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“Tentei separá-los”, diz mãe de colono que matou o próprio irmão

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Única testemunha ocular da morte do colono Raimundo Nonato Ferreira, ocorrida na zona rural de Sena Madureira, Raimunda Ferreira da Silva, de 51 anos, prestou depoimento ao delegado Marcos Frank, nesta terça-feira (19). A agricultora contou detalhes da briga envolvendo seus dois filhos que resultou na morte de um deles (fraticídio), no último sábado (15).

De acordo com a mãe, os filhos faziam uso de bebida alcoólica e por volta das 23h, por motivo banal começaram a brigar. Nesse momento, ela tentou separá-los, no entanto, foi empurrada por Raimundo Nonato, o irmão mais velho, que em seguida pegou uma faca e foi em direção a Ecivaldo, que pegou a espingarda e atirou no irmão.

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Em outra parte do depoimento, a mãe conta que, já caído, Raimundo Nonato disse que se escapasse, iria matar o irmão e o chamou de “Nego fi duma égua”. Disse também que acredita que se não tivesse atirado, o filho mais novo teria morrido.

Desesperada, a mulher pediu socorro a um genro que conduziu a vítima à cidade, mas Raimundo Nonato, faleceu em viagem.

O autor do crime, Ecivaldo Ferreira da Rocha (23), foi preso em flagrante. A PM apreendeu, ainda, a arma do crime, uma espingarda calibre 16 e a faca da vítima. O crime ocorreu no projeto de assentamento Joaquim de Matos, conhecido como ramal do Toco Preto, local marcado por várias mortes violentas.

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