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Três equipamentos que não podem faltar na agricultura

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  Para garantir uma produção ágil e facilitar o plantio, invista em um maquinário que facilita o preparo do solo antes da plantação.   

A produção brasileira deve ter desempenho recorde na safra 2019/2020, registrando, pelo menos, 251,4 milhões de toneladas de grãos. Os dados, revelados pelo 10º Levantamento de Grãos realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), mostram a importância de ter a área agrícola bem equipada e pronta para atender a demanda de mercado.

Sendo assim, você, produtor rural deve separar um momento do seu dia e conferir em uma loja de ferramentas, se possui o maquinário essencial para o desenvolvimento pleno de sua cultura. Pensando nisso, listamos três máquinas que não podem faltar no trabalho no campo.

Motocultivador

Para garantir uma produção ágil e facilitar o plantio, invista em um maquinário que facilita o preparo do solo antes da plantação. Hoje em dia, no mercado há inúmeras opções de motocultivador à venda. São modelos que podem ser manuseados em pé ou sentado, e ainda permitem que você revire as camas de aviários.

Perfurador de solo

Toda produção agrícola deveria ter perfuradores de solo. Esse maquinário auxilia de maneira precisa a perfuração de qualquer tipo de solo. São ótimos para construção de cercas e colocação de estacas, elementos que garantem a organização e proteção do seu terreno.

Roçadeira

O trabalho no campo deve ser limpo. E cabe as roçadeiras o papel de manter a limpeza da propriedade rural. No entanto, na hora de realizar a compra considere o tipo de terreno que possui. Para áreas mais amplas ou com mato muito alto é interessante investir em roçadeiras a combustão. Já em locais que precise apenas aparar ou limpar, como um jardim ou terreno de médio porte, por exemplo, uma roçadeira elétrica deve dar conta do recado.

Na rede

Cruzeiro do Sul vacina nesta sexta público a partir dos 18 anos

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A prefeitura de Cruzeiro do Sul, por meio da Secretaria de Municipal de Saúde, realiza nesta sexta-feira, 23, a vacinação para o público acima de 18 anos. A ação ocorre no salão da AABB, das 18 às 23 horas. O imunizante adotado será o da Pfizer. Os usuários devem comparecer portando carteira de vacinação ou documento com fotos. Qualquer pessoa acima de 18, que ainda não tenha recebido nenhuma dose, pode comparecer para ser imunizado. A expectativa da secretaria é que cerca de 5 mil pessoas recebam hoje a vacina. Gestantes também podem ser vacinadas, já que se trata do imunizante indicado pelo Ministério da Saúde para estes casos.

A ação de vacinação ocorre após a chegada de 20.430 doses na quinta, 22. Neste lote estão incluídas 1.950 doses Fiocruz/AstraZeneca e 860 do Instituto Butantã/Coronavac que serão utilizadas nas aplicações de segunda dose.

A estrutura mobilizada para a ação leva em consideração que o imunizante Pfizer necessita de refrigeração entre 2º e 8º C. A aplicação será feita em sala com ar refrigerado, as vacinas serão acondicionadas em caixas térmicas com controle de temperatura. Ao todo serão mobilizados 150 registradores, 70 vacinadores, 15 profissionais de informática e 20 pessoas de apoio.

“Com a ação desta sexta, iremos encerrar um ciclo, alcançando a totalidade da população vacinável de Cruzeiro do Sul. Continuaremos a aplicar as segundas doses nas Unidades Básicas de Saúde”, explica Agnaldo Lima, secretário municipal de saúde.

“A vacinação poderá ser estendida para o público adolescente, se assim o Ministério da Saúde determinar. Estamos no aguardo desta nota técnica”, disse a secretária adjunta Valéria Lima.

O prefeito Zequinha Lima enfatizou que a vacinação chegou de forma mais rápida a faixa etária dos 18 anos graças ao esforço das equipes.

“Não descansaremos até que o último cruzeirense seja vacinado. Estamos muito felizes, em ver a vacinação chegando a faixa etária dos 18 anos. Só a vacina salva vidas, e só assim conseguiremos voltar à normalidade”, relatou.

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Acre 01

TCU rejeita recurso de Marcus e mantém decisão de irregularidades em obras da BR-364

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O Tribunal de Contas da União (TCU) rejeitou um recurso impetrado pela defesa do ex-prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre (PT), que visava anular o relatório de auditoria onde apontou irregularidades na execução de obras na BR-364 entre Sena Madureira e Cruzeiro do Sul.

As obras foram realizadas pelo Departamento de Estradas e Rodagem do Acre (Deracre) entre 2005 e 2008 entre as gestões dos ex-governadores Jorge Viana e Binho Marques, ambos do Partido dos Trabalhadores.

Acerca dos embargos, o órgão controlador não aceitou os argumentos apresentados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, pelo Departamento de Estradas de Rodagem e de Infraestrutura Hídrica e Aeroportuária do Estado do Acre e pelas construtoras JM Terraplenagem, Construmil Construtora e Terraplenagem Ltda., e Fidens Engenharia S/A, a respeito do tema, mantendo as irregularidades e as investigações.

