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Acre inicia coleta de DNA de presos para criar banco genético e iniciativa é elogiada por Moro

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O Instituto de Administração Penitenciária do Acre (IAPEN/AC) iniciou nesta semana a coleta de material genético de presos condenados que cummprem pena no maior presídio do Estado, o Francisco D’Oliveira Conde, em Rio Branco. Segundo informou o govenro do Estado, pelo menos 300 pessoas devem fazer a coleta nesta primeira fase.

Os dados vão ser incluídos na rede nacional de banco de perfis genéticos, que tem como objetivo responsabilizar culpados e identificar autores de crimes por meio de DNA.

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Condenados por crimes como estupro, feminicídio, homicídio qualificado e latrocínio, estão na lista dos apenados que devem fazer a coleta no estado.

A coleta segue uma normativa do Ministério da Segurança e todos estados devem passar por essa atualização. Ao todo, no Acre devem ser incluídos cerca de 600 presos.

A iniciativa do Acre e dos demais Estados foi elogiada pelas redes sociais pelo ministro da justiça, Sérgio Moro, nesta sexta-feira, 17. “Parabéns ao Governo e às forças de segurança do Estado do Rio de Janeiro por iniciarem a coleta dos perfis genéticos dos condenados por crimes violentos. Outros Estados, como Mato Grosso e Acre, começaram também a realizar essa coleta. Outros Estados já estavam fazendo antes”, disse.

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