nenhum milímetro de chuva na capital acreana.

A cota de alerta no Rio Acre em Rio Branco é de 13,50 metros e a de transbordamento fica em 14,00 metros.

O manancial começou a ser monitorado em 1971. A partir de então, passou a sofrer um decréscimo recorrente, com poucos dias de estabilidade, segundo levantamento diário feito pelo órgão.

A coordenação da Defesa Civil acredita que a previsão é que o nível do rio baixe ainda mais, com possibilidade de decretar estado de emergência pelos riscos de desabastecimento.

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