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Governador garante estar disposto a “parar” o Estado para fazer a Saúde funcionar

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Durante o programa ‘Fale com o Governador’ desta segunda-feira, 14, Gladson Cameli destacou seu trabalho junto a Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) no intuito de conseguir progredir o serviço oferecido à população. Segundo ele, a intenção atual, após inauguração do Pronto-socorro de Rio Branco e algumas medidas iniciais dentro da pasta, é diminuir as filas de cirurgias e dar melhores condições de trabalho aos profissionais.

Diante das dificuldades que vem enfrentando para alcançar o feito, Cameli revelou: “Estou disposto a parar o Estado por questão financeira e deixar só a saúde [funcionando]. O que não da é todo dia [acontecer] a mesma situação, falo de um conjunto de situações que a população precisa estar sabendo”.

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De acordo com o governador, a falta de comunicação entre os gestores e funcionários da Saúde podem estar atrapalhando o andamento dos trabalhos. “Temos o compromisso de trabalhar com uma rede de compromisso, planejamento e comunicação. Para que possam estar por dentro das situações desde o secretário até quem fecha a porta [do hospital]”.

O chefe do Executivo questionou a dificuldade de os servidores comunicarem aos superiores que algum aparelho está danificado, ou situações parecidas. “O que custa fazer esse compartilhamento de informações?”, indagou Cameli.

O governador ressaltou que quer para “ontem”, as respostas para os problemas que ainda afligem a saúde pública do Acre. Para isso, marcou uma reunião na manhã de hoje com parte da equipe da Sesacre para cobrar datas. “Hoje é 14 de outubro e não vou esperar até 14 de outro de 2023 para dizer que não deu pra fazer. Se cada um fizesse 10% do que tem que fazer (…) tem gente que trabalha direito pagando o preço por quem não faz”.

A secretária de Empreendedorismo e Turismo, Eliane Sinhasique, também participou do programa e acrescentou: “Não adianta ter dinheiro, se não houver humanização. É obrigação de cada servidor público fazer sua parte”.

Para Gladson, tudo na vida há um prazo. “Tenho duas opções: dar prazo [para que o planejamento seja praticado] ou ser conivente. Como não sou [conivente], doa a quem doer”, finalizou o assunto.

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