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“Não quero que vocês passem pela dor que estamos passando”, diz família de militar que morreu de Covid-19

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No Acre, a cada dia são registrados novos casos do novo coronavírus (Covid-19). Atualmente, o Estado registra a marca de 1.460 casos confirmados e 44 óbitos em decorrência do vírus. Junto com esses óbitos surgem histórias de famílias devastadas pela perda de um ente querido.

A família do policial militar da reserva, Francisco Olímpio de Lima, de 62 anos, que faleceu em decorrência da Covid-19, na última terça-feira, 5, enviou um vídeo ao ac24horas para contar a dor da perda. Ele estava internado desde 21 de abril, segundo a Sesacre.

Emocionados, os filhos, Moisés Sampaio Lima [médico], Milena Sampaio Lima [médica], Mariana Sampaio Lima [estudante de medicina] e a esposa Andreia Mesquita Lima, técnica em enfermagem, pedem à população rio-branquense todo o cuidado contra a Covid-19

“Muitas vezes eu estava no plantão e ele passava mensagem de bom dia com versículo da bíblia mandando força”, afirmou a esposa. O filho Moisés Sampaio Lima, que retornou de São Paulo, conta que a família nunca imaginava passar por esse tipo de situação.

“É muito dolorido, a gente acaba vendo acontecer com o nosso pai dentro de casa, do nosso lado, e não conseguir salvar o próprio pai. O que há de fato no Brasil hoje é tudo real. Isso é real. A contaminação existe. A quarentena, isolamento, e tudo que se pode fazer para não ter aglomeração é necessário. Se isso não for realizado, vai acontecer a morte de muitas pessoas“, relatou.

A filha mais nova, Mariana Sampaio Lima, clama à população que “fiquem em casa”. “A única coisa que eu quero pedir para todo mundo, é ficar em casa, só isso. Fazer os cuidados que são necessários [máscara, sabão e álcool gel]. Eu não quero que ninguém passe pela dor que estamos passando”,contou aos prantos.

Assista ao vídeo:

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Na rede

Índio de 107 anos é vacinado com CoronaVac em Mâncio Lima

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Dois profissionais de saúde e um índio de 107 anos, Ramiro Ferreira Puyanawa, e a mulher dele, foram os primeiros vacinados com a CoronaVac no município de Mâncio Lima. A vacinação dos profissionais da saúde foi feita nas unidades onde eles atuam e o índio e a esposa dele, Luiza, foram imunizados na Aldeia Barão, onde moram. “Estou feliz com essa vacina e ainda mais porque eu e minha mulher fomos vacinados aqui na nossa terra”, explicou o ancião.

Para o município foram destinados 118 doses para os profissionais de saúde e 1.146 para os três povos indígenas da região: Puyanawa, Nawa e Nukini. Nas aldeias a responsabilidade de vacinação aos demais indígenas é do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI).

Mâncio Lima tem uma faixa de 300 trabalhadores da área da saúde. Para atender os profissional da linha de frente do combate ao coronavírus foi feita uma triagem com as 118 doses que o município recebeu. O prefeito Isaac Lima, exaltou o fato dos profissionais de saúde, serem os primeiros a receberem a vacina de combate ao novo coronavírus. “São eles que cuidam de quem adoecer e merecem a prioridade na imunização”.

Antônio Joaquim Oliveira e Evanilda Maia de Araújo, técnicos em enfermagem, também foram vacinados no ato de abertura da vacinação em Mâncio Lima. Os demais servidores do Hospital Dr. Abel Pinheiro também já estão sendo vacinados e nas unidades de saúde , a ação começa nesta quinta-feira, 21, por causa do feriado de hoje.

Cinco municípios já têm a vacina

Todos os 5 municípios do Vale do Juruá já receberam as doses da CoronaVac nesta quarta feira, 20. As doses da regional foram enviadas para Cruzeiro do Sul em avião. Para Marechal Thaumaturgo e Porto Walter, o produto foi transportado pelo helicóptero Harpia 4 do governo do Estado. Toda a distribuição foi coordenada pelo governador Gladson Cameli.

Para Mâncio Lima e Rodrigues Alves, o produto chegou por meio terrestre.

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Acre

Morre Maria Luíza Abrahão, fundadora da Casa Natal

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A empresária acreana Maria Luíza Abrahão Felício, 85 anos, faleceu nesta quarta-feira, 20, em uma Unidade de Tratamento Intensiva (UTI) em São Paulo. Ela foi transferida para São Paulo, após ser contaminada pela dengue e ficar internada.

