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Médicos são afastados e morre mais um na UPA do 2º Distrito

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Ao menos dois médicos lotados na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) localizada no Segundo Distrito de Rio Branco tiveram de ser afastados a partir desta quinta-feira, 14, após apresentarem grave de mal estar durante os atendimentos e sintomas de alto estresse e cansaço. A informação foi repassada ao ac24horas por uma servidora que atua dentro da unidade referência, no setor de atendimento e acolhimento do hospital.

Segundo a servidora, ambos os médicos não têm suspeita de infecção por coronavírus, mas podem ter sido acometidos pela sobrecarga de trabalho. “Só ontem (quarta-feira, dia 13) eles entubaram cerca de 10 pessoas à noite, tinha muita gente pra ser atendida. Foi cansaço mesmo, não é Covid-19”, informou.

Após o episódio, os médicos receberam atestado de 5 dias. A profissional alerta que muitos da área de saúde que estão trabalhando durante a pandemia do vírus estão se afastando por serem contaminados pela doença, mas que este não é o caso dos dois médicos da UPA.

Nesta quinta, a UPA que atende pacientes com suspeita ou confirmação da doença está com 6 médicos atendendo. Destes, três no setor de emergência e dois no acolhimento. Dois pacientes com sintomas da doença foram entubados nesta quinta-feira, dia 14, por complicações da doença.

A Sesacre garante que contratou 15 técnicos de enfermagem e 5 médicos nesta quinta. “Esse número já vai ajudar muito e fazer a escala de plantões quase que completa, pois nossas maiores desfalques são os técnicos e médicos mesmo”, disse a servidora.

Óbito

A servidora ainda confirma que mais uma pessoa que estava internada na unidade morreu na tarde desta quinta-feira (14). Apesar de o paciente apresentar sintomas de Covid-19, ainda não se tem a confirmação do teste que detecta infecção do coronavírus, que deverá ser enviado pela equipe da secretaria e estado de saúde (Sesacre) nos próximos dias.

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Bar do Vaz

Polícia Rodoviária Federal abre concurso para 1,5 mil vagas

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) abriu concurso público para 1,5 mil vagas de policial rodoviário federal. O salário é de R$ 9.899,88.

O concurso é de abrangência nacional, sendo ofertadas aos novos policiais as oportunidades de lotação de acordo com a necessidade do serviço e o interesse público. As vagas disponíveis para lotação serão oferecidas primeiramente aos servidores já em exercício, mediante processo seletivo interno, e o saldo de vagas remanescentes será oferecido aos novos policiais.

O candidato deve ter graduação em qualquer área de formação e ter Carteira Nacional de Habilitação ou permissão para dirigir veículo automotor na categoria “B” ou superior.

As inscrições devem ser feitas de 25 de janeiro a 12 de fevereiro pelo site https://www.cebraspe.org.br/concursos/PRF_21. A taxa é de R$ 180.

Do total de vagas, 1.125 são para ampla concorrência, 300 para candidatos negros e 75 para candidatos com deficiência.

O concurso terá as seguintes fases:

Prova objetiva e prova discursiva, de caráter eliminatório e classificatório;

Exame de aptidão física, de caráter eliminatório;

Avaliação psicológica, de caráter eliminatório;

Apresentação de documentos, de caráter eliminatório;

Avaliação de saúde, de caráter eliminatório;

Avaliação de títulos, de caráter classificatório.

Investigação social, de caráter eliminatório, que se estenderá durante todo o concurso.

Curso de Formação Policial (CFP), de caráter eliminatório e classificatório, a ser realizado na Universidade Corporativa da Polícia Rodoviária Federal (UniPRF), na cidade de Florianópolis ou em outros locais indicados pela PRF, e contemplará a realização de provas teóricas e práticas.

Todas as fases, com exceção do curso de formação, serão realizadas nas capitais de todos os estados e do Distrito Federal.

As provas objetiva e discursiva serão em 28 de março. O curso de formação, após todas as etapas da seleção, começa em 10 de agosto.

VEJA O EDITAL AQUI. 

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Destaque 6

Gladson Cameli volta atrás e veta reforma administrativa

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Um dos vetos do governador Gladson Cameli aos projetos de lei aprovados pela Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) surpreendeu nesta terça-feira, 19. É que o governador vetou o projeto de nova reforma administrativa que ele mesmo propôs aos deputados no final do ano passado.

O curioso é que Gladson chegou a mudar a reforma a pedido dos parlamentares criando cerca de 120 cargos. Pela proposta, a nova atualização criava a Secretaria de Governo (SEGOV) e também altera a nomenclatura da Secretaria de Meio Ambiente (SEMA), que passará a se chamar Secretaria de Estado do Meio Ambiente e das Políticas Indígenas (SEMAPI). Outra mudança é a criação do cargo de ouvidor na estrutura da Controladoria-Geral do Estado (CGE).

Dedicado exclusivamente ao início da vacinação contra a Covid-19 nos últimos dias, Gladson ainda não se pronunciou oficialmente sobre os vetos. A pandemia, inclusive, foi a justificativa do governador para o veto.

“A reestruturação orgânica das Secretarias de Estado, sem previsão de exceções, restou ponderado que, neste momento, a alteração dessas estruturas organizacionais poderia prejudicar a prioritária ação de governo, que é a imunização da população acreana em relação à doença COVID-19. Isso porque as referidas ações exigirão, mais do que nunca, atividades coordenadas de diversos órgãos e unidades administrativas do Poder Executivo, responsáveis não apenas pela área da saúde, mas também pela infraestrutura, logística e gestão administrativa”, afirmou o governador no texto publicado no Diário Oficial.

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Destaque 6

Morre no Acre paciente que veio do Amazonas para tratar Covid-19

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Morreu vítima de Covid-19 na madrugada desta terça-feira, 19, Antônio Lima Barbosa, 64 anos, um dos dois pacientes vindos de Tabatinga, idade do Amazonas, para o Hospital de Campanha de Cruzeiro do Sul na semana passada. A vítima já foi sepultada.

Ele e o outro paciente do Amazonas foram encaminhados de Manaus à Cruzeiro do Sul após o colapso de oxigênio na capital amazonense.

O Hospital de Campanha já recebia pacientes do Amazonas, mas de cidades vizinhas à Cruzeiro do Sul, como Guajará e Ipixuna. Esta é a primeira vez que pacientes são trazidos de Manaus, o que chegou a gerar protestos nas redes sociais, de pessoas que temiam a contaminação por uma cepa diferente de coronavírus, que circula na capital amazonense.

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Destaque 6

50% dos acreanos devem ser imunizados para conter Covid-19

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Para o deputado Jenilson Leite ao menos 50% dos acreanos tem de ser imunizados para controlar a Covid-19 o Estado. “A vacina não produz imunidade de imediato mas leva de 14 a 40 dias mas com ela temos certeza que muito em breve estaremos nos livrando desse vírus de maneira avassaladora”, disse o deputado, que é médico e atua voluntariamente no enfrentamento à doença.

Leite diz que se sentiu muito feliz e satisfeito com a aprovação das duas vacinas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e uma delas, a Coronavac já começa a ser aplicada no Acre.

A depender do número de vacinados no Acre, até março ou abril os efeitos da imunização já começam a ser sentidos com redução de mortes, casos leves e hospitalizações.

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