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Ulysses: relaxamento tornou Rio Branco a capital mais violenta

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Durante a audiência pública “Segurança na Fronteira”, realizada nesta sexta-feira, 23, em Brasiléia, o Cel. da PM-AC, Ulysses Araújo, representando a Secretaria de Segurança Pública do Estado, afirmou que o desleixo de governos passados tornou a capital acreana a mais violenta do país.

O militar fez uma apresentação sobre a situação do setor de Segurança na atualidade, mostrou dados comparativos e afirmou que durante muito tempo a Secretaria de Segurança trabalhou fazendo política dentro do setor. De acordo com ele, o Estado vive agora outra realidade.

“Com saúde e segurança não se faz política, porque você está lidando com a vida de pessoas. Tem que se cuidar de maneira técnica e profissional. Nós estamos implantando o programa “O Acre pela Vida” com o objetivo de diminuir a criminalidade, principalmente os crimes contra a vida. E vem ainda o Gefron para combater a violência na área de fronteira”, afirmou.

GEFRON

A implantação do Grupo Especial de Fronteira foi um dos encaminhamentos da audiência realizada nesta sexta-feira, em Brasiléia. De acordo com o Cel. Ulysses, que vai coordenar o combate e policiamento na região, o Gefron vem preencher uma lacuna na segurança da área de fronteira, que é de responsabilidade do governo federal. Ainda segundo ele, o trabalho vai ser orientado para o combate ao tráfico de drogas, de armas e o policiamento das áreas rurais.

“O objetivo é que com o combate e a diminuição da criminalidade na área de fronteira, Rio Branco e os demais municípios acreanos possam voltar a ter paz e tranquilidade. Esse é o desafio imposto para nós, e é com esse objetivo que vamos continuar trabalhando”, explicou.

A previsão do coronel é de que o Gefron esteja em atuação no Acre a partir do mês de setembro próximo. O grupo, que está sendo cuidadosamente montado, segundo Ulisses, está em fase de encerramento do treinamento técnico e tático, que está sendo dado por instrutores do estado de Mato Grosso, onde o grupo já atua há mais de 17 anos.

O Cel. disse também que o grupo especial terá a capacidade de enfrentamento com armas pesadas e treinamento de guerrilha e terrorismo.

“Será uma tropa preparada física e intelectualmente para combater esses criminosos com técnicas e táticas especiais”, concluiu.

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