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Três equipamentos que não podem faltar na agricultura

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  Para garantir uma produção ágil e facilitar o plantio, invista em um maquinário que facilita o preparo do solo antes da plantação.   

A produção brasileira deve ter desempenho recorde na safra 2019/2020, registrando, pelo menos, 251,4 milhões de toneladas de grãos. Os dados, revelados pelo 10º Levantamento de Grãos realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), mostram a importância de ter a área agrícola bem equipada e pronta para atender a demanda de mercado.

Sendo assim, você, produtor rural deve separar um momento do seu dia e conferir em uma loja de ferramentas, se possui o maquinário essencial para o desenvolvimento pleno de sua cultura. Pensando nisso, listamos três máquinas que não podem faltar no trabalho no campo.

Motocultivador

Para garantir uma produção ágil e facilitar o plantio, invista em um maquinário que facilita o preparo do solo antes da plantação. Hoje em dia, no mercado há inúmeras opções de motocultivador à venda. São modelos que podem ser manuseados em pé ou sentado, e ainda permitem que você revire as camas de aviários.

Perfurador de solo

Toda produção agrícola deveria ter perfuradores de solo. Esse maquinário auxilia de maneira precisa a perfuração de qualquer tipo de solo. São ótimos para construção de cercas e colocação de estacas, elementos que garantem a organização e proteção do seu terreno.

Roçadeira

O trabalho no campo deve ser limpo. E cabe as roçadeiras o papel de manter a limpeza da propriedade rural. No entanto, na hora de realizar a compra considere o tipo de terreno que possui. Para áreas mais amplas ou com mato muito alto é interessante investir em roçadeiras a combustão. Já em locais que precise apenas aparar ou limpar, como um jardim ou terreno de médio porte, por exemplo, uma roçadeira elétrica deve dar conta do recado.

Destaque 4

Fernanda Hassem diz em entrevista que governo federal prestou desserviço na pandemia

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Entrevistada nesta terça-feira (21) do programa PT Cidades, apresentado pela ex-senadora Ideli Salvatti no YouTube, a prefeita Fernanda Hassem, de Brasiléia (AC), falou sobre os avanços e ações da gestão petista no município e não poupou críticas à atuação de Jair Bolsonaro no enfrentamento à pandemia e a outras questões da alçada do governo federal.

Hassem começou por relatar as dificuldades para administrar as dificuldades impostas pela pandemia em uma região de fronteira completamente aberta com a Bolívia, sem nenhum tipo de fiscalização por parte do governo federal, isso depois de a cidade ter enfrentado duas grandes enchentes do Rio Acre, nos anos de 2012 e 2015.

Para ela, uma das maiores dificuldades desse período conturbado pela pandemia foi o diálogo contraditório entre as três esferas do Poder Executivo. Governos federal, estadual e municipal falando diferentes linguagens, segundo ela. Fernanda afirmou que em resposta à falta de diálogo com o governo federal, concentrou todas as energias no combate ao vírus.

“Tenho muito orgulho de dizer que mesmo com todas as dificuldades e a falta de diálogo por parte do governo federal nós optamos por priorizar vidas e cuidar das pessoas. Dos 27 mil habitantes que nós temos, já aplicamos 22 mil doses de vacinas. Nós fomos a primeira região do Acre (o Alto Acre) a entrar na bandeira verde”, afirmou.

A prefeita de Brasiléia disse ainda que, além das dificuldades de toda ordem, o desnível de informações também foi muito prejudicial durante o enfrentamento da pandemia. Ela afirmou que enquanto o município lutava para salvar vidas, o governo federal prestava um desserviço à população do país e do estado em um dos momentos mais desafiadores da crise sanitária.

“Nós tivemos que fazer tratativas locais com o governo do departamento de Pando e com a prefeitura de Cobija, no lado boliviano, porque não tivemos apoio do governo federal no que diz respeito ao enfrentamento da pandemia. Felizmente, temos uma relação harmoniosa com os nossos vizinhos, porque não adiantaria a gente fazer aqui e eles não fazerem lá”, ressaltou.

A prefeita Fernanda Hassem também cobrou do governo federal a falta de políticas públicas para melhorar a vida de quem vive na Reserva Extrativista Chico Mendes, a maior Unidade de Conservação Federal do país, com quase 1 milhão de hectares, dos quais 391 mil estão em Brasiléia, cobrindo 20% da área territorial do município.

De acordo com ela, não há apoio para a infraestrutura, como recursos para a melhoria de ramais (estradas vicinais) e pontes e muito menos para outros investimentos, como nas áreas de saúde e educação, setores que a prefeitura atende como pode, com seus próprios recursos, uma vez que, segundo ela, a população que está na Resex pertence ao município.

