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Em meio à pandemia, Depasa tem nova pane elétrica na ETA 2

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Mesmo sob pandemia que exige higienização intensa como forma de prevenção, ter água nas torneiras tem sido grave problema para os acreanos nos últimos dias. Neste fim de semana, por exemplo, o Departamento Estadual de Água e Saneamento (Depasa) reconheceu que o abastecimento de água de Rio Branco opera com capacidade reduzida desde o fim de semana.

“O problema ocorre devido à pane elétrica em um dos motores da estação de captação da ETA 2. A redução na capacidade de operação da estação ocasiona atraso no abastecimento em todos os bairros da capital”, justifica o presidente do Depasa, Tião Fonseca.

“Embora as dificuldades que ainda se apresentam, o Depasa segue com os esforços para garantir serviços de água e esgotamento sanitário. A orientação é que todos continuem colaborando com o uso consciente da água e evitem o desperdício”, pede Fonseca, em nota, sem fazer referência à necessidade extraordinária de se ter água para as pessoas lavarem as mãos conforme os médicos prescrevem: de modo demorado, criterioso e durante várias vezes ao dia.

Dias passados, o abastecimento ficou prejudicado por falta de produtos químicos na purificação da água.

Comunicado sobre abastecimento de água em Rio Branco

O Governo do Estado do Acre, por meio do Departamento Estadual de Água e Saneamento (Depasa) informa que desde o sábado, 25, o sistema de abastecimento de água de Rio Branco opera com capacidade reduzida. O problema ocorre devido à pane elétrica em um dos motores da estação de captação da ETA 2.

A redução na capacidade de operação da estação ocasiona atraso no abastecimento em todos os bairros da capital.

Embora as dificuldades que ainda se apresentam, o Depasa segue com os esforços para garantir serviços de água e esgotamento sanitário. A orientação é que todos continuem colaborando com o uso consciente da água e evitem o desperdício.

Sebastião Fonseca
Diretor-presidente

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Acre

Acre tem 258 novos casos e mais duas mortes por Covid-19

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Em boletim divulgado na tarde desta sexta-feira, 22, a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), informou 258 novos casos de infecção por coronavírus no Acre. Destes, 72 casos confirmados são de exame de RT-PCR e 186 por testes rápidos. O número de infectados subiu de 45.729 para 45.987 nas últimas 24 horas.

Até o momento, o Acre registrou 130.353 notificações de contaminação pela doença, sendo que 83.098 casos foram descartados e 1.268 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 39.095 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 159 pessoas seguem internadas.

Mais dois óbitos foram notificados nesta sexta-feira, 22, sendo todos do sexo feminino, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 suba para 846 em todo o estado.

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Acre

Falta de transparência deixa Acre no fim da tabela de vacinação

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A falta de transparência das 22 prefeituras do Acre, em relação à vacinação do coronavírus, fez com que o Estado ficasse nos últimos lugares no ranking de vacinação contra à Covid-19 no Brasil.

Segundo o site Coronavírus Brasil, que monitora o número de casos, óbitos, testagem e a vacinação, o Acre vacinou desde terça-feira, 19, até esta sexta-feira, 22, somente quatro acreanos.

No entanto, esse número de vacinação é bem maior, já que na maioria dos municípios [Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Tarauacá] já começaram a vacinação contra à Covid-19.

Até esta sexta-feira, 22, o Brasil contabilizou mais de 200 mil brasileiros vacinados contra à Covid-19.

Com 41 mil doses, o Acre deu o pontapé inicial na vacinação pela manhã da última terça-feira, 19, com a vacinação do idoso José Marcelino de Oliveira, de 85 anos, que foi a primeira pessoa a receber a imunização da CoronaVac no Acre.

Além dele, outras três pessoas também receberam as primeiras doses da vacina. Foram elas: a enfermeira Maria José Monteiro, 66 anos, a enfermeira indígena Elza Severino da Silva Manchineri e a técnica em enfermagem Raimunda Gomes do Nascimento, 69 anos.

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Acre

Alto Acre volta ao Vermelho com piora dos casos de Covid-19

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A região do Alto Acre voltou ao nível de emergência na classificação de risco da pandemia do novo coronavírus. Os dados, divulgados em coletiva de imprensa nesta sexta-feira, 22, pelo Comitê Especial de Acompanhamento da pandemia no estado, apontam que do último dia 3 de janeiro ao dia 16, houve piora nos indicadores que avaliam os pacientes infectados.

Agora, os quatro municípios pertencentes à região deverão obedecer às medidas mais rígidas em vigor na pandemia, conforme Decreto 5.496, publicado no Diário Oficial do Estado (DOE).

Nas duas últimas semanas, o Alto Acre piorou a situação de isolamento social, o que fez a regional regredir. “Piora em isolamento social, notificação por síndrome gripal, óbito e ocupação de leitos clínicos e Unidade de Terapia Intensiva (UTI)”, disse a coordenadora do Comitê, a farmacêutica Karolina Sabino.

Com a classificação em nível de emergência (Bandeira Vermelha), apenas as atividades comerciais consideradas essenciais deverão funcionar nesse período. O aumento de ocupação em leitos clínicos, por exemplo, subiu 450%.

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Acre

No Acre, índios aldeados são menos infectados pela Covid-19

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Foto: Divulgação

Índios aldeados tem sido menos infectados que os que vivem nos municípios do Acre, sugerem os dados da Comissão Pró-Índio (CPI). O número de infectados nas terras indígenas é de 1.218 pessoas e os que vivem nos municípios somam 1.230.

No entanto, indígenas não aldeados –aqueles que vivem fora das terras indígenas -estão fora da lista de prioridade para vacinação contra a Covid-19.

Segundo a última atualização dos dados da CPI Acre do dia 18/1, os boletins semanais dos Departamento Sanitários Indpigenas (DSEIs) Alto Rio Purus e Alto Rio Juruá não foram divulgados até o momento, e o boletim da Sesacre registrou três novos casos de indígenas contaminados no município de Santa Rosa do Purus.

“Colaboradores da CPI em Feijó informaram que no município, nas margens do rio Envira, há indígenas Madijá com Covid-19 e estamos aguardando as informações do DSEI Alto Rio Juruá para incluir os casos no monitoramento”, informa a Comissão Pró-Índio.

As vacinas já chegaram a várias comunidades no Vale do Juruá.

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