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Durante inauguração de Hospital de Campanha, Nicolau Junior faz agradecimento aos deputados

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O presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Nicolau Júnior (Progressistas), participou no final da tarde de ontem (10), da inauguração do Hospital de Campanha do Juruá. A unidade de saúde que recebeu o nome do médico urologista João Luiz Angelim, vítima da Covid-19, conta com 10 leitos de UTI; 20 semi-intensivos; 60 leitos de enfermarias; 3 repousos médicos; 1 sala de emergência; 1 sala de triagem; 1 área de plantonista; 2 vestiários; 2 copas; 1 sala de prescrição médica e 3 depósitos de material de limpeza.

Os recursos das obras são provenientes da fonte-100 Covid-19 e do Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa), no valor de R$ 4,1 milhões. Outros R$ 2,2 milhões foram investidos em equipamentos para o hospital.

O ato de inauguração contou ainda com a presença do governador Gladson Cameli (Progressistas), do vice-governador Major Rocha (PSDB), do presidente do Judiciário, Francisco Djalma, do presidente do Tribunal de Contas do Acre, Cristóvão Messias, da chefe do Ministério Público do Estado, Kátia Rejane e do prefeito da cidade, Ilderlei Cordeiro.

Durante a solenidade, Nicolau Júnior pediu licença ao governador para agradecer aos deputados estaduais pelo comprometimento com as ações de combate à pandemia no Estado.
O progressista destacou o projeto de lei que foi aprovado na Aleac autorizando o governo do Estado a abrir ao Orçamento vigente, crédito especial em favor do Fundo Estadual de Saúde do Estado do Acre para custear o “Plano de Enfrentamento à Propagação do novo coronavírus”.

“Agradeço primeiramente a Deus por este momento, estou muito feliz com a inauguração deste hospital. Gostaria também de pedir licença ao governador para agradecer a cada parlamentar pelo comprometimento com as ações de combate à Covid-19, e aprovação de projetos, o que resultou na construção dessa importante unidade de saúde. Minha eterna gratidão a todos”, disse.

O presidente da Aleac destacou ainda a união dos gestores do Estado no combate à Covid-19. “Estamos passando por um momento muito difícil, mas graças a Deus a união tem prevalecido. Vejo cada um dos gestores colaborando, fazendo a sua parte. Isso tem feito toda a diferença. Não poderia deixar de parabenizar também, neste momento especial, o nosso governador que tem sido exemplo de dedicação e comprometimento”, enfatizou o parlamentar.

O governador Gladson Cameli (Progressistas) frisou que o ponto principal do hospital é ter leitos disponíveis para atender a população. Reafirmou ainda que o hospital é de caráter definitivo e vai continuar atendendo mesmo depois da pandemia.

Emocionado, Gladson aproveitou o momento para agradecer a todos que fizeram o hospital de campanha se tornar realidade em tão pouco tempo. “Meu muito obrigado a nossa equipe de governo que trabalhou incansavelmente, aos secretários Alysson Bestene e Ítalo César, a prefeitura de Cruzeiro do Sul pelo apoio, ao governo federal, ao ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, aos deputados estaduais na pessoa do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Nicolau Júnior. Agradeço ainda a empresa construtora e a todos os trabalhadores que estiveram aqui dentro e se doaram na construção desta estrutura. Tenho orgulho de ter multiplicado por 4 as Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) do Acre, mesmo pagando empréstimos e concluindo obras do governo passado”, disse.

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Acre 01

Em carta a Bolsonaro, Gladson e 11 governadores solicitam aquisição de vacinas contra Covid-19

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O avanço da pandemia do novo coronavírus mobilizou 12 governadores de todas as regiões do país a escrever, nesta quinta-feira, 4, uma carta ao presidente da República, Jair Bolsonaro. No documento, que contém a assinatura de Gladson Cameli, o principal apelo dos gestores é a compra imediata de mais vacinas para ampliar a cobertura vacinal da população.

Os governadores sugeriram ao governo federal recorrer a entidades estrangeiras e organismos internacionais para conseguir, de maneira mais rápida, grandes quantidades do imunizante. Sexto país mais populoso do mundo, menos de 4% dos brasileiros estão vacinados.

A carta informa ainda que apesar de todos os investimentos realizados pelos governos estaduais desde o início da pandemia referentes a abertura de milhares novos leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) específicos para o tratamento da doença, aquisição de equipamentos e contratação de mais profissionais de saúde, a capacidade de atendimento na rede pública hospitalar está muito próxima do limite.

Diante do crescente do número de pessoas infectadas e óbitos em decorrência da Covid-19, os gestores explicaram que a melhor forma de conter a proliferação do vírus é por meio da vacinação. A carta cita o exemplo exitoso de países que estão bem adiantados na aplicação do imunizantes e também pediu mais empenho da União na negociação e aquisição das doses.

