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Nicolau Júnior fala sobre a importância do isolamento social

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O presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) Nicolau Júnior (PP) falou à sociedade acreana, por meio de um vídeo, sobre a importância, neste momento, do isolamento social.

Em seu pronunciamento, Nicolau destaca que todas as pessoas precisam fazer sua parte como forma de evitar a proliferação do coronavírus.

O presidente da Aleac afirma que, assim como qualquer cidadão, preocupado com a saúde, principalmente dos mais idosos, também está em quarentena junto com sua família.

Assista:

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Destaque 7

Inflação muda comportamento dos brasileiros, mostra pesquisa

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Foto: Valter Campanato 

Com o orçamento apertado, um em cada quatro habitantes no país não consegue pagar todas as contas no fim do mês. A constatação é de pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Instituto FSB Pesquisa, que aponta redução nos gastos com lazer, roupas e viagens.

De acordo com a pesquisa, sair do vermelho está cada vez mais difícil. Isso porque apenas 29% dos brasileiros poupam, enquanto 68% não conseguem guardar dinheiro. Apesar disso, 56% dos entrevistados acreditam que a situação econômica pessoal estará um pouco ou muito melhor até dezembro.

O levantamento também mostrou que 64% dos brasileiros cortaram gastos desde o início do ano e 20% pegaram algum empréstimo ou contraíram dívidas nos últimos 12 meses. Em relação a situações específicas, 34% dos entrevistados atrasaram contas de luz ou água, 19% deixaram de pagar o plano de saúde e 16% tiveram de vender algum bem para quitar dívidas.

Outros hábitos foram afetados pela inflação. Segundo a pesquisa, 45% dos brasileiros pararam de comer fora de casa, 43% diminuíram gastos com transporte público e 40% deixaram de comprar alguns alimentos.

Entre os que reduziram o consumo, 61% acreditam na melhora das finanças pessoais nos próximos meses. O otimismo, no entanto, não se refletirá em consumo maior. Apenas 14% da população pretendem aumentar os gastos até o fim do ano.

Pechincha

Entre os itens que mais pesaram no bolso dos entrevistados nos últimos seis meses, o gás de cozinha lidera, com 68% de citações. Em seguida, vêm arroz e feijão (64%), conta de luz (62%), carne vermelha (61%) e frutas, verduras e legumes (59%). Os combustíveis aparecem em sexto lugar, com 57%. No caso dos alimentos, a percepção de alta nos preços de itens como arroz, feijão e carne vermelha aumentou mais de 10 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, em abril.

Com a alta dos preços, a população está recorrendo a um hábito antigo: pechinchar. Segundo a pesquisa, 68% dos entrevistados admitiram ter tentado negociar um preço menor antes de fazer alguma compra neste ano. Um total de 51% parcelou a compra no cartão de crédito, e 31% admitiram “comprar fiado”. Os juros altos estão tornando o crédito menos atrativo. Menos de 15% dos brasileiros recorreram ao cheque especial, crédito consignado ou empréstimos com outras pessoas.

De acordo com o presidente da CNI, Robson Andrade, os rescaldos da pandemia de covid-19 e a guerra na Ucrânia comprometeram a recuperação econômica do país. A aceleração da inflação levou à alta dos juros, o que tem desestimulado o consumo e os investimentos. Em contrapartida, afirma Andrade, o desemprego está caindo, e o rendimento médio da população está se recuperando gradualmente, o que dá um alento para os próximos meses.

O levantamento, encomendado pela CNI ao Instituto FSB Pesquisa, é o segundo realizado no ano com foco na situação econômica e nos hábitos de consumo. Foram entrevistados presencialmente 2.008 cidadãos, em todas as unidades da Federação, de 23 a 26 de julho.

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Destaque 7

Apenas 9% das acreanas doam ou já doaram leite materno

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O estudo feito pela Famivita com mais de 2,4 mil mulheres entre 8 e 17 de junho de 2022 e publicado neste começo de agosto lembra que o leite materno contém propriedades importantes para o crescimento e desenvolvimento do bebê, fortalecendo a sua imunidade contra diversas doenças.

E dada a importância da amamentação, em 1992, a Aliança Mundial de Ação Pró-Amamentação criou a Semana Mundial de Aleitamento Materno e; todos os anos, define um tema a ser explorado e lança materiais que são traduzidos em 14 idiomas com a participação de cerca de 120 países.

A semana mundial da amamentação vai de 1 a 7 de agosto, e este ano tem como tema “Fortalecer a Amamentação: educando e apoiando”. Tendo em vista a relevância do tema, no Brasil o mês de agosto é dedicado à conscientização da importância do aleitamento materno, e é chamado de Agosto Dourado.

Dentre os objetivos do Agosto Dourado está a doação de leite humano, afinal existem bebês prematuros que precisam deste alimento. E toda mulher que amamenta e produz um volume de leite além da necessidade do seu bebê, é uma possível doadora de leite humano. “Porém, conforme constatamos em nosso mais recente estudo, 82% das brasileiras que estão em período de amamentação ou que já amamentaram, nunca doaram o seu leite para um banco de leite humano. Principalmente as mulheres dos 18 aos 24 anos, com 90% das participantes”, diz a Famivita.