A gestora de Brasiléia ainda falou sobre as dificuldades relacionadas à fronteira aberta com a Bolívia, outro ponto que não tem tido a atenção das autoridades federais brasileiras. Esses problemas passaram, durante a pandemia, pelo desafio de atender também aos bolivianos, que procuraram atendimento médico no lado brasileiro, assim como ao aumento da criminalidade.

Mas a prefeita do município populoso da regional do Alto Acre não falou apenas de problemas. Mostrou os investimentos que estão sendo feitos na cidade em parceria com o governo do estado do Acre e até mesmo com as autoridades governamentais do lado boliviano, destacando a intenção comum das prefeituras de Brasiléia e Cobija de revitalizar a orla do Rio Acre nos dois lados.

vídeo do programa está disponível no You Tube para quem desejar assistir a conversa de Fernanda Hassem com Ideli Salvatti.

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Luiz Calixto

O centenário de Paulo Freire

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A educação brasileira e muitos estudiosos de faculdades reconhecidas mundialmente comemoram neste ano o centenário de nascimento do pernambucano Paulo Freire, idealizador de um método revolucionário para alfabetização de adultos.

Paulo Freire dava pouca importância ao modelo tradicional e de alienação do tipo “Vovô viu a uva” e o “O boi baba”. O sistema revolucionário consiste , sobretudo, em forjar cidadãos com visão crítica da sociedade e do meio no qual interagem.

O objetivo fundamental de Paulo Freire era promover, além da alfabetização, da separação das sílabas necessárias a correta leitura e interpretação, a análise dos problemas reais de que afetavam o dia a dia do cidadão alfabetizado.

E por que, depois de ser considerado o patrono da educação brasileira e festejado e copiado mudialmente, justamente agora a memória de Paulo Freire passou a ser atacada covardemente pela parcela da população brasileira identificada com o presidente?

Simples: as ideias do bolsonarismo só germinam em terreno onde prevalece a ignorância, o desconhecimento da realidade. Onde há cultura, onde há espaço para o debate, essas idiotices não criam asas, tampouco se desenvolvem.

Aos “teóricos” dessa doença interessa o indivíduo que leia um texto e ao final não saiba o que acabou de ler. O cidadão capaz de compreender e criticar não é bem-vindo ao sistema.

Não interessa a eles a formação de cidadãos. É melhor que haja pessoas que acreditem que fuzil é melhor que feijão e que bala é melhor que o diálogo.

Diante da desmedida estupidez a Justiça Federal do Rio de Janeiro proibiu qualquer ataque à dignidade do professor Paulo Freire, mas as milícias digitais que sequer leram uma de suas obras o apunhalam hediodamente.

Infelizmente, o resultado de qualquer decisão política não é imediato. Há um tempo razoável de maturação, quer seja para o bem ou para o mal.

Não por acaso, por exemplo, uma multidão apoia a ida de seu presidente para uma reunião da ONU sem que este esteja devidamente vacinado contra o vírus causador da maior tragédia sanitária do mundo.

Enquanto os líderes das nações deram o exemplo, o nosso afrontou a ciência se opondo a tudo que fosse recomendado pelas autoridades de saúde.

Não estranharei o número de comentários a me atacar por causa de minha opinião neste artigo. Sem um exército de incautos e maldosos, o modelo deles não prospera.

Como escrevi acima e em outros artigos, a ignorância é a correia de transmissão dessa segmento. A sobrevivência desse engodo precisa de gente que confunde uma palestra para adolescente sobre doenças sexualmente transmissíveis com estímulo à sexualidade.

O tempo, infelizmente, haverá de provar que esse momento de transe vai custar muito caro ao país e as consequências dele serão devastadoras.


Luiz Calixto escreve todas às quartas-feiras no ac24horas.com

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Luiz Calixto

Angelim e Marcus, na marca do pênalti

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que pretende investigar a crise no transporte coletivo, almeja convocar os ex-prefeitos Raimundo Angelim (2005 -2012) e Marcus Alexandre (2013-2019). Ambos são do PT e, em suas gestões, houve um grande avanço na qualidade desse serviço público tão essencial aos estudantes, trabalhadores e à população em geral. Época, também, em que o movimento social era valorizado e respeitado como nunca tinha acontecido antes.

Angelim foi convidado para disputar uma vaga de deputado federal novamente e Marcus para a Assembleia Legislativa com amplas chances de vencer. A CPI prestará um grande serviço ao PT, às associações de moradores e ao público em geral por trazê-los ao centro do debate quando o desgaste da atual gestão é evidente, muita embora o prefeito Tião Bocalom trabalhe para sair da crise. Politicamente falando, a CPI vai colocar a bola na marca do pênalti para os dois ex-prefeitos fazerem os gols.

