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Desmatamento e casa levantada no encontro dos rios chama a atenção em Xapuri

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O fato inusitado chamou a atenção de internautas depois que alguém postou em uma rede social a imagem de uma pequena área de desmatamento da vegetação ciliar e a construção de uma pequena casa bem no ponto de encontro dos rios Acre e Xapuri, no lado oposto à tradicional Praia do Zaire.

De imediato, o assunto se tornou motivo de uma acalorada discussão e de protestos contra a intervenção. Um dos internautas cobrou da prefeitura medidas contra a ação que, segundo ele, é inaceitável por prejudicar o meio ambiente e a arquitetura da cidade.

“O prefeito não pode aceitar o que fizeram com nossa cidade no passado, deixar construir as margens do rio. Isso para a arquitetura é horrível. Espero que o prefeito tome uma atitude nesse sentido. Xapuri precisa de melhoras estruturais”, comentou.

O ac24horas não identificou o dono da pequena construção e responsável pela derrubada da vegetação, mas apurou que a instalação da casa naquele local tem a ver com uma invasão que ocorre há alguns naquela região, em uma propriedade rural pertencente a herdeiros e conhecida como Ilha Bela.

“Já irá fazer dois anos que se deu uma invasão na conhecida área ou propriedade chamada Ilha Bela – defronte a panificadora do Sr. Abdon. Até hoje as pessoas permanecem lá. O problema maior é que a área é risco. Logo nas primeiras enchentes inunda facilmente”, confirma outro internauta.

Em meio aos debates a respeito da questão surgiram, inclusive, divergências sobre se o município de Xapuri teria alguma prerrogativa legal sobre o assunto, uma vez que o local em que a construção foi erguida está em uma propriedade particular.

O artigo 20, item III, da Constituição Federal diz que “São Bens da União: os lagos, rios e quaisquer correntes de água em terrenos do seu domínio, ou que banhem mais de um estado, sirvam de limites com outros países, ou se estendam a território estrangeiro ou dele provenham, bem como os terrenos marginais e as praias fluviais”, o que deixa claro que a margem do rio não é propriedade particular.

O ac24horas solicitou informações da prefeitura de Xapuri a respeito da situação. A assessoria do prefeito Ubiracy Vasconcelos informou que daria uma posição sobre o assunto depois que o gestor municipal fosse colocado a par da questão.

Cotidiano

Polícia Civil prende traficante no bairro da Paz, em Rio Branco

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Na tarde desta sexta-feira, 18, a Polícia Civil prendeu em flagrante, F. R. da S. de 34 anos, em posse de maconha, cocaína e crack, além de dinheiro oriundo da venda do entorpecente.

A prisão se deu na rua Valdomiro Lopes, bairro da Paz, próximo a ponte da avenida, em um terreno baldio.

Preso, o individuo foi encaminhado à delegacia para procedimento de lavratura de auto de flagrante e será colocado à disposição da justiça.

Ascom/Polícia Civil do Acre

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Cotidiano

Relator da CPI torna Queiroga, Pazuello e Ernesto Araújo investigados

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O relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), anunciou nesta sexta-feira (18) uma lista de 14 pessoas que passarão à condição de investigados pela comissão de inquérito.

Constam na relação o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, os ex-ministros da Saúde Eduardo Pazuello e das Relações Exteriores Ernesto Araújo e o ex-secretário de Comunicação Social da Presidência Fabio Wajngarten (veja lista abaixo).

A medida, na prática, indica que o relator vê indícios de crimes por parte desses investigados. A lista já foi encaminhada ao presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM) – parte já tinha sido antecipada nesta quinta (17) pelo blog do Valdo Cruz.

Cabe a Renan Calheiros como relator, ao final dos trabalhos, elaborar um parecer e encaminhar ao Ministério Público eventuais pedidos de indiciamento.

Passam a ser investigados:

Marcelo Queiroga, ministro da Saúde

Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde

Ernesto Araújo, ex-ministro de Relações Exteriores

Fabio Wajngarten, ex-secretário de Comunicação Social da Presidência

Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho do Ministério da Saúde

Nise Yamaguchi, médica defensora da cloroquina e suposta integrante do “gabinete paralelo”

Paolo Zanotto, virologista defensor da cloroquina e suposto integrante do “gabinete paralelo”

Carlos Wizard, empresário e conselheiro de Pazuello e suposto integrante do “gabinete paralelo”

Arthur Weintraub, ex-assessor especial da Presidência e suposto integrante do “gabinete paralelo”

