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Bocalonistas, News Camelistas: o mais macho, pise no pé do outro

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O deputado Gehlen Diniz (PROGRESSISTAS) –foto- disse ontem ao BLOG DO CRICA acreditar que o seu partido e o governador Gladson Cameli podem chegar a um consenso se não por uma aliança com o PSB, mas que cada sigla lance o seu candidato próprio a prefeito de Rio Branco, e se unam no segundo turno. Diniz considera que foi muito boa a primeira reunião entre as lideranças do PROGRESSISTAS e o Gladson, onde cada um defendeu a sua tese acerca da eleição para a PMRB. Vê Cameli como peça importante na decisão. Com a presença do pré-candidato Tião Bocalon, no próximo encontro, os entendimentos podem avançar ainda mais, pondera o parlamentar. Segundo o BLOG apurou por outras fontes, hoje dentro do partido há uma ampla maioria a favor da candidatura do Bocalom (PROGRESSISTAS). Os membros do PP que defendem que o apoio do governador se dê à prefeita Socorro Neri praticamente se resumem aos “new camelistas” Moisés Diniz e Ney Amorim. Posição que é vista mais como uma forma de agradar ao governador, com a já demonstrada simpatia pelo nome da prefeita Socorro Neri. Há um componente neste trem descontrolado: o rifamento da candidatura de Tião Bocalom levaria de roldão o grupo do senador Sérgio Petecão (PSD), que tem a Marfisa Galvão (PSD) como vice da chapa, e decidiu que, em hipótese alguma embarcará no vagão da candidatura de Neri, se for chancelada pelo PP. E dividido entre bocalistas e new camelistas segue o descontrolado trem dos PROGRESSISTAS. Só falta alguém chegar e gritar, ao estilo da briga de gurizada: quem for mais macho pise no pé do outro. No mais, é o jogo da política.

PODE RESULTAR NUMA MERDA
O final desta disputa dentro dos PROGRESSISTAS acerca de quem apoiar para a prefeitura de Rio Branco pode acabar num grande consenso, em nada, ou numa grande merda, dependendo do desfecho. Dependendo de como as conversas vão acontecer daqui para frente.

PEDRO COMO PEDROCA
Para o BLOG tanto faz escolhlher o Pedro como a Maroca, apenas noticio os fatos

NÃO É CONFIÁVEL
A depender do deputado Gehlen Diniz (PROGRESSISTAS), o deputado Jenilson Lopes (PSB) não continuará como vice-presidente na chapa da eleição para a mesa diretora da ALEAC, que será antecipada. “É inconfiável” – disparou Diniz em comentário feito ontem ao BLOG.

ACATA A MAIORIA
Mas, Diniz ressalvou que, se a maioria entender ao contrário, ele vai acatar a decisão.

GANHA O MAZINHO
Sobre o panorama da eleição para a prefeitura de Sena Madureira, em que será candidato a prefeito, o deputado Gehlen Diniz (PROGRESSISTAS), é pragmático: “com mais de um candidato da oposição o prefeito Mazinho se reelege, a oposição só tem chance unida”.

COMPETENTE, MAS LENTO
O secretário Márcio Oliveira, assessor político da prefeita Socorro Neri, é visto no meio da categoria como qualificado e competente na gestão, mas lento quase parando nas decisões políticas. Mas, cada gestor faz opção em ter o assessor que bem entender ter ao seu lado.

ESTAVA NA PROGRAMAÇÃO
É falso como uma nota de duzentos reais que as obras da prefeitura na Cadeia Velha atendam ao pedido deste ou daquele político, estavam programadas no calendário da prefeita Socorro.

TERRENO NA LUA
As duas últimas pesquisas de opinião pública sobre a eleição municipal, que foram divulgadas pela imprensa, não podem ser vendidas como se fossem decisivas para a escolha do próximo prefeito da capital. Isso é tão verdadeiro como comprar terreno na lua. Pesquisa é momento.

