Menu

MPAC se une ao “Amazônia 2.0” pela proteção de áreas florestais

Receba notícias do Acre gratuitamente no WhatsApp do ac24horas.​

Promover a defesa do Meio Ambiente é uma das demandas prioritárias na gestão da procuradora-geral de Justiça do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), Kátia Rejane de Araújo Rodrigues. Em continuidade às ações desta defesa, o MPAC recebeu nesta quarta-feira, 20, a coordenadora do projeto “Amazônia 2.0”, Carla Navarro, que fez uma apresentação acerca das ações a serem adotadas conjuntamente com o MPAC, em prol da proteção dos territórios florestais do Acre.

A agenda está sendo direcionada pela equipe do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Patrimônio Histórico e Cultural e Habitação e Urbanismo (Caop/Maphu) do MPAC, através de sua coordenadora, a procuradora de Justiça Rita de Cássia Nogueira.

Anúncio

Nesta ação, o MPAC se une ao Amazônia 2.0, um dos principais projetos implementados pela International Union for Conservation of Nature (UICN – União Internacional de Conservação da Natureza) na América do Sul. Financiada pela União Europeia, o Amazônia 2.0 é liderado pela UICN e executado por uma rede de sócios em seis países: equador, Peru, Colômbia, Suriname, Guiana e Brasil.

Seu principal objetivo é fortalecer modelos de governança florestal em territórios indígenas e comunitários do Bioma Amazônico, por meio de um sistema de monitoramento comunitário, a fim de conter ameaças como o desmatamento e a degradação das florestas.

“Tudo o que vem para somar e contribuir, nós recebemos com muita alegria. Da parte da Procuradoria Geral de Justiça, tenha nosso apoio na execução desse projeto. Essa é uma iniciativa que vem ao encontro de boa parte do nosso trabalho, pois temos atuado fortemente na preservação do Meio Ambiente”, destacou Kátia Rejane.

No Brasil, o modelo de Vigilância Comunitária, previsto no projeto, abrange três territórios do estado do Acre: duas terras indígenas (Alto Purus e Mamoadate) e um Parque estadual (Chandless). O projeto é considerado urgente e necessário, pois irá capacitar indígenas e comunitários para protegerem e defenderem seus territórios e a natureza.

“Realizamos essa apresentação para fins de encontrarmos sinergia nas nossas ações. Desse encontro, já agendamos uma reunião técnica para avançarmos num Acordo de Cooperação Técnica com o Ministério Público”, frisou a coordenadora do projeto.

O MPAC em defesa do Meio Ambiente

Na ocasião, a chefe do Caop/Maphu destacou as ações que o MPAC vem realizando no combate à crimes ambientais para garantir a proteção do Meio Ambiente. A estratégia de atuação coloca o órgão frente ao combate às queimadas, ao desmatamento e à poluição.

O MPAC pôde avançar na elaboração dos Planos Municipais de Saneamento Básico e Resíduos Sólidos em todo o estado e na elaboração de projetos que visam assegurar investimentos para o monitoramento das mudanças climáticas.

“Esse projeto da UICM tem tudo a ver com os objetivos estratégicos do MPAC, com as atribuições constitucionais e institucionais que é a defesa do Meio Ambiente. Na próxima reunião de trabalho iremos discutir as ações conjuntas para avançarmos nesse projeto”, contou Rita de Cássia Nogueira.

Ana Paula Pojo – Agência de Notícias do MPAC

Fotos – Tiago Teles

Siga o ac24horas no Google Notícias e seja o primeiro a saber tudo que acontece no Acre

Seguir no Google

Veja também

Newsletter

Fique por dentro do que acontece no Acre

Receba em primeira mão as notícias mais importantes do estado direto no seu e-mail. Política, economia, segurança e tudo que impacta a vida dos acreanos.