“Por isso, pedimos ao Governo Federal, especialmente por meio dos Ministérios da Saúde e das Relações Exteriores, esforço ainda maior para obter, em curto prazo, número consideravelmente superior de doses. Caso seja possível, sugerimos também o requerimento de apoio e intermediação da Organização Mundial da Saúde”, aponta um trecho do documento.

Outro argumento utilizado pelos governadores para acelerar a compra de mais vacinas diz respeito a variantes do coronavírus. No Brasil, uma nova cepa, identificada primeiramente no Amazonas, já está circulando em vários estados. A mutação é altamente contagiosa e mais resistente a anticorpos.

Para Gladson Cameli, o difícil momento que o mundo atravessa pede a união de todos. Defensor da vida e sempre otimista, o gestor acreano agradeceu o apoio recebido pelo governo federal e acredita que o apelo feito pelos governadores ao presidente Jair Bolsonaro será analisado com prioridade.

“Doze governadores se uniram pedindo mais vacinas para proteger a população dos seus estados. Eu confio muito que esse vírus será vencido com todos dando as mãos em prol de um só objetivo, que é salvar vidas. Tenho certeza que o presidente Bolsonaro e sua equipe, que tanto já ajudaram o Acre, nos dará uma resposta positiva o quanto antes para o nosso pedido”, declarou.

Confira, na íntegra, o conteúdo do documento:

CARTA AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL

Os Governadores dos Estados abaixo assinados solicitam ao Presidente da República Federativa do Brasil imediata adoção das providências necessárias a fim de viabilizar a obtenção – junto a entidades estrangeiras e organismos internacionais – de novas doses de imunizantes contra a Covid-19, de modo a auxiliar no controle do aumento exponencial dos casos de infecção e do número de óbitos pelo coronavírus, conforme observado nos últimos dias em todo o território nacional.

Os Entes Federados têm envidado todos os seus esforços, mas estão no limite de suas forças e possibilidades. Nos últimos meses, instalaram milhares de novas vagas em Unidades de Terapia Intensiva, contrataram profissionais de saúde de diversas áreas e viabilizaram a compra de equipamentos, além de investirem em medidas como o distanciamento social e a orientação da população por meio de estratégias claras de comunicação. Esse conjunto de ações, ainda que indispensável, demonstra estar próximo do exaurimento. Ninguém discorda de que, nas próximas semanas, talvez meses, a pandemia seguirá ceifando vidas, ameaçando, desafiando e entristecendo todos nós.

Nesse contexto, a vacinação em massa, com a maior brevidade possível, é a alternativa que se afigura como a mais recomendável, e, provavelmente, a única capaz de deter a pandemia, permitindo que o Brasil, seus Estados e Municípios, aos poucos, possa retornar à normalidade, com as devidas medidas sanitárias e econômicas.

Reconhecemos que, neste grave momento, há no mundo uma extraordinária procura por vacinas, junto a diferentes fornecedores. Acompanhamos o anúncio de novas aquisições pelo Ministério da Saúde, mas também percebemos que é preciso agilizar mecanismos de compra, explorar e concretizar todos os meios de aquisição disponíveis, para vacinar, no menor espaço de tempo possível, a maior quantidade de brasileiros. Se não tivermos pressa, o futuro não nos julgará com benevolência.

Por isso, pedimos ao Governo Federal, especialmente por meio dos Ministérios da Saúde e das Relações Exteriores, esforço ainda maior para obter, em curto prazo, número consideravelmente superior de doses. Caso seja possível, sugerimos também o requerimento de apoio e intermediação da Organização Mundial da Saúde.

Neste momento, há novas, reais e importantes justificativas para que o Brasil obtenha, com celeridade, novas remessas de imunizantes, a principal delas é a chegada e a rápida disseminação, já no estágio de transmissão comunitária, da nova variante P1, que tem se revelado ainda mais letal, prejudicando os esforços para proteger a vida de nossas cidadãs e cidadãos, bem como de suas famílias.

O mundo acompanha com preocupação o rápido avanço do contágio por essa variante no Brasil, o que torna o bloqueio da disseminação desse tipo de vírus matéria de interesse de diversas nações, inclusive porque outras variantes podem dela advir. O percentual de vacinas aplicado no Brasil, a despeito do empenho de Governadores, Prefeitos e profissionais da saúde em todo o País, ainda é muito baixo e, no ritmo atual, infelizmente, atravessaremos o ano lamentando a irreparável perda de vidas, além da baixa expectativa de imunizar efetivamente todos os grupos prioritário.