CAMPANHA NEM COMEÇOU
A campanha nem começou. É no seu decorrer que o jogo será jogado. O resto é perfumaria.

MEXE NA CHAPA DE VEREADOR
Um dos argumentos usados pelo grupo do PROGRESSISTAS que defende candidatura própria para prefeito de Rio Branco é que, com um nome do partido na cabeça da chapa, o partido poderá chegar a dois ou três vereadores, mas se for apoiar candidato de outra sigla fará só um.

NOMES DO PP
Entre os candidatos da chapa do PROGRESSISTAS para vereador de Rio Branco estão N. Lima, Samir Bestene, Evandro Cordeiro, Aluzio Veras e Rutênio e Márcio Albion.

LEGENDA PUXA
O grupo se baseia que com palanque próprio a tendência lógica e ter mais vereadores porque a legenda puxaria. E apoiando um nome de fora, esta vantagem iria para o partido aliado.

VOZ DA LUCIDEZ
Toda vez que o Padre Mássimo Lombardi se pronuncia sobre a discussão da abertura ou não dos templos religiosos com a pandemia no vermelho, se ouve a voz da lucidez neste debate numa nau de insensatos. Remar contra a ciência é cair no obscurantismo da Idade Média.

MANTÉM PÚBLICO FIEL
A última pesquisa com o presidente Bolsonaro com 40% de aprovação do seu governo, mostra que conseguiu formar uma claque conservadora e de direita fiel. É como o Lula no seu auge. Se o Bolsonaro falar hoje que Melhoral cura a Covid-19, o seu público vai crer piamente.

JOGADA POLÍTICA
O ex-governador Romildo Magalhães lançou o programa “Sopão Enche o Bucho”, que distribuia sopa nos bairros periféricos. Vem o Gladson Cameli agora como o “Bolsa Enche o Bucho”, um cartão para compra de alimentos pelos que integrama faixa de baixa renda. É uma medida social, mas tipicamente eleitoreira, num ano de eleição municipal, visa votos.

PANEM ET CIRCENSES
É na era moderna a repetição dos que faziam os imperadores romanos para acalmar o povão, distribuiam pão e complementava com o circo das disputas de gladiadores no Coliseu de Roma. Era uma forma de manipular a massa e a deixar desinteressada por reivindicações.

NÃO TEM OUTRO JOGO
Caso o Ilderlei Cordeiro não seja julgado este ano, ele será o candidato a prefeito apoiado pelo governador Gladson Cameli, em Cruzeiro do Sul. Se julgado e mantida a sua cassação, seu nome sairá do páreo.

CADA CABEÇA UMA SENTENÇA
Com o PT no poder o professor Marcelo Siqueira (PT) teve a sua candidatura a deputado estadual jogada às traças pela direção partidária. E na eleição deste ano, com o PT fora do poder, resolveu sair no tudo ou nada apostando no seu trabalho. Cada cabeça, uma sentença.

CHEGA SER IMPRESSIONANTE
Quando se fala na candidatura do Minoru Kinpara (PSDB) a prefeito da capital dentro do grupo de aliados do Gladson há uma reação em cadeia contra. É impressionante! A impressão que passa é que estão mais preocupados em lhe derrotar que eleger alguém do grupo á PMRB.

O FILHO É MEU
O deputado Daniel Zen (PT), que disputará este ano a prefeitura da capital, está reivindicando a paternidade do filho “Bolsa Enche o Bucho” do governador Gladson. Enviou nota neste sentido ao BLOG: – Obrigado, Gladson! Meu projeto de lei de “renda mínima emergencial” e “renda mínima Cidadã”, virou “Bolsa Enche o Bucho. Não me importa o nome, mas sim o acatamento da idéia! Que seja de fato iplementada e que traga benefício para o povo do nosso Acre. De fato, projeto neste sentido foi defendido pelo Zen na ALEAC.

VAMOS PARANDO
Nesta eleição municipal os candidatos aliados do governo não vão poder em momento algum atacar os candidatos do PT, como se pertencer ao partido fosse algo asqueroso. É que basta olhar para dentro do governo do Gladson que vai se vislumbrar ex-petistas ilustres de 20 anos.

