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Casos de dengue aumentam 231% no Acre

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Os casos de dengue aumentaram drasticamente no Acre em 2019, segundo alertou nesta segunda-feira (25) o Ministério da Saúde. O aumento é de 231,4% em comparação com o mesmo período do ano passado. Até o dia 16 de março deste ano, o estado notificou 3.675 casos da doença. No mesmo período de 2018, foram 1.109 casos. A incidência no Estado é de 422,8 casos por 100 mil habitantes. “O Acre não registrou óbitos em decorrência da doença neste ano”, informou o MS.

O governo de Santa Catarina emitiu boletim epidemiológico na semana passada informando que um paciente que contraiu a dengue no Acre fez tratamento naquele Estado.

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Valor de produção do extrativismo cresce 87% e chega a R$ 110 milhões no Acre

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A pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura, divulgada pelo IBGE na última semana de setembro traz para o Acre informações estatísticas da extração vegetal. O valor de produção da PEVS é o maior dos últimos 10 anos e 2021 este valor totalizou R$ 110,7 milhões, representando um crescimento de 87% comparando 2020 e 2021.

Em 2021, 99,9% do valor gerado foram oriundos dos grupos alimentícios, que cresceram 58%; madeiras (38%) e borracha (4%). O grupo alimentícios aumentou participação no valor gerado comparando com 2020, passando de 40% para 58% e, por outro lado, o grupo madeiras reduziu sua participação em 2021, passando de 54% para 38% do valor gerado.

O grupo alimentícios está composto por castanha, açaí e Buriti. O produto castanha, com R$ 57,2 milhões gerados, é o destaque deste grupo representando 89% do valor do grupo e 52% do valor total da PEVS 2021 e, comparando com ano de 2020, o produto aumentou valor gerado em 224%, correspondente a uma produção de 9.800 toneladas, impulsionado por maior disponibilidade de produto coletado em decorrência de preço médio mais elevados. O produto açaí segue em estabilidade com produção de 4.655 toneladas e valor gerado de R$ 6,4 milhões.

O grupo madeiras está composto pelos produtos madeira em tora, lenha e carvão Vegetal. O produto madeira com R$ 33,2 milhões gerados, é o destaque deste grupo representando 79% do valor do grupo e 30% do valor total da PEVS 2021 e, comparando com 2021, o produto aumentou o valor gerado em 41%, correspondente a um volume explorado de 338.924 m³. Produção de carvão vegetal segue em estabilidade com produção de 2.081 toneladas em 2021 e Lenha, considerando últimos 10 anos, continua o processo de declínio totalizando 355.208 m³ em 2021 devido a substituição desta fonte de energia e demanda por fornecimento regular.

No grupo borracha temos uma produção de 364 toneladas, 14% superior à produção de 2020, e vem variando positivamente desde 2016, impulsionada por crescente valor do preço pago ao extrativista, fato possível devido à agregação de valor no âmbito da Cooperativa Central dos Extrativistas, inserção do produto em mercados diferenciados e pela política de subvenção federal e estadual.

Os cinco municípios que mais geraram valor com a extração vegetal foram Rio Branco (R$16 milhões), Xapuri (R$13,4 milhões), Feijó (R$12,9 milhões), Sena Madureira (R$12,5 milhões) e Brasiléia (R$ 9,2 milhões).

Os produtos que mais de destacam nos referidos municípios são, respectivamente, Castanha e madeira em Rio Branco; Castanha e Borracha em Xapuri, Madeira e Açaí em Feijó; Castanha e Madeira em Sena Madureira; e Castanha em Brasiléia.

A PEVS fornece informações estatísticas sobre quantidade de produtos da silvicultura – produtos provenientes da exploração de maciços florestais plantados – e do extrativismo vegetal – produtos obtidos da exploração de recursos florestais nativos.

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Ex-prefeito é condenado em R$ 512 mil por irregularidades no pagamento de combustível

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Os membros do Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) decidiram condenar o ex-prefeito de Santa Rosa do Purus, Rivelino da Silva Mota, a devolver mais de meio milhão de reais em razão de irregularidades no repasse de combustível no município. O despacho foi publicado na edição do Diário Eletrônico desta sexta-feira, 30.

A conselheira-relatora, Naluh Gouveia, condenou Rivelino da Silva Mota – responsável pelo exercício financeiro de /2016 a devolver R$ 512.613,10 (quinhentos e doze mil, seiscentos e treze reais e dez centavos), bem como Valdemar Pinheiro Kaxinawá, a devolver R$ 71.396,20 (setenta e um mil reais, trezentos e noventa e seis reais e vinte centavos), valores estes, decorrentes de pagamentos com combustível, sem comprovação de sua finalidade pública.

