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Duarte apresenta projeto que proíbe nomeação de condenados por crime contra a mulher

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Em alusão ao Dia internacional da Mulher, comemorado na semana passada, o deputado Roberto Duarte (MDB), apresentou na manhã desta terça-feira, 12, na Tribuna da Aleac, um projeto de lei que dispõe sobre a vedação de nomeação para cargos em comissão de pessoas condenadas por crime de violência contra a mulher na administração pública direta e indireta, bem como de todos os Poderes do Estado do Acre.

“A presente proposição legislativa tem como objetivo a proibição de nomeação de pessoas com condenação em decisão transitada em julgado por violência contra a mulher até o cumprimento da pena. Lamentavelmente, perdura nos diferentes grupos da sociedade como um flagelo generalizado, que põe em perigo suas vidas e viola os seus direitos. Embora muitos avanços tenham sido alcançados com a Lei Maria da Penha (Lei nº11.340/2006), ainda assim, hoje, contabilizamos 4,8 assassinatos a cada 100 mil mulheres, número que coloca o Brasil no 5º lugar no ranking de países nesse tipo de crime, segundo o Mapa da Violência 2015”, enfatiza o parlamentar.

O deputado ainda justifica que o Acre foi o estado com a maior taxa de feminicídio do país em 2018. Foram 3,2 assassinatos para cada 100 mil mulheres. No ano passado, o estado registrou 14 feminicídios, ou seja, casos em que mulheres foram mortas em crimes de ódio motivados pela condição de gênero e vulnerabilidade da vítima de violência doméstica ou

família. “Considerando todos os homicídios dolosos de mulheres (que incluem outros casos além dos de feminicídio), o número chegou a 35. Neste caso, a taxa do estado é a terceira maior do país, de 8,1 mortes a cada 100 mulheres, apenas atrás de Roraima (10) e Ceará (9,6)”, argumenta Duarte que enfatiza ainda uma levantamento da Secretaria de Segurança, mostra ainda que 658 mulheres acreanas sofreram lesão corporal em ocorrências registradas como violência doméstica. Em relação a estupro, o número de registros caiu 24,1%. Foram 277 estupros registrados em 2016 e 210 em 2017.

Acre 01

Bebê que nasceu na calçada será entregue ao Conselho e mãe receberá apoio psicológico

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O bebê que nasceu na calçada em frente a Maternidade Bárbara Heliodora, em Rio Branco (AC) ainda não tem nome e deverá ser entregue ao Conselho Tutelar. A informação foi repassada ao ac24horas por Laura Pontes, gerente-geral da Maternidade.

Um vídeo que mostra a bebê no chão, chorando, enquanto a mãe está em pé ao lado, viralizou e causou comoção nas redes sociais. Pontes, disse que a recém-nascida, uma menina, passa bem e está sendo acompanhada por pediatra. No entanto, até o momento, nem a mãe e a criança receberam a visita de familiares e com isso, a criança segue sem nome.

A mãe da criança, identificada por Leliane Gomes da Cruz, 29 anos, deverá ser acompanhada por psiquiatra, já que foi identificado que a mulher tem transtornos mentais. “A criança não tem nome, a assistência social está em busca de familiares. Ninguém procurou a criança. Em contato com a mãe, ela disse que não teve o bebê. Ela tem problema mental e não aceitou a criança. Vamos encaminhar ao psiquiatra”, declarou.

A responsável pela maternidade contou que devido à situação, a direção,  por meio da assistência social, deverá encaminhar o bebê para a responsabilidade do Conselho Tutelar que deverá decidir o futuro da menina. “Damos encaminhamento ao Conselho Tutelar para saber se a família tem interesse. A maternidade está visando o bem-estar da criança, ela passa bem e é linda. Apesar da forma que nasceu, não teve intercorrências e não está machucada”, comentou.

Laura Pontes fez questão de esclarecer que a criança e a mãe da criança não passaram por atendimento no hospital e que o parto ocorreu antes de Leiliane entrar nas dependências da maternidade. “Ela ganhou antes de chegar na maternidade, ela ia procurar ajuda, quando soubemos, a gente fez o atendimento imediato. Ela só deu entrada, já com bebê no braço”, explicou.

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Destaque 6

Rede convida Marina Silva para ser candidata a deputada federal

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Em busca de garantir o acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de propaganda no rádio e na TV, dirigentes da Rede Sustentabilidade convidaram a ex-senadora Marina Silva para disputar o cargo de deputada federal por São Paulo. Ex-ministra do Meio Ambiente na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Marina foi três vezes candidata à Presidência da República e é vista como um quadro estratégico para atrair os votos necessários para a sigla atingir a cláusula de barreira nas eleições deste ano.

Na última disputa ao Palácio do Planalto, a ex-senadora terminou em oitavo lugar, com 1% dos votos válidos. O desempenho foi bem abaixo das eleições de 2014, quando Marina ocupou a terceira posição com 22,1 milhões de votos, o equivalente a 21,32% dos eleitores. Aliados de Marina acreditam que ela tem boa entrada em São Paulo, onde recebeu 5.761.174 de votos, em 2014, e 262.050, em 2018.

— A candidatura da Marina é uma vontade de todo o partido, tanto da executiva nacional quanto da direção de São Paulo. Pensando na legenda, teremos uma grande ajuda no cumprimento da cláusula de barreira, já que ela é uma liderança expressiva que disputou três vezes a Presidência e é defensora do meio ambiente, pauta que foi desmontada pelo governo Bolsonaro. Seria muito positivo para o partido — disse Giovanni Mockus, porta-voz da Rede Sustentabilidade em São Paulo.