FORA DO CORDÃO
Não vou escrever para agradar o cordão dos contentes, quem quiser que brigue com a notícia.

MULHERES NA LIDA
Suelen Carlos, Gabriela Câmara, Michely Melo, Bruna Delilo, Lene Petecão, Elzinha, Rila Freze, Lana Vaz, Manteiguinha, Larissa, são nomes de mulheres na disputa de vagas na Câmara Municipal de Rio Branco.

NÃO FOI OMISSO
Nesta pandemia ninguém pode levantar a voz contra o governador o chamando de omisso, está deixando no sistema público de saúde dois hospitais de campanha equipados e definitivos. Para quem pegou um sistema só a sucata, é um saldo positivo da sua gestão.

NAVEGO NESTA MAROLA
Numa campanha, o interessante é o bastidor. Essa marola, eu conheço e navego bem.

MESMA CHANCE
O candidato a prefeito de Rio Branco, Jamil Asfury (PSC), colocou a vaga de vice na sua chapa à disposição da Marfisa Galvão (PSD). A chance de fechamento é a mesma do Tite me convocar para atacante da seleção brasileira.

FRASE MARCANTE
“Um político divide os seres humanos em duas classes: instrumentos e inimigos”. Nietzsche

Blog do Crica

Nem tudo são flores na esquerda

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A ENTREVISTA muito lúcida do advogado Sanderson Moura foto – ao ac24horas mostrou que, a unidade da esquerda para disputar a eleição do próximo ano vai depender da posição do PT. É que, há uma predisposição petista de ter o ex-senador Jorge Viana como candidato ao Senado. O que choca com o PSOL, que não abre mão da candidatura do advogado a senador. A tese defendida por Sanderson na entrevista foi a de que, a esquerda não pode chegar na eleição de 2022 com o velho discurso da hegemonia do PT, sem apresentar novas caras. Deixou claro nas entrelinhas da sua fala que a chapa ideal para ele seria Jorge Viana (PT) para o governo, o qual considera ter sido um excelente gestor quando ocupou o Palácio Rio Branco, e ele para o Senado. Ainda há um componente nesta equação, o deputado Jenilson Leite (PSB), que analisa vir a disputar o governo. Por tudo isso pode se dizer que, nem tudo são flores para a esquerda chegar na disputa eleitoral do próximo ano de forma unida. Carta na mesa.

EXTREMAMENTE QUALIFICADO

DEIXANDO o problema dos partidos de esquerda de lado, não se pode negar ter o Sanderson Moura feito na entrevista uma leitura política muito pertinente, sem mostrar sectarismo. É um quadro extremamente qualificado posto no jogo para a disputa do Senado. TEM QUE TER PROJETO

O DEPUTADO Edvaldo Magalhães (PCdoB) disse recentemente com muita propriedade, que a esquerda tem de mostrar um projeto de governo. Está certo, não pode chegar em 2022 e dizer que vão para a eleição só porque não gostam do Gladson. Seria pregar o óbvio.

MANDATO PRESENTE

NESTES pouco mais de cinco meses de mandato, o vereador Arnaldo Barros (PODEMOS) tem se mostrado sempre presente a todas as manifestações populares.

DIREITA SEGMENTADA

A MOTOCIATA com milhares de motos em São Paulo, mostrou que o presidente Bolsonaro conseguiu trazer para a política a extrema direita, que vivia escondida no país. E, que pode até perder a eleição, mas é parada dura.

ÚNICO ADVERSÁRIO

AS PESQUISAS estão mostrando que, o presidente Bolsonaro terá no ex-presidente Lula o adversário mais ferrenho na disputa da reeleição. Lula continua forte.

VAI CONTINUAR

AINDA QUE o Bolsonaro venha a perder a eleição, o mantra do bolsonarismo deve sobreviver, como o peronismo na Argentina e o chavismo na Venezuela.

