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Mourão diz que violência no Acre não é igual ao Rio de Janeiro

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A visita do Presidente da República em exercício, Hamilton Mourão, ao Acre terminou com uma coletiva de imprensa no início da tarde desta quarta-feira, 11.

Antes de embarcar de volta à Brasília, Mourão respondeu às perguntas dos jornalistas.

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A violência provocada pela guerra de facções que amedronta a população acreana foi um dos temas abordados. Perguntado se o aumento da fiscalização nas áreas de fronteira foi discutida durante a agenda com governador Gladson Cameli, Mourão respondeu que o tema foi um dos principais assuntos da agenda.

“A Região Amazônica está próxima dos três maiores produtores de cocaína do mundo que são a Colômbia, o Peru e a Bolívia. O Acre se tornou um corredor do trafico de drogas e temos a noção de que é preciso aumentar o efetivo da Polícia Federal e Policia Rodoviária Federal. Vamos levar essas necessidades do Acre ao Ministro da Justiça, Sérgio Moro”, disse.

Perguntado se existe a possibilidade do Acre sofrer uma operação de Garantia de Lei e Ordem (GLO), que é quando por determinação da Presidência da República o Exército passa a conduzir as ações de segurança como já aconteceu em estados como o Rio de Janeiro e durante a greve da polícia militar no Ceará, Mourão afirmou não achar necessário.

“As operações de GLO acontecem quando as forças estaduais perdem a capacidade de controlar a segurança como ja aconteceu no Rio de Janeiro. Não vejo esse necessidade no Acre. O que temos que fazer aqui é reforçar o policiamento, já que existem boas estradas que favorecem a entrada de drogas e armas por essa região”, afirma Mourão.

Em relação ao Conselho da Amazônia, do qual é presidente, Mourão disse que o objetivo é ouvir dos governadores quais são as prioridades de cada estado. “Desde que o presidente Bolsonaro me passou essa missão que tenho conversado com todos os governadores para buscar soluções conjuntas”.

Sobre os resultados práticos das visitas aos estados, o Vice-Presidente afirmou que se reúne com os ministérios anda neste mês de março para apresentar as demandas. “A partir daí vamos voltar aos governadores para decidir o que é prioridade e o que pode ser feito de imediato”.

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