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No Acre, número de endividados cresce nos últimos três meses

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A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) neste mês de maio, aponta que ao menos 66,5% das famílias acreanas estão endividadas. O número representa um aumento se comparado ao mesmo período de 2019, quando o total de famílias endividadas neste período foi de 63,4%.

Segundo o Sistema Fecomércio-Sesc-Senac/AC, esse aumento de pessoas com dívidas no estado já vem sendo registrado há três meses, e provocado, possivelmente, pelo fechamento de estabelecimentos considerados não essenciais neste momento de pandemia do coronavírus, onde empregador e empregado sofrem com prejuízos.

Para o assessor técnico da Fecomércio no Acre, Egídio Garó, essa é uma tendência verificada em todo o Brasil. O estudo aponta ainda que as dívidas são, em sua maioria, cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro. “Famílias com renda mensal menor que 10 salários mínimos são as que mais padecem com o endividamento, o que consequentemente as encaminhará ao inadimplemento”.

Apesar de o percentual de endividados ser abrupto, a Fecomércio ressalta que o momento é, de fato, de isolamento. “A prioridade é manter-se na segurança de sua casa, ante a possibilidade de contágio em algum caixa eletrônico, casa lotérica ou outros locais onde haja aglomeração”.

No Acre, a inadimplência atinge ainda contas como energia elétrica, impostos e tributos como o IPVA, licenciamento de veículos, dentre outros.

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Polícia prende líder do CV que mandou matar jovem a facadas

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A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado, composta pela Polícia Federal, Polícia Civil e Polícia Militar, deu cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pela Vara da Comarca de Plácido de Castro, na manhã desta terça-feira, 22, de um líder da facção Comando Vermelho acusado de ser o mandante do assassinato da dona de casa Antônia Francisca Miranda Lima, de 29 anos, encontrada morta no mês de maio em um lixão com mais de 50 facadas desferidas em seu corpo.

De acordo com a polícia, as investigações tiveram início no dia em que o cadáver foi localizado no aterro sanitário do município de Plácido de Castro. Segundo apuração policial, a vítima foi abordada por três homens já identificados e obrigada a entrar em um veículo. Em seguida, foi levada ao local da execução, onde foi estabelecido uma espécie de “Tribunal do Crime”.

Ainda segundo os investigadores, um vídeo foi gravado e nele a vítima confessou a seus algozes que havia informado as ações do grupo criminoso a terceiros. Em razão disso, foi determinada a sua morte.

O indivíduo preso na ação de hoje foi apontado como o mandante do homicídio e ocupa posição de liderança na facção criminosa.
O crime foi cometido com extrema violência, já que a vítima foi colocada de joelhos e esfaqueada por cerca de cinco minutos.

Após o crime, os executores foram presos em flagrante, porém, o mandante e líder conseguiu fugir.

O trabalho de inteligência desenvolvido pela FICCO resultou na localização do autor em uma casa do bairro Calafate, Rio Branco, onde ele foi preso na data de hoje na posse de uma arma de fogo. A ação contou com o apoio do GPI (Grupo de Pronta Intervenção) da Polícia Federal.

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Venda da Eletrobras divide voto da bancada acreana na Câmara

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A Câmara dos Deputados votou nesta segunda-feira (21) a Medida Provisória 1031/2021, facilitando a privatização da Eletrobras. A medida já passou pela Casa em maio e, após mudanças no texto aprovadas pelo Senado, voltou a ser analisada pelos deputados. Foram 258 votos favoráveis, 136 votos “não” e 53 pela “obstrução”, uma outra forma de ficar contra a proposta.

A bancada do Acre em boa parte alinhou-se ao projeto e pelo painel da Câmara, os oito integrantes registram presença. Alan Rick votou ´sim´ pela PEC da privatização; Vanda Milani (sim); Flaviano Melo (abstenção); Jesus Sergio (não); Jéssica Sales (não); Mara Rocha (sim); Perpétua Almeida (não) e Leo de Brito (não). Há informes de que Jesus votou pela obstrução, que é uma forma de ser contra a matéria.

A Câmara dos Deputados aprovou 17 emendas do Senado à Medida Provisória 1031/21, conforme parecer do deputado Elmar Nascimento (DEM-BA). A MP viabiliza a desestatização da Eletrobras, estatal vinculada ao Ministério de Minas e Energia que responde por 30% da energia gerada no País.

“Será que é justo com os brasileiros ter aumento de conta e bancar as grandes empresas?”, questionou a deputada Perpétua Almeida ao falar em nome da bancada do PCdoB.