FAZER UMA PARCERIA

NÃO CUSTA nada para a prefeitura e o governo unirem esforços para acelerar a vacinação das faixas etárias na capital. Não se trata de competição, mas de salvar vidas.

NENHUM DÉMERITO

NÃO SE TRATARIA de nenhum demérito a secretaria municipal de Saúde pedir ao governo que reforce as equipes que estão atuando na vacinação na capital.

EXEMPLO NA GESTÃO

A REATIVAÇÃO do projeto da BONAL, com a sua fábrica de beneficiamento de palmito de pupunha, há 15 anos parada, foi um ponto para o governo. É exemplo de gestão do secretário de Industria, Ciência e Tecnologia (SEICT), Anderson Lima, que foi quem tocou o projeto.

DIFÍCIL DE ENTENDER

COM A VISIBILIDADE e a boa votação que teve na recente disputa da prefeitura de Rio Branco, a prefeita Socorro Neri, por certo disputaria com chance um mandato de deputada. Este cavalo pode não passar mais selado.

LEGISLAÇÃO ELEITORAL

VAI haver mudança na legislação eleitoral? O “Distritão” será aprovado? Ficará tudo como está? De acordo como ficar, é que as forças políticas se acomodarão.

QUANDO OUTUBRO CHEGAR

O CONGRESSO tem até outubro para mudar ou não as atuais regras eleitorais, que hoje proíbem as coligações proporcionais. O “Distritão” favorece quem tem mandato e base política sólida. Seriam eleitos os mais votados.

NÃO CHEGARIA AONDE CHEGOU

O GOVERNADOR Cameli tem repetido nas entrevistas, que os seus adversários não o subestimem. Para quem foi deputado federal, senador, e agora governador, em eleições emendadas, de fato, não é para subestimar.

JANELA PARTIDÁRIA

COM A ABERTURA da janela partidária no início do próximo ano, é que vai se ter noção de como ficarão as composições de troca de partidos entre os deputados. Até lá, só ilação.

SEM ALTERNATIVA

OS DEPUTADOS estaduais eleitos por partidos pequenos já fizeram as contas e vão ter que procurar partidos grandes para se abrigarem, e disputarem a reeleição.

CHAPAS PRONTAS

O SENADOR Petecão (PSD) comemora ter praticamente montadas as suas chapas de deputado estadual e deputado federal. Para estadual, o PSD não aceitou ninguém com mandato, o que tornou fácil as adesões.

OLHO NO PDT

O DEPUTADO PEDRO LONGO (PV), uma boa surpresa na condução da liderança do governo na ALEAC, não deve se filiar ao PP, como noticiado, ele está de olho no PDT.

PESADÊLO DOS PARTIDOS

O PESADÊLO dos partidos nesta pré-campanha é conseguir mulheres qualificadas como candidatas a deputada, que não entrem nas chapas só para preencher a cota estabelecidas em lei. Poucas aceitam.

 

FRASE MARCANTE

“As idéias devem ser recebidas como hóspedes, cordialmente, mas com a condição de não tiranizarem o dono da casa”. (Alberto Moravia)

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Blog do Crica

Ninguém vai meter a cabeça agora

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NÃO ESPEREM no decorrer deste ano uma batida de martelo final por parte do governador Gladson Cameli e do senador Sérgio Petecão (PSD), os dois principais personagens que devem disputar o governo em 2022, sobre quem serão os candidatos das suas chapas para Vice e para o Senado. Vai ficar para o próximo ano. No caso do governador, terá que desatar o nó de ter quatro candidatos a senador do seu grupo político, para uma única vaga em disputa. E ver como vai conduzir as discussões com o MDB, que quer indicar o Vice da sua chapa. Já o Petecão, vai esperar a sobra do que vier de algum descontente por não ser o escolhido de candidato a senador pelo governador Gladson. Ao empurrarem a discussão sobre as composições de suas chapas para 2022, agem com sabedoria e prudência. 2021 é ano para se se buscar aliados, formação de chapa majoritária é para 2022. Até lá, vão continuar as discussões periféricas.