Ela saiu de Rio Branco em UTI aérea para São Paulo, onde faleceu. Segundo informações preliminares, uma pneumonia agravou o seu estado de saúde e fez com que a idosa não resistisse.

Ela é mãe da empresária Síglia Abrahão, proprietária da Malharia Ponto Sem Nó. Ela era matriarca de uma das mais tradicionais famílias do Acre. Dona Luiza foi esposa do filho de libaneses Alberto Felício Abrahão, que nasceu em Xapuri e faleceu em Rio Branco há cerca de oito anos. Há 70 anos eles fundaram a Casa Natal, uma das lojas mais tradicionais da capital do Acre.

O corpo dela foi cremado ainda nesta quarta-feira, 20, na capital paulista. Ela deixa órfãos os filhos Siglia, Simone, Genir, Gracy e Beto.

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Acre

Jenilson crítica decisão de Bocalom acerca de retorno às aulas e afirma que irá acionar Comitê

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O deputado estadual e médico infectologista, Jenilson Leite, usou as redes sociais na noite desta quarta-feira, 20, para se manifestar contrário a decisão do prefeito Tião Bocalom (Progressistas) em relação à volta às aulas para o próximo dia 8 de fevereiro.

Em sua fala, o parlamentar destacou que apesar da chegada do imunizante ao Acre, esse não é o momento ideal de retomar as aulas. Ele pediu ao prefeito que reconsidere a decisão.

“A vacina que chegou não vai ser suficiente para imunizar nem os profissionais que estão na linha de frente, estamos vendo que em nossos Estados vizinhos as pessoas morrem por falta de oxigênio. Há um ditado que diz que quando a gente vê um problema acontecendo ao nosso lado, a gente põe as “barbas de molho”, destacou.

O deputado afirmou que vai consultar o Comitê do Acre sem Covid a respeito da decisão de Tião Bocalom.

“Vou consultar o comitê para saber se essa é uma decisão do comitê ou uma determinação unilateral do prefeito Bocalom. Mas acredito que o comitê não autorizaria o início das aulas num momento difícil como esse que estamos vivendo, mesmo com adaptações sanitárias. Há uma recomendação sanitária de adaptação de escolas que queiram funcionar, mas para momentos de maior tranquilidade”, destacou.

Em outro trecho, Jenilson citou o caso de Manaus, que viveu momentos difíceis nos últimos dias, e argumentou que o retorno às aulas poderá resultar no colapso da saúde do Estado.

“Nossas unidades já atingiram praticamente 100% de lotação. Por exemplo, no INTO já não temos vagas. O Hospital Juruá atingiu 94% da capacidade de internação. As crianças podem adquirir o vírus na escola e disseminar aos pais e demais parentes. Não podemos pensar em voltar às aulas sem imunizar pelo menos 50% da população. Isso é ter responsabilidade como representante do povo”, salientou o infectologista.

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Acre

Mulher dá 4 facadas no esposo e briga com a vítima na ambulância por cachaça

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Uma briga entre casal quase terminou em morte na tarde desta quarta-feira, 20. Ezequiel Queiroz Oliveira, de 22 anos, foi ferido a golpes faca em uma residência localizada na travessa Cerâmica, situada no bairro Alto Alegre, em Rio Branco.

Familiares informaram que Ezequiel estava ingerindo uma bebida alcoólica chamada “buchudinha camelinho” com sua esposa identificada como Marilú,  quando começaram uma discussão por ciúmes. Ezequiel agrediu a mulher. Em seguida, a esposa pegou uma faca e desferiu vários golpes em seu companheiro.

O jovem foi ferido com 4 facadas que atingiram o braço, joelhos e uma das mãos. A ambulância do SAMU foi acionada pela própria esposa, que seguiu com seu companheiro dentro da viatura com destino ao Pronto-Socorro de Rio Branco. No trajeto ao hospital, a mulher, que também estava ferida, começou a discutir novamente com o marido, que por sua vez não quis largar a “buchudinha camelinho” por nada.

Mesmo negando entregar a cachaça, Marilú conseguiu pegar a bebida do marido, escondeu dentro da roupa e em seguida o abandonou, saindo da ambulância.

Ezequiel foi levado ao pronto-socorro em estado de saúde estável e não corre risco de morte. Na entrada do hospital, ele lamentou por ter magoado a amada e ter perdido a “buchudinha camelinho”.

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