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Secretário de segurança do Acre é contra atuação independente da Força Nacional no Estado: “tem 64 aqui e não fazem nada”

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Durante coletiva de imprensa realizada pela equipe do governador Gladson Cameli (Progressistas) na tarde desta segunda-feira, 27, no Palácio Rio Branco, o secretário de segurança pública do Acre, coronel Paulo Cézar, aproveitou para rebater o anseio da população acreana pela presença da Força Nacional no estado, atuando diretamente contra o crime organizado.

Segundo o gestor, “a Força Nacional é uma falácia do governo federal”. Para exemplificar o que afirmou, Paulo Cézar usou a presença de 64 agentes da Força Nacional que já estão no Acre, em Assis Brasil e em Plácido de Castro. “Tem 32 em Plácido e 32 em Assis Brasil. Ficam dois homens em serviço. Tem dois lá e não fazem nada”, argumentou o secretário.

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De acordo com o secretário, uma intervenção federal requer uma série elementos e que este não é o caso do Acre. Ele relatou a apreensão de veículos pegos numa parceria da polícia militar do Acre com a polícia nacional boliviana. “Eles [veículos] passaram na frente deles [Força Nacional] e não foram apreendidos”.

Paulo diz que apoia sim uma intervenção, “desde que seja uma intervenção em que a União cumpra seu papel de combater o narcotráfico internacional, por exemplo”, afirmou. O secretário disse ainda que para concordar com o trabalho da Força Nacional, o estado deveria ter autonomia para comanda as ações.

O coronel garante que esta é a mesma opinião de todos os secretários de segurança do país. “Falo isso em nome de todos os secretários de segurança pública. Somos veemente contra a atuação da Força Nacional”, afirmou.

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