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Cameli se junta à Segurança em críticas ao senador Petecão

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Não é do perfil do governador Gladson Cameli (Progressistas) se esconder de qualquer debate. Não seria diferente no mais recente embate protagonizado por autoridades da Segurança Pública do Estado com o senador Sérgio Petecão (PSD). Por mais aliado que Petecão parecesse ao governo Gladson, uma entrevista concedida ao Blog do Crica somada a uma publicação na rede social do parlamentar aflorou as mais profundas mágoas no atual governo.

Petecão questionou a situação da criminalidade na capital acreana e foi além ao responder uma nota pública assinada pelos principais diretores de órgãos de segurança no Acre: “Se vocês acham que está bom, chame um taxista para levá-los até o Taquari, peça uma pizza lá na Cidade do Povo, peça para o caminhão da Gazin levar um fogão lá no Cabreúva”, escreveu o senador.

Procurada pelo ac24horas, a porta-voz de Gladson Cameli afirmou que o chefe do Executivo concorda plenamente com os representantes da Segurança e ainda ressalta que o senador em questão não se fez presente para melhorar a qualidade da segurança por meio de emendas parlamentar. “O governador lembra ainda que o senador Sérgio Petecão faz críticas, mas não alocou nenhuma emenda individual para um dos grandes problemas do Estado, a Segurança Pública, ou das emendas de bancada das quais têm direito”, informou Mirla Miranda.

Petecão ainda fez um alerta a seus aliados. Ele pediu que não curtissem ou compartilhassem sua publicação criticando a segurança pública, pois poderiam ser demitidos. “Enquanto eu estiver na política e não puder mais expressar a minha opinião, aí é melhor largar. Saibam que por enquanto podem contar comigo, esse governo lutei muito para eleger. Quero pouca coisa , só que a velha paz volte a reinar em nosso estado. E pode ter certeza desprovido de qualquer interesse como foi dito na nota , eu ainda estou pronto para ajudá-los , contem comigo”, comentou.

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Acre

Com mais duas mortes, Acre registra 190 novos casos da covid-19 neste domingo

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) registrou neste domingo, 24, 190 novos casos de infecção por coronavírus no Acre, sendo todos casos confirmados por exame de RT-PCR. O número de infectados subiu de 46.239 para 46.429 nas últimas 24 horas.

Até o momento, o Acre registra 131.575 notificações de contaminação pela doença, sendo que 83.866 casos foram descartados e 1.280 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 39.265 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 174 pessoas seguem internadas.

Mais duas notificações de óbito foram registradas deste domingo, 24, sendo todos do sexo masculino, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 suba para 850 em todo o estado

Morador de Rio Branco, C.S.F., de 49 anos, deu entrada no dia 9 de janeiro, no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC), e faleceu neste sábado, 23.

Morador de Rio Branco, M.M.C., de 70 anos, deu entrada no dia 20 de janeiro, no Pronto-socorro de Rio Branco, e faleceu neste sábado, 23.

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Acre

Estudante cita demora de ônibus no dia do Enem

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A jovem Vitoria Lorrana, 18 anos, moradora da Cidade do Povo, foi uma das várias candidatas ao Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) que teve que usar outro tipo de transporte para conseguir chegar ao local de prova neste domingo (24). 

Apesar do reforço da frota de ônibus neste domingo, 24, mantido pela Prefeitura de Rio Branco de 47 ônibus circulando na capital, a moradora da Cidade do Povo relatou que os candidatos do bairro não perceberam o aumento na frota de ônibus tamanho a demora. 

Ela cita que desde antes da pandemia, a circulação de ônibus no bairro era muito pouco, e com a pandemia, o problema se agravou.  A jovem irá realizar o Exame na Escola Iza Mello, no Ayrton Senna. 

Ela teve que acordar às 7;30h e conseguir um Uber que aceitasse entrar no bairro. “Demorou uns 30 minutos para o uber entrar na Cidade do Povo. A corrida custou R$ 5,00. Valeu muito mais pedir o Uber do que esperar o ônibus”, contou. 

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Acre

Carreata pró-impeachment de Bolsonaro chama atenção

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Cidades de todo o Brasil foram palco neste sábado, 23, de carreatas em defesa do impeachment de Jair Bolsonaro (Sem partido). As manifestações, que começaram cedo, também pediram vacina para todos e a continuidade do auxílio emergencial.

Em Rio Branco, a carreata saiu por volta das 16 horas da Uninorte com percurso pelas avenidas Ceará e Getúlio Vargas e terminou no Palácio Rio Branco, no centro da capital.

O comboio de carros levava cartazes da União Juventude Socialista (UJS) e de partidos como PT, PCdoB e Psol. Com buzinaços, centenas de acreanos pediram o fim da gestão do presidente da República.

Participaram do movimento pró-impeachment ativistas políticos como: Francisco Panthio (PCdoB), André Kamai (PT), Gabriel Forneck, ex-vereador pelo PT, deputado federal Leo de Brito (PT) e a sociedade civil acreana. Muitas pais, mães e avós também estiveram presentes acompanhados de crianças que seguravam cartazes.

Confira a galeria de fotos de Sérgio Vale:

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Acre

Léo diz que Bolsonaro foi o maior aliado do coronavírus

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Cidades de todo o Brasil foram palco neste sábado, 23, de carreatas em defesa do impeachment de Jair Bolsonaro (Sem partido).  As manifestações, que começaram cedo, também pediram vacina para todos e a continuidade do auxílio emergencial.

Em Rio Branco, a manifestação começou por volta das 15:30 na Uninorte. Ao ac24horas,  o deputado federal Leo de Brito (PT) defendeu a abertura do processo de impeachment pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM). 

Ele destacou que o movimento pró-impeachment é organizado pela sociedade civil brasileira e pontuou que o movimento não tem dono ou cor partidária.

“É um movimento de vacina para todos, em defesa do SUS, pela continuidade do auxílio emergencial e sobretudo um movimento para a volta da dignidade do Brasil. O movimento não tem dono. O Brasil simplesmente está sendo abandonado pela irresponsabilidade de Bolsonaro que resultou nas mais de 200 mil mortes na pandemia, porque ele com a sua irresponsabilidade foi o maior aliado do coronavírus. Não dá mais”, afirmou. 

Ao ser indagado sobre os pedidos de impeachment de Dilma e Bolsonaro, Leo argumentou que existe diferença entre os casos. Segundo o petista, Bolsonaro cometeu mais de 20 crimes de responsabilidade. 

“A diferença é que tem mais de 20 crimes de responsabilidade cometidos por Bolsonaro e não sou eu que estou falando, são juristas do Brasil todo. No caso da Dilma, não houve crime de responsabilidade, tanto que o Eduardo Cunha revelou em seu livro.  No caso de Manaus, ele mostra bem isso. Bolsonaro também usa as estruturas do Estado para salvar os filhos da justiça. O povo tá na míngua e sem emprego, sem auxílio. A miséria tá voltando e o Brasil tá o caos” destacou.

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