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Acordão pode reeleger atual mesa diretora da Assembleia Legislativa já na semana que vem

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Um acordo que estava sendo movimentado nos bastidores da Assembleia Legislativa poderá ocasionar a antecipação da eleição da mesa diretora já para semana que vem. A conversa teria partido de um entendimento entre o governador Gladson Cameli e o presidente da casa, Nicolau Junior, que acham melhor antecipar a escolha antes das eleições municipais.

O ac24horas apurou que o principal objetivo é que caso “interesses sejam ofendidos” durante ou depois da eleição, a situação para reeleger Nicolau ficaria mais difícil, pois existe uma tendência dos aliados ficarem insatisfeitos com as articulações e o resultado. Isso faria com que o “preço” para reeleger Nicolau, braço direito do governador, ficasse mais caro.

Existe um entendimento que a o grupo da oposição estaria acenando com a possibilidade sim de antecipar a reeleição e seriam necessário 14 votos, mas existe uma condicionante de que a atual mesa diretora seja mantida como o deputado Jenilson Leite (PSB) na vice-presidência e a segunda-secretária, Antônia Sales (MDB), que está em rota de colisão com o governo. É consenso que Luiz Gonzaga (PSDB) continue na primeira-secretaria.

Para que acordo seja chancelado, existe um trabalho dentro do Partido Progressista, que detém dois deputados, de convencer José Bestene e Gerlen Diniz, que sinalizaram em tirar Jenilson Leite da vice-presidência, mas os bombeiros já foram escalados e a ideia praticamente foi descartada.

A reportagem teve acesso a uma informação que a proposta será colocada na terça-feira, 14, e será votado no plenário na quarta, dia 15. Em legislaturas passadas, algo semelhante ocorreu na reeleição do ex-presidente Ney Amorim. A tendência é que a chapa atual seja inteiramente reeleita.

Acre 01

Servidores da saúde cobram promessas e lembram de colegas mortos pela Covid-19

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Servidores da saúde realizaram na manhã desta segunda-feira, 14, em frente ao Palácio Rio Branco, uma manifestação com direito a caixões numa forma de chamar a atenção do governador Gladson Cameli em relação às promessas feitas às categorias. O ato deu início a greve geral da saúde.

Mais cedo, a categoria iniciou uma carreata em frente a Fundação Hospitalar do Acre (Fundhacre) percorrendo as principais vias da capital e encerrou com esse ato em frente ao Palácio.

Vestidos de preto, servidores da saúde colocaram caixões e relembraram as mortes de colegas para a Covid-19 neste ano. Os profissionais decidiram por uma paralisação geral em conjunto com todos os trabalhadores da Saúde no estado a partir desta segunda (14).

Serviços tido de Urgência e Emergência não serão prejudicados e tampouco o atendimento para casos Covid-19, informou o presidente do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC), Guilherme Pulice.

A decisão foi tomada devido às sucessivas recusas de tratativas de reajuste do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) por parte do governo do estado e diversos outros problemas que afetam todos os empregados da área.

A proposta do movimento é chamar a atenção da sociedade sobre os empecilhos que comprometem a qualidade do atendimento nas unidades públicas, além de pressionar os gestores a implementar as melhorias necessárias.

Outras reivindicações são a recomposição das perdas inflacionárias, o pagamento retroativo do adicional Covid-19 de dezembro de 2020, a gratificação de 20% de insalubridade até a regularização do novo LTCAT, além da revisão da Lei do Igesac, fornecimento de insumos necessários para o exercício profissional e concurso público.

Fotos: Sérgio Vale/ac24horas.com (proibida a reprodução).

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Acre 01

Servidores da saúde do Acre iniciam greve geral com ato em frente a Fundação Hospitalar

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Servidores da saúde deram início na manhã desta segunda-feira, 14, em frente à Fundação Hospitalar do Acre (Fundhacre), a greve geral da categoria. No decorrer do dia, os servidores farão uma carreata pelas ruas de Rio Branco e encerram com um ato em frente ao Palácio Rio Branco, onde ficarão concentrados.

Serviços tido de Urgência e Emergência não serão prejudicados e tampouco o atendimento para casos covid-19, informou o presidente do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC), Guilherme Pulice.

No ato em frente a Fundhacre, Guilherme Pulice, afirmou que a pandemia da covid-19 escancarou os defeitos da saúde no Acre.

“Eu acho que a pandemia escancarou todas as feridas que os profissionais enfrentam e a população também que necessita do atendimento desses profissionais. As condições de trabalho não são adequadas, faltam insumos básicos, estrutura mínima para atender as pessoas que buscam atendimento. Não dá mais para tolerar. As condições são péssimas e os direitos dos profissionais estão sendo subtraídos, lutamos por direito. Não pedimos aumento e sim de resgate de direitos que foram retirados paulatinamente em governos passados, mas que foi prometido pelo governador Gladson”, afirmou

As categorias alegam que a decisão foi tomada devido às sucessivas recusas de tratativas de reajuste do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) por parte do governo do estado e diversos outros problemas que afetam todos os empregados da área.

