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Gladson vai resgatar ações dos ex-governadores ao anunciar “Auxílio Enche o Bucho”

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O longo período de isolamento social força a mente e lembranças do passado nos faz seguir firme, acreditando em dias melhores. Nos últimos dias o governador Gladson Cameli tem refletido sobre boas ações do passado. Na sexta-feira, 3, teve longas conversas com a ex-primeira dama do Acre, Beatriz Cameli. No sábado consolidou uma ideia e na manhã deste domingo, 5, resolveu torna-la de conhecimento público.

Sem entrar em detalhes o governador Gladson Cameli anunciou que vai lançar nos próximos dias um auxílio emergencial que visa alcançar a população carente do Estado.

O benefício, segundo ele, “é para o povo comer e será como um Auxílio Enche o Bucho”, disse Cameli fazendo quem ouviu as declarações lembrarem das ações do ex-governador Romildo Magalhães.

“Me aguardem”, avisou Cameli, sem explicar como, quando e de que forma o auxílio será concedido e se o objetivo é minimizar os impactos econômicos apenas durante a pandemia de coronavírus.

Gladson também segue a tradição da família com doações aos mais carentes. O tio dele, Orleir Cameli, quando foi prefeito de Cruzeiro do Sul, doou 500 vacas para produtores rurais.

A ex-primeira dama de Cruzeiro do Sul e do Estado, Beatriz Cameli, cita que Gladson é como o tio, Orleir, que se preocupava com a fome e não se importava em ser chamado de assistencialista. “Em Cruzeiro do Sul hoje tem gente com rebanho de gado formado a partir das vacas doadas por Orleir quando ele foi prefeito daqui”, lembra ela.

“O Gladson tem esse mesmo coração do tio dele e pensa com praticidade: se tem fome tem que comer”, diz Beatriz.

GOVERNOS PASSADOS

Romildo Magalhães, que governou o Acre de 1992 a 1994, instituiu em seu governo dois projetos populares. Um, denominado “Pé no Chão”, visava garantir trafegabilidade nas estradas vicinais e ramais que garantisse o escoamento de produção de pequenos produtores e, um segundo chamado “Sopão Enche o Bucho”, que tinha o objetivo de levar 5 mil refeições diárias na periferia de Rio Branco.

Orleir Cameli, [tio de Gladson], governou o Acre de 1995 a 1999. Entre vários programas sociais, criou o “Pão Nosso”, um programa que distribuía sacolões e, todos os municípios do Acre. A entrega era feita mensalmente e atingia, segundo o governo da época, cerca de 30 mil famílias.

Na verdade, em sua simplicidade, Gladson se alinha ao pensador americano Benjamin Franklin [1706-1790], que costumava dizer que “quem vive só de esperanças, morrerá de fome”.

 

 

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Após novas mortes por Covid-19, prefeitos Alto Acre projetam criação de coordenação regional

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Os prefeitos dos quatro municípios da regional do Alto Acre – Xapuri, Epitaciolândia, Brasiléia e Assis Brasil – vão se reunir emergencialmente nesta quarta-feira, 27, para definir ações conjuntas de enfrentamento à nova onda de infecções causadas pelo novo coronavírus.

Entre as medidas que serão discutidas está a criação de uma coordenação regional voltada para o problema comum. Nessa terça-feira, 26, já houve uma prévia desse encontro no gabinete do prefeito Sérgio Lopes, de Epitaciolândia, que recebeu a colega Fernanda Hassem, de Brasiléia.

Antes da conversa com Sérgio Lopes, a prefeita Fernanda Hassem havia participado de uma videoconferência realizada pelo Ministério Público Estadual que teve a participação de promotores de justiça, delegados, representantes da Polícia Militar e gestores dos municípios da regional.

Os quatro prefeitos pretendem definir um alinhamento de estratégias para tentar coibir o crescente número de novos casos de covid-19 na região. A informação é da Assessoria de Comunicação da prefeitura de Brasiléia, que não disse onde será realizada a reunião desta quarta-feira.

Nos últimos cinco dias, os municípios do Alto Acre voltaram a ter crescimento do número de mortes, com um registro confirmado pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) em Epitaciolândia e outros dois em Xapuri e Brasiléia em que os pacientes testaram positivo para o novo coronavírus.