Os exemplos cada vez mais bem-sucedidos de países que estão contendo a pandemia por meio da vacinação, combinada com outras práticas de prevenção e higiene, não remete a outro caminho que não seja o esforço político e diplomático de todos – liderado no plano das relações internacionais pelo Governo brasileiro – a fim de garantir, desde logo, novos carregamentos de vacinas.

Esses imunizantes são hoje para o Brasil e para os brasileiros muito mais do que uma alternativa ou medicamento: representam a própria esperança da população e, nesse sentido, nenhum governante pode correr o risco de não esgotar todas as possibilidades ou de procrastinar ações e procedimentos. Cada minuto, cada hora e cada dia são preciosos e decisivos, e constituem a triste diferença entre viver ou morrer.

Por fim, os Governadores que subscrevem este documento estão, como sempre estiveram, à disposição para colaborar para a consecução das medidas propostas, e confiam que o Governo Federal pode acelerar os procedimentos necessários – utilizando a importância geopolítica, histórica e econômica do Brasil – à obtenção de novos aportes de imunizantes para a população brasileira.

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Acre 01

Adiar lockdown é para evitar mais aglomeração no início do mês em mercados, diz Acisa

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Após o governo do Acre divulgar edição extra do Diário Oficial do Estado (DOE) adiando as medidas restritivas de fechamento do comércio para o próximo final de semana, a Associação Comercial, Industrial, de Serviço e Agrícola (Acisa) informou ao ac24horas que a decisão partiu de um acordo comum entre entidades do comércio, governo e Ministério Público do Estado do Acre. Para o grupo, implantar um lockdown num final de semana em que as pessoas estão recebendo pagamento salaria acarretaria e mais aglomeração na semana seguinte.

“Fizemos uma rodada de negociações sobre os efeitos do fechamento do comércio neste primeiro final de semana e visto que a maior parte da população faz uma feira mais robusta neste final de semana, porque recebe o salário, chegamos à compreensão de que isso iria aumentar aglomeração a partir da próxima terça-feira”, explicou o presidente da Acisa, Marcello Moura.

De acordo com a entidade, o fechamento do comércio neste início de mês iria causar maior movimentação nos supermercados e poderia até deixar pessoas, que ainda não receberam o salário, sem alimento. “Muitas pessoas esperam para comprar agora na primeira semana. As empresas privadas estão pagando de hoje (4) para amanhã (sexta)”, completa.

Moura destaca que a “Acisa e demais entidades de classe dialogaram e chagaram no consenso de que fechar os supermercados e comércio na primeira semana do mês, quando os funcionários recebem os salários e vão comprar a feira do mês, seria prejudicial à população, causando mais aglomeração nos dias de semana”.

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Acre 01

Após quase um mês de cheia, Rio Acre sai da cota de transbordamento em Rio Branco

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

Quase um mês depois de deixar mais de 10 bairros atingidos pela alegação neste mês de fevereiro, o Rio Acre saiu da cota de transbordamento neste sábado (27). Confirme última medição realizada pelo Corpo de Bombeiros, por volta das 9 horas, o manancial registrava 13,84 metros. A cota de transbordamento é de 14 metros em Rio Branco.

Entretanto, o nível do Rio Acre ainda está acima da cota de alerta, que é de 13,50 metros na capital acreana. Até o momento, 78 pessoas continuam desabrigadas na cidade.

Cerca de 2.740 famílias foram atingidas pela enchente na Capital. Quase 20 mil pessoas no total foram afetadas pela cheia. Destas, 600 tiveram de ser realizadas para outros locais fora de risco.

A Defesa Civil Municipal alerta que ainda há previsões de muita chuva na capital do Acre, o que deve fazer com que o Rio Acre possa elevar novamente o nível das águas.

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Acre 01

Rio Acre continua em vazante e não há novos desabrigados na Capital

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Nesta segunda-feira, 22, o nível do Rio Acre permanece em vazante. Na medição realizada às 6 horas da manhã, a cota era de 15,31 metros, o que significa 49 centímetros a menos do que o maior nível alcançado nesta enchente quando o Rio Acre chegou a 15,80 metros.

Em razão da subida, o número de desabrigados e desalojados não teve alteração nas últimas 24 horas. Aproximadamente 630 moradores de diversos bairros na capital acreana estão atingidos pela cheia, sendo que 68 famílias estão nos abrigos montados pela prefeitura e outras 132 foram levadas para casa de familiares.

Mesmo com a redução do nível do rio, a Defesa Civil continua trabalhando com a previsão de nova cheia. “Infelizmente ainda é essa a nossa expectativa, já que temos um volume muito grande vindo dos municípios. Em Assis Brasil o rio baixou dois metros e essa água vai chegar aqui. A boa notícia é que o Riozinho do Rola teve uma vazante de meio metro e não tivemos impacto em Rio Branco”, afirma Major Falcão da Defesa Civil Municipal.

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