A ex-senadora Heloísa Helena, porta-voz nacional da Rede, também ressaltou a atuação na área ambiental como um dos motivos para Marina ser candidata à Câmara:

— Estamos trabalhando muito para garantir a presença dela (Marina) no Congresso Nacional, para representar como deputada federal a linha programática que justifica a existência da Rede, como partido. Não somos os primeiros, nem os únicos, mas temos a maior liderança política na área (ambiental) e sua presença no Congresso é essencial — afirmou ela.

Em nota, Marina disse que ainda não tem uma decisão sobre o assunto, mas continua avaliando qual é a melhor forma de dar sua contribuição “para a difícil realidade política do país”.

Segundo Mockus, o partido espera uma resposta para os próximos 30 dias.

— Ela está estudando os números, as votações que teve no estado para a Presidência e conversando com pessoas de seu entorno. Ainda é um momento de avaliação, mas só de estar pensando é um indicativo.

Federação também sob análise

A candidatura de Marina é vista por dirigentes partidários como uma importante estratégia para atingir a cláusula de barreira, mecanismo adotado para reduzir a fragmentação partidária no país — o lançamento é tido como importante ainda que saia do papel a federação com o PSOL, outro mecanismo em análise para ajudar a superar o piso necessário.

Pela regra, ficam sem acesso aos recursos dos fundos partidário e eleitoral e ao tempo de propaganda eleitoral toda legenda que não conseguir pelo menos 2% dos votos válidos na eleição para a Câmara dos Deputados, distribuídos em um terço das unidades da federação, com 1% dos votos válidos em cada uma delas. Outra opção para não ficar sem os recursos é eleger pelo menos 11 deputados, distribuídos em um terço das unidades da federação.

Além da candidatura de Marina, a Rede também costura uma federação com o PSOL para manter o partido vivo. A última reunião entre as duas legendas ocorreu na semana passada, após encontro entre o senador Randolfe Rodrigues (Rede), o presidente do PSOL, Juliano Medeiros, e o pré-candidato do PSOL ao governo de São Paulo, Guilherme Boulos. O principal entrave entre as duas siglas é o apoio a Lula no primeiro turno, movimento que a Rede não deve fazer e o PSOL ainda avalia.

Este ano, além de ser cotada para disputar a Câmara dos Deputados, a ex-senadora também foi citada como uma possível vice na chapa do ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT). Até agora, no entanto, lideranças da Rede dizem que não houve um convite formal ao partido ou mesmo pedido de reunião. Marina ainda não se manifestou sobre o assunto.

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Notícias

Pessoas com mais de 50 anos são público-alvo de curso gratuito

A formação “Clássicos 50+” é oferecida pela empresa Webmotors em parceria com a Share RH

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A procura por profissionais que entendam sobre tecnologia cresceu durante a pandemia. No Brasil, desde meados de 2020, houve o surgimento de 85 mil novas vagas para quem lida com tecnologia, aponta pesquisa realizado pelo CNN Brasil. De acordo com uma recente pesquisa realizada pelo LinkedIn, as áreas profissionais ligadas à tecnologia terão o maior número de vagas abertas durante o ano de 2022. 

Se especializar é o melhor caminho para quem busca se inserir no mercado de trabalho e mais ainda para quem quer transição na carreira. Profissionais com mais de 50 anos são alguns dos trabalhadores que precisam estar atentos às novas demandas do mercado, buscando sempre estar atualizados nas novas tendências. Pensando nisso, a Webmotors e a Share RH estão ofertando capacitações gratuitas para profissionais nessa faixa etária.

Os cursos gratuitos são oferecidos através do programa “Clássico 50+”, uma iniciativa voltada para quem deseja aprender e entender a programação, além de ter um bom raciocínio lógico. Os interessados em participar precisam possuir um computador com acesso à internet. As inscrições seguem até o dia 05 de fevereiro através do site do projeto. Os candidatos selecionados serão divulgados no dia 11 de fevereiro. 

Com carga horária de 84 horas, as aulas serão ministradas de forma on-line, entre os dias 14 de fevereiro e 19 de março das 19h às 22h, de segunda a sexta-feira, e aos sábados das 9h às 16h. A trilha tem como foco a formação voltada para “tecnologia C#” e para o desenvolvimento de software.

Segundo a Head de RH da Webmotors, Cibele Diniz, “o objetivo da empresa é apoiar o público com mais de 50 anos na transição para uma nova carreira. Os participantes que querem aprender a programar e demonstrarem afinidade com as atividades de programação e tiverem pelo menos 75% de presença nas aulas terão a chance de participar de um processo seletivo para atuar na Webmotors, com contratação prevista para a primeira quinzena de abril”.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil 

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Acre

Acre registra mais de 500 casos de Covid nas últimas 24 horas

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), por meio do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), registrou 503 novos casos de infecção por coronavírus nesta terça-feira, 25 de janeiro. O número de infectados subiu para 95.594 em todo o estado.

Nenhum óbito foi registrado nesta terça-feira, fazendo com que o número oficial de mortes por covid-19 permaneça em 1.857 em todo o estado.

Até o momento, o Acre registra 269.184 notificações de contaminação pela doença, sendo que 173.511 casos foram descartados e 79 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen). Pelo menos 86.745 pessoas já receberam alta médica da doença, sendo que 47 seguiam internadas até o fechamento deste boletim.

Os dados da vacinação contra a covid-19 no Acre podem ser acessados no Painel de Monitoramento da Vacinação, disponível no endereço eletrônico: http://covid19.ac.gov.br/vacina/inicio. As informações são atualizadas na plataforma do Ministério da Saúde (MS), ficando sujeitas a alterações constantes, em razão das informações inseridas a partir de cada município.

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