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Acre sobe posições se torna o 5° estado com melhor transparência nos gastos com Covid-19

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O ranking que estipula os estados brasileiros mais transparentes com relação aos gastos financeiros no combate ao novo coronavírus mostra que o Acre é o 5° melhor posicionado nesta quinta-feira, 14, com 88 pontos no total. O estado governado por Gladson Cameli ficou atrás de Pernambuco e Rondônia (empatados em 1° lugar com 98 pontos), Ceará e Rio Grande do Norte (2° lugar com 95 pontos), Amapá (3° lugar com 93 pontos) e Goiás, Minas Gerais e Paraná (4° com 90 pontos).

Conforme a tabela, o nível de transparência alcançado pelo Acre com 88 pontos no geral é considerado alto. O estado obteve 33 pontos a mais neste último ranking, saindo de um nível considerado mais baixo.

Recentemente, o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do estado do Acre (MP/AC) enviaram recomendação ao secretário estadual de Saúde do Acre, Alysson Bestene, e à prefeita de Rio Branco, Socorro Neri (PSB), onde fixaram o prazo de cinco dias para que fossem tomadas medidas para garantir a transparência dos gastos públicos empreendidos em razão da atual pandemia de covid-19.

O documento, assinado pelo procurador da República Lucas Costa Almeida Dias e pelo promotor de Justiça Glaucio Ney Shiroma Oshiro, recomendou que fossem disponibilizados informações claras e completas sobre todas as contratações e aquisições realizadas para o combate ao coronavírus.

Dados com nomes dos contratados, os números de suas inscrições na Receita Federal do Brasil (CNPJs), os prazos contratuais, os objetos e quantidades contratados, os valores individualizados contratados e os números dos respectivos processos de contratação ou aquisição deveriam estar inclusos.

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Acre 01

Abertura de novas UTIs não supre demanda e Acre tem apenas 5 leitos para Covid-19

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Apesar de todo o esforço do governador Gladson Cameli (Progressistas) em garantir a abertura de novos leitos de Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) no Acre, a situação ainda é preocupante. Do dia 01 de janeiro até esta quarta-feira, 24, Cameli reforçou o quantitativo de leitos de UTI, com 46 novos leitos, reforçando os 60 já disponíveis, totalizando 106 leitos de UTI.

No entanto, o boletim da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) de hoje, mostra que a situação é caótica. Dos 106 leitos, apenas cinco estão disponíveis em todo o Acre. Destes 5, dois são do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia no Acre (Into), dois no Pronto Socorro de Rio Branco (Huerb) e apenas um no Hospital de Campanha do Juruá.

Dos 50 leitos de UTI destinados à Covid-19 no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia no Acre (Into), unidade referência para atendimentos, 48 estão ocupados. No Into, outro dado alarmante é em relação aos leitos clínicos, dos 100 disponíveis, 96 estão ocupados.

No Pronto Socorro, dos 30 leitos de UTIs, 28 estão ocupados e ainda tem dois internados em leitos clínicos.

Já na região do Juruá, que engloba Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, dos 26 leitos de UTI existentes, 25 estão ocupados, registrando 96,2% de ocupação. Os leitos clínicos somam 104 e 77 estão ocupados, registrando 74,9% de ocupação.

Segundo dados do boletim da Secretaria Estadual de Saúde, a soma dos pacientes internados em leitos de clínicas no Hospital de Campanha do Juruá, Into e o Pronto Socorro, são de 165 pacientes internados, para apenas cinco leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).

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Acre 01

Bolsonaro se irrita com pergunta e encerra coletiva no Acre: “acabou a entrevista”

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O presidente da República Jair Bolsonaro encerrou a entrevista coletiva que concedia à imprensa no Acre nesta quarta-feira, 24, antes do tempo, depois de ser questionado sobre recente decisão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) que pode atrasar o andamento do caso das ‘rachadinhas’, cujo seu filho, o senador Flávio Bolsonaro, é investigado por desvios na época em que ainda era deputado estadual no Rio de Janeiro.