A proposta é chamar a atenção da sociedade sobre os empecilhos que comprometem a qualidade do atendimento nas unidades públicas, além de pressionar os gestores a implementar as melhorias necessárias. Outras reivindicações são a recomposição das perdas inflacionárias, o pagamento retroativo do adicional Covid-19 de dezembro de 2020, a gratificação de 20% de insalubridade até a regularização do novo LTCAT, além da revisão da Lei do Igesac, fornecimento de insumos necessários para o exercício profissional e concurso público.

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Acre 01

Governo recua e estádio voltará a ser Arena da Floresta e caixa d’água será prata ou bronze 

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Após receber centenas de críticas, o governador Gladson Cameli decidiu voltar atrás em algumas decisões sobre o uso das cores em prédios e monumentos públicos, assim como a nomenclatura que haviam sido alteradas em sua gestão.  Neste domingo, 13, o governo anunciou por meio da assessoria nas redes sociais que erros devem ser reconhecidos, referindo-se à pintura na cor azul da caixa d’água da Seis de Agosto, ao nome do estádio Arena Acreana e entre outros.

Diante da repercussão negativa, Cameli disse: tenho acompanhado as reclamações das pessoas por conta da pintura azul em alguns prédios públicos. O uso dessa cor tem dado margem para que alguns digam que é usada porque é a cor do partido ao qual sou filiado. Aliás, acho uma bobagem alguém se achar dono de alguma cor. Como o povo do Acre e eu mesmo criticamos o uso de símbolos e cores partidárias em prédio e até em helicóptero públicos, tenho que tomar uma decisão”, anunciou ao jornalista Altino Machado.

Gladson reclama que qualquer cor que seja usada resulta em críticas à sua gestão. “Sendo assim,  o estádio Arena da Floresta vai continuar sendo Arena da Floresta e não Arena Acreana. A caixa d’água do bairro 6 de Agosto terá a pintura na cor prata original ou na cor bronze dos últimos anos”, garante.

O governo informou que também irá recuperar a pintura original do Colégio Estadual Barão do Rio Branco. “O que tem que prevalecer é o bom gosto, a sobriedade no uso de cores, que deve levar em conta valores estéticos e históricos. Asseguro que os pórticos de parques e o Palácio Rio Branco não serão pintados de azul, conforme chegaram a sugerir em redes sociais”, disse.

Por fim, Cameli assegurou ser autêntico, com capacidade de recuar e reconhecer eventuais erros de sua gestão. “Já fiz isso várias vezes e farei quantas forem necessárias. Minha preocupação é evitar o erro daqueles que perderam a capacidade de ver e ouvir e jamais recuaram ou admitiram as suas falhas. Não carrego esse peso”, concluiu.

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Acre 01

Pazuello ignorou por três dias pedidos de oxigênio para o Acre

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O general Eduardo Pazuello, quando esteve à frente do Ministério da Saúde (MS) ignorou por três dias um pedido da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) para que fossem enviados cilindros de oxigênio ao Estado. A solicitação, feita no dia 12 de março, só foi respondida no dia 15, depois de Pazuello deixar o cargo. As informações constam de documentos entregues pelo próprio Ministério da Saúde à CPI da Covid-19 no Senado.

O pedido foi feito por e-mail pela Secretaria de Saúde do Acre que necessitava de ajuda para não ficar sem estoque de oxigênio, como já havia acontecido em Manaus, no Amazonas, também durante a gestão de Pazuello.

“Prezados, encaminho o Ofício no. 634/2021/SE/GAB/SE/MS, que trata do risco iminente de desabastecimento de oxigênio nos municípios do Estado do Acre. Solicito confirmação de recebimento”, escreveu a secretaria da saúde do Acre.

Uma funcionária de apoio do Ministério da Saúde respondeu, depois de três dias: “Boa tarde! Acuso recebimento. Desculpe a demora“. A pasta se comprometeu a enviar para o Acre 300 cilindros de oxigênio. A primeira leva, com 60 cilindros, foi entregue no dia 17.

Na CPI, os senadores se mostraram estupefatos com o fato de o Ministério levar três dias para responder a um e-mail que pedia regime de urgência e por se tratar de risco de falta de oxigênio necessário para salvar vidas.

De acordo com informações da CPI, o Acre não chegou a ficar sem oxigênio, mas precisou adotar um plano de contingência. Ao menos duas empresas privadas, Oxiacre e Oxivida, chegaram a anunciar que não tinham mais o produto para fornecer na época.

Na capital Rio Branco há três hospitais particulares e somente um deles tem usina própria de distribuição de oxigênio. Os três hospitais públicos do Estado têm usinas próprias de distribuição.

Como as unidades da capital sofriam colapso pela alta demanda de pacientes, somados ao risco eminente de acabar o oxigênio, alguns precisaram ser transferidos para Manaus no dia 13 de março.

Pelo visto, faz parte do talento do especialista em logística do governo Bolsonaro ignorar informações e mensagens direcionadas a ele quando se tratam de situações da pandemia. Além da crise de abastecimento no Amazonas e da ameaça de falta de oxigênio no Acre, Pazuello também ignorou repetidas ofertas de vacina tanto da Pfizer quanto do Instituto Butantan para a imunização dos brasileiros.

Em seu depoimento na CPI, no entanto, o general disse aos senadores que saiu do ministério com o sentimento de “missão cumprida”.

Fonte: Hora do Povo

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