Francieli Fantinato, coordenadora do Programa Nacional de Imunização

Marcellus Campêlo, ex-secretário de Saúde do Amazonas

Elcio Franco, ex-secretário executivo do Ministério da Saúde

Hélio Angotti Neto, secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde

Luciano Dias Azevedo, anestesista da Marinha apontado como autor de proposta para alterar a bula da cloroquina, substância sem efeito contra a Covid

“Por que isso? Porque acentua um momento importante da investigação. Segundo, em português claro, significa dizer que com relação a essas pessoas, contra os quais já acessamos provas e indícios, nós precisamos mudar o patamar da própria investigação, transformando-os em investigados. Isso é bom para a investigação e é bom, também, para a segurança jurídica do próprio investigado”, diz Renan.

“A partir da declaração dessa condição, ele passa a ter acesso a informações e acesso às provas e indícios que estão sendo juntados na investigação”, explicou.

Renan não descartou a hipótese de ampliar a lista de investigados nas próximas semanas – e disse que a CPI estuda, inclusive, investigar o próprio presidente Jair Bolsonaro.

Dos nomes que compõem a lista, Francieli, Weintraub, Wizard, Zanotto, Angotti Neto e Dias Azevedo ainda não prestaram depoimento à comissão. Cinco dos seis já tiveram pedidos de convocação aprovado – a exceção é o anestesista Luciano Dias Azevedo.

Além disso, Francieli, Wizard e Zanotto também tiveram os pedidos de quebras de sigilo aprovados.

Queiroga investigado

A inclusão de Marcelo Queiroga na lista não reuniu consenso entre os membros da CPI. Ao anunciar os nomes, Calheiros afirmou que a participação de Queiroga ao depor à CPI foi “pífia, ridícula”, e que celebrou contratos para aquisição de vacinas por preço mais alto que os acordos anteriores.

“Colocamos o ministro Queiroga, que é o atual ministro, que teve uma participação pífia, ridícula, aqui na Comissão Parlamentar de Inquérito no seu primeiro depoimento quando tentou dizer que teria autonomia que faltou a Teich e faltou a Mandetta e os fatos logo demonstraram o contrário”, afirmou o relator.

“Ele defendeu vacinação, o presidente no dia seguinte disse que iria encomendar dele um decreto e ele teria que fazer um decreto, para minimização da utilização das máscaras. Mais do que isso, o lote de vacina cuja negociação foi comandada por ele é 20% mais caro do que o contrato anterior”, prosseguiu.

À GloboNews, nesta quinta, Calheiros havia citado indícios de que Marcelo Queiroga teria debatido drogas sabidamente ineficazes para a Covid em reunião com a Organização Mundial de Saúde (OMS). O senador repetiu a informação nesta sexta.

“Recentemente, em abril, nós acessamos documentos em que ele, em conversa com o diretor-presidente da OMS, ele cobra agilidade no fornecimento das vacinas e recebe um puxão de orelha, porque o diretor-presidente disse o seguinte: ‘olha, como vocês cobram agilidade da OMS se quando a OMS disponibilizou a possibilidade de aquisição de 50% de vacinas para a população brasileira, 50% da população vocês demoraram, postergaram e depois assinaram o mínimo que poderia ser assinado que era 10%. Agora nós estamos vivendo uma situação terrível de mercado e não dá mais para ajudar como nós teríamos ajudado naquela oportunidade em que oferecemos essas vacinas'”, relata Calheiros.

“Aí, ele [Queiroga] aproveitou a conversa e defendeu em abril o tratamento precoce, a prescrição da cloroquina e ainda mentiu novamente dizendo que tinha tido esse tratamento uma eficácia no Brasil de 70%. Quer dizer, nós não temos como fazer outra coisa, senão colocá-lo na própria investigação”, concluiu o relator da CPI.

Em seguida, ao voltar ao tema, Renan chegou a confundir o nome do ministro Queiroga, a quem chamou de “Queiroz”.

“Ou seja, a comissão parlamentar de inquérito ela tem uma condição intimidatória. Ela é criada também para dissuadir determinadas práticas nocivas e irresponsáveis como do ministro Queiroz. Eu estou confundindo porque estou citando o outro lá que não chegou a ser ministro, mas é… infelizmente, ele vai ter que se investigado para que ele entenda que ele precisa parar com essas loucuras que ele não pode continuar, a pretexto do cargo que ocupa, fazendo essas atrocidades, ou concordar com as atrocidades que são feitas diariamente pelo presidente da República”, declarou.

