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Eleição da mesa diretora da Aleac gera conflito interno entre partidos

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Nesta terça-feira, 14, deverá ser proposto a alteração no regimento interno da Assembleia Legislativa para antecipação da eleição da Mesa Diretora que deveria ocorrer somente em fevereiro de 2021. É consenso que o presidente da casa, deputado Nicolau Junior (Progressistas) e até mesmo o vice, deputado Jenilson Leite (PSB), que faz oposição ao governo sejam reconduzidos as suas funções na casa por mais dois anos, mas a disputa gerou um conflito interno em pelo menos dois partidos: o PSDB e o MDB.

Apesar de serem do mesmo ninho tucano, o deputado Luiz Gonzaga, que é 1º secretário da casa, está em rota de colisão com o deputado sargento Cadmiel Bonfim. O militar tenta se viabilizar para convencer seus pares a votar nele para ser o secretário da casa, o que gerou um desgaste interno dentro do PSDB.

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Por outro lado, o MDB, que já detém a 2ª secretaria com a deputada Antônia Sales também sofre desavenças internas devido o prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, querer que sua esposa ocupe o cargo, a deputada Meire Serafim. Uma guerra fria foi iniciada entre os redutos eleitorais de Cruzeiro do Sul, base eleitoral de Antônia e seu esposo, o ex-prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales, contra o grupo de Mazinho e Meire.

Apesar do clima dos bastidores está quente devido essas desavenças partidárias, a tendência é que a mesa diretora seja toda reconduzida a reeleição. A eleição, que a priori estava marcada para quarta-feira, 15, deve ser realizada no final da tarde desta terça-feira, 14.

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