LUZ NO FIM DO TÚNEL
DIRIGENTES DO MDB viram no recuo do secretário Alysson Bestene de não se filiar no PSL, a mão do governador Gladson Cameli, para não dar como fato consumado a sua indicação para vice. Acham os emedebistas que, assim, fica aberto o caminho para a sigla discutir um nome seu para vice na chapa de Cameli.

NOME DO PARTIDO
O BLOG apurou ontem que, o nome que o MDB deve apresentar no próximo ano para vice do Gladson, quando as discussões forem abertas, é o da deputada federal Jéssica Sales (MDB). Só não querem antecipar o debate.

DADO COMO CERTA
É DADO COMO certa a reaproximação do governador Gladson com o grupo do ex-prefeito Vagner Sales, com o qual deve manter uma conversa final de recomposição.

LULA NA FRENTE
MAIS UMA pesquisa de opinião pública coloca o Lula na frente do Bolsonaro na corrida presidencial, a da XP IPESP. Lula aparece com 32%, contra 28% do presidente.

NINGUÉM GANHOU A ELEIÇÃO
A pequena diferença entre Lula e Bolsonaro, na verdade um empate técnico, mostra que o PT não está morto, mesmo alvo de escândalos e estando fora do poder.

SEM NOME ALTERNATIVO
EM TODAS as pesquisas que saíram este ano ficou caracterizada a ausência de um nome alternativo forte, para ameaçar as posições de Lula e do Bolsonaro.

O TEMPO VOA
NÃO ESPEREM ver o nome do prefeito Tião Bocalon em qualquer bandalheira. Mas só isso não é suficiente para deslanchar a sua administração, ele tem que ser mais humilde, dialogar com o povo, e fazer o feijão com arroz.

MUITO DESGASTE
O PREFEITO Tião Bocalon acumulou um desgaste muito grande, em pouco tempo de prefeitura de Rio Branco.

GARANTIDO EM LEI
SOBRE a greve dos professores, muito coesa na categoria, o deputado Daniel Zen (PT) argumenta que, o que o governo está apresentando como proposta, já está garantido em lei e são obrigações da Secretaria de Educação, e como tal têm que ser cumpridas.

BELO DE UM ABACAXI
A SECRETÁRIA de Educação, Socorro Neri, navega como pode nas discussões com os professores, mas o seu poder de decisão tem limites, ela esbarra na lei e nas finanças estaduais. Ganhou, ao assumir, um abacaxi de Tarauacá.

NÃO FECHOU AS PORTAS
A SECRETÁRIA Socorro Neri tem pontos ao seu favor: não fechou as portas do diálogo e não defendeu o corte de pontos dos grevistas. Diálogo sempre, é o caminho certo.

SEM CULPA NO CARTÓRIO
DADOS mostram Rio Branco com mais de 15% dos que tomaram a primeira dose da vacina, não tendo voltado para tomar a segunda dose. Não cabe neste contexto, criticar o secretário municipal de Saúde, Frank Lima.

PELO MENOS MONTOU
AO dar uma olhada nos nomes da chapa de deputado federal do PSL, nota-se que, se não é uma chapa dos sonhos, pelo menos o partido foi o primeiro a montar.

DIFICULDADES SÉRIAS
EXISTEM partidos grandes com sérias dificuldades de encontrar nomes que aceitem ser candidato a deputado federal, na eleição do próximo ano. Não será fácil.

NÃO ESTÁ PARADO
O EX-SENADOR Jorge Viana (PT) tem feito visitas a bairros da capital, conversando sobre política. Fora do poder, o petista está naquela de, se não tem cão, caça com o gato.

SIBÁ ANIMADO
A VOLTA do Lula para a disputa presidencial animou o ex-deputado federal Sibá Machado (PT) a ser candidato em 2022. Sibá é PT de DNA, com prestígio na direção nacional, principalmente, com a ala mais ideológica.