O ex-vereador do município de Epitaciolândia, Antonio Aquino, conhecido pela alcunha de “Kaki”, que atualmente era secretário municipal de obras, é uma das vítimas, segundo noticiou o jornal O Alto Acre. Ele morreu nesta terça-feira, 26, após ser transferido para a Rio Branco no início do mês.

Xapuri registrou nessa terça-feira, 26, um óbito com evolução muito rápida do quadro da paciente, uma idosa com comorbidades que havia dado entrada no hospital Epaminondas Jácome na noite da última segunda-feira, 25, apresentando baixa saturação de oxigênio, segundo fonte na unidade.

Pelos dados do Boletim Sesacre dessa terça-feira, 26, os municípios da regional do Alto Acre acumulam 5.352 casos de Covid-19 e 66 mortes em decorrência da doença. Esses números, no entanto, já são maiores, de acordo com os boletins divulgados pelas secretarias municipais.

Xapuri, por exemplo, já registra 2.308 casos e 16 óbitos, segundo os dados divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde (Semusa). Apenas nesta terça-feira foram mais 32 novas confirmações de pacientes infectados pelo coronavírus no município, que ainda tinha 9 casos aguardando resultado de análise.

Os municípios Xapuri e Assis Brasil apresentam as maiores taxas de incidência de Covid-19 no Acre por grupo de 100 habitantes, com 11,19 e 11,06, respectivamente, números que representam quase o dobro da média do estado, que é de 5,22 casos por 100 habitantes.

As fotos são do repórter Eldson Júnior, da assessoria da prefeitura de Brasiléia.

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Sindicato do Judiciário ignora campanha e pode comprar vacina da Rússia antes do governo

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O Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Acre (Sinspjac) está pretendendo comprar o próprio lote de vacina contra o novo coronavírus tendo em vista a morosidade no processo de vacinação seguindo o plano nacional e estadual.

Como a estimativa na rede pública de saúde é de que a vacinação possa demorar mais de um ano para chegar a toda a população, a categoria cogita comprar a vacina da Rússia, a Sputnik V.

O sindicato já se movimenta para adquirir as doses, como conta seu presidente, Isaac Ronaltti. “Estive em 2019 realizando apresentações de trabalhos na Holanda, França e Espanha. Lá, conheci alguns amigos que participam de um grupo de colaboração de pesquisas do Direito Internacional que migram informações e acessos. Eles me orientaram a consultar um colega na Embaixada da Rússia para se inteirar do processo de compra privada da vacina”, explica.

Isaac conta ainda que já recebeu sinal positivo dos russos e que a partir de abril pode ser que se torne possível a aquisição das vacinas produzidas na Rússia. “A partir de abril existe sim a possibilidade de que a vacina esteja liberada pela Anvisa e o Ministério da Saúde autorize a aquisição privada”, diz Ronaltti.

A vacina Sputnik V, que ainda não tem registro na Anvisa, vai ser produzida em parceria com a empresa brasileira União Química Farmacêutica Nacional. A empresa é parceira do Fundo de Investimentos Diretos da Rússia (RDIF) na produção da vacina Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya. O acordo de transferência de tecnologia, fechado entre o RDIF e a União Química, prevê a organização de uma completa cadeia de produção do imunizante, inclusive do IFA, no território brasileiro.

Os lotes pilotos da vacina começaram a ser produzidos pela União Química agora em janeiro. A previsão da administração da empresa é que a produção mensal atingirá 8 milhões de doses por mês em março-abril de 2021. A Sputnik V é a primeira vacina contra a COVID-19 no mundo registrada pelo Ministério da Saúde da Federação da Rússia em 11 de agosto de 2020.

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Presidente da Acisa fala sobre desafios e investimentos em visita a Granja Carijó

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O presidente da Associação Comercial (Acisa), Marcello Moura, visitou no último sábado, 23, a Granja Carijó, que atende mais de 60% do mercado acreano com o fornecimento de ovos. Durante a visita, o representante da empresa, Diogo Figueiredo, apresentou todo processo de funcionamento do empreendimento que gera mais de 100 empregos diretos.

“Queremos visitar nossos empreendimentos, aproximando cada vez mais a Acisa dos empresários. É fundamental conhecer as realidades, conversando sobre as dificuldades e os projetos de cada empresa. A Granja Carijó é um exemplo de determinação, organização e vontade. Um empreendimento que merece todo apoio para continuar crescendo”, explicou.

