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Acre registra quase 300 novos casos e mais 7 mortes pela Covid-19 nesta quinta

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A quinta-feira, 9, voltou a apresentar elevação no número de casos da Covid-19. O que é ruim, é que o crescimento foi acima da média registrada neste mês de julho. De acordo com o boletim da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) nas últimas 24 horas foram 298 novas pessoas infectadas. A média diária deste mês vinha sendo de 181,5 casos.

O total agora de pessoas que foram contaminadas com o vírus no Acre é de 15.465.

As mortes desta quinta também superaram a média de 4,25 óbitos de julho. O boletim informa que foram 7 novas vítimas fatais, passando de 404 para 411 o número de mortes.

São 5 pessoas do sexo masculino e 2 do sexo feminino, com idades entre 57 e 90 anos. 4 são de Rio Branco, 1 de Cruzeiro do Sul, 1 de Sena Madureira e 1 de Capixaba.

Cotidiano

Posto da Ufac encerra vacinação com 3 mil imunizados contra Covid-19

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A Universidade Federal do Acre encerrou no último sábado (12) a vacinação contra Covid-19 no Centro de Convenções do campus de Rio Branco com pelo menos 3 mil integrantes dos grupos prioritários e trabalhadores da educação foram imunizados.

A ação conjunta com a Secretaria Municipal de Saúde de Rio Branco (Semsa) e durou uma semana. Voluntários dos cursos de Enfermagem e Medicina fizeram a aplicação.

A reitora Guida Aquino ressaltou o esforço que a Ufac realiza em ações de extensão desde o início da pandemia ocasionada pelo coronavírus, também agilizando a vacinação dos trabalhadores da educação. “A única universidade federal do Acre vai continuar oferecendo seu apoio nestes momentos de calamidade”, disse. “Além de contribuir para o desenvolvimento do nosso Estado, inclusive no sonho de cada família em ter um filho ou filha com diploma de nível superior.”

A campanha de vacinação em Rio Branco segue nos demais postos da Secretaria Municipal de Saúde.

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Cotidiano

Estocagem de vacina e mudança no cronograma de imunização é denunciado ao MP

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O vereador Emerson Jarude (MDB) protocolou nesta segunda-feira, 14, junto ao Ministério Público do Acre (MPAC), uma representação pedindo providências do órgão diante das mudanças divulgadas pela prefeitura de Rio Branco no cronograma de vacinação da população em geral, dentro do Plano de Imunização Contra a Covid-19.

A medida leva em conta possível ato de irregularidade praticado pelo prefeito Tião Bocalom e pelo gestor da secretaria municipal de saúde, Frank Lima, em prejuízo à população.

O parlamentar argumentou que o fato de retardar a vacinação na capital pode também saturar o serviço de imunização dos municípios do interior, que já iniciaram a vacinação de faixa-etária menor que a de Rio Branco. Nesta segunda, a Secretaria Municipal de Saúde começou a vacinar pessoas com idade a partir de 59 anos.

“Essa decisão de alterar o que foi pactuado na CIB pode colocar em xeque a vacinação em outras cidades, uma vez que as pessoas podem querer sair de Rio Branco e ir para as cidades onde esse público já está sendo vacinado. Isso prejudica o trabalho de outras cidades”, argumentou.

Segundo o parlamentar, a decisão de Frank Lima ignora as estatísticas de mortes na pandemia e o medo das pessoas. “Isso é brincar com a vida. Até quando vai ter que morrer gente para eles acertarem? É uma afronta essa decisão da prefeitura de vacinar uma idade por dia, e não os grupos”, encerrou.

Na representação, o vereador Emerson Jarude apresenta exemplos adotados pelos municípios de Xapuri, Cruzeiro do Sul e até mesmo Manaus (AM), neste último onde a vacinação ocorre desde sábado, dia 12, sem pausas, garantindo a vacinação de milhares de pessoas com ou sem comorbidades.

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Acre

Gladson afirma que não prometerá aquilo que não pode cumprir

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Em entrevista à imprensa na manhã desta segunda-feira, 14, Palácio Rio Branco, o governador Gladson Cameli (Progressistas) reconheceu a legitimidade da greve dos servidores da saúde.

Cameli ressaltou que uma das promessas em 2018 foi de unir as pessoas, dialogar e conversar. Ao falar da greve da saúde, Gladson afirmou que é necessário muito diálogo e ressaltou que não fará promessas que não pode cumprir.