EXPERT EM CHAPAS
O PRESIDENTE DO PDT, Luiz Tchê, trabalha para o partido ter chapas competitivas para a ALEAC e Câmara Federal. Tchê é expert em montar chapas para conquistar vagas.

HOMEM DO EMPRESARIADO
O ex-presidente do BASA, Marivaldo Melo, é quem tem ajudado o senador Sérgio Petecão (PSD), a buscar apoio junto ao empresariado, para sua candidatura ao governo.

DÊDA CERTO
O EX-PREFEITO Dêda está correto em esperar como ficarão as composições de chapas para filiar seu grupo. Não vai jogar a esposa e deputada Maria Antonia, numa chapa em que só ela tenha votos, e não se reeleja.

TENDÊNCIA NATURAL
A TENDÊNCIA natural, mantida a proibição de coligações proporcionais, é de que boa parte dos deputados estaduais se juntem num só partido, pela dificuldade em formar chapas próprias. Como aconteceu como PEN.

NEM UM PIO
A EX-PREFEITA de Brasiléia, Leila Galvão (MDB), não deu nem um pio sobre seu futuro político, se será candidata ou não no próximo ano. Não está errada, é muito cedo.

FRASE MARCANTE
“Guarda uma semente na terra que a terra te dará uma flor”. (Gibran Kahilil).

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Uma disputa embolada sem favorito 

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PODEREMOS ter na eleição do próximo ano uma das disputas mais emboladas para o Senado, com seis candidaturas, sem um pré-favorito: Alan Rick (DEM), Vanda Milani (PRO), Márcia Bittar (partido a definir), Mailza Gomes (PP), Sanderson Moura (PSOL) e Jorge Viana (PT). 

O problema maior fica por conta do grupo do governador Gladson Cameli, que tem quatro dos seis candidatos sendo seus aliados.

 É incerto, pois, como este assunto será resolvido pelo governador, para conseguir apenas uma candidatura de consenso para integrar a sua chapa. Não há por parte de nenhum deles a inclinação até agora para recuar. Com os seis nomes postos na mesa vai ganhar o eleitor, que terá uma gama grande de opções para votar. 

É prematuro apontar um nome que entrará na disputa da única vaga do Senado, ostentando a capa do favoritismo. Isso será definido na campanha. Jogo feito.

FATO INDISCUTÍVEL

PODE-SE criticar o Gladson em outras facetas da sua administração, mas não se pode deixar de reconhecer que, ele foi incisivo em suas ações de combate da pandemia do Covid, e não seguiu os negacionistas.

TEVE VONTADE POLÍTICA

PODE-SE se falar que veio muito recurso do governo federal. Mas, em outros estados, muitos governadores usaram mal a verba, o que não ocorreu no Acre. Se o Gladson não foi perfeito, também não foi um omisso.

NINGUÉM ENTENDE O BOLSONARO

A CAMPANHA do presidente Jair Bolsonaro de acabar com o uso de máscaras para evitar a infecção pelo Covid, vai contra todas as recomendações médicas mundiais.

E TEM GENTE QUE APLAUDE

E, o mais grave é que, os seus seguidores o aplaudem.

OUTRO CONTEXTO

O ARGUMENTO que, nos EUA acabou a recomendação do uso de máscaras, não pode ser usado no Brasil. Lá, boa parte do povo foi vacinada e o número de casos caiu.

NÃO É PARA CURTO PRAZO

FOI POSITIVA a largada da construção do Anel Viário, em Brasiléia, pelo governador Gladson. Mas, esta não será uma obra de conclusão curta, vai entrar por todo 2022.

15 DE CARA NOVA

OS recursos estão garantidos. O governo deveria correr para acelerar o início do projeto de revitalização da orla do 15, que mudará a cara de um dos bairros mais tradicionais da capital. O projeto é da deputada federal Vanda Milani (PROS), que alocou a verba para a obra.