Dado o baixo percentual de mulheres que já doaram leite humano, o percentual de participantes que conhecem outras mulheres que já doaram leite humano, também é baixo. Somente 36% das brasileiras conhecem alguém que já doou seu leite para um banco de leite humano.

Principalmente as mulheres dos 35 aos 44 anos, com 44% das participantes afirmando conhecer alguém que já doou leite humano.

No Rio Grande do Sul, 31% das participantes conhecem doadoras de leite humano.

No Rio de Janeiro e em Santa Catarina, pelo menos 34% têm conhecidas que doam leite.

Já em São Paulo e em Minas Gerais, 37% das entrevistadas conhecem mulheres que doam leite para bancos de leite humano.

Apenas 9% das acreanas doam ou já doaram leite materno, 4º menor índice do país, segundo a pesquisa. Na Paraíba, líder do ranking, 22% doam leite, e no Amapá, útimo entre os Estados, apenas 8% tem este compromisso.

O ac24horas encaminhou mensagem a responsáveis pelo Banco de Leite do Acre e aguarda entrevista sobre o tema.

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Mais de 9 mil enfermeiros são beneficiados no Acre com piso

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O presidente da República Jair Bolsonaro sancionou e publicou na edição desta sexta-feira (5) do Diário Oficial da União a lei que estabelece o piso nacional da Enfermagem em todo o território nacional. Entretanto, o governo decidiu vetar o dispositivo que garantia o reajuste anual automático dos valores com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

No Acre, segundo o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) a medida deve atender a pelo menos 9.226 profissionais auxiliares, técnicos e enfermeiros.

De acordo com o texto promulgado, a remuneração mínima de enfermeiros deverá ser fixada em R$ 4.750,00, 70% deste valor para técnicos e 50%, para auxiliares e parteiras. Os pisos salariais deverão ser aplicados por todos os setores até o início do próximo exercício financeiro.

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Espaço Indústria entusiasma expositores e visitantes da Expoacre 2022  

Empresários elogiam o galpão e acreditam em resultados positivos de visibilidade das marcas e prospecção de novos negócios  

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O Espaço Indústria é referência há muitos anos na Expoacre. O galpão, que acomoda empresas industriais e também FIEAC, IEL, SESI, SENAI e o Fórum Empresarial de Inovação e Desenvolvimento do Acre, é um dos locais da feira de negócios que recebe um grande número de visitantes.

E esse movimento intenso de pessoas é uma verdadeira vitrine para as empresas. Segundo Luciana Mendonça, proprietária do Café Contri, tem sido surpreendente a quantidade de visitantes que o estande da empresa tem recebido. “Estamos surpresos e felizes. Organizamos um espaço aconchegante para demonstrarmos o tamanho da nossa saudade depois de dois anos sem Expoacre. Fizemos um estande sustentável, mas não estamos restritos a esse espaço, pois temos nossas colaboradoras ambulantes levando o Café Contri para todos os lugares do Parque de Exposições”, comentou.

A empresária também elogia a organização da FIEAC e da Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict) na organização do Espaço Indústria. “Esse local é extremamente estratégico para demonstrar a força e a união da indústria, além de dar visibilidade a tudo que é produzido no Acre. A organização está de parabéns e os resultados são muito positivos”, ressaltou Mendonça.

Já os empresários Stanley Smith e Arytana Guimarães, proprietários da Farofa Cruzeiro, vieram de Cruzeiro do Sul especialmente para expor seu produto na feira. “É nossa primeira vez na Expoacre. Além de experimentarem e comprarem, alguns clientes já pretendem levar nossa farofa para fora do estado e comprar em grande quantidade”, revelou Smith. “Aqui, pudemos mostrar que, além da tradicional farinha de Cruzeiro do Sul, temos essa farofa pronta para consumo e que traz grande praticidade. Estamos muito felizes por essa oportunidade de estar no Espaço Indústria da Expoacre”, acrescentou Arytana.

O secretário de Indústria, Ciência e Tecnologia, Assurbanípal Mesquita, diz que é gratificante receber feedbacks positivos dos empresários do setor industrial e ressaltou que o governo, em parceria com a FIEAC, fez um esforço justamente com o objetivo de melhorar a infraestrutura do Espaço Indústria. “Com isso, ganham todos, o poder público, a iniciativa privada e a nossa população”, pontuou.

Presidente da FIEAC, o empresário João Paulo de Assis também demonstra satisfação em ver que o Espaço Indústria tem sido aprovado tanto pelos visitantes como pelos empresários. “Esse galpão foi pensado e construído com muito carinho e esforço. O sucesso é fruto do empenho dos nossos colaboradores, da parceria com o governo e com o setor produtivo. Esta edição da Expoacre resgata a autoestima dos nossos empresários”, assinalou.

Aprovação do público – Visitante da feira, o autônomo Augusto César Freire diz que, no Espaço Indústria, pôde conhecer melhor o trabalho de algumas empresas. “A gente compra certos produtos no supermercado, mas ver aqui na Expoacre é diferente. Temos realmente que valorizar o que é produzido no Acre e nossas indústrias têm, sim, grande qualidade”, salientou.

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