O empresário Diogo Figueiredo, agradeceu a visita, destacando a importância do apoio da Acisa às empresas acreanas. Para ele, muitas dificuldades e problemas podem ser superados com diálogo e união.

“Para nós é uma alegria especial receber o presidente da nossa Acisa. Empreender no Acre é um grande desafio, mas com coragem e muito trabalho conseguimos superar as dificuldades. A vinda do Marcello Moura representa um reforço importante para que, juntos, possamos seguir oferecendo produtos de qualidade, gerando emprego e renda, contribuindo assim, com o desenvolvimento do nosso Estado”, disse.

Todo processo da Granja Carijó é automatizado e rigorosamente acompanhado pelos órgãos fiscalizadores, garantindo assim, mas eficiência na produção e qualidade dos produtos comercializados. Atualmente mais de 160 mil galinhas poedeiras produzem diariamente mais de 120 mil ovos.

“Nós temos uma preocupação especial com a qualidade dos nossos produtos. Nosso objetivo é crescer nossa produção e ser a empresa mais organizada do ramo. Muitas vezes enfrentamos dificuldades para investir, mas acreditamos que, com o reforço da Acisa, vamos avançar”, destacou.

Marcello Moura fez questão de parabenizar Diogo Figueiredo pela ousadia e coragem de empreender. Para ele, a Granja Carijó é um exemplo que o Acre tem capacidade e condições de produzir com qualidade.

“Aqui temos um exemplo de coragem e ousadia. Além de uma granja organizada e com um processo moderno, garantindo qualidade, eles investiram na fabricação de ração e na frota própria de transporte. Sem contar que também comercializam as galinhas que já estão na fase final de produção. Um verdadeiro modelo para quem deseja empreender”, afirmou.

Também participaram da visita o diretor da Acisa, Hernandes Negreiros e o advogado Gilliard Nobre.

Marcello Moura destaca importância do empreendedorismo e do associativismo

Para o presidente da Acisa, Marcello Moura, é preciso um olhar especial do Poder Público para os empreendedores do Estado, fortalecendo o setor privado e possibilitando a ampliação dos investimentos.

“Fortalecer os empreendimentos, criando um ambiente competitivo, é uma forma de aquecer nossa economia, com a geração de emprego e renda. O governo não tem como absolver toda mão de obra. Por isso, é fundamental a nossa união para que o setor primário possa atender a demanda por empregos e, assim, desenvolver sua autossuficiência”, destacou.

Ele comentou ainda que investir no setor primário é garantir o crescimento do PIB do Estado.

“Isso só será possível se todos estivermos unidos, numa verdadeira visão convergente de desenvolvimento”, concluiu.

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“O Amazonas está enviando doentes com Covid-19 sem combinar com a gente”, diz Gladson

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Cumprindo agenda em São Paulo na manhã desta terça-feira, 26, o governador Gladson Cameli se mostrou preocupado com o número de óbitos que chegou a 854 e casos confirmados que ultrapassou os 46.539 no Acre. Ele, que se reúne com o governador João Doria mais tarde, na busca de comprar mais de 1 milhão de doses para o Estado da CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan, disse que está tentando acelerar o processo de aquisição de imunizantes, mas se disse preocupado com a chegada de pacientes doentes do Estado do Amazonas a todo momento sem combinar com a Secretaria de Saúde do Acre.

“Inicialmente, ativamos 10 leitos para tratamento de Covid-19, se preocupando em não comprometer a nossa estrutura para atender os acreanos, mas de uns dias para cá começou a chegar pacientes de todos os lugares do Amazonas de avião sem ao menos a Sesacre ser notificada. Isso tá errado. Eu tenho que ter compromisso com a nossa população. Eu sei que a situação lá está complicada, mas do jeito que estão fazendo, está chegando o momento de seu ser deselegante. O Amazonas está enviando doentes com Covid-19 sem combinar com a gente e isso está errado”, revelou o governador em entrevista ao ac24horas.

Enquanto o Acre registra pouco mais de 46 mil casos da doença, o Amazonas ultrapassou nesta segunda-feira, 25, mais de 250 mil casos e 7.232 mortes. Segundo o boletim da Fundação de Vigilância em Saúde, houve 1.222 novos registros de pessoas com a doença, totalizando 250.935 casos no estado. Do total, 56 mortes ocorreram nas últimas 24 horas e 30 falecimentos foram registrados em dias anteriores, mas confirmados agora.

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