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Manifestantes são proibidos de entrarem na sede da Energisa

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Inconformados com a medida judicial que impede os manifestantes de entrarem no prédio da Energisa, distribuidora de energia elétrica no Acre, o protesto que acampa em frente a distribuidora nesta quinta-feira, dia 3, disse em alto-falante que também vão proibir a Energisa de adentrarem os bairros e suas casas em Rio Branco.

Sob o grito de ordem “Energisa nos roubou”, o movimento se revoltou com a proibição. Segundo informações, se uma pessoa ultrapassar o limite estabelecido na entrada da empresa, cada um dos manifestantes terá que pagar o valor de R$ 1 mil, sob risco de ser preso.

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O protesto respondeu a medida judicial com uma vaia e destacou: “se proibiram a gente de entrar na Energisa, vamos proibir a Energisa de entrar nos bairros também”.

O ato protesta contra supostos aumentos abusivos cometidos pela distribuidora.

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Energisa entra com ação e impede entrada de manifestantes na empresa

Desde o início da manhã desta quinta-feira, 3, manifestantes ocupam a entrada da distribuidora de energia elétrica no Acre, a Energisa, em Rio Branco, em protesto contra o aumento na tarifa cobrada dos meses de agosto e setembro de 2019. Como medida de proteção a distribuidora colocou uma linha amarela na entrada do prédio para impedir que os populares conseguissem entrar na recepção da Energisa.

Segundo informações, a empresa entrou com um pedido de ação, um mandato licitatório de manifestação, para que uma decisão judicial impeça o manifesto de adentrar o prédio. A multa para quem ultrapassar a linha amarela é de cerca de mil reais, segundo os manifestantes.

“Espalharam que o movimento entraria no prédio e eles resolveram entrar com a ação”, disse um homem que participa do manifesto.

O deputado estadual Jenilson Lopes (PCdoB) é um dos que encabeçam o movimento. “É uma vergonha para o estado do Acre. É uma falta de transparência na cobrança da conta de energia no Acre”, argumentou o parlamentar.

Um dos manifestantes que participa do ato nesta quinta-feira disse que teve a energia cortada e que mesmo assim a tarifa continuava chegando a sua residência. “Um verdadeiro transtorno”.

Ontem, o diretor da Energisa no Acre, Ricardo Xavier, disse em uma entrevista de TV que a questão do consumo e aumento na conta de energia se deve unicamente a incidência da bandeira vermelha no mês de agosto e que em 2018 no mesmo período do ano, também houve essa elevação.

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