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“Não foi bondade, faltou foi voto”, diz Jenilson sobre retirada do PL que terceiriza a saúde do Acre

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O deputado estadual Jenilson Leite ( PSB), vice-presidente da ALEAC, comemorou a decisão do presidente da Assembleia Legislativa do Acre, deputado Nicolau Júnior (Progressistas), de retirar de pauta o projeto de autoria do Executivo que altera a Lei e renomeia o Serviço Social de Saúde do Acre (Pró-Saúde) para o Instituto de Gestão de Saúde do Acre (IGESAC) e ainda parabenizou os deputados da base do governo que não aceitaram votar esse projeto no apagar das luzes conforme queria o Governo Gladson e seu líder. Para o deputado, a retirada do projeto é uma vitória dos deputados de oposição e dos trabalhadores de saúde representados pelos sindicatos de cada categoria, pois se posicionaram contra uma lei que seria votada sem a mínima discussão com a classe trabalhadora. “A retirada do PL não é bondade do governo, faltou foi voto”.

O deputado Jenilson que desde a legislatura, quando fazia parte da base governista, escolheu ficar ao lado do trabalhador, impedindo que a gestão petista entregassem as UPAs e Pronto Socorro nas mãos da iniciativa privada, não seria diferente na atual gestão. “Eu tenho lado, o meu lado é o do trabalhador. Na gestão passada eu votei contra a terceirização da saúde e continuarei votando. Porque saúde é responsabilidade do Estado. Se a inciativa privada pode solucionar o problema com a transferência dos recursos públicos, o Estado também pode, o que precisamos é de gente competente nos cargos. Além disso, não podemos votar um projeto sem discutir com o trabalhador. Esta é a casa do debate senhores”, discursou o parlamentar.

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O parlamentar frisou que não havia nenhum trecho no projeto que garantia a regulamentação dos servidores da autarquia que estão ameaçados de demissão por determinação da Justiça do Trabalho. Ainda de acordo com o deputado, o PL é um verdadeiro ataque aos servidores da saúde.

“Parabéns aos deputados da base governista que se deram conta de que esse projeto é um verdadeiro ataque aos trabalhadores. O que o governo estava propondo era um escândalo, uma vergonha. Com essa matéria, o governo não estava preocupado em melhorar a saúde, mas, em fazer negócios. Se esse projeto fosse aprovado, os hospitais do Acre seriam entregues durante vinte anos para uma empresa de Brasília, e com todos os servidores dentro”, disse.

Ainda de acordo com Jenilson Leite, a regularização do Pró-Saúde foi usada apenas como Isca na proposta do Executivo. “A proposta, flexibilizava licitações de recursos humanos e ainda quarterizava a saúde, e não apenas terceirizava. O governo usou como isca a regularização do Pró-Saúde, nós tivemos acesso a esse projeto ontem à tarde, e pasmem, não encontramos nada na proposta que tratava da regularização dos servidores. Se tratava de mais uma pegadinha do Executivo”, complementou

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