Um correspondente do Estadão indagou o presidente sobre a decisão e, prontamente, Bolsonaro interrompeu dizendo: “acabou a entrevista!”. Em seguida, ele saiu com sua comitiva do local montado para a coletiva de imprensa e se dirigiu ao embarque pelos fundos do aeroporto da capital acreana.

O filho de presidente é acusado de desviar parte dos salários dos funcionários quando era deputado estadual, ocasionando na prática conhecida como “rachadinha”. O caso veio à tona em 2018, após relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificar movimentações suspeitas na conta bancária de Fabrício Queiroz, que era assessor de Flávio.

Bolsonaro visitou o Acre nesta quarta-feira para ver de perto os estragos provocados pelas enchentes de rios e igarapés, bem como a situação da pandemia de Covid-19, o surto de dengue e a crise migratória.

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Acre 01

Rio Acre continua em vazante e não há novos desabrigados na Capital

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Nesta segunda-feira, 22, o nível do Rio Acre permanece em vazante. Na medição realizada às 6 horas da manhã, a cota era de 15,31 metros, o que significa 49 centímetros a menos do que o maior nível alcançado nesta enchente quando o Rio Acre chegou a 15,80 metros.

Em razão da subida, o número de desabrigados e desalojados não teve alteração nas últimas 24 horas. Aproximadamente 630 moradores de diversos bairros na capital acreana estão atingidos pela cheia, sendo que 68 famílias estão nos abrigos montados pela prefeitura e outras 132 foram levadas para casa de familiares.

Mesmo com a redução do nível do rio, a Defesa Civil continua trabalhando com a previsão de nova cheia. “Infelizmente ainda é essa a nossa expectativa, já que temos um volume muito grande vindo dos municípios. Em Assis Brasil o rio baixou dois metros e essa água vai chegar aqui. A boa notícia é que o Riozinho do Rola teve uma vazante de meio metro e não tivemos impacto em Rio Branco”, afirma Major Falcão da Defesa Civil Municipal.

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Acre 01

Na CNN, Gladson pede ajuda e fala sobre crise: “Como se fosse uma Terceira Guerra Mundial”

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Em entrevista à CNN, o governador Gladson Cameli (Progressistas), comparou a crise no estado com o recorde de enchentes, a pandemia de Covid-19 e o surto de dengue a “Terceira Guerra Mundial” neste domingo (21). 

Na entrevista, Cameli afirmou que o Acre vive uma situação de calamidade humanitária em razão das enchentes, dengue, covid-19 e a crise migratória.  “É uma situação delicada e peço ajuda de quem está acompanhado. Estamos vivenciado como se fosse uma Terceira Guerra Mundial. Aqui é um Estado pequeno, na região amazônica, fronteira com Peru, Bolívia e estados vizinhos.  92% da saúde do Acre é pública, é o SUS. Estamos vivenciando uma situação humanitária de calamidade, porque são vários problemas de uma vez só”, destacou Cameli.

As enchentes que começaram na última semana no Acre já são consideradas uma das situações mais graves da história do estado. Mais de 120 mil pessoas foram afetadas pelas cheias em 10 cidades, inclusive, a capital Rio Branco. 

O governador também ressaltou a urgência com relação às questões orçamentárias e a vacinação, fazendo menção à nova cepa da Covid-19 de Manaus, capital do estado vizinho Amazonas. 

“Eu sempre trabalho com o pior cenário. Nós estamos no limite. Estamos ampliando o número de leitos, mas tudo está chegando ao limite. Na questão do custeio, só tenho recursos para os próximos 60 dias, para que a gente possa manter essa estrutura, tendo em vista que estamos ampliando o número na capital e no interior”, afirmou. 

Em outro trecho, Cameli defendeu a imunização em massa da população do Acre.  “Precisamos imunizar a população, inclusive, para proteger quem vive nos demais estados do Brasil. Qualquer quantidade de vacina ajuda bastante. Eu peço um olhar diferencial para nós do Acre”, afirmou. 

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