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Escola suspende aula por falta de merendeiras; SEE diz que gestão recusou lotação de pessoas

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A gestão da escola de ensino integral Djalma da Cunha Batista, situada no município de Tarauacá, decidiu suspender as aulas por tempo indeterminado nesta quinta-feira, 9, alegando insuficiência de profissionais da cozinha, além de precariedade na estrutura básica da instituição. Ao ac24horas, a direção informou que a escola possui merendeiras no quadro de funcionários, mas, em número insuficiente para atender os alunos.

Entretanto, a Secretaria Estadual de Educação, Cultura e Esporte do Acre (SEE), atestou, por meio da diretoria administrativa do órgão, que a decisão da gestão em suspender as aulas é infundada, uma vez que a escola é atendida por quatro merendeiras, mesmo número que atendia a instituição no ano anterior. “Houve apenas troca de algumas empresas prestadoras dos serviços, mas a quantidade de postos de trabalho já previstos para cada escola foram preservados”.

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Ainda de acordo com a SEE, tais remanejamentos e substituições são normais e ocorreram antes do ano letivo. “A substituição das empresas não interrompeu o serviço de merenda”.

Em uma página na rede social, o diretor da escola, Ivolnaldo Benigno, comunicou a classe estudantil e aos pais dos alunos que iria suspender as atividades da escola até que o Estado resolvesse a questão da redução de merendeiras.

Quanto a essa afirmação, a SEE garantiu que não há falta de pessoal para atuar na cantina. “A escola estava sendo atendida normalmente, com a mesma quantidade de merendeiras (4 pessoas) que já possuía. Tanto que iniciou o ano letivo de 2019 normalmente até o momento”.

Ivolnado confirmou ao ac24horas que se a SEE não atender com a contratação de mais merendeiras, amanhã também não haverá aula. “Se não, não há como fazer”. A escola já entrou em contato com coordenadora do ensino integral e da própria SEE e aguarda respostas.

Devolução de pessoas

Procurada pela reportagem, a diretoria administrativa da SEE afirma que recebeu, por parte do Núcleo da Educação no município, a informação de que o diretor devolveu as pessoas que estavam lotadas lá. “Alegando que não tinham condições de executar o serviço”.

Agora, a secretaria assegura que já está em contato com a empresa para providenciar a substituição das pessoas. “Não houve nenhum documento por parte da gestão da escola solicitando o aumento do número de pessoas para o serviço de merenda”, destacou.

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