“Entre outros aspectos, decide por rejeitar os argumentos apresentados pela embargante e por remeter para processos de tomada de contas especial já instaurados a continuidade do exame dos indícios de irregularidade detectados”, diz a decisão do TCU, publicada no Diário Eletrônico de quarta-feira, 21.

Dentre as irregularidades, citadas nos acórdãos, estão: superfaturamento por medição de serviços de terraplenagem não executados nas obras da BR-364/AC, bem como de liquidação irregular de despesa nos serviços de pavimentação.

Investigação

Ao todo, o órgão instaurou 44 inquéritos para averiguar as irregularidades como: direcionamento de concorrências públicas, superfaturamento e sobre preço.

Dentre as ilegalidades, apontadas pela perícia, foi descoberto o uso de materiais de baixa qualidade, que não atenderiam a real necessidade das obras na BR-364. Ainda de acordo com o MPF, foram pagos R$ 5 milhões em sobre preço e R$ 2,3 milhões por superfaturamento.

No total, os peritos detectaram um prejuízo de mais de R$ 16 milhões aos cofres públicos. Além de alegar defeitos na obra, que teriam sido causados pela falta de cuidados na execução e má qualidade do serviço.

Os peritos constataram que o custo real da obra seria de R$ 10 milhões a menos que o valor pago. A denúncia afirma ainda que notas fiscais de empenhos e pagamentos feitos durante a administração de Nakamura apresentavam valores abaixo dos débitos realizados. Segundo o MPF, algumas das notas não continham a assinatura do diretor ou do engenheiro responsável. Todas as denúncias ocorrem são da administração de Marcus Alexandre.

O outro lado

Em contato com o ex-prefeito da capital, Marcus Alexandre, ele informou que ficou sabendo do assunto nesta sexta-feira. Porém, Alexandre alegou que o processo, analisado pelo TCU, trata apenas de uma notificação das empresas que construíram a BR-364. “O que teve foi uma notificação por parte das empresas. Parte foram acatadas e partes não acatadas. Não é nada definitivo. O processo seguirá, mas ainda não fui notificado”, argumentou Marcus ao ac24horas.

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Acre

Acre registra morte de três mulheres em decorrência da Covid-19

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Em boletim divulgado na tarde desta sexta-feira, 23, a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) registrou 11 novos casos de infecção por coronavírus, sendo todos confirmados por exames RT-PCR, fazendo com que o número de infectados salte para 86.855 nas últimas 24 horas.

Segundo o boletim, o Estado do Acre registrou mais três mortes, sendo todas do sexo feminino, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 suba para 1.796 em todo o estado. Das três, apenas uma era do grupo de risco da doença, ou seja, acima de 60 anos.

Até o momento, o Acre registra 236.576 notificações de contaminação pela doença, sendo que 149.689 casos foram descartados e 32 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 83.022 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 33 seguem internadas até o fechamento deste boletim.

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Destaque 2

Morando em Manaus, enfermeiro continua nas escalas de plantão e direção de UPA admite que outro profissional trabalha em seu lugar

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Em abril deste ano, o enfermeiro, servidor público da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre), José Willian de Sá Costa Cruz, passou a morar em Manaus, após concluir o curso de medicina e ser convocado para o serviço militar obrigatório.

Ocorre que mesmo estando fora do Acre há mais de três meses, o ac24horas recebeu escalas de plantão da UPA Via Verde, localizada no Segundo Distrito de Rio Branco, onde mesmo ausente do estado há mais de 90 dias, Willian permanece escalado para plantões como se estivesse trabalhando normalmente.

O ac24horas entrou em contato com Dora Vitorino, gerente-geral da unidade de saúde, que confirmou a veracidade das escalas e afirmou que um outro profissional tem trabalhado no lugar de Willian. “É verdade. Ele permanece nas escalas, mas tem uma outra pessoa fazendo os plantões para ele até que o documento dele se resolva na Sesacre. Existe uma pessoa trabalhando no seu lugar e ele não está recebendo o salário, quem recebe é esse outro profissional que tá trabalhando em seu lugar. A pessoa que tira os plantões do Willian é um enfermeiro da unidade”, afirma Dora Vitorino.

Questionada sobre a legalidade do procedimento, já que o salário de Willian cai em sua conta bancária, a gestora afirmou que estaria providenciando o documento de devolução do enfermeiro no mesmo dia para a Sesacre. “Eu estou conversando com a direção de enfermagem neste momento e não quero nem saber se a Sesacre deferiu ou não viu o documento. Só sei que a gente vai devolver hoje ainda o servidor e a secretaria que resolva essa situação”, diz Vitorino.

Consultado sobre a denúncia, José Willian comprovou que enviou um pedido de afastamento no dia 4 de maio deste ano, um mês após ingressar no Centro de Instrução de Guerra na Selva do Exército Brasileiro, localizado em Manaus. Confirmou também que pagou nos últimos meses para que seus plantões fossem realizados por outro profissional, já que não recebeu nenhuma resposta da Secretaria de Saúde.

A reportagem entrou em contato com a Sesacre que se manifestou por meio de uma nota. Sem citar o fato da suposta ilegalidade de um outro servidor trabalhar no lugar de Willian e sem explicar porque a análise de um simples pedido de afastamento não ter sido analisado em mais de 70 dias, se limitou a informar que o processo de afastamento se encontra em andamento.

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Bombando

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