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Casos de Aids crescem 35% no Acre em dez anos, mostra boletim

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Em 10 anos (2008-2018), a taxa de detectamento do vírus HIV subiu de 9,1 casos por 100.000 habitantes para 12,1 registros/100mil/h no Estado do Acre. O aumento real de 3 casos -ou 35%, segundo o mapa do Ministério da Saúde divulgado nesta sexta-feira (29).

Apesar desse número ser o 3º menor do País (perde para Minas Gerais e Piauí) os registros da capital, Rio Branco, estão no limite da média brasileira (17,8 casos/100 mil/h).

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Já na detecção durante a gravidez, entre os Estados nove apresentaram taxa de detecção de HIV em gestantes superior à taxa nacional em 2018: Rio Grande do Sul (9,2 casos/mil nascidos vivos), Santa Catarina (6,1), Roraima (4,6), Rio de Janeiro (4,1), Amazonas (3,5), Pernambuco (3,4), Mato Grosso do Sul (3,2), Amapá (3,1) e Pará (3,0).

Comparando-se as capitais, apenas sete delas mostraram, em 2018, taxa de detecção inferior à taxa nacional: Brasília (1,0), Rio Branco (1,5), Goiânia (2,1), Belo Horizonte (2,1), João Pessoa (2,5), Natal (2,5) e Teresina (2,6). Porto Alegre é a capital com a maior taxa de detecção em 2018, com 20,2 casos/mil nascidos vivos, sendo esta sete vezes maior que a taxa nacional e 2,2 vezes maior que a taxa do Estado do Rio Grande do Sul (9,2).

Saiba mais sobre a Aids no Brasil no Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde

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