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Quase 60 armas artesanais são achadas em celas do presídio de Sena Madureira

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Agentes penitenciários da Unidade Penitenciária Evaristo de Morais, situada no município de Sena Madureira, encontraram 58 armas artesanais durante uma operação realizada nessa quinta-feira (11). Os objetos estavam em celas do bloco III, que até pouco tempo eram ocupadas por uma organização criminosa.

As celas estão desativadas há apenas dois meses. Os agentes tiveram que cavar o chão para localizar as armas, facas e facões, que estavam escondidas embaixo do piso da cela.

Segundo a coordenação de segurança da unidade, os presos do bloco foram remanejados para um pavilhão novo. Agora, deve iniciar uma reforma na estrutura das celas. As obras devem iniciar em breve e o prédio será disponibilizado novamente ao final da reforma.

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Cidades

Ex-marqueteiro do PT expõe print que ex-deputado não pagou dívidas de campanhas

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O marqueteiro David Sento-Sé, sócio proprietário da Cia de Selva, usou as suas redes sociais na noite desta quinta-feira, 25, para mostrar uma conversa via WhatsApp que teve com o ex-deputado Nelson Sales que não pagou as dívidas da sua última campanha eleitoral, em 2018.

Nelson Sales disputou uma cadeira de deputado federal, porém não obteve sucesso. O marqueteiro mostrou uma troca de mensagens datada no início de 2019, na qual Nelson reconhece a dívida e pede um parcelamento, que foi aceito pelo marqueteiro ao implorar que o ex-deputado não o deixasse na mão. “Preciso de algo em março para luz e supermercado amigo ou até 5 de abril”, diz Sento Sé.

O ex-deputado respondeu que iria disponibilizar R$ 5 mil ao marqueteiro e que logo em seguida iria pagar os R$ 45 mil parcelados em três vezes.

Em seguida, o marqueteiro aceita a proposta de parcelamento. “Ok amigo. Por favor, não fure pq vou tomar emprestado para pagar minhas contas contando com você”, diz o marqueteiro que é respondido com um emoji de concordância pelo ex-deputado.

Em outro trecho da publicação, o marqueteiro revela que Nelson Sales não pagou nada, nem mesmo os R$ 5 mil da qual se comprometeu em depositar de imediato e logo depois realizou um desabafo nas redes sociais. “Não pagou nem uma. Paguei quem gravou o jingle dele, quem gravou e editou os vídeos dele, fiz as artes e tudo mais. Prestei o serviço e ainda tem coisa pior nessa história”, afirmou.

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Cidades

PM apreende quase 70 quilos de droga em uma semana em Cruzeiro do Sul

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Uma ação entre as Polícias Federal e Militar de Cruzeiro do Sul, com o uso de cão farejador, apreendeu 2,2 quilos de maconha e cocaína em ônibus que saia do município para Rio Branco na noite dessa quinta-feira (25). A droga era levada em um saco de farinha. Ninguém foi preso e o entorpecente foi encaminhado para a delegacia da Polícia Federal.

Esta é a terceira apreensão de drogas em apenas uma semana na cidade de Cruzeiro do Sul, somando 69,55 quilos de maconha e cocaína.

Na quarta-feira, 24, o  Comando de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar de Cruzeiro do Sul, apreendeu 67,35 quilos de drogas em duas operações, uma terrestre e uma fluvial.

Em patrulhamento no Rio Juruá, na altura de Rodrigues Alves, apreendeu  58,25 quilos  de drogas, sendo 24,3 quilos de maconha, 28,65 quilos  de oxidado de cocaína e 5,30 quilos de cocaína em pó. Uma dupla que transportava o entorpecente em uma canoa se evadiu  pela mata  e não foi localizada. O produto foi entregue na Delegacia Polícia Civil.

Em outra ação, desta vez terrestre, a equipe do Comando de Operações Especiais apreendeu 8 quilos de oxidado de cocaína e 1,1 quilo de maconha. Dois homens que transportavam o entorpecente em uma motocicleta foram presos.

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Cidades

Produtores e governo discutem prejuízos devido as enchentes

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Produtores perdem produção em enchente na zona rural de Manoel Urbano – Foto: Reprodução/ilustração

As enchentes que assolam 10 municípios acreanos não prejudicam apenas quem é obrigado a sair de casa que é invadida pela água. O momento é também de prejuízo para centenas de produtores rurais que cultivam suas produções agrícolas às margens dos rios.