Após a decisão, o órgão controlador decidiu comunicar o apurado ao Tribunal de Contas da União – TCU, para as providências que entender cabíveis, em razão da aplicação de recursos federais, no montante de R$ 129.886,02 (cento e vinte e nove mil, oitocentos e oitenta e seis reais e dois centavos), na execução das despesas com combustíveis sem a devida comprovação.

O TCE também resolveu encaminhar cópia da decisão que vier a ser proferida ao Ministério Público do Estado do Acre, para adoção das providências pertinentes.

No ano passado, Rivelino já havia sido condenado por irregularidades em razão da contratação de empresas terceirizadas no período de 2014 a 2016. O ex-gestor foi condenado pelas contratações sem comprovação de finalidade pública das empresas Firma Master Serviços Eireli-EPP, no valor de R$ 310 mil com a Empresa Souza e Silva Ltda no valor de R$ 201 mil.

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Queimadas no Acre têm o pior setembro da história, segundos os dados INPE

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O Acre se aproxima dos 10 mil focos de queimadas em 2022, volume só superado nos anos de 2003 e 2005, desde que o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) passou a fazer o monitoramento de focos ativos por estado, em 1998.

Até esta quinta-feira (29), o estado registrou, segundo a Programa Queimadas, plataforma disponibilizada pelo INPE com dados atualizados diariamente, foram detectados 9.781 focos de queimadas em terras acreanas, 27% a mais que os 7.679 registrados no ano passado no mesmo período.

A quantidade de queimadas até esta data no estado também supera o total de todos os anos, até o fechamento da chamada “temporada do fogo”, com exceção de 2003 e 2005 – esses dois anos somaram 10.523 e 15.993 focos de queimadas, respectivamente.

Este mês de setembro, no entanto, é o pior da história do Acre, com 6.693 focos de queimadas. Em termos comparativos, setembro de 2021 teve 3.982 focos de queimadas. No ano mais crítico da série histórica do Inpe, que foi 2005, setembro teve 6.092 focos de calor.

Os municípios que lideram o ranking acreano do fogo são Feijó e Tarauacá, com 2.290 e 1.438 focos de queimadas no ano. Na sequência estão Sena Madureira (913), Rio Branco (880) e Manoel Urbano (627). Feijó há vários anos consta na lista dos 1º municípios brasileiros que mais queimam.

As Unidades de Conservação estaduais com mais focos de queimadas são a Área de Relevante Interesse Ecológico Japiim Pentecostes, com 45 focos de queimadas, e as Áreas de Proteção Ambiental Igarapé São Francisco e Lago do Amapá, com 24 focos de queimadas cada uma.

Já entre as UC’s federais, a Reserva Extrativista Chico Mendes é a mais afetada pelo fogo, com 790 focos; a Resex do Alto Juruá, com 185 focos; a Resex do Alto Tarauacá, com 96 focos; e o Parque Nacional da Serra do Divisor, com 91 focos de queimadas.

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Delegado afirma que prints de preso por corrupção eleitoral apontam para suposto envolvimento com o deputado Marcus Cavalcante

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O delegado do município de Feijó, Railson Ferreira, responsável pelas investigações da prisão do coordenador de fiscais partidários da coligação “Avançar para Produzir Mais”, R.M.V, de 31 anos de idade, pelo crime de corrupção eleitoral, declarou que apesar de terem sido encontrados santinhos de outros dois candidatos, os prints de conversas de WhatsApp e demais elementos colhidos até o momento apontam apenas para o suposto envolvimento do candidato deputado Marcus Cavalcante (PDT). “Os indícios, elementos informativos e provas, uma vez que tem os prints de conversas de WhatsApp, levam apenas ao candidato Marcus Cavalcante”, afirma. A investigação deve durar 30 dias.

Durante a lavratura do auto de prisão, restou claro, por meio das testemunhas ouvidas, de prints de conversas de WhatsApp, apresentados na delegacia que o flagranteado, agindo em comunhão de esforços com uma servidora do alto escalão da Secretaria Municipal de Educação estariam praticando o crime do artigo 299 do código eleitoral, consubstanciado na prática de dar ou oferecer qualquer outra vantagem para obter voto.

A prisão em flagrante originou-se de denúncias anônimas, feitas diretamente para o telefone de um policial civil e por meio do disk denúncia (190) do CIOSP.

Diante da irrefutável prática do delito, foi dado voz de prisão a R.M.V e apreendidos alguns bens como combustível, barco, crachás de fiscais de partido e santinhos de candidatos.

A coordenação de campanha do candidato a Senador Alan Rick (União Brasil) informou que o material de campanha está disponível gratuitamente para toda a população nos comitês instalados nos municípios. Informou ainda que não adota, nem coaduna com práticas ilegais, portanto, não tem ligação alguma com o fato do qual teve conhecimento através da imprensa.

O deputado Marcus Cavalcante foi procurado pela reportagem, mas não respondeu às mensagens e ligações. O espaço segue aberto para sua devida manifestação, caso haja interesse.

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