CAMPO DA ESPECULAÇÃO

ATÉ O RESTANTE deste ano, tudo o que se falar sobre candidaturas ao Senado e do espaço de vice no grupo do governador Gladson, ficará no campo da especulação.

O JOGO É PARA 2022

NEM o portão do estádio onde se dará a disputa da escolha dos candidatos ao Senado e de vice, na chapa do Gladson, foi aberto. O jogo só começa no próximo ano.

OPÇÃO POLÍTICA

O Jenilson Leite (PSB) é um bom deputado, e teria uma reeleição bastante favorável. Mas, disputar o governo é uma decisão que deve ser pensada, ele entra de zebra.

PURGATÓRIO DOS SEM MANDATOS

SE ELEITO governador, aleluia! Mas caso não ganhe, ficará um bom tempo no purgatório dos políticos sem mandato. Teria que esperar 2024 para, se quiser, disputar a PMRB.

QUASE CERTA

A POLARIZAÇÃO na ponta entre as candidaturas ao governo do Gladson Cameli e do Sérgio Petecão, é quase certa. Não será fácil a outro candidato quebrar este polo.

ELEIÇÃO DURA

E, não tenham dúvida que, será uma disputa muito dura.

COISAS DO MDB

O MDB está assim: o grupo do Flaviano Melo (MDB) e do Márcio Bittar (MDB), fechou com a reeleição do Gladson. O do prefeito Mazinho, com o senador Petecão (PSD), e o grupo do Vagner Sales (MDB), ainda não definiu o rumo.

NINGUÉM LEVA INTEIRO

NENHUM candidato ao governo levará o MDB inteiro para o seu palanque, na eleição do próximo ano.

PROJETO SOCIAL

O projeto “Passaporte para a Vitória,” do lateral direito do Flamengo, Léo Moura, vai ter dois núcleos no Acre, atendendo em média 300 crianças. Emenda do deputado federal Alan Rick (DEM) vai bancar viabilidade da ação.

NOMES DE PESO

O JURUÁ vem com três nomes de peso para deputado estadual, em 2022, todos eles com ampla chance de conseguir a reeleição: Luiz Gonzaga (PSDB), Nicolau Junior (PP) e Antônia Sales (MDB).

PANORAMA INDEFINIDO

A GRANDE expectativa da classe política, principalmente, os deputados federais, é de como ficará a legislação eleitoral. Se mantidas as regras, sem coligação proporcional, forçará os partidos a terem chapa própria.

APOSTA NA PULVERIZAÇÃO

O PT aposta na pulverização dos votos do grupo do governador, com vários nomes ao Senado, para inflar a candidatura do Jorge Viana (PT), com a esquerda unida.

FRASE MARCANTE

“Não arriscar nada é arriscar tudo”. (Césare Cantú)

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Jéssica toca fogo na escolha do vice

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O ALVO principal da deputada federal Jéssica Sales (MDB), foto, na sua entrevista de ontem ao programa “Boa Conversa” do ac24horas, foi o secretário de Saúde Alysson Bestene, aos quais fez duras críticas ao seu trabalho. 

Jéssica, ao mesmo tempo em que procurou mostrar o que chamou de “incompetência” de Alysson, se colocou como uma opção de qualidade para ser a vice, numa eventual escolha do seu nome para estar na chapa do governador Gladson Cameli, na eleição do próximo ano. O que dá para se deduzir? Ficou bastante claro que o grupo da parlamentar não avaliza a indicação do secretário para vice do Gladson Cameli, que deve brigar dentro do MDB para que o partido ocupe o espaço da vice na chapa do governador. 

Isso mostra que a disputa para ser o vice na chapa de Cameli ainda vai ter desdobramentos até que venha ser oficializada. Apontar o vice continua sendo o cenário pelo qual o MDB vai brigar até o último round.

CHAMOU ATENÇÃO

O QUE CHAMOU também atenção na entrevista da desenvolta deputada federal Jéssica Sales (MDB), foi o relato das conversas de bastidores. Já conversaram com o grupo Sales o governador Gladson Cameli, o senador Sérgio Petecão (PSD), e o ex-senador Jorge Viana, mas com a ressalva que não houve acordo com nenhum deles.