O deputado Leo de Brito confirmou que a oposição fará a judicialização, levando o caso ao Supremo Tribunal Federal. “A luta foi muito grande mas infelizmente a notícia não é boa. O governo Bolsonaro e sua base aprovaram a privatização da Eletrobras. Quem vai pagar a conta é a nossa população”, disse o deputado do PT, que pediu registro de voto pela bancada.

O deputado Flaviano Mel (MDB) o preferiu não responder à reportagem. Ele absteve-se de votar.

O modelo de desestatização prevê a emissão de novas ações a serem vendidas no mercado sem a participação da empresa, resultando na perda do controle acionário de voto mantido atualmente pela União.

Essa forma de desestatização é a mesma proposta no PL 5877/19, que o governo enviou em 2019, mas não foi adiante. Apesar de perder o controle, a União terá uma ação de classe especial (golden share) que lhe garante poder de veto em decisões da assembleia de acionistas a fim de evitar que algum deles ou um grupo de vários detenha mais de 10% do capital votante da Eletrobras.

Uma das emendas aprovadas prevê como condição para a desestatização da Eletrobras a aprovação, por assembleia-geral da empresa, de que suas subsidiárias não serão extintas, incorporadas ou fundidas por um mínimo de 10 anos. Isso abrange a Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf) em Pernambuco; a Furnas Centrais Elétricas no Rio de Janeiro; a Eletronorte no Distrito Federal e a Eletrosul em Santa Catarina.

Outro trecho inclui o rio Tocantins ao lado do rio Madeira como beneficiários de recursos para garantir sua navegabilidade. O dinheiro virá de recursos que a Eletronorte deverá destinar a programas de redução estrutural de custos de geração de energia na Amazônia.

Do total anual de R$ 295 milhões anuais, 20% deverão ser investidos na navegabilidade do Madeira e 10% na do Tocantins.

Com Agência Câmara de Notícias

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Servidora da Amac é investigada por suposto acúmulo de cargos

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O Ministério Público do Estado do Acre (MP-AC) instaurou o inquérito civil n° 203/2019 contra a servidora da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), Odicleia Câmara da Costa, por supostas irregularidades. Conforme o documento, são apuradas: acumulação ilegal de vencimentos, recebimento de passagens e diárias em valores elevados por parte de ex-presidentes, pagamento por serviços fictícios. A decisão foi publicada na edição do Diário Eletrônico.

Em 2019, Odicleia Câmara da Costa foi denunciada ao Ministério Público Federal (MPF), Polícia Federal (PF) e Tribunal de Contas da União (TCU), por recebimento em duplicidade. Odicleia ocupava cargo na associação dos municípios e na presidência da Fundação de Tecnologia do Acre (Funtac) no atual governo Gladson Cameli.

Além disso, o promotor Romeu Cordeiro Barbosa, destacou que a servidora teria praticado possível nepotismo, uso de bens públicos em benefício particular, dentre outras irregularidades, ocorridas no âmbito da  AMAC, o que pode caracterizar, em tese, ato de improbidade administrativa.

“Sendo necessário aprofundar as investigações, resolvi instaurar o inquérito civil, com o fim de promover diligências investigatórias visando apurar os fatos noticiados”, diz trecho.

A promotoria de justiça solicitou ofício à AMAC, requisitando esclarecimentos acerca dos fatos noticiados.

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Vagner Sales encerra imunização contra Covid-19 e diz que já tomou chá de cocô de cachorro

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Após dizer que tomou chá de cocô de cachorro  quando criança para curar sarampo, o ex-prefeito de Cruzeiro do Sul e ex-deputado estadual, Vagner Sales, conta que já encerrou o ciclo de imunização contra a Covid-19, com as duas doses da vacina.

“Eu já peguei Covid e já tomei as duas doses da vacina”, relata, que completou 62 anos no último mês de maio.

Na  última quarta-feira , 16, em evento político no município de Tarauacá, Sales contou que, quando era pequeno, a mãe lhe deu chá de cocô de cachorro para tratar sarampo e ele ficou curado. Vagner citou a situação comparando ao fato do presidente Jair Bolsonaro indicar o tratamento precoce com cloroquina para curar a Covid-19.

“Ninguém sabia o que era aquela doença, aí disseram que chá de merda de cachorro era bom. A mamãe fez e fiquei curado. Então se todo mundo tá morrendo e alguém chega com um remédio e diz: isso aqui é bom, todo mundo vai querer tomar”, relatou ele na ocasião.

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