Consta que a ex-prefeita Socorro Neri também será convocada. Foi gestora por dois anos, herdou a crise que vinha acontecendo com a criação de várias modalidades de transporte público, bem como a pandemia da Covid-19. Ela não será candidata, mas já deu a solução quando ainda estava na prefeitura. A ignorância e a intolerância política não aceitaram a proposta. Deu no que deu. A CPI é uma incógnita, o prefeito Bocalom quer baixar a tarifa e as empresas afundam cada vez mais na crise, a população sem ônibus. O PT agradece, sabe que a solução está nas urnas.

“É sábio experimentar todos os caminhos antes de chegar às armas”. (Terêncio)

O jogo do PL

A deputada federal Mara Rocha será mesmo candidata a governadora pelo PL em 2022. Deve ter avaliado o disse o senador Márcio Bittar (MDB) que cabe no Acre uma candidatura terrivelmente bolsonarista e evangélica. Juntou a fome com a vontade de comer. Mara encarna as duas coisas.

Abre duas vagas

Se realmente Mara for candidata ao governo, na sua chapa tem vagas para vice, senador e suplentes. Pelo quadro que se pinta, o 2º turno é uma grande possibilidade. Lembrando que eleição em dois turnos favorece quem está no poder.

E o Rocha?

O vice-governador major Rocha, segundo uma boa fonte, continuará no PSL aguardando a decisão do partido de ter ou não candidato a presidente. Se tiver, fica fortalecido.

Os nomes

Gladson Cameli, Sérgio Petecão, Mara Rocha e Jenilson Leite estão na 1ª divisão do campeonato eleitoral do próximo ano. Aguardar a movimentação da 2ª divisão é sempre importante, por exemplo, a candidatura do professor David Hall.

Estimulou o PT

A entrada de Mara Rocha no páreo para governador animou a ala petistas que quer Jorge Viana disputando o Palácio Rio Branco novamente.

No 1º turno

O candidato ao Senado é eleito no 1º turno. Terá um peso considerável no 2º turno para governador. O candidato a presidente que sair na frente também vai influenciar as disputas estaduais. A quebradeira vai ser bonita de se ver.

A política como é

Dia desses prefeitos do PT estavam animados em deixar o partido para acompanhar o Palácio Rio Branco e o PROGRESSISTA. Com as pesquisas nacionais e locais, deram meia volta volver.

. A temperatura política na Brasiléia está alta.

. Faz parte!

. Depois piora ainda mais.

. O prefeito Mazinho Serafim é Petecão até a medula, ninguém se engane.

. Mazinho será candidato a deputado federal pelo PSD;

. Um prefeito no 2º mandato precisa engatilhar outro mandato que lhe servia de escudo contra adversários, perseguições políticas e processos da gestão.

. É muita dor de cabeça para resolver sem um mandato.

. Aliás, depois que se deixa um mandato de prefeito, nem vento bate mais nas costas.

. O Bolsonaro não bate bem da cachola, o discurso na ONU de improviso foi um desastre;

. Não é para qualquer um falar de improviso.

. “Sua desiquilibrada”!

. Puts!

. Bom dia!

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Blog do Crica

Façam suas apostas

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Gladson Cameli (PP), Sérgio Petecão (PSD), Mara Rocha (se filiará ao PL), Jenilson Leite (PSB), Nilson Euclides (PSOL), David Hall (Cidadania), são os nomes que o eleitor terá ao dispor para escolher em que votar em 2022, para governar o Acre. 

São opções que passam pela direita, pelo centro-direita, pela extrema direita e pela esquerda. Mas, isso é apenas um rótulo ideológico, o que o eleitor tem que mirar é nos projetos que serão defendidos por estes postulantes no decorrer da campanha. Separar o que é exequível das propostas mirabolantes que não poderão ser cumpridas.

 Os debates serão importantes para que a população possa selecionar quem achar que pode fazer um bom governo. E, isso tem que ser feito com muita cautela, sem paixão partidária, porque um erro, só poderá ser consertado depois de quatro anos. A roleta vai girar em 2022, façam seus jogos, senhores!

ARGUMENTO FORTE

O deputado federal Alan Rick (DEM) joga todas as fichas que as pesquisas previstas para o decorrer de outubro devem lhe manter como o candidato do grupo palaciano melhor situado, como aconteceu nas duas já divulgadas. É com estas fichas que pretendem ir para a mesa de discussão, sobre o nome a ser apoiado pelo Gladson.