APOIADA EM FORTE BASE

CONVERSEI ontem com importante figura política da oposição, e essa me disse que, a indicação da deputada federal Jéssica Sales (MDB) para ser a vice da chapa do governador Gladson deverá ser ancorada no apoio do MDB, PTB, REPUBLICANOS e PSDB. Ou seja, o jogo para vice ainda será jogado até a prorrogação.

CHAPA NA MESA

NO ATO da manutenção do Pedro Valério na presidência do PSL, a acontecer segunda-feira, deverão ser apresentados alguns nomes com nichos eleitorais de candidatos a deputado federal como Ulysses Araújo, Eduardo Veloso, Ana Beirute, Sargento Adonis, Fernando Lage, Lucila Brunetta, o próprio Valério e Rodrigues Pires.

A SE DESTACAR

É BOM RESSALVAR ser o PSL um dos partidos com maior Fundo Eleitoral para financiar as suas candidaturas proporcionais. O que interessa a uma sigla é ter em Brasília um maior número de deputados federais.

LARGADA DA OPOSIÇÃO

A OPOSIÇÃO faz a sua primeira grande reunião para discutir a eleição de 2022 e a chapa majoritária, só na próxima segunda-feira, a pedido do presidente do PSB, César Messias. PSB, PCdoB, PSOL e PT comporão o grupo.

APENAS NOS BASTIDORES

A OPOSIÇÃO vinha tendo manifestações pontuais, mas não discutiu ainda o projeto do grupo para 2022. Uma alternativa é uma chapa com o deputado Jenilson Leite (PSB) para o governo e Jorge Viana (PT) ao Senado.

QUESTÃO DECIDIDA

AMIGO próximo do ex-prefeito Raimundo Angelim revelou ontem ser questão decidida que este não seja candidato a deputado federal. Ficará apenas nos bastidores, ajudando as candidaturas do PT.

NOME MUITO FORTE

COSTUMO ouvir muitos comentários positivos sobre a candidatura do ex-prefeito Marcus Alexandre a deputado estadual. Deixou o poder, mas não perdeu a simpatia do povo. O que não é muito comum por estas bandas.

NÃO ME PERGUNTE

QUEM será o candidato ao Senado ao compor na chapa do governador Gladson Cameli, não sei responder. Acho que, hoje nem o Gladson tem resposta para a indagação.

NÃO VEJO ALTERNATIVA

AO NÃO ser que, surja algum nome fora do ponto da curva na disputa presidencial como alternativa, a polarização deve acontecer entre o Lula e o Bolsonaro.

GANHOU TODAS

OS BOLSONARISTAS querem a todo custo tirar o Tite do comando da seleção brasileira, sob o cômico argumento que, ele é “comunista” e ligado ao Lula. Querem tirar um técnico que ganhou todas partidas das Eliminatórias para a próxima Copa do Mundo. 

PÉS NO CHÃO

O GOVERNADOR Gladson Cameli está com os pés no chão. Foi taxativo na sua última entrevista de que não tem reeleição ganha, e que não se baseia na aceitação do governo.

LEI IMPEDE

POR MAIS boa vontade que o governador Gladson Cameli tenha de resolver as pautas da Educação e Saúde, ainda assim será difícil: o governo passou do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal com o gasto de pessoal.

 PP CALADO

ATÉ aqui o PP é o partido que não tem se manifestado sobre a disputa do Senado e da vice na chapa do governador Gladson Cameli. Seus dirigentes querem ver primeiro que rumo as discussões vão tomar em 2022.

NÃO ESTÃO ERRADOS

OS DIRIGENTES do PP não estão errados quando ficam calados, tudo o que se falar no momento é baseado em suposições, sobre como ficarão as composições eleitorais.

FRASE MARCANTE

“Não há prazer mais complexo do que o de pensar”. (Roberto Shinyaschiki).

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