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Cerca de 25% das pessoas que morreram por coronavírus no Acre eram consideradas sadias

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Um dos motivos apontados pelas autoridades de saúde para que as pessoas relaxem do isolamento social é que muita gente que se contamina com o coronavírus é assintomática, ou seja, são infectadas, mas não desenvolvem os sintomas, ou esses sintomas são tão leves que a pessoa nem descobre que estava com o vírus.

Isso pode levar a falsa impressão de que a doença só mata idosos e quem já tem um histórico de outras doenças, o chamado grupo de risco.

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O maior percentual, claro está na faixa etária acima de 60 anos. O total de mortes de pessoas acima dessa idade, entre os 38 óbitos registrados no Acre até agora, é de 23 pessoas, o que representa 60,5%.

Ocorre que os dados da Secretaria Estadual de Saúde apontam que o número de pessoas que morreram sem o histórico de outras doenças como diabetes, pressão alta, problemas cardíacos ou respiratórios é de 25%.

O dado reforça ainda mais que o isolamento social é a medida mais aconselhada para frear a contaminação de coronavírus para todas as idades. Além de se contaminar e levar a doença para casa, quem é jovem e saudável também pode vir à óbito por causa do coronavírus.

Os dados estatísticos da Sesacre também apontam que a doença mata mais homens dos mulheres, já que 61% das vítimas fatais eram do sexo masculino.

A grande maioria, 33, dos óbitos provocados pela doença no Acre está concentrado em Rio Branco. As outras mortes aconteceram em Plácido de Castro (3), Acrelândia (1) e Tarauacá (1).

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