BOM SINAL

O QUE CHAMA atenção no rol dos candidatos ao Senado até aqui apresentados, é que todos têm boa qualificação profissional. Isso é um bom sinal, basta de candidatos despreparados disputando cargos majoritários.

ACABA COM A DISTORÇÃO

O NÃO RETORNO das coligações proporcionais vai ser salutar, porque evitará distorções de se ver candidato extremamente bem votado, perder a vaga no parlamento para quem teve uma mixaria de votos.

INFLUÊNCIA NO PODER

O FATO de um candidato a presidente aparecer nas pesquisas na dianteira, pode até não influenciar nas eleições estaduais; mas quando estiver no poder, pode inviabilizar um governo. Exemplo: o FHC brecou todos os grandes projetos do Orleir, que viveu a pão e água.

TORÇAM PARA NÃO GANHAR

POR ISSO, Gladson Cameli, Sérgio Petecão, Mara Rocha, torcem para o Lula não se eleger presidente. Se for eleito vai emperrar o bom andamento do governo de qualquer um dos três que vencer. O jogo da política é este. E o PT sabe jogar este jogo.

FESTA EM PAUTA

O PL deve fazer o lançamento da candidatura da deputada federal Mara Rocha, em data ainda a ser marcada, com uma grande festa, com a presença do presidente da sigla, deputado federal Valdemar da Costa Neto. Sua candidatura ao governo está sacramentada.

CONTINUA NA LUTA

A DEPUTADA FEDERAL Jéssica Sales (MDB) disse ontem ao BLOG que, quando afirma que não será problema para o governador Gladson na escolha do seu candidato ao Senado, não significa estar abdicando da disputa da vaga de senadora. E, que a sua afirmação diz respeito ao pacto firmado por uma candidatura única, com a Mailza Gomes e o Alan Rick. Fica feito o registro.

PODE ACONTECER

O VICE-GOVERNADOR Major Rocha admite que pode ser candidato em 2022, mas não revela em qual área. É possível que surja candidato a deputado federal no PSL.

MOVIMENTO LIBERAL

O DENOMINADO Movimento Liberal Conservador tende a apoiar a candidatura da Mara Rocha ao governo, por ser o nome que encarna as pautas do presidente Bolsonaro.

NÃO SEI SE É O PENSAMENTO

NÃO POSSO garantir ser este o seu pensamento, mas apoiadores importantes da senadora Mailza Gomes (PP), defendem que ela só pode abrir mão de sua candidatura para vir a ser a vice na chapa do governador Gladson.

ALIANÇA FECHADA

FONTE não se revela, mas posso adiantar que não há um mínimo arranhão na aliança entre o prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, e o senador Sérgio Petecão (PSD), para a disputa do governo no próximo ano.

DISPUTA PELO MDB

A DEPUTADA Meire Serafim (MDB) deve disputar a reeleição pelo partido, mas não vai acompanhar o MDB no apoio à candidatura à reeleição do Gladson.

PORTO PARA ANCORAR

O PP terá na eleição para a ALEAC nomes fortes, como os deputados José Bestene, Gerlen Diniz, Wendy Lima e Nicolau Junior. A esta chapa podem se juntar ainda os deputados André da Farmácia, Marcos Cavalcante, Vagner Felipe, cujas siglas de origem lhes negaram legenda. Seria uma espécie de grupo da morte.

FUSÃO SACRAMENTADA

A REUNIÃO de ontem das executivas do DEM e PSL sacramentou em Brasília, a fusão dos dois partidos. Ainda ficou para ser decidido quem vai comandar o grupo no estado. A disputa está entre o deputado federal Alan Rick (DEM) e o senador Márcio Bittar, que deixaria o MDB.

EMPURRADO PARA 2022

O GOVERNADOR Gladson e o senador Sérgio Petecão só vão anunciar os nomes dos candidatos ao Senado e a Vice de suas chapas, no início do próximo ano. O mesmo deve ocorrer com o deputado Jenilson Leite (PSB).

ESPERAR A ARRUMAÇÃO

QUEREM ver primeiro como é que ficará arrumação partidária, as composições, as adesões e, também, como virão as quatro pesquisas programadas para outubro.

PARTIDO DO BOLSONARO

A CANDIDATA ao Senado, Márcia Bittar, espera o presidente Bolsonaro definir em que partido se filiará, para lhe acompanhar. Márcia é a candidata ao Senado mais afinada com o que pensa o Bolsonaro.

FRASE MARCANTE

“A panela cozinha a comida e o prato recebe todas as honras”. (Ditado Iídiche)

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Bombando

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