Críticas a Bolsonaro

Ao anunciar a lista, Renan Calheiros também citou a “absoluta irresponsabilidade” do presidente Jair Bolsonaro ao atacar as vacinas e defender o contágio como melhor forma de imunização – tese que já foi amplamente desmentida pela ciência.

“A CPI tem feito a sua parte, tem dado passos significativos no sentido da apuração e da consequente responsabilização dos fatos. Nós chegaremos, tristemente digo isso, neste fim de semana a mais de meio milhão de mortos no Brasil pela Covid. Diante da absoluta irresponsabilidade do chefe de governo que, ainda ontem, reiterou tudo o que havia dito com relação à defesa da imunidade de rebanho, da imunização natural. E usou ele próprio como exemplo desse crime e desse absurdo”, disse Calheiros.

“Já demonstramos que o governo sempre recusou as vacinas e sempre tentou e colocou em seu lugar o chamado tratamento precoce e a utilização da hidroxicloroquina, da ivermectina, do zinco e outros produtos com comprovada ineficácia”, continuou.

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Cotidiano

Variante delta tem se tornado dominante em todo o mundo, diz cientista-chefe da OMS

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A variante delta do coronavírus, identificada pela primeira vez na Índia, tem se tornado dominante em todo o mundo, disse nesta sexta-feira (18) a cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), Soumya Swaminathan.

“A variante delta está prestes a se tornar a variante dominante global por causa de sua maior transmissibilidade”, disse Swaminathan em entrevista coletiva.

Uma variante é resultado de modificações genéticas que o vírus sofre durante seu processo de replicação. Um único vírus pode ter inúmeras variantes. Quanto mais circula (transmitido de uma pessoa para outra), mais ele faz replicações – e maior é a probabilidade de ocorrência de modificações no seu material genético.

Isso não significa que as vacinas disponíveis não protejam contra esta variação do Sars-Cov-2. No Reino Unido, onde ela já é dominante, o Ministério da Saúde assegurou que as doses aplicadas conferem proteção às infecções.

“É importante que as pessoas recebam ambas as doses da vacina contra a Covid-19, porque dados nos mostram que ela pode proteger efetivamente contra a variante delta”, disse o ministro Matt Hancock.

Variante delta no Brasil

No Brasil, foram identificados ao menos oito casos da variante delta.

As primeiras detecções ocorreram em 20 de maio, em seis pessoas que chegaram ao Maranhão a bordo do navio indiano MV Shandong da Zhi. Um dos doentes teve de ser levado de helicóptero a um hospital.

Desde então, houve também um infectado em Juiz de Fora (MG) e outro em Campos dos Goytacazes (RJ).

Variante delta espalhada pelo mundo

Além dos britânicos, que confirmaram a predominância da delta entre as infecções de seu território, as autoridades de Saúde da Alemanha e da Rússia acenderam seus alertas.

O instituto Robert Koch, referência no combate à Covid-19 na Alemanha, anunciou que 6% dos novos casos no país já são da variante delta – mas o número deve aumentar rápido.

Na Rússia, a propagação da variante delta em Moscou fez a capital bater recorde diário de infectados nesta sexta. Com 17.262 contágios diários, o país está no ponto mais elevado de transmissão desde 1º de fevereiro, de acordo com estatísticas do governo.

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Cotidiano

Mirla Regina e Marcelo Carvalho participam da última sessão como membros do TRE-AC

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Os juízes eleitorais Mirla Regina e Marcelo Carvalho, egressos da classe de juiz de direito, participaram da última sessão plenária, nessa sexta-feira, 18, como juízes efetivos do Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC).

Durante a sessão, a presidente do TRE-AC, desembargadora Denise Bonfim, e os demais membros da Corte homenagearam os colegas e destacaram a competência, a dedicação e o zelo, de cada um deles, durante seus respectivos biênios, que chegam ao fim no próximo dia 24.

Em suas as falas, os juízes Mirla Regina e Marcelo Carvalho agradeceram a todos do TRE, expressaram o prazer de ter atuado na Corte e pontuaram a competência e o empenho da administração da Justiça Eleitoral acreana.

Também em 24 de junho terminam os mandatos dos juízes Mirla Regina e Marcelo Carvalho nos cargos de diretora da Escola Judiciária Eleitoral (EJE) e Ouvidoria do TRE-AC, respectivamente.

Ainda na sessão desta sexta-feira, 18, a Corte escolheu seus substitutos, elegendo os juízes Armando Dantas para diretor da EJE, tendo como vice Hilário Júnior, e o juiz Geraldo Fonseca para titular da Ouvidoria.

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