Muitos produtores familiares perderam tudo por causa da enchente. O trabalho de quase um ano inteiro, que representava a reserva financeira para custear as despesas da família, foi destruído pela força das águas.

O momento agora para quem está desabrigado é esperar o nível do rio baixar, fazer a limpeza, voltar para casa e reconstruir o que foi perdido. Já para quem perdeu sua plantação, é hora de pedir ajuda.

É o que será feito nesta sexta-feira, 26, em uma reunião que vai contar com representantes da Federação dos Trabalhadores Rurais do Acre (FETACRE), dos Sindicatos dos Trabalhadores Rurais de Tarauacá, Sena Madureira e Feijó com Edivan Maciel, Secretário de Produção e Agronegócio do Acre. “Nossa intenção é que a Sepa e a Emater assumam o compromisso de levantar esses prejuízos causados pela enchente e oficialize esses dados para que possamos transformar esses números em um pedido de política pública de socorro aos produtores familiares”, afirma Antônio Sergioni, presidente da FETACRE.

Sergioni lembra ainda que muitos dos produtores possuem financiamentos e iriam usar a safra para pagar os bancos. “O pessoal esperava honrar esse compromisso com a safra que foi perdida. Piscicultura, banana, roça, tudo que se relaciona a produção familiar ribeirinha desses municípios foi destruída pelas enchentes”, afirma.

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Caminhoneiros protestam contra bloqueio de ponte por imigrantes em Assis Brasil

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Cerca de 30 caminhoneiros que estão impedidos de passar pela Ponte da Integração Brasil-Peru, entre Assis Brasil e Iñapari, por conta da presença dos imigrantes haitianos e africanos que lá estão acampados desde o último dia 14, se dirigiram à prefeitura da cidade brasileira, na manhã desta quarta-feira, 24, em busca de uma solução para o impasse.

Em ambos os lados da fronteira há caminhões e carretas parados há quase duas semanas com cargas de vários produtos, alguns perecíveis, além de combustíveis. A impossibilidade de os caminhoneiros atravessarem a ponte já causa, segundo informações prestadas por eles mesmos, desabastecimento de alguns itens na cidade boliviana de Cobija.

De acordo com alguns relatos a que o ac24horas teve acesso, os caminhoneiros estão passando privações como falta de água e de banheiros no local onde os veículos estão estacionados. Uma comissão formada por alguns representantes dos profissionais foi recebida pelo prefeito Jerry Correia, que disse que a angústia deles é a mesma que a prefeitura tem enfrentado.

“Eles reconhecem que o problema não é da nossa competência, mas vieram aqui pedir ao município que o apelo deles seja levado às demais autoridades. São dezenas de caminhões que estão retidos tanto no Peru quanto no Brasil, alguns deles com cargas perecíveis e outros com cargas muito perigosas como combustíveis, que é a maioria, e também explosivos”, disse o prefeito.

Durante a conversa com o prefeito, um dos caminhoneiros disse que os imigrantes não querem ser maleáveis com a necessidade de as cargas serem liberadas para passar pela ponte e não pretendem resolver a situação pacificamente. Ele afirmou que a intenção do movimento é chamar a atenção dos governos federal e estadual para que os direitos deles sejam garantidos.

“Nós estamos pagando esse preço, perdendo as cargas e o nosso trabalho. Todos aqui têm família para sustentar e pagar parcelas de caminhão, trabalhando legalmente e pagando os nossos impostos, por isso estamos aqui não para fazer barulho e nem brigar com estrangeiros, mas para exigir os nossos direitos, chamando a atenção dos governos estadual e federal”.

Nos últimos dias, a quantidade de imigrantes em Assis Brasil diminuiu tanto na Ponte da Integração quanto nos abrigos improvisados, por conta de muitos terem resolvido retornar para as cidades brasileiras de onde saíram. No entanto, cerca de 100 pessoas ainda ocupam a travessia entre os dois países impedindo o tráfego normal de pessoas e caminhões de carga.

O prefeito Jerry Correia disse que chegou a cortar o fornecimento de alimentação aos imigrantes acampados na ponte na semana passada, quando o número de pessoas se tornou menor, no intuito de que eles voltassem para os abrigos, mas a concentração voltou a aumentar e a assistência prestada pelo município aos estrangeiros foi retomada no local.

*Com colaboração do repórter Almir Andrade, do Sistema Público de Comunicação do Acre.

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