“Os servidores têm razões, eles fazem a máquina se movimentar e a saúde no momento em que o país vive, estão cansados! Se nós não tivéssemos um governante com a humildade de sentar na mesa e negociar e falar aquilo que pode ser executado. Não adianta prometer aquilo que não se pode executar. Não tenho problema pra isso, são situações como essas que eu sabia que ia acontecer e que a gente tem que achar sempre a melhor forma porque são pessoas. São eles que nos ajudam a movimentar a máquina do governo e que ajudam a melhorar a vida das pessoas”, afirmou.

Gladson disse que vem procurando condições para que a greve possa ser resolvida. “Não vai ser uma situação de uma manifestação por insatisfação por questões salariais que eu vou ficar chateado, pelo contrário, eu quero achar as condições para que a gente possa melhorar. Eu não bato palma pra quando vejo um servidor ganhando “x”, sendo que poderia ganhar muito mais. Vamos com calma e determinação vencer esses desafios”, encerrou.

Vestidos de preto, servidores da saúde iniciaram a greve geral, a decisão foi tomada devido às sucessivas recusas de tratativas de reajuste do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) por parte do governo do estado e diversos outros problemas que afetam todos os empregados da área.

Serviços tido de Urgência e Emergência não serão prejudicados e tampouco o atendimento para casos covid-19, informou o presidente do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC), Guilherme Pulici.

O movimento grevista quer chamar a atenção da sociedade sobre os empecilhos que comprometem a qualidade do atendimento nas unidades públicas, além de pressionar os gestores a implementar as melhorias necessárias.

Outras reivindicações são a recomposição das perdas inflacionárias, o pagamento retroativo do adicional Covid-19 de dezembro de 2020, a gratificação de 20% de insalubridade até a regularização do novo LTCAT, além da revisão da Lei do Igesac, fornecimento de insumos necessários para o exercício profissional e concurso público.

Assista ao vídeo:

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Notícias

Mais estudantes pensam em desistir dos estudos na pandemia, revela pesquisa

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De 28%, porcentagem subiu para 43%

Por causa de condições financeiras e dificuldades para aprender via ensino remoto, 43% dos estudantes brasileiros com idades entre 15 e 29 anos já pensaram em desistir dos estudos, é o que afirma a segunda etapa da pesquisa “Juventudes e a pandemia de coronavírus (covid-19)”, divulgada nesta semana. Na primeira edição da pesquisa, esse número ficou em 28%.

No contexto da evasão, 6% dos participantes trancaram a matrícula durante a pandemia, e para 47% dos jovens é necessário, antes, que a população seja vacinada. 

Outro motivo apontado pela pesquisa para a evasão é a dificuldade financeira, que foi sentido com o fim do auxílio emergencial e a diminuição de renda das famílias, o que fez como que muitos jovens precisassem recorrer a trabalhos informais. 

“A pesquisa reforça a necessidade de defender políticas públicas desenhadas e implementadas de forma intersetorial. Os fatores associados à possibilidade de abandono escolar, por exemplo, são múltiplos: necessidade de ganhar dinheiro, dificuldades para se organizar, acompanhar e aprender no contexto do ensino remoto, necessidade de cuidar de filhos e outros parentes, problemas de saúde, incluindo depressão”, aponta Rosalina Soares, gerente de pesquisa e avaliação da Fundação Roberto Marinho.

De acordo com a gerente, a evasão escolar produz consequências severas para os jovens, “que vivem menos, com menos saúde, com menos renda ao longo da vida. Essa violação do direito à educação gera uma perda de R$220 bilhões por ano, 3,3% do PIB (Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e serviços finais produzidos durante um período determinado). Em tempos de crise sanitária e econômica, observamos que a agenda educacional é prioritária, é urgente”.

A segunda etapa da pesquisa “Juventudes e a pandemia de coronavírus (covid-19)” ouviu 68 mil jovens e foi promovida pelo Conselho Nacional da Juventude (Conjuve) com correalização de Em Movimento, Fundação Roberto Marinho, Mapa Educação, Porvir, Rede Conhecimento Social, Unesco e Visão Mundial e as respostas foram coletadas entre março e abril deste ano.

*Com informações do Porvir

Fonte: Agência Educa Mais Brasil 

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